quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Sugestão de Sandra Coelho de Lacerda Silva - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
Inscrições abertas para o X Jogo do Livro Infantil e Juvenil
Evento na UFMG discute perfil da produção literária contemporânea
Estão abertas desde o dia 05 de agosto as inscrições para o X Jogo do Livro Infantil e Juvenil: Qual Literatura?. O evento acontece nos dias 06, 07 e 08 de novembro de 2013, na Faculdade de Educação (FaE) da UFMG.
Realizado a cada dois anos, o Jogo do Livro busca discutir os significados do letramento na sociedade brasileira a partir de reflexões sobre os meios de apropriação e uso da leitura dentro e fora de contextos escolares. Em sua décima edição, com o tema Qual Literatura?, o evento debate o perfil e os desdobramentos do movimento contemporâneo de produção de textos literários para crianças e jovens no Brasil.
O evento é voltado para profissionais da Educação Básica, estudantes dos cursos de Pedagogia, Letras, Lecampo, FIEI, Biblioteconomia/Ciência da Informação e Produção Editorial, profissionais do Ensino Superior, alunos de pós-graduação, escritores, editores, ilustradores e críticos de literatura. Mas qualquer pessoa interessada em aprender mais sobre o tema pode participar.
O prazo das inscrições para apresentação de trabalhos vai até o dia 10 de setembro. Para ouvintes, as inscrições podem ser feitas até a data do evento.
O Jogo do Livro é organizado pelo Grupo de Pesquisa do Letramento Literário (GPELL), vinculado ao Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE).
Acompanhe os prazos para submissão de trabalhos:
05/08 a 10/09/2013: Período para inscrições e envio dos resumos expandidos
11/09 a 25/09/2013: Avaliação dos trabalhos
25/09/2013: Divulgação das comunicações aprovadas
15/10/2013:Data final para inscrições com trabalho aprovado
31/10/2013: Data limite para o envio do texto completo
Sugestão de Sandra Coelho de Lacerda Silva - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
O Espaço Interativo Ciências da Vida mostra como o organismo é por dentro.
A partir de 03 de setembro, os detalhes dessa casa de máquinas que é o corpo humano poderão ser conferidos com o auxílio da tecnologia no Espaço Interativo Ciências da Vida. Localizada dentro do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, no bairro Santa Inês, a mostra está distribuida em sete salas, que retratam sistemas biológicos e biofísicos. Durante a visita, é possível interagir com peças anatômicas, em tamanho natural e em versões ampliadas, assistir a vídeos explicativos e se divertir com jogos interativos.Para montar o novo espaço interativo, a UFMG investiu 1,5 milhão de dólares na importação de peças, na reforma de um antigo depósito e na produção de material por uma equipe de 67 profissionais, entre professores e alunos da universidade.
ESPAÇO INTERATIVO CIÊNCIAS DA VIDA
Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês.
Tel.: 3409.7600
De terça as domingo, das 10h às 17h.
Entrada: R$ 4,00
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Sugestão de Silvia Sobral - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
Segue um site que fornece boas ideias de brincadeiras e pouco custo.
As brincadeiras deste site são ótimas e fáceis de aplicar. Ótimas ideias.
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/brincadeiras-baratas-746131.shtml?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Sugestão de Taciana Sena Guimarães Lopes - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
Prezados(as),
Em fevereiro de 2014, será realizada em Brasília a II Conferência Nacional de Educação - CONAE, como fechamento de um processo de discussões que envolve municípios e estados, redes públicas e privadas, pais, alunos, profissionais e gestores, da educação infantil ao ensino superior.
A CONAE terá como tema central "O Plano Nacional de Educação – PNE - na Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração".
A CONAE/BH será o momento de discutirmos e aprovarmos propostas, além de elegermos os delegados que representarão nossa cidade na Conferência Estadual – CONAE-MG.
Como preparação para a CONAE/BH, serão realizadas 7 (sete) Pré-Conferências Regionais que ocorrerão no dia 14 de setembro, no horário de 8 às 12 horas, nos locais abaixo:
ELEIÇÃO DOS DELEGADOS PARA A CONAE-MG
DATA: 14/09/2013
HORÁRIO: 8 às 12 horas
LOCAL:
- Regional Nordeste: Escola Municipal Eleonora Pierucetti, Avenida Bernardo Vasconcelos, 288 – Bairro Cachoeirinha.
- Regional Pampulha e Norte: Auditório da Regional Norte, Pastor Murylo Cassete, 75 – Bairro São Bernardo.
- Regional Barreiro: Escola Municipal Profa. Isaura Santos, rua Hoffman, 80 – Bairro Miramar.
- Regional Noroeste: Escola Municipal Maria de Rezende Costa, Avenida Abílio Machado, 1009 – Bairro Frei Eustáquio.
- Regional Venda Nova: Escola Municipal Antônio Ferreira, rua João Gualberto de Abreu, 10 – Bairro São João Batista.
- Regional Centro-Sul e Leste: Escola Municipal Maria das Neves, rua Piranga, 39 – Bairro São Lucas.
- Regional Oeste: Escola Municipal Oswaldo Cruz, rua Santos, 2200 – Bairro Jardim América.
Essas Pré-Conferências são abertas a qualquer pessoa, e a presença em uma delas é condição para participar da CONAE-BH, uma vez que, em cada uma delas, serão eleitos os delegados que poderão participar das atividades na etapa municipal da CONAE em Belo Horizonte – CONAE/BH que ocorrerá nos dias 28 e 29 de setembro, no Ginásio do prédio da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte – SMED/BH, à rua Carangola, 288 – Bairro Santo Antônio, das 8 às 17 horas.
Para participar da Pré-Conferência as pessoas poderão se inscrever pela internet no portal da PBH - http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ - clicando no banner da CONAE-BH ou pessoalmente no início de cada Pré-Conferência.
Sugestão de Érica Ellen Vieira - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
Local: Ver informações adicionais
Versão especial da 21ª edição do Festival Internacional de Animação do Brasil, com uma mostra dos melhores filmes de animação, nacionais e internacionais, exibidos no Rio de Janeiro e São Paulo e realização de suas atividades mais importantes como as oficinas interativas gratuitas, palestras de diretores convidados abertas ao público e workshops para profissionais da área.
Informações Adicionais: Praça da Liberdade (dia 12 de setembro) Oi Futuro (de 13 a 17 de setembro)
Praça da Liberdade e Av. Afonso Pena 4001 - Mangabeiras
Co- Realização: Pop Produções Artísticas
http://www.animamundi.com.br
Telefone: 31 2514-3143
Email: animamundibh@popproducoes.art.br
Promoção: Anima Mundi
Realização: Anima Mundi
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Sugestão Aluna: Cássia Alessandra Oliveira Sousa - Pedagogia - 7º. Período - Setembro/2013
A IMPORTÂNCIA DO DESENHO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
O registro da aprendizagem.
O desenho tem papel fundamental na formação do
conhecimento e requer grande consideração no sentido de valorizar desde o
início da vida da criança, considerando a bagagem que trás de casa,
assim como seu próprio dia-a-dia.
O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.
A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.
É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.
Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.
Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.
Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.
A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.
É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.
Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.
Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.
Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://educador.brasilescola.com/orientacoes/a-importancia-estimular-arte-na-crianca.htm
Comemoração formandos julho/2013
As fotos são da comemoração oferecida pelas professoras Eliane Monken, Necy Castro, Izabel Reis, Gleides Ander e Raquel Reis aos alunos formandos dos cursos de Letras e Pedagogia.
Foi muito gostoso e prazeroso!Sugestão de Edênia Oliveira - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
Convite para a palestra "Olhares sobre a Pedagogia Waldorf e a Equoterapia: Do Cavalo de Brinquedo ao Cavalo Educador-Terapeuta", a realizar-se na próxima terça-feira, 10/09/13, às 19:00 no Lume Jardim Waldorf (endereço abaixo).
Rua Araçuaí, 44 - Bairro Serra
Belo Horizonte / MG
Cep: 30210-550
Telefone: (31) 3281 4489
site: www.lumejardim.com.br
e-mail: lume.jardim@yahoo.com.br
MSc Laiena Ribeiro Teixeira Dib
Bióloga, Mestre em Ecologia
Psicóloga, Equoterapeuta
Sugestão de Márcia Esteves - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
LOCAL E CONTATO PARA INFORMAÇÕES: 3286-3034 - PARÓQUIA N. S. RAINHA
Belvedere
Rua Modesto Carvalho Araujo, 227
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Horário de Funcionamento Sábado 31/08
Olá a todos !
Bom dia !
No próximo sábado dia 31 de agosto a brinquedoteca funcionará até as 14h.
Teremos a comemoração de um aniversário.
Abs
Ana e Lúcia
Sugestão de Amaly Souza - Aluna de Pedagogia- setembro/2013
O Leão e o Camundongo
Para fugir das garras de um falcão, um esperto ratinho se escondeu atrás de um enorme leão que descansava a sombra de uma árvore. Como o ratinho era muito inquieto, o leão logo percebeu sua presença e tentou fazê-lo de sobremesa, pois acabara de almoçar. Desesperado o ratinho implorou para que o leão o deixasse ir, e em troca quando precisasse, ele lhe retribuiria o favor. Bem humorado, por estar com a barriga cheia, o leão o deixou ir, mas disse que um rato jamais poderia ajudar o rei da selva. Será? Isso é o que vamos conferir nessa divertida história.
http://www.recreionet.com.br/bh/espaco-cultural-recreio
Telefone: 31 3319-9006
Entrada Franca
Data: de 22.09.2013 - 10:30 até 22.09.2013
Local: Espaço Cultural da Concessionária Recreio Para fugir das garras de um falcão, um esperto ratinho se escondeu atrás de um enorme leão que descansava a sombra de uma árvore. Como o ratinho era muito inquieto, o leão logo percebeu sua presença e tentou fazê-lo de sobremesa, pois acabara de almoçar. Desesperado o ratinho implorou para que o leão o deixasse ir, e em troca quando precisasse, ele lhe retribuiria o favor. Bem humorado, por estar com a barriga cheia, o leão o deixou ir, mas disse que um rato jamais poderia ajudar o rei da selva. Será? Isso é o que vamos conferir nessa divertida história.
http://www.recreionet.com.br/bh/espaco-cultural-recreio
Telefone: 31 3319-9006
Entrada Franca
Sugestão de Sandra Coelho - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
O Espaço Interativo Ciências da Vida mostra como o organismo é por dentro.
A partir de 03 de setembro, os detalhes dessa casa de máquinas que é o corpo humano poderão ser conferidos com o auxílio da tecnologia no Espaço Interativo Ciências da Vida. Localizada dentro do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, no bairro Santa Inês, a mostra está distribuida em sete salas, que retratam sistemas biológicos e biofísicos. Durante a visita, é possível interagir com peças anatômicas, em tamanho natural e em versões ampliadas, assistir a vídeos explicativos e se divertir com jogos interativos.
Para montar o novo espaço interativo, a UFMG investiu 1,5 milhão de dólares na importação de peças, na reforma de um antigo depósito e na produção de material por uma equipe de 67 profissionais, entre professores e alunos da universidade.
ESPAÇO INTERATIVO CIÊNCIAS DA VIDA
Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês.
Tel.: 3409.7600
De terça as domingo, das 10h às 17h.
Entrada: R$ 4,00
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Sugestão de Jaqueline Mara de Vargas Vargas - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
"A IMPORTÂNCIA DOS COMBINADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL"
Crianças e Combinados
[X]
Pequenos, mas capazes de administrar os conflitos
Não importa a idade, as regras e os limites fazem parte da sociedade e desde cedo devemos aprender a conviver com as mesmas.
Saber que o seu direito termina onde começa o direito do outro, aprender a lidar com as diferenças e a resolver seus conflitos é uma constante na vida, seja em que etapa dela se vive.
Por isso, as crianças, desde bem pequenas, devem aprender a conviver com os combinados, os limites, pois não há como passar uma vida fazendo tudo como se quer, na hora que se quer, do jeito que se quer, com as pessoas que se quer.
Pelo contrário, existem as engolidas de sapos, que são importantes para o crescimento e amadurecimento de todos. O que seria do mundo se todos tivessem suas vontades feitas, na hora e do jeito que quisessem?
Pensando nisso, tanto a escola como os pais devem ajudar as crianças a aprimorarem suas formas de convivência, tornando-as mais dóceis, amáveis, alegres, seguras e sociáveis.
Muitos pais acreditam que as crianças não podem passar por frustrações, para não crescerem rebeldes, revoltadas. Uma ideia errônea, pois é através de pequenas frustrações do dia a dia que as mesmas conseguem perceber que nem tudo pode ser de acordo com suas vontades, mas que existe um mundo coletivo que deve ser priorizado.
As crianças precisam de limites para se sentir seguras, pois os limites confortam muito mais que o excesso de liberdade. Impor limites é demonstrar amor, atenção e carinho, proteger o sujeito das armadilhas da convivência.
Pode-se falar o que for, mas não existe família que não passe por problemas de brigas e desentendimentos entre crianças. O que não pode acontecer são os pais tomarem partido dos mesmos, para não criar outros tipos de desavenças no meio familiar.
Para isso, é interessante que as regras estejam bem claras para todos, como: emprestar os brinquedos, trocar os brinquedos em determinados momentos, não bater no outro, não xingar, não puxar cabelos, não morder, não gritar, enfim, todas aquelas situações que podem virar um problema. Se for preciso, faça um cartaz com todas essas anotações, com figuras recortadas de revistas (é importante que as crianças participem da pesquisa das imagens), e depois que cada um assine ou carimbe sua mão, mostrando que concordou com as regras e que irá cumpri-las.
Na escola não é diferente. Como o número de crianças é bem maior, os professores devem estabelecer os combinados, norteando os alunos dos seus direitos e deveres. Aliás, na escola, tudo o que for trabalhado deve ser apresentado com antecedência para as crianças, a fim de trabalhar a organização do tempo; hora da chegada, hora da conversa, hora da tarefa, hora de brincar, hora de lanchar, etc., pois assim as mesmas vão se acostumando à rotina escolar, ficando mais propensas a aceitar as regras.
Da mesma forma, o respeito ao outro deve aparecer em cartazes de combinados, também decorados com figuras e assinados por todos. É importante relembrar os combinados quase que diariamente, para não deixar passar em branco qualquer atitude que fuja aos mesmos.
Alguns professores fazem carinhas alegres ou tristes e colocam nos cartazes, avaliando se o comportamento da turma está adequado com as regras estabelecidas. A autoavaliação é muito interessante de ser trabalhada, pois as crianças refletem sobre suas condutas, assim como dos colegas, apontando onde cada um errou e como podem melhorar.
Ao final do dia, deixe que cada um coloque ao lado do seu nome uma carinha (alegre ou triste) indicando como ele próprio avaliou o comportamento do dia. É uma ótima forma de fazê-los perceber os erros e tentar melhorar.
Nunca distribua a carinha por conta própria, como se estivesse punindo a criança. "Eu não gostei do que o fulano fez, então ele vai ganhar uma carinha triste", afinal, a criança precisa aprender a refletir sobre suas atitudes. Ela própria se aborrece ou se entristece por não conseguir cumprir os combinados e sente que precisa melhorar.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/criancas-combinados.htm
Crianças e Combinados
[X]
Pequenos, mas capazes de administrar os conflitos
Não importa a idade, as regras e os limites fazem parte da sociedade e desde cedo devemos aprender a conviver com as mesmas.
Saber que o seu direito termina onde começa o direito do outro, aprender a lidar com as diferenças e a resolver seus conflitos é uma constante na vida, seja em que etapa dela se vive.
Por isso, as crianças, desde bem pequenas, devem aprender a conviver com os combinados, os limites, pois não há como passar uma vida fazendo tudo como se quer, na hora que se quer, do jeito que se quer, com as pessoas que se quer.
Pelo contrário, existem as engolidas de sapos, que são importantes para o crescimento e amadurecimento de todos. O que seria do mundo se todos tivessem suas vontades feitas, na hora e do jeito que quisessem?
Pensando nisso, tanto a escola como os pais devem ajudar as crianças a aprimorarem suas formas de convivência, tornando-as mais dóceis, amáveis, alegres, seguras e sociáveis.
Muitos pais acreditam que as crianças não podem passar por frustrações, para não crescerem rebeldes, revoltadas. Uma ideia errônea, pois é através de pequenas frustrações do dia a dia que as mesmas conseguem perceber que nem tudo pode ser de acordo com suas vontades, mas que existe um mundo coletivo que deve ser priorizado.
As crianças precisam de limites para se sentir seguras, pois os limites confortam muito mais que o excesso de liberdade. Impor limites é demonstrar amor, atenção e carinho, proteger o sujeito das armadilhas da convivência.
Pode-se falar o que for, mas não existe família que não passe por problemas de brigas e desentendimentos entre crianças. O que não pode acontecer são os pais tomarem partido dos mesmos, para não criar outros tipos de desavenças no meio familiar.
Para isso, é interessante que as regras estejam bem claras para todos, como: emprestar os brinquedos, trocar os brinquedos em determinados momentos, não bater no outro, não xingar, não puxar cabelos, não morder, não gritar, enfim, todas aquelas situações que podem virar um problema. Se for preciso, faça um cartaz com todas essas anotações, com figuras recortadas de revistas (é importante que as crianças participem da pesquisa das imagens), e depois que cada um assine ou carimbe sua mão, mostrando que concordou com as regras e que irá cumpri-las.
Na escola não é diferente. Como o número de crianças é bem maior, os professores devem estabelecer os combinados, norteando os alunos dos seus direitos e deveres. Aliás, na escola, tudo o que for trabalhado deve ser apresentado com antecedência para as crianças, a fim de trabalhar a organização do tempo; hora da chegada, hora da conversa, hora da tarefa, hora de brincar, hora de lanchar, etc., pois assim as mesmas vão se acostumando à rotina escolar, ficando mais propensas a aceitar as regras.
Da mesma forma, o respeito ao outro deve aparecer em cartazes de combinados, também decorados com figuras e assinados por todos. É importante relembrar os combinados quase que diariamente, para não deixar passar em branco qualquer atitude que fuja aos mesmos.
Alguns professores fazem carinhas alegres ou tristes e colocam nos cartazes, avaliando se o comportamento da turma está adequado com as regras estabelecidas. A autoavaliação é muito interessante de ser trabalhada, pois as crianças refletem sobre suas condutas, assim como dos colegas, apontando onde cada um errou e como podem melhorar.
Ao final do dia, deixe que cada um coloque ao lado do seu nome uma carinha (alegre ou triste) indicando como ele próprio avaliou o comportamento do dia. É uma ótima forma de fazê-los perceber os erros e tentar melhorar.
Nunca distribua a carinha por conta própria, como se estivesse punindo a criança. "Eu não gostei do que o fulano fez, então ele vai ganhar uma carinha triste", afinal, a criança precisa aprender a refletir sobre suas atitudes. Ela própria se aborrece ou se entristece por não conseguir cumprir os combinados e sente que precisa melhorar.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/criancas-combinados.htm
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Sugestão de Isabel Cristina - Aluna de Pedagogia - setembro/2013
O desenho e o desenvolvimento das crianças
Os rabiscos ganham complexidade conforme os pequenos crescem e, ao mesmo tempo, impulsionam seu desenvolvimento cognitivo e expressivo.
"Sabia que eu sei desenhar um cavalo? Ele está fazendo cocô."
"Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio."
"O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos
"Vou desenhar aqui, que tem espaço vazio."
"O cavalo ficou escondido debaixo disso tudo!" Joana, 3 anos
Reprodução/Agradecimento Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
No início, o que se vê é um emaranhado de linhas, traços leves, pontos e círculos, que, muitas vezes, se sobrepõem em várias demãos. Poucos anos depois, já se verifica uma cena complexa, com edifícios e figuras humanas detalhados. O desenho acompanha o desenvolvimento dos pequenos como uma espécie de radiografia. Nele, vê-se como se relacionam com a realidade e com os elementos de sua cultura e como traduzem essa percepção graficamente. Toda criança desenha. Pode ser com lápis e papel ou com caco de tijolo na parede. Agir com um riscador sobre um suporte é algo que ela aprende por imitação - ao ver os adultos escrevendo ou os irmãos desenhando, por exemplo. "Com a exploração de movimentos em papéis variados, ela adquire coordenação para desenhar", explica Mirian Celeste Martins, especialista no ensino de arte e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A primeira relação da meninada com o desenho se dá, de fato, pelo movimento: o prazer de produzir um traço sobre o papel faz agir.
Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.
No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz".
Os rabiscos realizados pelos menores, denominados garatujas, tiveram o sentido ampliado sob o olhar da pesquisadora norte-americana Rhoda Kellogg, que observou regularidades nessas produções abstratas (veja no topo da página o desenho de Joana, 3 anos, e sua explicação). Observando cerca de 300 mil produções, ela analisou principalmente a forma dos traçados (rabiscos básicos) e a maneira de ocupar o espaço do papel (modelos de implantação) até a entrada da criança no desenho figurativo, o que ocorre por volta dos 4 anos.
No período de produção de garatujas, ocorre uma importante exploração de suportes e instrumentos. A criança experimenta, por exemplo, desenhar nas paredes ou no chão e se interessa pelo efeito de diferentes materiais e formas de manipulá-los, como pressionar o marcador com força e fazer pontinhos. Essa atitude de experimentação tem valor indiscutível na opinião de Rhoda: "Para ela 'ver é crer' e o desenho se desenvolve com base nas observações que a criança realiza sobre sua própria ação gráfica", ressalta Rosa Iavelberg, especialista em desenho e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), no livro O Desenho Cultivado da Criança: Práticas e Formação de Educadores. Esse aprendizado durante a ação é frisado pela artista plástica e estudiosa Edith Derdyk: "O desenho se torna mais expressivo quando existe uma conjunção afinada entre mão, gesto e instrumento, de maneira que, ao desenhar, o pensamento se faz".
De início, a criança desenha pelo prazer de riscar sobre o papel e pesquisa formas de ocupar a folha.
Com o tempo, a criança busca registrar as coisas do mundo
Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. "Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher", explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). "No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade." Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).
Uma das principais funções do desenho no desenvolvimento infantil é a possibilidade que oferece de representação da realidade. Trazer os objetos vistos no mundo para o papel é uma forma de lidar com os elementos do dia a dia. "Quando a criança veste uma roupa da mãe, admite-se que ela esteja procurando entender o papel da mulher", explica Maria Lúcia Batezat, especialista em Artes Visuais da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). "No desenho, ocorre a mesma coisa. A diferença é que ela não usa o corpo, mas a visualidade e a motricidade." Esse processo caracteriza o desenhar como um jogo simbólico (veja abaixo o comentário de Yolanda, 5 anos, sobre seu desenho).
"Esse aqui não é um coelho. Não me diga que é um coelho porque é um boi bebê. Eu estou fazendo uma galinha que foi botar ovo no mato. Quer dizer, uma menina que foi pegar plantas no mato para dar ao marido." Yolanda, 5 anos
Muitos autores se debruçaram sobre as produções gráficas infantis, analisando e organizando-as em fases ou momentos conceituais. Embora trabalhem com concepções diferentes e tenham chegado a classificações diversas, é possível estabelecer pontos em comum entre as evolutivas que estabelecem. Pesquisadores como Georges-Henri Luquet (1876-1965), Viktor Lowenfeld (1903-1960) e Florence de Mèridieu oferecem elementos para a compreensão dos desenhos figurativos das crianças, destacando algumas regularidades nas representações dos objetos.
Desenhar é uma forma de a criança lidar com a realidade que a cerca, representando situações que lhe interessam.
Mais cedo ou mais tarde, todos os pequenos se interessam em registrar no papel algo que seja reconhecido pelos outros. No começo, é comum observar o que se convencionou chamar de boneco girino, uma primeira figura humana constituída por um círculo de onde sai um traço representando o tronco, dois riscos para os braços e outros dois para as pernas. Depois, essa figura incorpora cada vez mais detalhes, conforme a criança refine seu esquema corporal e ganhe repertório imagético ao ver desenhos de sua cultura e dos próprios colegas.
Uma das primeiras pesquisas dos pequenos, assim que entram na figuração, é a relação topológica entre os objetos, como a proximidade e a distância entre eles, a continuidade e a descontinuidade e assim por diante. Em seguida, eles se interessam em registrar tudo o que sabem sobre o modelo ao qual se referem no desenho, e é possível verificar o uso de recursos como a transparência (o bebê visível dentro da barriga mãe, por exemplo) e o rebatimento (a figura vista, ao mesmo tempo, por mais de um ponto de vista). Assim, a criança se aproxima das noções iniciais de perspectiva e escala, estruturando o desenho em uma cena, sem misturar na mesma produção elementos de diferentes contextos (veja abaixo a produção de Anita, 5 anos, que detém essas características).
"Vou desenhar a minha casa. Aqui é o portão e tem uma janela aqui." Anita, 5 anos
"Dá para ver a sua mãe dentro de casa?" Repórter"Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta." Anita
"Dá para ver a sua mãe dentro de casa?" Repórter"Não, porque a porta parece um espelho. Só daria se a janela estivesse aberta." Anita
O desenho é espontâneo ou é fruto da cultura?
Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. "A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural", diz Rosa Iavelberg.
Entre os principais estudiosos, há uma cizânia. Há os que defendem que o desenho é espontâneo e o contato com a cultura visual empobrece as produções, até que a criança se convence de que não sabe desenhar e para de fazê-lo. E há aqueles que depositam justamente no seu repertório visual o desenvolvimento do desenho. Nas discussões atuais, domina a segunda posição. "A única coisa que sabemos ser universal no desenho infantil é a garatuja. Todo o resto depende do contexto cultural", diz Rosa Iavelberg.
Detalhes da figura humana, noções de perspectiva e realismo visual são elementos da evolução do desenho.
Essa perspectiva não admite o empobrecimento do desenho infantil, mas entende que a criança reconhece a forma de representar graficamente sua cultura e deseja aprendê-la. Assim, cai por terra o mito de que ela se afasta dessa prática quando se alfabetiza. "O desenho é uma forma de linguagem que tem seus próprios códigos", diz Mirian Celeste Martins. "Para se aproximar do que ele expressa, é preciso fazer uma escuta atenta enquanto ele é produzido." Para Mirian, a relação entre a aquisição da escrita e a diminuição do desenho ocorre porque a escola dá pouco espaço a este quando a criança se alfabetiza - algo a ser repensado em defesa de nossos desenhistas.
* Os desenhos e os diálogos publicados nesta reportagem são de crianças de 3 a 5 anos da Creche Central da Universidade de São Paulo (USP)
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/rabiscos-ideias-desenho-infantil-garatujas-evolucao-cognicao-expressao-realidade-518754.shtml, acessado em 02/09/13
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