segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Vagas de estágios e empregos
Prezados,
Para conhecimento, segue a lista das oportunidades de estágios e empregos disponibilizadas pelas empresas através da Rede de Estágios e Empregos, atualizada.
Os alunos e ex-alunos da Newton Paiva interessados devem acessar o link "Estágios e Empregos", em "Informações e Serviços", para obter mais informações das vagas, bem como a forma para participar do processo de seleção.
São vagas distribuídas nos seguintes cursos: Adm.Empresas, Arquitetura, C.Biológicas, C.Contábeis, Comércio Exterior, Direito, Economia, Enfermagem, Engenharias, Estética e Cosmética, Farmácia, Fisioterapia, Geografia, Gestão em Logística, Gestão em Representações Comerciais, Gestão em RH, Gestão Financeira, Jornalismo, Letras, Marketing, Negócios Automotivos, Nutrição, Pedagogia, Processos Gerenciais, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Rel.Públicas, Relações Internacionais, Secretariado e Sistema de Informação.
Estamos a disposição para informações.
Atenciosamente,
Cláudia Regina Lazzarotto
Coordenadora de Extensão
domingo, 7 de outubro de 2012
nota de falecimento
É com imensa tristeza que viemos comunicar o falecimento do Sr. Armando, marido da nossa querida professora Necy. O velório será no cemitério Parque Renascer das 15:30 ás 17:30. Em nome de todos os estudantes da Pedagogia nossos sentimentos.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Complementação do Malote Virtual 27/09 - Escola Integrada
Editora: Escrituras
Autor: Gomes Filho, João
A capacidade da informação visual é muito mais ampla do que aquelas
transmitidas e/ou assimiladas pelos outros sentidos. A comunicação,
hoje, é feita e difundida pelos meios tecnológicos, meios estes que
nos expõem - muitas vezes compulsoriamente - a múltiplos elementos
visuais. Diante desta realidade, o aprendizado e a absorção de uma
gramática da imagem tornam-se imprescindíveis à compreensão da forma
de como se apresenta nossa cultura atual. 'Gestalt do Objeto' foi
concebido e estruturado de maneira a proporcionar exemplificações dos
princípios, conceitos e técnicas visuais. De acordo com a Gestalt, a
arte funda-se no princípio da pregnância da forma. E, assim, no
processo de criação de imagens, fatores como equilíbrio, clareza e
harmonia visual são imprescindíveis para o ser humano. De modo prático
e didático, é apresentado um sistema de leitura visual da forma do
objeto, fazendo uso de fundamentos científicos da Psicologia da
Percepção da Escola Gestalt.
Autor: Gomes Filho, João
A capacidade da informação visual é muito mais ampla do que aquelas
transmitidas e/ou assimiladas pelos outros sentidos. A comunicação,
hoje, é feita e difundida pelos meios tecnológicos, meios estes que
nos expõem - muitas vezes compulsoriamente - a múltiplos elementos
visuais. Diante desta realidade, o aprendizado e a absorção de uma
gramática da imagem tornam-se imprescindíveis à compreensão da forma
de como se apresenta nossa cultura atual. 'Gestalt do Objeto' foi
concebido e estruturado de maneira a proporcionar exemplificações dos
princípios, conceitos e técnicas visuais. De acordo com a Gestalt, a
arte funda-se no princípio da pregnância da forma. E, assim, no
processo de criação de imagens, fatores como equilíbrio, clareza e
harmonia visual são imprescindíveis para o ser humano. De modo prático
e didático, é apresentado um sistema de leitura visual da forma do
objeto, fazendo uso de fundamentos científicos da Psicologia da
Percepção da Escola Gestalt.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Sugestão de Cristiane Augusta Lopes - Aluna de Pedagogia - out/2012
Para educadores de geografia e história
O Centro de Referência em Cartografia Histórica convida para a oficina
"Trilha de Cartografia Histórica", a ser realizada no dia 29/09, de 9h
às 12h no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. O
evento visa o conhecimento prévio pelos educadores da atividade,
direcionada aos alunos do Ensino Fundamental e Médio, e o consequente
estreitamento da relação entre as disciplinas ministradas em sala de
aula e a "Trilha da Cartografia Histórica".
Para inscrição, os interessados devem ligar para o CENEX-MHNJB no
telefone (31) 3461-4204 ou enviar um e-mail
paraagendamentocenex@mhnjb.ufmg.br. No e-mail devem constar
informações como o nome do educador, instituição de ensino e cargo.
Bruna Massai.
Educadora no Centro de Referência em Cartografia Histórica - UFMG
O Centro de Referência em Cartografia Histórica convida para a oficina
"Trilha de Cartografia Histórica", a ser realizada no dia 29/09, de 9h
às 12h no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. O
evento visa o conhecimento prévio pelos educadores da atividade,
direcionada aos alunos do Ensino Fundamental e Médio, e o consequente
estreitamento da relação entre as disciplinas ministradas em sala de
aula e a "Trilha da Cartografia Histórica".
Para inscrição, os interessados devem ligar para o CENEX-MHNJB no
telefone (31) 3461-4204 ou enviar um e-mail
paraagendamentocenex@mhnjb.ufmg.br. No e-mail devem constar
informações como o nome do educador, instituição de ensino e cargo.
Bruna Massai.
Educadora no Centro de Referência em Cartografia Histórica - UFMG
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
| 1º ATO APRESENTA PÓ DE NUVENS |
Realização: 05, 06 e 07/10/12 - Sexta e Sábado às 21h, Domingo às 20h
|
Para os 30 anos do Grupo de Dança 1° Ato, os coreógrafos Denise Namura e Michael Bugdahn propõem uma obra que pode ser vista como uma travessia. Travessia de uma temporalidade onde o passado, presente e futuro se misturam para se tornar um tempo além do tempo.
Neste espetáculo, organizado como um livro com capa, capítulos e contracapa, dois grandes mineiros serão companheiros de viagem: João Guimarães Rosa e Milton Nascimento, suas vidas e obras. Navegando entre o prosear mineiro e o silêncio cheio de promessas, entre o nada e o tudo, entre o mar de montanhas e as estradas de terra vermelha, os caminhos nascem e se cruzam pouco a pouco, em um movimento coreográfico feito poesia. Por vezes os coreógrafos se inspiram no som, no cheiro, na textura, no peso de uma simples palavra, de uma nota só, para transformar este material em estados emocionais fortes, concentrando-se ainda na vida dos personagens: na busca do absoluto, nas escolhas de vida, na solidão, no medo, nos laços de família. Denise Namura e Michael Bugdahn conduzem o público para um universo marcado de humor e poesia, carregado do gestual e da escritura que lhes são próprios, propondo um olhar irônico, mas muito carinhoso. Uma visão muito pessoal sobre o mundo de Guimarães e Milton Nascimento, dois artistas mineiros tão especiais. Indo além, ampliando o olhar sobre a vida e a condição humana, porque afinal “(...) esta vida quando descansa de ser ruim, é até engraçada.”. Local: Teatro Sesiminas Datas de apresentação: 05, 06 e 07 de Outubro de 2012 Horários: Sexta e Sábado às 21h, Domingo às 20h Preços: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia) Classificação: Livre Telefone para informações: 31 3241-7181 |
Sugestão de Cintia Araújo Ferreira - Aluna de Pedagogia - out/2012
Analfabetismo histórico
SÃO PAULO - O movimento negro, bem como outros grupos que tentam
reduzir os níveis de intolerância na sociedade, tem toda a minha
simpatia. Isso dito, é ridículo o que estão tentando fazer com
Monteiro Lobato. Se a iniciativa legal, que já chegou ao Supremo,
prosperar, o autor poderá ter parte de sua obra banida das bibliotecas
escolares.
Não há a menor dúvida de que Lobato se utiliza de expressões que hoje
soam rematadamente racistas, como o termo "macaca de carvão", para
referir-se à Tia Nastácia. A questão é que estamos falando de escritos
dos anos 30, época em que quase todo mundo era racista. E, se há um
pecado mortal na crítica literária e na análise histórica, é o de
interpretar o passado com os olhos de hoje.
"Não sou nem nunca fui favorável a promover a igualdade social e
política das raças branca e negra... há uma diferença física entre as
raças que, acredito, sempre as impedirá de viver juntas como iguais em
termos sociais e políticos. E eu, como qualquer outro homem, sou a
favor de que os brancos mantenham a posição de superioridade."
Odioso, certo? Também acho. Mas, antes de condenar o autor da frase ao
inferno da intolerância, convém registrar que ela foi proferida por
Abraham Lincoln, o presidente dos EUA que travou uma guerra civil para
libertar os negros da escravidão.
E Lincoln não é um caso isolado. Encontramos pérolas racistas em ditos
de Gandhi e Che Guevara. Shakespeare traz passagens escancaradamente
antissemitas, Eurípides era um misógino e Aristóteles defendia com
empenho a escravidão. Vamos banir toda essa gente das bibliotecas
escolares?
A verdade é que todos somos prisioneiros da mentalidade de nossa
época. Há sempre um horizonte de possibilidades morais além do qual
não conseguimos enxergar. Aplicar critérios contemporâneos para julgar
o passado é uma manifestação de analfabetismo histórico.
Hélio Schwartsman é bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans
- O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve
na versão impressa da Página A2
Reportagem Folha de São Paulo –
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/1155398-analfabetismo-historico.shtml
SÃO PAULO - O movimento negro, bem como outros grupos que tentam
reduzir os níveis de intolerância na sociedade, tem toda a minha
simpatia. Isso dito, é ridículo o que estão tentando fazer com
Monteiro Lobato. Se a iniciativa legal, que já chegou ao Supremo,
prosperar, o autor poderá ter parte de sua obra banida das bibliotecas
escolares.
Não há a menor dúvida de que Lobato se utiliza de expressões que hoje
soam rematadamente racistas, como o termo "macaca de carvão", para
referir-se à Tia Nastácia. A questão é que estamos falando de escritos
dos anos 30, época em que quase todo mundo era racista. E, se há um
pecado mortal na crítica literária e na análise histórica, é o de
interpretar o passado com os olhos de hoje.
"Não sou nem nunca fui favorável a promover a igualdade social e
política das raças branca e negra... há uma diferença física entre as
raças que, acredito, sempre as impedirá de viver juntas como iguais em
termos sociais e políticos. E eu, como qualquer outro homem, sou a
favor de que os brancos mantenham a posição de superioridade."
Odioso, certo? Também acho. Mas, antes de condenar o autor da frase ao
inferno da intolerância, convém registrar que ela foi proferida por
Abraham Lincoln, o presidente dos EUA que travou uma guerra civil para
libertar os negros da escravidão.
E Lincoln não é um caso isolado. Encontramos pérolas racistas em ditos
de Gandhi e Che Guevara. Shakespeare traz passagens escancaradamente
antissemitas, Eurípides era um misógino e Aristóteles defendia com
empenho a escravidão. Vamos banir toda essa gente das bibliotecas
escolares?
A verdade é que todos somos prisioneiros da mentalidade de nossa
época. Há sempre um horizonte de possibilidades morais além do qual
não conseguimos enxergar. Aplicar critérios contemporâneos para julgar
o passado é uma manifestação de analfabetismo histórico.
Hélio Schwartsman é bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans
- O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve
na versão impressa da Página A2
Reportagem Folha de São Paulo –
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/1155398-analfabetismo-historico.shtml
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Avaliação Institucional - Participe!
Prezados alunos,
o prazo para fazer a avaliação institucional foi prorrogado.
Não deixe de fazer! Sua participação é importante.
Acesse o portal, entre em autoavaliação e participe!
o prazo para fazer a avaliação institucional foi prorrogado.
Não deixe de fazer! Sua participação é importante.
Acesse o portal, entre em autoavaliação e participe!
Assinar:
Postagens (Atom)









