Gostaria de contribuir com um vídeo sobre'' MUTISMO SELETIVO'', um assunto pouco falado. Acredito que muitas outras pessoas também não conhecem. Segue o link sobre o assunto.
http://pedagogiaaopedaletra.com/mutismo-seletivo/
Mostrando postagens com marcador Troca de experiências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Troca de experiências. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Sugestão de Patrícia Amaro - Aluna de Pedagogia - maio/2014
Convivo com duas crianças distintas que apresentam quadro de depressão infantil e no nosso dia a dia muitas vezes nos deparamos com quadros como esse e confundimos com outras coisas e pior não sabemos o que é e como ajudar.
Espero que esta matéria ajude no sentido de alertar e colaborar para que como professores possamos dar nossa contribuição.
Uma dessas crianças inclusive sofre Bullying na escola e a professora não entende e não colabora, ela sofre pela separação dos pais, um deles depois da separação suicidou.
É preciso como você disse sermos um pouco de tudo mas principalmente ouvinte dessas crianças que muitas vezes nos contam coisas que jamais contariam a outras pessoas.
http://ismaelpsicol.blogspot.com.br/2014/05/depressao-infantil.html
Espero que esta matéria ajude no sentido de alertar e colaborar para que como professores possamos dar nossa contribuição.
Uma dessas crianças inclusive sofre Bullying na escola e a professora não entende e não colabora, ela sofre pela separação dos pais, um deles depois da separação suicidou.
É preciso como você disse sermos um pouco de tudo mas principalmente ouvinte dessas crianças que muitas vezes nos contam coisas que jamais contariam a outras pessoas.
http://ismaelpsicol.blogspot.com.br/2014/05/depressao-infantil.html
segunda-feira, 26 de maio de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Sugestão de Dayse Fernanda da Silva Santos - Aluna de Pedagogia - março/2014
Essa reportagem traz fotos de como é a sala de aula em diferentes países. Essas fotos nos leva a refletir sobre a realidade nas salas de aula e a diferença cultural e social .
https://www.facebook.com/obviousmagazine/photos/a.407362267289.183428.90825907289/10152293037772290/?type=1
Entrem e acessem a reportagem: http://ow.ly/uISHthttps://www.facebook.com/obviousmagazine/photos/a.407362267289.183428.90825907289/10152293037772290/?type=1
sexta-feira, 28 de março de 2014
Sugestão de Cíntia Lopes de Freitas - Aluna de Pedagogia - março/2014
Lei de MG que efetivou quase 100 mil servidores é inconstitucional, diz STF
A decisão teve como relator o ministro Dias Toffoli.
Servidores atingidos perdem qualidade de efetivos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional, nesta quarta-feira (26), uma lei que efetivou milhares de servidores públicos em Minas Gerais<http://g1.globo.com/topico/minas-gerais.html> em 2007. A Lei Complementar 100 atinge 98 mil trabalhadores no estado, segundo consta no processo movido pela Procuradoria-Geral da República. A decisão teve como relator o ministro Dias Toffoli.
De acordo com a assessoria do STF, a lei mineira contemplou os servidores que mantinham vínculo precário com a administração pública estadual há mais de cinco anos, sob a chancela de “designados”, que passaram a ser lotados no Instituto de Previdência do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Em nota, o governo de Minas explicou que a decisão do STF retirou dos servidores atingidos a qualidade de efetivos.
Ficou decidido, ainda, conforme o Executivo mineiro, que o estado terá o prazo de 12 meses, a partir da publicação da ata, para cumprir a decisão, para os cargos em que não houve concurso. Os concursados, ainda não nomeados, serão convocados para assumirem os respectivos cargos vagos. Nos termos da decisão do STF, segundo o governo, os demais servidores, enquanto houver necessidade, poderão ser designados, até realização de novo recrutamento.
Foram mantidos os direitos dos já aposentados, dos pensionistas e daqueles que, até a data da publicação da ata do julgamento, tenham alcançado direito para a aposentadoria.
De acordo com o governo, cerca de 96 mil servidores são da área da educação. Um levantamento preliminar apontou que cerca de 16 mil servidores já foram aposentados ou estão em processo de aposentadoria. Além disso, aproximadamente 11 mil servidores efetivados foram aprovados no ultimo concurso público realizado pela Secretaria de Estado da Educação.
Segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, desde quando a ação foi proposta, a entidade procurou o Executivo estadual para “construir alternativas”. Porém, afirma Beatriz, “o governo nunca conversou com a categoria sobre essa ação”.
Sobre o posicionamento do sindicato a partir de agora, a coordenadora é enfática. “Vamos cobrar do governo a responsabilidade pelo que ele fez com a categoria”, diz.
Já o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos), Geraldo Henrique da Conceição, disse que, apesar de entidade concordar com o concurso público, acredita que será um caos caso ocorram todas as demissões. “O Supremo não olhou o lado social da situação, olhou somente o lado jurídico”, pontuou.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/03/lei-de-mg-que-efetivou-quase-100-mil-servidores-e-inconstitucional-diz-stf.html
A decisão teve como relator o ministro Dias Toffoli.
Servidores atingidos perdem qualidade de efetivos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional, nesta quarta-feira (26), uma lei que efetivou milhares de servidores públicos em Minas Gerais<http://g1.globo.com/topico/minas-gerais.html> em 2007. A Lei Complementar 100 atinge 98 mil trabalhadores no estado, segundo consta no processo movido pela Procuradoria-Geral da República. A decisão teve como relator o ministro Dias Toffoli.
De acordo com a assessoria do STF, a lei mineira contemplou os servidores que mantinham vínculo precário com a administração pública estadual há mais de cinco anos, sob a chancela de “designados”, que passaram a ser lotados no Instituto de Previdência do Estado de Minas Gerais (Ipsemg). Em nota, o governo de Minas explicou que a decisão do STF retirou dos servidores atingidos a qualidade de efetivos.
Ficou decidido, ainda, conforme o Executivo mineiro, que o estado terá o prazo de 12 meses, a partir da publicação da ata, para cumprir a decisão, para os cargos em que não houve concurso. Os concursados, ainda não nomeados, serão convocados para assumirem os respectivos cargos vagos. Nos termos da decisão do STF, segundo o governo, os demais servidores, enquanto houver necessidade, poderão ser designados, até realização de novo recrutamento.
Foram mantidos os direitos dos já aposentados, dos pensionistas e daqueles que, até a data da publicação da ata do julgamento, tenham alcançado direito para a aposentadoria.
De acordo com o governo, cerca de 96 mil servidores são da área da educação. Um levantamento preliminar apontou que cerca de 16 mil servidores já foram aposentados ou estão em processo de aposentadoria. Além disso, aproximadamente 11 mil servidores efetivados foram aprovados no ultimo concurso público realizado pela Secretaria de Estado da Educação.
Segundo a coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, desde quando a ação foi proposta, a entidade procurou o Executivo estadual para “construir alternativas”. Porém, afirma Beatriz, “o governo nunca conversou com a categoria sobre essa ação”.
Sobre o posicionamento do sindicato a partir de agora, a coordenadora é enfática. “Vamos cobrar do governo a responsabilidade pelo que ele fez com a categoria”, diz.
Já o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos), Geraldo Henrique da Conceição, disse que, apesar de entidade concordar com o concurso público, acredita que será um caos caso ocorram todas as demissões. “O Supremo não olhou o lado social da situação, olhou somente o lado jurídico”, pontuou.
Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/03/lei-de-mg-que-efetivou-quase-100-mil-servidores-e-inconstitucional-diz-stf.html
sexta-feira, 14 de março de 2014
Sugestão de Sandra Coelho - Aluna de Pedagogia - março/2014
Como criar jogos de alvo com os alunos da pré-escola
Para criar seus próprios jogos de alvo, as crianças precisam saber planejar, escolher os materiais utilizados e discutir as normas da partida
Jogos são essenciais na Educação Infantil por desenvolverem a autonomia e a sociabilidade dos pequenos. A atividade faz com que eles se relacionem uns com os outros e aprendam a esperar a vez e cumprir regras. E tão importante quanto jogar é o professor propor a criação dessas brincadeiras pela garotada, o que inclui trabalhar nas regras, nas peças, no suporte e no acabamento, escolhendo como revestir ou pintar. Com isso, você ajuda a turma a desenvolver várias habilidades, como tomar decisões e exercitar a imaginação, com a vantagem de aprimorar a coordenação motora e a capacidade de transformar objetos. "As crianças conseguem inventar materiais desafiadores, apropriados à sua inteligência. Como gostam de ficar mentalmente ativas, elas não continuam jogos que se tornam muito fáceis ou não funcionam", escreve a pesquisadora norte-americana Constance Kamii no livro Jogos em Grupo na Educação Infantil.
Além de divertidas, essas situações são proveitosas quando feitas com a intencionalidade do educador. Por isso, tenha claro: qual é o seu objetivo? O que as crianças vão aprender? Quais encaminhamentos devem ser feitos? É necessário preparar materiais?
Para as crianças aprenderem a elaborar jogos, inicialmente precisam ter contato com eles. Uma opção interessante são os jogos de alvo, como boliche, bilhar, bola de gude e argola. Eles favorecem a estruturação do espaço, já que exigem conseguir acertar a mira ajustando a força à distância. Se a opção for outros jogos em grupo, como os de esconder, de corrida, de perseguição, de descoberta, de cartas ou de tabuleiro, apresente outras referências. Sabendo das diferentes possibilidades, os pequenos prestam atenção em como funcionam, o que é mais desafiador ou mais agrada, e utilizam essas ideias no momento da construção de seus novos jogos.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Encontro com coordenação do Curso de Pedagogia
Aconteceu no dia 22 de fevereiro o encontro com os alunos do curso de Pedagogia com a coordenadora do curso. Dentre vários assuntos discutidos, os mais importantes foram:
Seguem fotos.
- apresentação do curso de Pedagogia e a nova estrutura curricular;
- apresentação do Laboratório do Curso;
- explicação das normas dos estágios;
- esclarecimentos sobre a nova plataforma moodle;
- debate sobre os acontecimentos do curso;
- avaliação.
Beijos,
Lili
Lili
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Sugestão de Karina Ibys - Aluna de Pedagogia - dezembro/2013
É considerado como atividade eminentemente pedagógica prevista na matriz curricular do curso e busca do aprimoramento profissional. Inicialmente foi destinado um período para observação e contextualização da escola selecionada. A partir dessa observação foi elaborado um Projeto Interdisciplinar para a turma do 2º período, com o propósito de despertar o sentimento de amor e importância ao patriotismo, bem como contribuir com a própria formação do profissional, despertando- no o momento cívico e sua importância.
Atenciosamente.
Karina
Atenciosamente.
Karina
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Sugestão de Márcia de Souza Parreiras Moreira - Aluna de Pedagogia - dezembro/2013
A brincadeira nos diferentes espaços da vida das crianças
Vejamos a importância-e algumas características- de um dos principais espaços para a expressão lúdica das crianças: o seu lar. A casa é o lugar mais íntimo e familiar para as crianças, pois é onde elas nascem, crescem, se desenvolvem e aprendem valores, e abriga inúmeras possibilidades de tempo e espaço para o brincar acontecer. Embora sejam os pais que estipulam regras e limites em suas casas, as crianças devem ter a decisão do que, onde, como, com o quê, quando e com quem querem brincar. Quando estão em seu lar e não estão fazendo atividades rotineiras como comer, tomar banho, dormir ou fazer a lição, as crianças devem ser incentivadas a usufruir de toda sua imaginação, desejo e vontade para criar suas próprias brincadeiras. Em algumas famílias, elas são estimuladas por adultos ou irmaos mais velhos. Em outras, elas têm irmãos mais novos com quem brincar, e em muitos casos, elas se divertem sozinhas.
A mídia também tem tido grande influência no incentivo ao consumo de brinquedos, assim como a tecnologia tem invadido o universo de escolhas infantis. Essa situação tem afastado, de certa forma, as crianças de brincadeiras tradicionais.
A escola- sobretudo algumas creches-tem ofertado a possibilidade de brincar tanto dentro da sala quanto ao ar livre. Pequenos cantos com propostas diferenciadas para escolha livre e individual alternam-se com atividades coletivas, de roda, brincadeiras cantadas, danças, brincadeiras de correr, pular, representar. É na primeira infãncia que os espaços de brincar precisam ser prioritários no cotidiano das crianças.
Espaços lúdicos, como brinquedotecas, costumam ser ofertados em inúmeras instituições: escolas, em comunidades, favelas, clubes, ONGS, centros culturais ou religiosos, museus, shopping centers, universidades, hospitais ou pronto atendimentos, ônibus itinerantes etc. Mais importantes que serem ofertados, esses ambientes precisam ser adequados ao público atendido, considerando faixa etária, classe socioeconômica, necessidades específicas, conteúdos trabalhados e atividades sugeridas.
Espaço ao ar livre, como praças e parques, vêm sendo redesenhados ou restaurados pelo sistema público ou pela comunidade- muitas vezes oferecendo equipamentos lúdicos - com o intuito de atrair as crianças e suas famílias.E, claro, fora das grandes metrópoles, áreas como praias, montanhas, zonas rurais e ribeirinhas, são riquíssimas para as crianças se divertirem, pois a própria natureza convida a criança a explorar, vivenciar diversas situações, criar e contemplar.
"Brincando as crianças observam mais atentamente e deste modo fixam na memória e em hábitos muito mais do que se elas simplesmente vivessem indiferentemente todo o colorido da vida ao redor."
( DEWEY, john, pedagogo norte-americano, 1924)
REFERÊNCIA
FRIEDMANN, Adriana, Guia do Voluntário
Vejamos a importância-e algumas características- de um dos principais espaços para a expressão lúdica das crianças: o seu lar. A casa é o lugar mais íntimo e familiar para as crianças, pois é onde elas nascem, crescem, se desenvolvem e aprendem valores, e abriga inúmeras possibilidades de tempo e espaço para o brincar acontecer. Embora sejam os pais que estipulam regras e limites em suas casas, as crianças devem ter a decisão do que, onde, como, com o quê, quando e com quem querem brincar. Quando estão em seu lar e não estão fazendo atividades rotineiras como comer, tomar banho, dormir ou fazer a lição, as crianças devem ser incentivadas a usufruir de toda sua imaginação, desejo e vontade para criar suas próprias brincadeiras. Em algumas famílias, elas são estimuladas por adultos ou irmaos mais velhos. Em outras, elas têm irmãos mais novos com quem brincar, e em muitos casos, elas se divertem sozinhas.
A mídia também tem tido grande influência no incentivo ao consumo de brinquedos, assim como a tecnologia tem invadido o universo de escolhas infantis. Essa situação tem afastado, de certa forma, as crianças de brincadeiras tradicionais.
A escola- sobretudo algumas creches-tem ofertado a possibilidade de brincar tanto dentro da sala quanto ao ar livre. Pequenos cantos com propostas diferenciadas para escolha livre e individual alternam-se com atividades coletivas, de roda, brincadeiras cantadas, danças, brincadeiras de correr, pular, representar. É na primeira infãncia que os espaços de brincar precisam ser prioritários no cotidiano das crianças.
Espaços lúdicos, como brinquedotecas, costumam ser ofertados em inúmeras instituições: escolas, em comunidades, favelas, clubes, ONGS, centros culturais ou religiosos, museus, shopping centers, universidades, hospitais ou pronto atendimentos, ônibus itinerantes etc. Mais importantes que serem ofertados, esses ambientes precisam ser adequados ao público atendido, considerando faixa etária, classe socioeconômica, necessidades específicas, conteúdos trabalhados e atividades sugeridas.
Espaço ao ar livre, como praças e parques, vêm sendo redesenhados ou restaurados pelo sistema público ou pela comunidade- muitas vezes oferecendo equipamentos lúdicos - com o intuito de atrair as crianças e suas famílias.E, claro, fora das grandes metrópoles, áreas como praias, montanhas, zonas rurais e ribeirinhas, são riquíssimas para as crianças se divertirem, pois a própria natureza convida a criança a explorar, vivenciar diversas situações, criar e contemplar.
"Brincando as crianças observam mais atentamente e deste modo fixam na memória e em hábitos muito mais do que se elas simplesmente vivessem indiferentemente todo o colorido da vida ao redor."
( DEWEY, john, pedagogo norte-americano, 1924)
REFERÊNCIA
FRIEDMANN, Adriana, Guia do Voluntário
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Sugestão de Carla Alves S Campos - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Descrição: Brincando com Ariê é um conjunto de quatro jogos infantis que estimulam o aprendizado da criança. São eles:
* Colorir: Estão disponíveis diferentes tipos de desenhos que podem ser escolhidos aleatoriamente. A seguir é só selecionar a cor que bem quiser e clicar no espaço que deseja colorir e pronto.
*Jogo da Memória: Um jogo que estimula a memorização da criança através de figuras simples, sendo o nome do objeto repetido sempre que o par correto for encontrado.
*Jogo das Frutas: Um quadro com seis frutas diferentes é apresentado na parte superior da tela. Embaixo estão seis cestas diferentes com o nome de cada uma delas. Basta a criança clicar em uma das frutas do quadro e arrastá-la para a sua cesta. O objetivo é completar todas as cestas.
*Jogo do Rio: Para ajudar o gatinho Ariê a atrevassar um rio, é necessário que os obstáculos que ele encontra no caminho sejam retirados. Para isso, basta associar cada um com o seu devido nome.
* Colorir: Estão disponíveis diferentes tipos de desenhos que podem ser escolhidos aleatoriamente. A seguir é só selecionar a cor que bem quiser e clicar no espaço que deseja colorir e pronto.
*Jogo da Memória: Um jogo que estimula a memorização da criança através de figuras simples, sendo o nome do objeto repetido sempre que o par correto for encontrado.
*Jogo das Frutas: Um quadro com seis frutas diferentes é apresentado na parte superior da tela. Embaixo estão seis cestas diferentes com o nome de cada uma delas. Basta a criança clicar em uma das frutas do quadro e arrastá-la para a sua cesta. O objetivo é completar todas as cestas.
*Jogo do Rio: Para ajudar o gatinho Ariê a atrevassar um rio, é necessário que os obstáculos que ele encontra no caminho sejam retirados. Para isso, basta associar cada um com o seu devido nome.
A aplicabilidade das tecnologias da comunicação e da informação (TICS) favorecem o investimento no ambiente escolar, pois possibilita a construção de projetos educativos que desenvolvem a autonomia dos alunos enquanto sujeitos de sua aprendizagem, bem como, favorecem a interação entre alunos e professores na operacionalização de uma aula dinâmica e participativa, com o uso da escrita, da oralidade, do som e da imagem estática ou não. Substratos oferecidos pelas mídias que irão enriquecer o trabalho de professores e alunos na escola.
De acordo com as alunas Sarah e Clara é um jogo muito legal, pois elas conseguem completar as letrinhas com as vogais e também aprendem brincando a contar. Neste jogo também tem o jogo de colorir que muito ajudam as crianças em sua coordenação motora elas gostam e se divertem bastante.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Sugestão de Adriana Santos - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Olá, galera.
Na UFMG está tendo curso de extensão de libras. Se alguém estiver interesse acesso o site: http://www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE/DetalharCae.aspx?CAE=4710
Sugestão de Luciene Gomes da Silva - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Brinquedos e brincadeiras culturalmente conhecidos como recurso de ensino e
O objetivo deste artigo é compreender a importância dos brinquedos e brincadeiras
culturalmente conhecidos no processo de ensino-aprendizagem das crianças de 4 e 5
anos que frequentam a pré-escola em uma instituição da Rede Municipal da cidade de
Barra do Garças-MT.
Nessa pesquisa foram privilegiadas as seguintes técnicas: entrevista por meio de
questionário, análise documental e observações do cotidiano escolar. Essa investigação
foi fundamentada nas contribuições teóricas de Wallon, Vygotsky e Winnicott que
pesquisaram o desenvolvimento da aprendizagem do ser humano, principalmente, na
fase infantil, na qual acontece o desenvolvimento integral da criança.
Este trabalho trouxe uma reflexão a respeito da necessidade de implantar brinquedos e
brincadeiras culturalmente conhecidos, que conciliam os princípios da realidade
representada pela criança por meio do brincar, instigando o interesse pela sua própria
história e cultura
Introdução
A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento do educando. Ela é a
instituição que promove a maior parte da construção dos conhecimentos de um
indivíduo. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a escola tem uma
função social, que deve se dá na relação de interação e construção do conhecimento.
A escola, ao tomar para si o objeto de formar cidadãos capazes de atuar com
competência e dignidade na sociedade atual, buscará eleger, como objeto de ensino,
conteúdos que estejam em consonância com as questões sociais que marcam cada
momento histórico, cuja aprendizagem e assimilação são as consideradas essenciais
para que os alunos possam exercer seus direitos e deveres.
A escola tem a função de intervir efetivamente para promover o desenvolvimento e
socialização de seus alunos (MEC/SEF, 1996, p.19). Essa formação, para e no social,
deve se dar desde os primeiros anos escolares considerados a fase de maior assimilação
de conhecimento por parte do indivíduo. Por isso, o ensino nessa fase requer maior
atenção por parte do educando.
Na proposta deste trabalho, ao tratar-se da utilização de brinquedos e de brincadeiras
como recurso pedagógico na relação ensino-aprendizagem, busca-se reconhecer as
várias estratégias de utilização desse recurso e observar como esse mecanismo pode
auxiliar na formação do aluno para interagir socialmente.
Em (2), discutiu-se a relação da criança com os brinquedos e as brincadeiras e
apresentou-se o problema delimitado na pesquisa, explicitando a importância desses
recursos no ensino e aprendizagem.
Em (3), as observações sobre o ambiente da escola, as conversas com a diretora e o
início da instigação foram apresentadas, de maneira a ressaltar os pontos positivos e
problemáticos que poderiam interferir na utilização dos brinquedos e das brincadeiras
nas aulas.
Em (4), descreveu-se o procedimento utilizado pela docente e a resposta dos alunos à
metodologia aplicada pela educadora.
Em (5), apresentou-se a análise dos documentos: Projeto Político Pedagógico (PPP) e
questionário elaborado pela investigadora dessa pesquisa, respondido pela profissional
da educação.
Em (6), trouxeram-se algumas considerações a respeito da atuação da educadora e dos
resultados alcançados, em sala de aula, com a aplicação dos brinquedos e das
brincadeiras conhecidos, culturalmente, como recurso pedagógico.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com
certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/30103/brinquedos-e-brincadeiras-
culturalmente-conhecidos-como-recurso-de-ensino#ixzz2kuz9zFJG
aprendizagem na pré-escola
por: Claudia Regina Rodrigues Ferreira
ResumoO objetivo deste artigo é compreender a importância dos brinquedos e brincadeiras
culturalmente conhecidos no processo de ensino-aprendizagem das crianças de 4 e 5
anos que frequentam a pré-escola em uma instituição da Rede Municipal da cidade de
Barra do Garças-MT.
Nessa pesquisa foram privilegiadas as seguintes técnicas: entrevista por meio de
questionário, análise documental e observações do cotidiano escolar. Essa investigação
foi fundamentada nas contribuições teóricas de Wallon, Vygotsky e Winnicott que
pesquisaram o desenvolvimento da aprendizagem do ser humano, principalmente, na
fase infantil, na qual acontece o desenvolvimento integral da criança.
Este trabalho trouxe uma reflexão a respeito da necessidade de implantar brinquedos e
brincadeiras culturalmente conhecidos, que conciliam os princípios da realidade
representada pela criança por meio do brincar, instigando o interesse pela sua própria
história e cultura
Introdução
A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento do educando. Ela é a
instituição que promove a maior parte da construção dos conhecimentos de um
indivíduo. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a escola tem uma
função social, que deve se dá na relação de interação e construção do conhecimento.
A escola, ao tomar para si o objeto de formar cidadãos capazes de atuar com
competência e dignidade na sociedade atual, buscará eleger, como objeto de ensino,
conteúdos que estejam em consonância com as questões sociais que marcam cada
momento histórico, cuja aprendizagem e assimilação são as consideradas essenciais
para que os alunos possam exercer seus direitos e deveres.
A escola tem a função de intervir efetivamente para promover o desenvolvimento e
socialização de seus alunos (MEC/SEF, 1996, p.19). Essa formação, para e no social,
deve se dar desde os primeiros anos escolares considerados a fase de maior assimilação
de conhecimento por parte do indivíduo. Por isso, o ensino nessa fase requer maior
atenção por parte do educando.
Na proposta deste trabalho, ao tratar-se da utilização de brinquedos e de brincadeiras
como recurso pedagógico na relação ensino-aprendizagem, busca-se reconhecer as
várias estratégias de utilização desse recurso e observar como esse mecanismo pode
auxiliar na formação do aluno para interagir socialmente.
Em (2), discutiu-se a relação da criança com os brinquedos e as brincadeiras e
apresentou-se o problema delimitado na pesquisa, explicitando a importância desses
recursos no ensino e aprendizagem.
Em (3), as observações sobre o ambiente da escola, as conversas com a diretora e o
início da instigação foram apresentadas, de maneira a ressaltar os pontos positivos e
problemáticos que poderiam interferir na utilização dos brinquedos e das brincadeiras
nas aulas.
Em (4), descreveu-se o procedimento utilizado pela docente e a resposta dos alunos à
metodologia aplicada pela educadora.
Em (5), apresentou-se a análise dos documentos: Projeto Político Pedagógico (PPP) e
questionário elaborado pela investigadora dessa pesquisa, respondido pela profissional
da educação.
Em (6), trouxeram-se algumas considerações a respeito da atuação da educadora e dos
resultados alcançados, em sala de aula, com a aplicação dos brinquedos e das
brincadeiras conhecidos, culturalmente, como recurso pedagógico.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com
certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/30103/brinquedos-e-brincadeiras-
culturalmente-conhecidos-como-recurso-de-ensino#ixzz2kuz9zFJG
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Sugestão de Jaqueline Mara de Vargas - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Segue abaixo sugestão de vídeo sobre o Ensino de Ciências na Educação Infantil, "Ensino de Ciências: experimentação e lúdico"
O programa tem entrevista da professora Luciana Lunardi, da UNESP de Botucatu, que aponta a importância de duas estratégias para o ensino de ciências: a brincadeira e a experimentação. O exemplo fica por conta de uma turma de quarto ano onde alunos construíram um brinquedo - o 'campeão de cambalhotas' - para aprender noções sobre o atrito e a conservação de energia.
sábado, 9 de novembro de 2013
Sugestão de Dayse Fernanda da Silva Santos - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Segue um texto do ensino Montessori sobre trabalho e brincadeira. É um texto grande mas muito interesse devido ao método utilizado na educação .
Trabalho e Brincadeira II
Parte I
Em nosso artigo anterior sobre o trabalho e a brincadeira, expusemos sucintamente – apesar de o artigo ser longo – as semelhanças e as diferenças entre o trabalho montessoriano e a brincadeira. Vale dizer o trabalho montessoriano, porque ele é diferente dos trabalhos escolares em geral. Como já vimos, ele se assemelha à brincadeira em uma série de pontos, e é construído com o objetivo de seguir a natureza e as necessidades fundamentais da criança, por isso, agrada-lhe imensamente poder dedicar-se a este tipo de atividade.
O trabalho montessoriano, nesse sentido, é uma atividade de contentamento. A criança que a realiza sente-se completa, preenchida. Montessori desenvolveu materiais que permitem à criança construir-se enquanto aprende sobre o mundo que a circunda. Nesse contexto, mesmo os assuntos que podem soar áridos a quem os aprendeu em um ambiente tradicional tomam ares de maravilha:
"Pode-se constatar", diz Montessori, "em muitas crianças colocadas em condições adequadas, uma paixão pela matemática, pelos grandes números, pelas grandes operações aritméticas, como também pelos cálculos de nível muito superior, como o estudo das potências dos números, a extração da raiz quadrada e cúbica e especialmente pelos problemas de geometria" (Montessori, Formação do Homem)
Na escola montessoriana, quando o ambiente é perfeito e os adultos muito bem preparados, o trabalho basta. A brincadeira, ainda que sempre permitida, não é necessária. A criança não a busca, porque satisfaz todas as suas necessidades com o trabalho ativo, concentrado e feliz. A socialização é intensa na sala montessoriana, e as oportunidades para colocar em prática a criatividade também. As mãos estão sempre em ação e há inúmeros objetos belíssimos para utilizar e compreender.
Em casa, nem sempre é assim. Evidentemente, não há motivo nem oportunidade para que um ambiente preparado com todos os materiais faça parte do âmbito doméstico. Em casa, a casa basta. Deve haver adequação dos ambientes às necessidades e possibilidades da criança, o que significa abaixar a altura de muita coisa, incluir alguma mobília pequena, permitir o acesso da criança ao que pertence a ela e dar a ela oportunidade de escolhas, liberdade de movimentação e respeito ao seu tempo. O ambiente deve ser ordenado, assim como a rotina. As regras devem ser sempre respeitadas, para evitar confusões, e os adultos precisam se esforçar por serem pacíficos. Isso, se feito, permitirá a você notar que a criança, na verdade, escolhe fazer o que você faz e se desenvolve assim.
Ela vai querer lavar a louça como você lava, mexer no computador como você mexe, dobrar as roupas, levar o cão para passear, colocar quadros na parede, limpar o banheiro, dar comida para o passarinho ou os peixes, cuidar das plantas, colocar a tirar a mesa, assistir TV, jogar videogame (cuidado com esses dois últimos), pintar, lixar, costurar, martelar, encerar, vai querer polir, lustrar, vestir e despir, banhar-se. Só viver já tomaria todo o dia da criança em casa, especialmente se ela vai para a escola em algum momento. Além de tudo isso, ainda há infinitas possibilidades de exploração do quintal, da varanda, da área comum do prédio, dos parques e das praças, de museus… Os espaços do mundo, todos eles, são espaços de aprendizado e desenvolvimento.
Parte II
Entretanto a brincadeira pode atender a diversas necessidades infantis, se bem pensada e cuidadosamente feita. Algumas formas de brincar são mais interessantes do que outras, para a criança pequena. Para além de entreter e fazer passar o tempo, a natureza de brincadeiras realmente interessantes ajuda a criança a conhecer melhor a si mesma e ao mundo que a rodeia. Por isso, vamos agora passar a uma lista breve de pontos a se pensar sobre os brinquedos e o brincar em casa:
1. Pouco vale muito - não tenha muitos brinquedos. Tenha poucos. Se você precisa de um número, tenha dez, e deixe seis à disposição da criança, no máximo. É pouco provável que ela tenha real paixão, ao mesmo tempo, por mais de seis brinquedos. Libere e adapte o resto de sua casa, e se lembre de que toda a casa é ambiente da criança, assim os seis brinquedos não são as seis alternativas dela, mas mais seis alternativas para ela. Além disso, tendo poucos brinquedos, você pode pensar mais em cada um que for fazer ou adquirir, e pode gastar um pouco mais (de tempo ou dinheiro) também, com coisas melhores. Fora isso, e você vai adorar ver acontecer, poucos brinquedos levam a uma fácil administração da ordem – tanto você quanto sua criança terão mais facilidade em manter tudo no lugar.
2. Ame e conheça o universo – os brinquedos e as brincadeiras vendidas nas lojas e nos programas de televisão são, em geral, vazios(as), bobos(as) e ausentes de sentido. São feitos para distrair, entreter e, no limite, alienar. A criança, diferente do adulto, não sente necessidade de descansar do mundo real. Ela deseja absorvê-lo inteiro. Quando for escolher um brinquedo ou uma brincadeira, pense: "Qual maravilha do mundo real estou levando para meu filho (ou aluno) agora?". Maravilhar-se com o real é o grande segredo de todos os cientistas, artistas, filósofos e líderes políticos e religiosos – experimente tentar você também. O seu filho, com certeza, vai adorar.
3. Viver é desenvolver – A criança não quer perder tempo. Ela deseja, mais que tudo, desenvolver-se e tornar-se independente. Vai aproveitar cada chance que tiver, desde descer, com dificuldade e esforço, de seu colchão ao chão, até pegar as frutas e os legumes das cestas da cozinha e manipulá-los com a mão e a boca. A vida é toda uma grande descoberta e uma grande oportunidade de crescer. Com a brincadeira acontece exatamente o mesmo. Ao planejar uma brincadeira para seu filho, tenha em mente o momento de seu desenvolvimento, as necessidades que ele vem manifestando e você vem percebendo em uma observação atenta. Não compre brinquedos que sejam autossuficientes, que façam tudo sozinhos. Não compre brinquedos que não servem para nada. Você pode presentear seu filho com um boneco ou uma boneca, mas dê mais do que isso. Os brinquedos legais, aqueles pelos quais ele vai se apaixonar, são aqueles que exigem muito de seu cérebro em formação, e aqueles que permitem a ele o que chamamos de final aberto, em que é possível trabalhar por muito tempo livremente, ou descobrir pela exploração e o raciocínio a solução de um enigma.
Parte III
Se você considerar os três pontos que levantamos acima, vai acertar (quase) sempre. Todos nós estamos sujeitos ao erro, e uma das belezas da vida é justamente que encaremos essa possibilidade como algo inerente à existência. Montessori sugeria que tivéssemos o erro como um "caro e inseparável companheiro de jornada" e o conhecêssemos muito bem, não para evitá-lo, mas para controlá-lo. Sempre que entregar um brinquedo à sua criança, um material ao seu aluno, ou desenvolver com eles alguma brincadeira, observe-os. Atente bastante para não se fascinar mais com a brincadeira cuja ideia foi sua, com o brinquedo que foi difícil de encontrar, do que com a reação da criança. Só ela importa.
Isto dito, abaixo seguem sugestões de brinquedos e brincadeiras. O Lar Montessori evita listas de atividades, porque deseja que você descubra a magia do real e as maravilhas de seu lar. Mas aqui é pertinente ajudar você nos primeiros passos. Pelas informações que seguem, agradecemos especialmente à equipe de moderação do grupo Montessori para Mamães, que vem fazendo um serviço fantástico de divulgação e auxílio para aplicação de Montessori em família. Se você for pai (no masculino), também é muito bem vindo lá.
1. Brincadeiras que envolvam todo o corpo – Circuitos de tarefas nas quais a criança deva empenhar seus braços e pernas, atividades que envolvam equilíbrio, força, cuidado nos passos. Desde uma linha traçada no chão, para crianças pequenas, passando pela amarelinha e chegando até a princípios de arvorismo. Brincar com cordas, bambolês, labirintos (que podem ser feitos com traços, caixas de leite, tábuas ou papelão), obstáculos, passar por baixo, por cima, passar em volta, entrar em espaços pequenos, tudo serve, tudo diverte e tudo ensina, do jeito certo, por meio da atividade feliz. Um link simples com algumas ideias para inspirar você vai aqui.
2. Espaços naturais abertos ou parquinhos naturais - mais do que o parquinho com máquinas e equipamentos que fazem tudo pela criança, amplos espaços com troncos, pedras, areia, mato e terra oferecem possibilidades muitas de exploração e descoberta. Mexer com diferentes texturas, carregar peso, transplantar, plantar, empilhar e construir são algumas das muitas atividades que um espaço natural oferece. Se não houver nenhum planejado para crianças perto da sua casa, experimente visitar espaços de mato de verdade. Se seu filho não for muito pequeno e o espaço não for selvagem demais, haverá muito que fazer e pouco o que temer. Veja algumas imagens inspiradoras e pequenos comentários aqui. Para todos os links, se você não lê inglês, use o Google Tradutor. São frases curtas em geral, e ele deve ser suficiente.
3. Brincadeiras de minimundo – tratam-se aqui do que se chama habitualmente de small world play, e que traduzimos mais ou menos livremente. É um tipo de brincadeira que envolve pequenos bonecos, miniaturas do mundo real. Não é necessário que sejam muito fiéis, e podem ser feitas em pano, madeira, ou (até…) plástico. As miniaturas são usadas em maquetes, que também podem ser feitas de vários materiais. A interação entre as formas humanas ou animais e seu ambiente é uma mímica do mundo real e ajuda a criança a simbolizar sua realidade e compreender melhor suas características. Podem ser abordados temas tais quais esportes, profissões, escola, família, transporte, animais selvagens, animais domésticos, paisagens, localidades geográficas. Da mesma maneira que o mundo real é infinito em suas maravilhas, o minimundo também é. Lembre-se de que o faz-de-conta que parte da realidade é muito mais interessante para a criança do que aquele que precisa gerar todo um mundo de fantasia para acontecer, e tenha em mente também que o minimundo não substitui o mundo real – ele é sua mímica, sua imitação, e conta com a exploração do real para fazer sentido. Veja ideias aqui e aqui.
4. Faz-de-conta – isso é um assunto controverso em Montessori. Não por culpa de nossa precursora, mas por culpa de seus leitores. Montessori nunca foi contra o faz-de-conta. A brincadeira de fingir que tem como base o mundo real é uma exploração psicológica, criativa e emocional do mundo que circunda a criança. Evitamos, isso sim, embarcar em um mundo de fantasia, com elementos que fogem ao que pode ser percebido pelos sentidos e, portanto, confundem a criança em sua percepção da realidade, não a auxiliando em nada em seu desenvolvimento. Mas o faz-de-conta que copia algo real é belíssimo, e ajuda a criança a compreender melhor o ambiente em que vive. O teatro, as roupas e a atribuição de papéis é algo que surge naturalmente entre crianças pequenas, e é também algo que pode ser utilizado em casa. Como adultos, adoramos esse tipo específico de brincadeira. Atente para não exagerar e utilizá-la, como às outras, quando perceber que a criança a pede, de alguma maneira. Veja uma bela sugestão aqui.
-
Mais fontes:
Além dos quatro tipos de brincadeiras que enumeramos aqui, há outras que se pode fazer, lembrando dos três princípios que enumeramos acima, e que buscaremos chamar aqui de "Princípios do Brincar". No álbum criado por Nádia Monteiro, responsável pelas dicas acima e moderadora do Montessori para Mamães, você encontrará fotografias e comentários sobre várias formas de brincadeira inspiradas nos princípios psicológicos e educacionais de Montessori.
Você pode, também, visitar os links abaixo para conhecer mais sobre o assunto:
1. Artigo de Angenline Lillard sobre Montessori e Brincar: http://www.journalofplay.org/sites/www.journalofplay.org/files/pdf-articles/5-2-article-play-learning-and-montessori-education_0.pdf
2. Brincadeira ou Trabalho? Alternativa Errada - http://mariamontessori.com/mm/?p=2353
3. As Cinco Características da Brincadeira e do Trabalho Montessoriano - http://mariamontessori.com/mm/?p=2374
4. Recuperando o Trabalho como Alegre e Edificante: uma missão montessoriana - http://mariamontessori.com/mm/?p=2381
5. Montessori e Brincadeira do ponto de vista da família - http://www.howwemontessori.com/how-we-montessori/2011/05/montessori-and-play.html
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Sugestão de Isabel Cristina - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Para deixar uma criança feliz
ü Faça-a sentir-se importante na família: elogie-a nas boas atitudes.
ü Reserve um tempo diário para conversar, ler, brincar e abraçar.
ü Busque não depositar na criança a fonte das suas realizações. Veja-a como única.
ü Seja generoso na hora de expressar afeto, mas mantenha os limites.
ü Conheça e se interesse pelos amigos do seu filho.Assim você saberá sobre suas habilidades ou dificuldades sociais, podendo ajudá-lo a superá-las.
ü Estimule-a a se desenvolver, a conquistar metas, a vencer obstáculos.
ü Realize com ela atividades individuais e em família.
ü Estimule a autonomia de seu filho, para que ele possa gradativamente sentir-se seguro e capaz.
Fonte: Intercef – Instituto de terapia e Centro de Estudos da família.
Mais informações: http://www.intercef.com.br/
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Sugestão de Luciene Gomes da Silva - Aluna de Pedagogia - novembo/2013
Segue abaixo um texto que fala sobre a importância do estágio antes de exercer a profissão.
Realmente a teoria é bem diferente da prática, e isso deve ser entendido e vivenciado na prática do estágio.
Realmente a teoria é bem diferente da prática, e isso deve ser entendido e vivenciado na prática do estágio.
A importância do estágio na formação profissional
por: Ana Maria Rodrigues de Souza
A importância do estágio na formação profissional
O estágio é um dos momentos mais importantes para a formação profissional. É nesse momento que o futuro profissional tem oportunidade de entrar em contato direto com a realidade profissional no qual será inserido, além de concretizar pressupostos teóricos adquiridos pela observação de determinadas práticas específicas e do diálogo com profissionais mais experientes.
Desenvolver uma formação baseada no contexto real de atuação possibilita a construção autônoma do conhecimento cientifico através da vivencia de exemplos práticos para discussões acadêmicas. No estágio, o profissional em formação tem a oportunidade de investigar, analisar e intervir na realidade profissional especifica, enredando-se com a realidade educacional, organização e o funcionamento da instituição educacional e da comunidade.
Para Guerra (1995) o Estágio Supervisionado consiste em teoria e prática tendo em vista uma busca constante da realidade para uma elaboração conjunta do programa de trabalho na formação do educador. Desta forma, "o estágio é o eixo central na formação de professores, pois é através dele que o profissional conhece os aspectos indispensáveis para a formação da construção da identidade e dos saberes do dia a dia" (PIMENTA E LIMA, 2004), tronando-se etapa imprescindível para o profissional estar apto a exercer sua função como educador.
O contato com os professores e alunos ofereceu subsídios para uma reflexão mais aprofundada visando o melhoramento da prática pedagógica realizada em sala de aula conforme garante a LDB. No entanto, nada é plenamente garantido diante de um cenário de calamidade escolar que foi presenciado pelos estagiários.
Segundo Franco (2002), "a docência é uma profissão com identidade e estatuto epistemológico próprios, e que em si, o ensino é uma das manifestações da práxis educativa" De acordo com o Titulo II (Referenciais Conceituais) da Resolução nº 4 de 13 de julho de 2010, especificamente nos artigos 4,5 e 6, que cabe ao Poder Publico, a sociedade, a família e a escola ser responsáveis por garantir uma educação de igualitária, acessível a todos, no entanto, o que reza essa Resolução está longe de ser o que acontece na prática principalmente no tocante a qualidade de ensino/aprendizagem, no educar e cuidar centralizado no desenvolvimento sócio cognitivo do educando através da ética da alteridade e do dialogo reflexivo.
Segundo o RCNEI, "Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades", esse cuidado está relacionado à ética da alteridade quando assumimos o compromisso de educar e cuidar com responsabilidade. No entanto, longe está de ser vivenciada pelas crianças brasileiras, nordestinas, indígenas, pobres e carentes, menores de seis anos de idade, a plenitude do art. 30 da LDB. Após uma semana de observação concluiu-se que é gritante a diferença entre o discurso da lei (LDB) e o dia a dia de muitas escolas brasileiras que contemplam a educação infantil, como é o caso de nossa escola objeto de estágio. De acordo com o art. 30 da LDB, as crianças de 0 a 6 anos de idade é garantida a oferta de escolas que contemplam o cuidar e o brincar. Esse cuidar implica se vir no outro e assim entender e ajudá-lo a se desenvolver como ser humano. Acredito que em nosso país só teremos uma educação de qualidade quando todos nós assumirmos o nosso verdadeiro papel de sujeito autônomo e atuante na construção do caminho para essa educação que todos nós almejamos.
Referências
ANTUNES, Celso. Educação infantil: prioridade imprescindível. Petrópolis: Vozes, 2004.
BRASIL, LBD. Lei9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em< www.mec.gov.br>. Acessado em 23/10/2012
BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto, Secretária de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/ SEF, 1998.
CRAIDY, Carmem; KAERCHER, Gládis E. Educação infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.
FRANCO, M. L. B. Qualidade total na formação profissional: do texto ao contexto. Cadernos de Pesquisa. Fundação Carlos Chagas, São Paulo, 1995.
GUERRA, Miriam Darlete Seade. Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado: Dos limites às possibilidades, 1995.
LORENZATO, Sérgio. Para aprender matemática.Campinas, SP: Autores Associados, 2006. (Coleção Formação de Professores) PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2004.
Desenvolver uma formação baseada no contexto real de atuação possibilita a construção autônoma do conhecimento cientifico através da vivencia de exemplos práticos para discussões acadêmicas. No estágio, o profissional em formação tem a oportunidade de investigar, analisar e intervir na realidade profissional especifica, enredando-se com a realidade educacional, organização e o funcionamento da instituição educacional e da comunidade.
Para Guerra (1995) o Estágio Supervisionado consiste em teoria e prática tendo em vista uma busca constante da realidade para uma elaboração conjunta do programa de trabalho na formação do educador. Desta forma, "o estágio é o eixo central na formação de professores, pois é através dele que o profissional conhece os aspectos indispensáveis para a formação da construção da identidade e dos saberes do dia a dia" (PIMENTA E LIMA, 2004), tronando-se etapa imprescindível para o profissional estar apto a exercer sua função como educador.
O contato com os professores e alunos ofereceu subsídios para uma reflexão mais aprofundada visando o melhoramento da prática pedagógica realizada em sala de aula conforme garante a LDB. No entanto, nada é plenamente garantido diante de um cenário de calamidade escolar que foi presenciado pelos estagiários.
Segundo Franco (2002), "a docência é uma profissão com identidade e estatuto epistemológico próprios, e que em si, o ensino é uma das manifestações da práxis educativa" De acordo com o Titulo II (Referenciais Conceituais) da Resolução nº 4 de 13 de julho de 2010, especificamente nos artigos 4,5 e 6, que cabe ao Poder Publico, a sociedade, a família e a escola ser responsáveis por garantir uma educação de igualitária, acessível a todos, no entanto, o que reza essa Resolução está longe de ser o que acontece na prática principalmente no tocante a qualidade de ensino/aprendizagem, no educar e cuidar centralizado no desenvolvimento sócio cognitivo do educando através da ética da alteridade e do dialogo reflexivo.
Segundo o RCNEI, "Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades", esse cuidado está relacionado à ética da alteridade quando assumimos o compromisso de educar e cuidar com responsabilidade. No entanto, longe está de ser vivenciada pelas crianças brasileiras, nordestinas, indígenas, pobres e carentes, menores de seis anos de idade, a plenitude do art. 30 da LDB. Após uma semana de observação concluiu-se que é gritante a diferença entre o discurso da lei (LDB) e o dia a dia de muitas escolas brasileiras que contemplam a educação infantil, como é o caso de nossa escola objeto de estágio. De acordo com o art. 30 da LDB, as crianças de 0 a 6 anos de idade é garantida a oferta de escolas que contemplam o cuidar e o brincar. Esse cuidar implica se vir no outro e assim entender e ajudá-lo a se desenvolver como ser humano. Acredito que em nosso país só teremos uma educação de qualidade quando todos nós assumirmos o nosso verdadeiro papel de sujeito autônomo e atuante na construção do caminho para essa educação que todos nós almejamos.
Referências
ANTUNES, Celso. Educação infantil: prioridade imprescindível. Petrópolis: Vozes, 2004.
BRASIL, LBD. Lei9394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em< www.mec.gov.br>. Acessado em 23/10/2012
BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil/ Ministério da Educação e do Desporto, Secretária de Educação Fundamental. - Brasília: MEC/ SEF, 1998.
CRAIDY, Carmem; KAERCHER, Gládis E. Educação infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.
FRANCO, M. L. B. Qualidade total na formação profissional: do texto ao contexto. Cadernos de Pesquisa. Fundação Carlos Chagas, São Paulo, 1995.
GUERRA, Miriam Darlete Seade. Reflexões sobre um processo vivido em estágio supervisionado: Dos limites às possibilidades, 1995.
LORENZATO, Sérgio. Para aprender matemática.Campinas, SP: Autores Associados, 2006. (Coleção Formação de Professores) PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2004.
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/20570/a-importancia-do-estagio-na-formacao-profissional#ixzz2jnOFMorH
Sugestão de Fernanda Brandão - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
http://educ-acao.com/
Esse ó link de um projeto maravilhoso que reúne propostas inovadoras em escolas de 13 lugares diferentes.
É incrível!
Esse ó link de um projeto maravilhoso que reúne propostas inovadoras em escolas de 13 lugares diferentes.
É incrível!
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Sugestão de Karine Dalbem - Aluna de Pedagogia - novembro/2013
Sugestão de Palestra para Professores
Em agosto/2013, iniciamos o segundo semestre na escola em que trabalho. Para homenagear os professores e demais funcionários, oferecemos um super café da manhã coletivo e uma palestra do Professor Geraldo Almeida sobre "A emoção na sala de aula".
Geraldo Almeida é considerado um grande elemento para educação. Formado em educação pela Universidade Estadual Paulista é também Mestre em Estudos Literário e Doutor em Teoria Literária. No ano de 2011, Geraldo foi para África onde atuou como palestrante e professor, o que considera ser a maior experiência em sua profissão. Muito requisitado por seu conhecimento na área da educação, não podíamos iniciar a segunda parte do ano de forma mais enriquecedora como assistindo uma de suas palestras. Foram duas horas e meia de Geraldo realizando um monologo sobre o assunto, e ninguém percebeu que ele havia falado por tanto tempo.
Nesta palestra o professor Geraldo Almeida apresenta os caminhos de como realizar as primeiras etapas rumo à aplicação da teoria de Henri Wallon onde o trabalho parte do afeto. Levantou questões que sensibilizou a todos e nos fez refletir sobre algumas ações dentro da sala de aula. Dois momentos me chamaram muito a atenção, um deles foi quando comentou sobre a acareação que as escolas fazem com pais e professores. Deixou claro que isso não é correto, pois inibe e desrespeita a ação do professor em sala. Segundo ele, os pais devem conversar com a parte pedagógica da escola, que é o corpo representante a mesma. Outro momento, mais complexo, que ele falou foi sobre a questão da afetividade exagerada vinda por parte do aluno. Geraldo relata que se uma criança leva todos os dias um "presentinho" para a professora para que receba abraços e palavras de carinho como forma de agradecimento, quer dizer que existe algo de errado com essa criança e que é necessário relatar a família para que a mesma procure esclarecer com psicólogos se a atitude esta ou não encobrindo algo de grave. Chamou isso de "Padrão de comportamento equivocado (freqüência e intensidade).
Além dos pontos que me chamaram a atenção, Geraldo citou os princípios da emoção em sala de aula, que seriam:
- O cuidado fundamental
- O respeito
- A responsabilidade
- Solidariedade universal
Realmente foi uma palestra esclarecedora, principalmente para quem esta iniciando no contexto educacional. Vale à pena darem uma passada no site dele e se possível, convidar o próprio Geraldo para uma conversa com os professores. Tenho certeza que muitos assuntos serão levantados e trarão uma nova visão de conduta para a escola.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Sugestão de Jeniffer Clemente - Aluna de Pedagogia - outubro/2013
A EDUCAÇAO INFANTIL NA ATUALIDADE
As crianças são sujeitos sociais e histórico, e fazem parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. É marcada pelo meio social em que se desenvolve, mas também o marca. A criança tem na família, biológica ou não, um ponto de referência fundamental, apesar de interações sociais que estabelece com outras instituições sociais.
Educar significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. Neste processo, a educação pode influenciar no desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis. A educação infantil é fator determinante para o sucesso dos alunos no ingresso na ensino fundamental pois ela e responsável pelo o desenvolvimento de habilidade que só podem ser desenvolvidas na idades de 0 a 6 anos não podendo ser pulado e tratada com o algo desnecessário para o desenvolvimento da criança pois é responsável pelo desenvolvimento intelectual e físico das crianças.
Atualmente, a educação Infantil constitui um segmento importante no processo educativo, reconhecida como primeira etapa da educação Básica, na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 93 94/96 – art. 29), ela adquire uma função transcendental como o primeiro e decisivo passo para a efetivação de uma educação integral, estabelecendo a base para a formação de seres críticos, participantes, criativos que busquem uma renovação constante de si mesmos e da sociedade.
A Educação infantil na contemporaneidade passou a ser vista de outra forma, valorizando-se a criança e sua cultura, considerando-a ativa e capaz de construir o seu próprio conhecimento. O professor passa a assumir um novo papel, o de mediador entre a criança e o mundo. A família é participativa do processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos são desenvolvidos de maneira lúdica, respeitando-se a bagagem cultural de cada um. Com esse intuito foi criado um Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, de modo a levar a todas as escolas novas propostas pedagógicas voltadas para a criança tal como ela é.
A Educação infantil na contemporaneidade passou a ser vista de outra forma, valorizando-se a criança e sua cultura, considerando-a ativa e capaz de construir o seu próprio conhecimento. O professor passa a assumir um novo papel, o de mediador entre a criança e o mundo. A família é participativa do processo de ensino-aprendizagem e os conteúdos são desenvolvidos de maneira lúdica, respeitando-se a bagagem cultural de cada um. Com esse intuito foi criado um Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, de modo a levar a todas as escolas novas propostas pedagógicas voltadas para a criança tal como ela é.
Assinar:
Postagens (Atom)


