quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sugestão Vera Brito - Aluna de Pedagogia - outubro/2013


Eduardo Damasceno
Data: de 18.10.2013 até 17.11.2013
Eduardo Damasceno é quadrinista, co-criador do site e selo de publicações Quadrinhos Rasos. Damasceno fará uma história curta no painel do Projeto Parede, seguindo a filosofia do Quadrinhos Rasos: "fazer quadrinhos se divertindo, torcendo para que o resultado divirta as pessoas". Para o artista, duas imagens são suficientes para descrever a maior das criaturas, e em seis quadros pode-se contar uma história inteira. Ao longo dos 12 metros de largura do painel, o artista conta uma história muito curta sobre uma criatura muito grande, brincando com o espaço e suas limitações, explorando as relações entre o espaço artístico e as características de comunicação e entretenimento das histórias em quadrinhos.
Informações Adicionais:
3ª a dom. das 9h às 21h. 
Telefone: 31 3214-5350
Entrada Franca

Sugestão de Cristiane Beraldo - Aluna de Pedagogia - outubro/2013


E o Palhaço o que é?

Foto: Bruna Prado
3/11 (domingo)
Através do projeto Diversão em Cena ArcelorMittal, o Teatro Bradesco recebe o espetáculo infantil "E o Palhaço o que é?", com produção do Teatro Terceira Margem.
Horário: 16h.
Entrada gratuita. Classificação: livre.
Bilheteria: (31) 3516-1360.
Mais informações em breve.
*As datas e horários dos espetáculos no Teatro Bradesco podem sofrer alterações. Confira na bilheteria antes de comprar o seu ingresso.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BAU - Bazar de Arte e utilidades

Estaremos expondo no próximo dia 13 no evento BAU - Bazar de Arte e utilidades,
que acontece todo mês no espaço CENTROEQUATRO, rua Ruy Barbosa, 104, Centro.

Domingo é dia de pegar leve!
Por isso, a programação do BAU - Bazar de Artes e utilidades vai ser mais que especial:
_ ingressos por R$6 (inteira) e R$3 (meia)
_ petiscos deliciosos
_ boa música
_ lindos produtos dos expositores
_ ponto de encontro de boas ideias e novas tendências nas áreas da moda, arte, design, decoração e fotografia.
 _ oficina gratuita de crochê básico

Convide os amigos para um passeio no centro da cidade!
A Ponto de Conto espera sua visita!
Abraços!
Christina e Polianna.

https://www.facebook.com/baubazardearteeutilidades
http://pontodeconto.wordpress.com/2013/10/07/nova-edicao-do-bau-bazar-de-artes-e-utilidades/

Estacionamento:

O CentoeQuatro possui um convênio com o estacionamento Park Box situado na
Avenida Santos Dumont, número 218. Valor único de R$ 5,00, sendo necessário
carimbar o ticket do estacionamento com o Porteiro do CentoeQuatro.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Sugestão de Isabel Cristina - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

Desenvolvimento Infantil
Mostramos abaixo uma tabela resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida.
As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.
.
Faixa Etária
Ações que realiza
Comportamento
Como se comunica
0 a 3 meses
No primeiro mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com barulho inesperado. 

Passa boa parte do tempo dormindo. 

Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto ou alguém se estiver bem próximo a ele.

No 2º ao 3º mês, o bebê já começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece os pais.

Abre e fecha as mãos,  leva-as à boca e suga os dedos.

Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar objetos suspensos.
Desenvolve um tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta, como por exemplo, o constante e agudo. 

Com brincadeiras e músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas, braços, sorri e dá gritinhos.
Quando ouve a voz dos pais, o bebê vira a cabeça.

Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de vogal.

Nesta fase, é importante organizar a rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos os dias na mesma hora.

É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
4 a 7 meses
Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer ver o que está acontecendo ao seu redor.

Rola de um lado para o outro.

Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de uma mão para outra e coloca-o na boca.

Apresenta equilíbrio quando colocado sentado.
Ri quando algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da expressão facial.

Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas estranhas.

Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das pessoas ao seu redor
Movimenta a cabeça na direção do som escutado.
Pára de chorar ao ouvir música.

Sorri quando quer atenção do adulto.

Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está explorando um brinquedo.

Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão.



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
8 a 11 meses
Engatinha e senta sem apoio.

Consegue ficar em pé com apoio.

Aponta para objetos ou pessoas.

Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar
Demonstrar raiva quando não é o centro das atenções.

Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.

Reclama quando é contrariado.
Localiza a fonte sonora.

Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.

Começa a compreende o significado  de alguns gestos.

Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.

Fase do treino com monossílabos do tipo: "ma-ma", "da-da", "ne-ne".



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
1 a 2 anos
Anda sem apoio.

Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.

Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).

Gosta de rabiscar no papel.

Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo.
Mostra senso de humor.

Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou quando é elogiado.

Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.

É possessivo. Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças.
Reconhece o próprio nome.

A partir dos 18 meses  começa a criar frases curtas.

A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo "nenê-papá, nenê-naná", mas até o término do ano constrói frases de até três palavras como: "quer ver tevê".

Esta é a fase das perguntas: "que é isso?"

Usa o próprio nome.

Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.

Apresenta atenção para histórias pequenas.



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
2 a 3 anos
Tira os sapatos.

Chuta bola sem perder o equilíbrio.

Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas.

Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas.
Apresenta percepção de quem é.

Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.

Tenta impor suas vontades.

Prefere companhia para brincar.

Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo arrumar a mesa do jantar.
As frases vão aumentando e surge o plural.

As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta.

Pergunta: "cadê", "O que", "onde".

Fala de si mesma na 3a. pessoa.

Chama familiares próximos pelo nome.



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
3 a 4 anos
Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.

Gosta de desenhar.

Nesta fase já consegue segurar um  lápis na posição correta.

Consegue pedalar.
Brinca com as outras crianças.

Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo.
Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.

Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.

É comum a troca do '"r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.

Compreende os conceitos de igual e diferente.

É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.

Lembra e conta histórias.



Ações que realiza
Como Reage
Como se comunica
4 a 5 anos
Consegue usar a tesoura, corta papel.

Maior domínio no uso de talheres.

Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento.
Está mais sociável com as outras crianças.

Se sente grande perto das crianças menores.

Sente vontade de tomar as suas próprias decisões.
Nesta fase o vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas palavras.

Expressa seus sentimentos e emprega verbos como "pensar" e "lembrar".

Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre as sentenças, como por exemplo:  "e então", "porque", "mas", etc.

Gosta de inventar e contar as próprias histórias.

Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Sugestão de Jaqueline Mara de Vargas - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

Janusz Korczak, o primeiro grande defensor das crianças
O médico e educador polonês foi pioneiro no direito infantil e valorizava o saber dos pequenos
O polonês Henryk Goldszmit, que adotou o pseudônimo de Janusz Korkzac, nasceu em uma família abastada de intelectuais. No entanto, passou pelas mãos de professores rudes. Com 7 anos, foi mandado para uma escola onde os mestres eram punitivos, puxavam as orelhas das crianças e se valiam de réguas e palmatórias (leia mais no quadro abaixo). A experiência lhe deu a certeza de que as crianças não eram devidamente respeitadas, o que contribuiu para a formação do ponto central de seu pensamento: desde cedo, os pequenos merecem respeito por suas vontades e necessidades.

A capacidade de Korczak de se colocar na posição da criança é uma das características que tornam seu trabalho tão significativo. O livro Quando Eu Voltar a Ser Criança conta a história de um professor que volta a ter 7 anos, morar com os pais e a irmãzinha e ir à escola. O texto mostra como muitas vezes os adultos são tiranos e questiona essa superioridade. "Grande mérito ter nascido antes (...). Que nos deem então um exemplo de boa Educação. E o professor que durante a aula toda fica com o dedo enfiado no nariz?"

O polonês pregava o respeito a todos, independentemente da idade. "As crianças não vão tornar-se pessoas no futuro porque já são pessoas". Por isso, dizia, elas devem ser compreendidas no momento em que estão. "Korczak era capaz de entender os pequenos sofrimentos da criança, que, muitas vezes, parecem bobagens para os adultos. Ele não se preocupava em fazê-la compreender que algo era insignificante se, para ela, o assunto tinha relevância", diz Ana Carolina Rodrigues Marangon, professora da Escola de Aplicação da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Janusz Korczak, Precursor dos Direitos da Criança - Uma Vida entre Obras.
Biografia

Acompanhando as crianças até a morte
Henryk Goldszmit, que adotou o nome de Janusz Korczak, nasceu em 1878, em Varsóvia, filho de uma rica família de judeus. Seu pai era um famoso advogado. Korczak se formou em Medicina em 1905 e logo foi convocado para o front da guerra russo-japonesa - na época, a Polônia era uma possessão da Rússia.

Nesse mesmo ano, retornou e assumiu o cargo de médico-residente no Hospital das Crianças. Participou da arrecadação e acompanhou a construção do Lar das Crianças, um abrigo para órfãos que passou a dirigir após a inauguração, em 1912. Atuou como médico na Primeira Guerra Mundial e, ao fim dela, voltou para o abrigo, em sua cidade natal.

Korczak morreu em 1942 no campo de concentração de Treblinka. Devido ao prestígio conquistado, as autoridades nazistas chegaram a oferecer a liberdade ao médico e educador, mas ele preferiu acompanhar suas crianças no trem que as levou para a morte nas câmaras de gás.
Da caixinha de surpresas à produção exuberante

A empatia de Korczak para conquistar os pequenos se manifestou cedo. Aos 11 anos, seu pai foi internado para tratar de problemas mentais. Nunca teve alta, e até sua morte os bens da família foram sendo dilapidados. Para ajudar em casa, o adolescente começou a dar aulas particulares com uma técnica original: mostrava uma pequena maleta e a abria, deixando que as crianças explorassem seu interior. Depois, narrava um conto de fadas, para só então entrar nas disciplinas escolares.

Não há consenso sobre a data de início da carreira de escritor, mas a hipótese mais aceita aponta para 1899, quando ganhou uma menção honrosa com um drama assinado como Janusz Korczak, herói de um romance histórico polonês. Korczak deixou muitos escritos, entre eles 24 livros e cerca de mil artigos publicados em revistas. As principais obras incluem Como Amar uma Criança e O Direito da Criança ao Respeito, que, 30 anos depois, viria a inspirar a Declaração dos Direitos das Crianças, das Nações Unidas.
Os caminhos de Korczak

Não à repressão e ao medo na Educação
RECONHECIMENTO O monumento em Varsóvia eterniza o trabalho de Korczak em defesa das crianças. Alan Carey/Corbis
Korczak foi influenciado pelo pensamento pedagógico do começo do século 20, que criticava a escola tradicional, segundo a qual as crianças eram tratadas como adultos pequenos, sem interesse pelas especificidades dessa fase. Para conhecer outros orfanatos e as ideias pedagógicas do momento, viajou muito pela Europa.

O polonês interessou-se pela obra do suíço Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), que apostava na bondade natural das crianças. Por isso, sugeria uma Educação não repressiva e que não fosse baseada no medo, mas que acompanhasse a curiosidade infantil. O suíço pregava ainda a importância de dar atenção à personalidade da criança, o que também se tornou marcante na obra de seu "discípulo" polonês.

Além disso, Korczak introduziu na Pedagogia o método de observação empregado na Medicina.
Valorizando a importância dos famosos combinados

No Lar das Crianças, que dirigiu por 30 anos, Korczak pôs em prática seu sistema de Educação, que transformava os pequenos em seus ajudantes, valorizando-os. "Ele delegava a eles várias funções da casa por acreditar que, assim, se tornariam responsáveis pelo que havia lá", conta Ana Carolina. "Era uma prova de confiança na capacidade deles de resolver problemas", completa.

A grande inovação ficava com o Tribunal de Arbitragem. Nele, qualquer um - funcionários, moradores e o próprio Korczak - podia ser julgado por um ato inadequado, como bater ou ofender alguém. Foi a forma que encontrou para fazer com que os combinados entre adultos e crianças realmente valessem. "Hoje em dia, muitas vezes propomos algo aos alunos que não oferece espaço para opinarem. É o que acontece quando eu digo 'vamos combinar que ninguém pode brincar no corredor'", diz Ana Carolina. As crenças do polonês incluíam o direito ao erro infantil, que, segundo ele, era de dois tipos. Um é não corresponder à vontade dos adultos. "Existe nas pessoas, de modo geral, a tendência de se colocarem como modelos ou fontes de sabedoria (...). Tudo o que for diferente é erro e não percebem que o diferente pode ser nem pior nem melhor, apenas diferente." O outro tipo de erro é o que realmente traz prejuízo. Nesses casos, ele defendia que os adultos deveriam alertar para que não houvesse reincidência. "Isso, porém, sem pretender que a criança seja um modelo de perfeição e deixando espaço para que faça suas experiências e sofra os resultados delas." Korczak era contra imposições. "Ele achava que cometer pequenos erros era um exercício de liberdade e de aprendizagem", diz Ana Carolina.

Hoje há associações pelo mundo que divulgam suas ideias, como a Associação Janusz Korczak do Brasil, que ministra cursos, transmitindo a sensibilidade do pensamento do educador.

Sugestão de Érika Augusta Santos Murta - Aluna de Pedagogia - outubro/2013


Evento Gratuito voltado para o público infantil


Dia: 28/10/13
Filme: Kérity, a mansão dos contos
Local: Sesc Centro Cultural JK (Rua Caetés, 603, Centro – Belo Horizonte/MG)
Horário: 14h e 16h
Sinopse: Nathaniel não sabe ler, porém tem a oportunidade de conhecer várias histórias através dos personagens dos contos de fadas que ganham vida e saem dos livros.
Direção: Dominique Monféry | Duração: 80 min | Classificação: Livre

Telefone: (31) 3270-8100

Sugestão de Karina Ibys - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

 Pessoal, deem uma olhada neste reportagem que foi exibida, sexta pela manhã, no Bom Dia Brasil.

Segue o link:

<http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/10/brasil-e-penultimo-em-ranking-de-valorizacao-de-professores.html>

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Sugestão de Vera Brito - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

CENAMÚSICA - ARTES CÊNICAS E MÚSICAS

Pluft! O Fantasminha

Data: de 26.10.2013 - 17:00 até 26.10.2013
Em um sótão de uma casa vive uma divertida família de fantasmas: o fantasminha Pluft, que tem muito medo de gente; a Mãe, que faz deliciosos pastéis de vento; e o Tio Gerúndio, que passa todo o tempo dormindo dentro de um baú. A tranquilidade do lugar termina quando um pirata Perna-de-Pau aparece trazendo a linda menina Maribel que fora raptada por ele. O vilão está em busca do tesouro do avô da garotinha, o capitão Bonança, que morreu no mar e – ao que tudo indica – deixou sua herança escondida naquele sótão. O que não se esperava é que uma bela amizade iria se formar entre Pluft e Maribel dando um novo rumo à história. Os risos ficam por conta dos amigos da menina, o trio de marinheiros João, Julião e Sebastião, que vão a sua procura para salvá-la.
Local: Centro de Cultura Belo Horizonte - CCBH (Rua da Bahia, 1149 - Centro, Bhte-MG). Telefone: 31 3277-4607
Entrada Franca

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Sugestão de Amaly Souza - Aluna de Pedagogia - outubro/20136

Musical: Quem Pergunta Quer Resposta.
DATA 27/10/2013
Com uma trilha sonora executada e cantada ao vivo pelos atores, o musical, sucesso de público, Quem Pergunta Quer Resposta traz recursos sonoros e visuais que atraem a curiosidade do público para a encenação do Grupo Oriundo de Teatro.

O espetáculo conta a história de uma garota curiosa e sapeca chamada Rebeca, que quer descobrir a resposta para uma simples pergunta: O que é a vida?. Recorrendo a figuras comuns de seu cotidiano, como as pessoas da sua família, a escola, os bichos e até mesmo outras crianças ela busca pela resposta certa.

Quem Pergunta Quer Resposta

Data: 27 de outubro  Domingo
Horário: 16 horas
Local: Teatro Bradesco | Centro Cultural Minas Tênis Clube - Rua da Bahia, 2244 , Bairro Lourdes
Classificação Livre
Entrada: 10 reais (inteira)

Sugestão de Luciana Fonseca - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

Ciranda de Contação de Histórias


Divulgação
Data: de 12.10.2013 - 11:00 até 13.10.2013
Local: Inhotim
Coletivo de artistas que atua, há 14 anos, transformando livros em tapetes, o grupo realiza espetáculos, sessões de histórias, oficinas, exposições interativas e projetos culturais que envolvem oralidade, artes visuais e teatro para contar histórias. No Inhotim, o Costurando Histórias realiza duas atividades: uma ciranda de contação de histórias durante a qual o público aprende um pouco da técnica do grupo e manuseia os tapetes e o espetáculo A peleja do violeiro Magrilim com a formosa princesa Jezebel.

http://www.inhotim.org.br
Telefone: 31 3227-0001

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sugestão de Aldeny Santos - Aluna de Pedagogia - outubro/2013

A Menina e o vento.

Apresenta o espetáculo infantil: A Menina e o Vento.

Escrito em 1962, o espetáculo conta a aventura vivida por Maria, que, fugida das aulas de educação cívica de domingo, dadas por sua tia Adelaide, se esconde na Cova do Vento. Acompanhada do irmão Pedro, Maria conhece o Vento em carne e osso. Depois de soprar o menino para longe, Maria, com sua inocência de criança, o enfrenta e o desafia, até ser surpreendida com um irrecusável convite: passear na garupa do Vento e conhecer o Brasil, que, segundo ele, é muito mais bonito visto de cima.

Temporada:
Teatro Dom Silvério (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230 – Bairro São Pedro, Bhte-MG)
21 de Setembro a 20 de Outubro . (Exceto dia 28 de setembro.)
Sábado e Domingo, 16h
Ingressos na Bilheteria do teatro: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia), R$ 12 nos postos do Sinparc
Telefone de informações para o público: (31) 2125-0398 | 8536-4636
 

domingo, 29 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sugestão de Karita Ferreira Lopes Souza Rezende - Aluna de Pedagogia - setembro/2013


ESTAGIAR... UMA ARTE
Chegou aquele período tão temido da graduação: época de estágio. Quantos sentimentos vêm à tona... Muitos questionamentos e poucas respostas. Sentimos desafiados em um mundo novo, até então desconhecido. O que fazer? Como proceder em determinadas situações? Por que minha teoria não tem relação 100% direta com a realidade? Tudo isso é comum ao estudante que vai começar a estagiar. E aqui vamos nos ater à nossa querida área da Educação. Tanto estudamos, tanto pesquisamos, debatemos e demos respostas corretas nas avaliações e agora... essa insegurança. Somos colocados cara a cara com crianças desconhecidas que esperam de nós uma amizade além dos muros escolares. Qual é o limite da minha atuação? Até que ponto posso ajudar? Realmente entendo o que seja "educação"?
É exatamente para isso que passamos pelo estágio. Para ter respostas? Não. Para ter questionamentos e "apaixonamentos". É o período que cada um vai questionar seus próprios conhecimentos e convicções e se apaixonar pela carreira que vai abraçar. É para autoconhecimento profissional e aperfeiçoamento. Ninguém vai concluir um estágio sabendo exatamente o que fazer em cada situação. Não vai sair dali com uma rotina construída. Pelo contrário, vai sair reconhecendo que na Educação nenhum dia é igual ao outro. Afinal, lidamos com seres humanos em formação. Para quem quiser a segurança de uma rotina com procedimentos sempre corretos, o melhor seria procurar algo na área das Ciências Exatas. Aqui, lidamos com pessoas. Pequenos cidadãos em construção.
Prova de que não trabalhamos com uma ciência exata é a quantidade e a qualidade de correntes e teorias acerca da Educação existente. E isso é muito bom. Devemos ter como aliados os grandes pensadores e procurar aquele que mais nos identificamos. Ter sempre o auxílio das grandes teorias é fundamental. Afinal, todo bom profissional tem um respaldo teórico, não "chuta respostas". Para tanto, muitos são os meios de pesquisa que podem nos auxiliar. Achei um site interessante e gostaria de indicar. Ele mostra de forma bem interessante e direta as várias correntes dos nossos grandes pensadores educacionais. Com um índice em forma de árvore, onde cada foto representa um fruto bom dessa árvore, facilmente identificamos qual autor pesquisar e com um simples clique somos levados aos seus dizeres. E outros links são indicados para pesquisas mais aprofundadas.
Acredito estar, de forma humilde, contribuindo para todos que, como eu, encontram-se nessa fase de estágio. O importante é reconhecer que este é o primeiro passo de uma longa caminhada que iremos percorrer. Com que objetivo? De fazer a nossa parte na construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todos, sendo atores principais na formação de cidadãos consciente, críticos e autônomos.
Site recomendado:
Link do artigo mencionado:

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Sugestão de Cristiane Beraldo - Aluna de Pedagogia - setembro/2013


Música para crianças
20/10 (domingo)
Através do projeto Diversão em Cena ArcelorMittal, Ana Cristina e banda comemoram o aniversário de Vinícius de Moraes com a apresentação do consagrado show infantil "Histórias da Arca".
Horário: 16h.
Valores: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada). Ingressos na bilheteria do Teatro Bradesco, de segunda a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 12h às 19h; e no site da Ingresso Rápido.
Classificação: livre.
Bilheteria: (31) 3516-1360.
Mais informações em breve.
*As datas e horários dos espetáculos no Teatro Bradesco podem sofrer alterações. Confira na bilheteria antes de comprar o seu ingresso.




Sugestão de Margarete Sá - Aluna de Pedagogia - setembro/2013


Caros colegas,

Trabalhei por muitos anos na Apae da cidade onde moro que é São Gonçalo do Rio Abaixo, como voluntária, acho que fiz a diferença na vida de muita gente. No entanto, ao conhecer a história de Nicholas Winton que salvou a vida de 669 crianças durante o terror vivido na Alemanha, percebi que nada se compara ao seu feito , vale a pena conferir.


Pessoas que fazem diferença no mundo
Nicholas Winton jamais teve uma surpresa tão grande quanto a que estaria por vir. Durante o terror vivido na Alemanha nazista, ele salvou a vida de 669 crianças. Mas perdeu totalmente o contato com elas. As crianças viraram adultos. O dia do reencontro chegou. A história de Winton é feita de lances incríveis. Discreto, jamais quis ser visto como herói: preferiu guardar em segredo o bem que fez. Não disse nem à mulher que tinha salvado a vida de tantas crianças. Ao arrumar o sótão de casa, a esposa descobriu, por acaso, um velho álbum, coberto de poeira. Lá estavam fotos de crianças, cartas e telegramas e uma lista com nomes e datas. Quando procurou saber, a mulher de Winton descobriu que aquelas eram crianças que tinham sido salvas por ele. O que teria acontecido com essas crianças? O bem que Winton fez rendeu frutos. O futuro transformou aquelas crianças em escritoras, cineastas, engenheiros, guias turísticos, jornalistas, biólogos, políticos, enfermeiros, editores, professores… A lista é enorme.
Quanto tinha apenas 29 anos, Winton viajou para a Thecoslováquia em companhia de um amigo nas férias de fim de ano. Lá, ficou impressionado com o clima de medo: a Thecoslováquia já estava sob o domínio da Alemanha Nazista. Winton teve uma idéia: tentar mandar para fora da Tchecoslováquia crianças de famílias perseguidas. Começou a escrever por conta própria para vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes. Somente a Inglaterra e a Suécia aceitaram receber aquelas crianças. Winton organizou a viagem. Era uma decisão difícil: para escapar do horror nazista, as crianças teriam de ser mandadas para longe dos pais. O embarque das crianças nos trens que as levariam para longe teve momentos de emoção. Uma mãe chegou a subir no trem para pegar a filha de volta. Mas mudou novamente de idéia e terminou deixando que ela embarcasse. "Nunca me esqueci da angústia que pude ver no rosto dos meus pais", diz uma das mulheres que foram resgatadas.
As crianças que partiram para um lugar seguro, a Inglaterra, não sabiam, mas jamais veriam os pais de novo. A maioria dos pais morreria nos campos de concentração nazistas. "Nós ouvíamos falar sobre a possibilidade de que nossos pais tivessem sido enviados para os campos, mas alimentávamos a ilusão de que talvez eles tivessem escapado", diz uma sobrevivente. "Eu entendi que não veria os meus pais de novo, é difícil falar, desculpe. Sempre acreditei que a família é o que existe de mais importante", confessa um homem, que um dia foi uma das crianças salvas por Winton. "Guardo a carta que meus pais me mandaram dias antes de serem enviados para um campo", diz. Se é verdade que quem salva uma vida salva a humanidade, o que dizer de quem salva 669 vidas? Quando desembarcaram na Inglaterra, lá estava Nicholas Winton esperando por elas. Uma imagem rara registra o herói na plataforma de desembarque com uma das crianças. Winton só lamenta que o último trem, que traria 250 crianças, não tenha conseguido sair da Tchecosváquia: o início da guerra, no dia 1º de setembro de 1939, tornou a viagem impossível. Nenhuma das crianças que não conseguiram embarcar sobreviveu. Também foram mandadas para os campos de extermínio. Winton se alistou na força aérea. As crianças que tiveram tempo de embarcar para a Inglaterra na caravana organizada por Winton foram encaminhadas para casas de família e abrigos.
Winton nunca falou sobre o que tinha feito. Espalhadas por vários países, as crianças cresceram sem ter notícias do bem feitor. As crianças se tornaram adultos generosos. "Para expressar a gratidão pelo que aconteceu comigo, tento ajudar os outros", diz outro sobrevivente. "Adotei três crianças", completa um homem. "Hoje, trabalho dois dias por semana como voluntário num hospital infantil", revela um engenheiro. "Uma das melhores características do ser humano é a decência. Nicholas é uma dos seres humanos mais decentes que conheci", diz o jornalista salvo por Winton. Desde que a história de Winton se tornou pública, ele começou a receber todo tipo de homenagens. A rainha da Inglaterra chamou-o ao palácio para entregar uma condecoração. O governo da Tchecoslováquia fez uma grande homenagem. O presidente dos Estados Unidos mandou uma carta de elogios e agradecimentos. Mas o agradecimento mais comovente veio daqueles que Winton um dia salvou da morte certa. Um programa de TV inglês encheu o auditório de sobreviventes que foram salvos por ele quando eram crianças, mas nunca o tinham encontrado. Primeiro, a apresentadora do programa avisou a Winton que a mulher sentada ao lado tinha sido uma das crianças que ele salvou. A apresentadora pede: "Quem, na platéia, teve a vida salva por Nicholas Winton, fique de pé, por favor…" O agradecimento vem em forma de aplausos demorados e lágrimas. Tanto tempo depois, só havia uma palavra a dizer a ele: "obrigado".
O que é que o herói discreto tem a dizer sobre o que fez? Aos 98 anos de idade, Nicholas Winton gosta mesmo é de ficar em casa, longe da agitação das grandes cidades, no interior da Inglaterra. Tudo o que quer é cuidar do jardim. Usa o tempo livre para ajudar um asilo. Por que o senhor guardou segredo? Nicholas Winton: Não é que eu tenha ficado em silêncio. O que aconteceu é que eu não tinha o que dizer sobre o que fiz. O senhor se considera um herói? Winton: Não me vejo como um herói. Para ser herói, alguém precisa fazer algo de perigoso. Não fiz. O que fiz foi algo que os outros achavam impossível. Mas eu tinha de tentar, para ver se era possível ou não. Mas fazer algo que todo mundo achava impossível não é um gesto heróico? Winton: Não é um ato heróico. Meu lema é: se algo não é obviamente impossível, então deve haver uma maneira de fazer. Qual foi a lição que o senhor tirou de tudo o que viveu? Winton: Aprendi que nossa vida não é o que a gente espera. Todas as coisas importantes acontecem por acaso. Aconteceu de eu estar na Tchecoslováquia na hora certa. Tive a idéia certa de resgatar as crianças quando todo mundo achava que nem valeria a pena tentar. Com que freqüência o senhor pensa nas crianças que não conseguiram escapar? Winton: Sempre penso nelas, porque poucas horas fizeram a diferença entre iniciar uma vida nova ou serem mortas. Não se ouviu falar daquelas crianças. Se tivesse a chance de se dirigir agora aos que o senhor salvou, o que é que o senhor diria? O senhor acha que fez o mundo um lugar melhor? Winton: É preciso mais do que um Nicholas Winton para fazer do mundo um lugar melhor. Mas tudo é uma questão é uma visão. Quase todas as crianças que salvei estão envolvidas hoje em trabalhos de caridade. Estão fazendo o bem. O importante não é chegar em casa de noite e dizer, passivamente: "Hoje, eu não fiz nada de mal". O importante é chegar em casa e dizer: "Eu hoje fiz o bem.


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

7ª Primavera de Museus

MAO recebe Kabengele Munanga no Ampliando Horizontes

O Museu de Artes e Ofícios recebe, no projeto Ampliando Horizontes, o antropólogo Kabengele Munanga. Na edição especial para a 7ª Primavera de Museus, uma abordagem sobre o tema "Museus, História e Cultura do Negro na Sociedade Brasileira". O evento ocorre no dia 25 de setembro, quarta-feira, às 19h30, com entrada gratuita, no MAO, localizado na Praça da Estação.

Para emissão do certificado de participação, envie nome , formação e instituição na qual atua até o dia 24/09 terça-feira,para o email: educativo@mao.org.br

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Sugestão de Vera Brito - Aluna de Pedagogia - setembro/2013

Data: de 21.09.2013 - 10:00 até 21.09.2013

Leitura Infantil e Juvenil compartilhada.

Leitura compartilhada do livro em duas escritas Fome Danada, de Ana Maria Machado, seguida da elaboração de narrativas que terminem com uma receita de sanduíche.

Telefone: 31 3277-8658 / 3277-8651

Entrada Franca

Sugestão de Marielia - Aluna de Pedagogia - setembro/2013

Leve a crônica para as aulas de Língua Portuguesa

A crônica é um dos primeiros gêneros textuais com que os alunos entram em contato no Ensino Fundamental. A leitura e a produção de textos no gênero são conteúdos importantes para ensinar aos alunos do 6º ao 9º ano



A origem da palavra crônica remonta ao vocábulo grego chronikós, que significa "tempo", pelo latim chronica, ou seja, ao ler uma crônica estamos diante de um gênero textual onde a questão temporal é fundamental.
As crônicas tratam da realidade, do cotidiano, com linguagem despretensiosa e temas mais simples, geralmente relacionados ao passado e à infância. "A crônica tem essa característica peculiar de tratar sobre aquilo que está desaparecendo do mundo", explica o escritor e professor de literatura da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, Miguel Sanches Neto. É por isso que podemos dizer que se trata de um gênero miniloquente, ou seja, que fala de uma maneira suave, não impositiva e mais prosaica - em contraposição à eloquência dos grandes clássicos literários.

Por se tratar de um gênero mais cotidiano, confessional, breve e, sobretudo, muito vinculado ao "eu" do leitor, as crônicas são tidas como formas mais fluidas e efêmeras que a dos romances, contos e poesias.
Para Rita Jover Faleiros, selecionadora da área de Língua Portuguesa do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10, a crônica pode ser considerada uma anedota, no sentido de despertar no autor - e nos leitores - uma reflexão ou transformação, utilizando-se ou não do humor. "As crônicas nos fazem pensar sobre a vida e sobre o mundo a partir de um pequeno evento cotidiano", explica.
Embora as crônicas que circulem no jornal reportem, na maioria das vezes, um recorte político, ou uma análise da transformação social, é importante colocar os alunos em contato com outros tipos de temas, mais literários - as crônicas de autores como Rubem Braga, Fernando Sabino e Carlos Drummond de Andrade.



Data: de 13.10.2013 - 11:30 até 13.10.2013
Lili é uma menina que, ao ganhar um livro mágico, passa a viver muitas aventuras e descobre a alegria de conhecer pessoas, bichos, coisas e histórias tão diferentes.
Telefone: 31 3277-8573
Entrada Franca

Sugestão de Marielia - Aluna de Pedagogia - setembro/2013

PROGRAMA NÚCLEO DE MÚSICA CORAL DA UFMG (NMC)
A atividade coral é extremamente positiva para o ser humano. Com um caráter formativo e recreativo, desenvolve, ao mesmo tempo, as potencialidades musicais e vocais, trabalha a concentração, socialização e desenvoltura. O coro também se caracteriza como uma atividade de lazer, contribuindo com o bem estar e proporcionando descanso das atividades rotineiras.
O Núcleo de Música Coral da UFMG possui vários coros adultos e infantis em plena atividade. São três projetos que atendem um público diverso: o projeto Corais no Campus, o Coro de Câmara e o projetoCoros Infantis do CMI (Centro de Musicalização Infantil). Com mais de 12 anos de existência, o NMC formou muita gente e o trabalho desenvolvido é uma comprovação de que cantar em  coro é uma ocupação estimulante e gratificante.
A participação em qualquer dos coros do NMC é gratuita e o programa também oferece aulas de musicalização aos coristas interessados em aprofundarem seus conhecimentos musicais. Além disso, o NMC oferece avaliação fonoaudiologica aos coristas e, quando necessário, os encaminha para tratamento fonoaudiologico.

O programa abre vagas para novos participantes a todo início de semestre, fique atento! (Leia mais)
Coordenadora Geral do Núcleo de Música Coral: Profa Iara Fricke Matte (iafricke@ufmg.br)

Horário de atendimento do Núcleo de Música Coral:
Segunda: 8 às 10 hs / 17h30 às 18h30.
Terça: 8 às 10 hs / 15h30 às 18 hs
Quarta: 10 às 13 hs / 16h30 às 19 hs
Quinta: 8 às 10 hs
Sexta: 16 às 18 hs
tel: 3409-4765 - sala 2029