sexta-feira, 6 de julho de 2012

Escola Integrada divulga

III SEMINARIO INTERNACIONAL TEIAS DE CIDADANIA:
A CULTURA POPULAR TECE CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO INTEGRAL

APRESENTAÇÃO
O Seminario Internacional TEIAS DE CIDADANIA nasce com o objetivo de
ser espaço de diálogo e troca de experiências entre aqueles que, em
espaços, tempos, ofícios, propostas diversas, vão, coletivamente,
construindo uma educação integral, direito de todos, conquista de uma
cidadania plena.
Em 2010 aconteceu o ll Seminario Internacional Teias de Cidadania que
teve como tema a democracia, como direito e condição de uma educação
integral, procurando, assim, ampliar o campo de reflexões sobre o
vínculo entre sujeitos de direito, participação democrática e formação
humana.
Em 2012, trazemos o tema da CULTURA POPULAR como eixo das discussões
do III Seminário. Não há como pensar a educação desvinculada da
cultura, não há como desconsiderar que alunos e professores são
sujeitos socioculturais, com uma experiência educativa muito mais
ampla que a escolar.
O Seminário acontecerá entre os dia 31/07 e 03/08 e durante o
Seminário procuraremos, por meio de debates, relatos e vivências,
estabelecer reflexões que articulem a cidade com a escola, a educação
com a cultura, os sujeitos com suas expressões culturais.
Nos dias 01 e 03 de agosto, teremos, nos auditórios da UFMG, as Mesas
de Diálogo e as Rodas de Conversa, com convidados nacionais e
internacionais conversando sobre temáticas diversas, relacionadas a
educação, cultura, territórios e redes educativas. E, nesses dias,
começaremos as atividades com apresentações culturais, expressões da
cultura popular brasileira.
No dia 02 de agosto, o Teias de Cidadania vai ocupar as praças de Belo
Horizonte, com diversas oficinas, possibiltando, aos participantes,
experências artísticas, culturais e de intervenção urbana.
O Seminário é organizado pelo grupo TEIA (Territórios, Educação
Integral e cidadaniA), da FAE/UFMG e está organizado de modo a que
cada participante possa escolher um percurso formativo, com a escolha
de atividades no período da manhã e da tarde ou somente em um dos
períodos.

As inscrições podem ser feitas pelo site do TEIA (www.fae.ufmg.br/teia)
A programação detalhada do Seminário será disponibilizada em breve no
site do TEIA.
Qualquer dúvida e informação enviar email para: teiasdecidadania.ufmg@gamil.com


PROGRAMAÇÃO
31/07 – UFMG
NOITE: ABERTURA
19:00h - MESA DE DIÁLOGO: A CULTURA POPULAR TECE CAMNHOS PARA UMA
EDUCAÇÃO INTEGRAL
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO
MIGUEL ARROYO
CLAUDIUS CECCON
01/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h – RODAS DE CONVERSA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
NOITE:
18:30h – MANIFESTAÇÃO CULTURAL
19:00h - PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INTEGRAL

02/08 – PRAÇAS DE BELO HORIZONTE
MANHÃ E TARDE
8:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS
13:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS

03/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h - RODAS DE CONVERSA
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
17:30h - - MANIFESTAÇÃO CULTURAL E ENCERRAMENTO
ALGUMAS OFICINAS JÁ CONFIRMADAS
1) IMAGINÁRIO COLETIVO: UM OLHAR SOBRE OS ESPAÇOS DE BH – JORGE QUINTÃO
Através de exercícios, dinâmicas e vivências, a oficina procura trazer
a técnica fotográfica como forma de resgatar o contato direto com as
sensações e emoções, recuperando os sentimentos suprimidos e reavendo
a humanidade perdida, através da visitação de lugares comuns da cidade
de Belo Horizonte e o compartilhamento de vivências.
2) ATELIÊ ABERTO: ALÉM DO JARDIM – ROSVITA KOLB
Esta oficina é um convite-passeio pela praça. É um convite-passeio com
a arte, com o meio ambiente, com você. Queremos nos divertir com
tecidos, barbantes e fios coloridos. As árvores, arbustos, e estátuas
vão ser os nossos companheiros de passeio. Através do fio amarado,
tricotado, trançado, enlaçado  que vamos dar forma e sentido para os
nossos sonhos  e desejos.
3) INTERVENÇÃO SONORA EM ESPAÇOS PÚBLICOS – MARCO SCARASSATTI
Ao considerar a escuta e a construção poética de espaços sonoros, como
tendências do pensar e das práticas musicais atuais, seja pelo viés da
paisagem sonora, ou pela criação de instalações e esculturas em que o
som dialoga com a idéia plástica, deve-se pensar na relação dessas
práticas com a educação musical, tangenciando uma pedagogia do sonoro,
o que proporcionaria uma apreensão do universo criativo presente nas
práticas musicais atuais. Dessa forma, essa oficina propõe a
intervenção sonora em um espaço público, como forma de apreensão e
utilização desse espaço como prática poético-musical.
4) OFICINA DE MÍDIA IMPRESSA – WARLEY BOMBI
A oficina consiste na criação coletiva de peças gráficas que tem como
referencia jornais tabloide, fazines e cartazes. Durante a oficina os
participantes irão analisar "formas" e "conteúdos" de matérias
publicadas nos jornais impressos mais populares. Em seguida, farão um
exercício de observação na praça e em seu entorno para elaborar
maneiras criativas de noticiar os fatos. Serão levados em consideração
os aspectos éticos e estéticos na montagem das peças. Os interessados
em participar da oficina deverão gostar de produção coletiva, colagem,
ilustração, leitura e escrita de texto.
5) REGISTRAR O SENSÍVEL – CERÂMICA EXPRESSIVA – GERMANA ARTHUZO
Através da argila-matéria primitiva ancestral, registrar o sensível do
espaço publico através da diversidade de texturas encontradas,
percebidas e captadas no cotidiano da cidade . Em pequenos pedaços
de argilas serão feitos registros através de palavras e desenhos
expressos livremente em conjunto com as texturas captadas no espaço
vivenciado por cada um. Ao final as peças dos participantes serão
expostas e todos poderão apreciar a diversidade produzida. Queimaremos
em forno de Cerâmica as peças produzidas que comporão um grande CACHO
contendo o registro sensível do grupo.
6) DA BRINCADEIRA À ARTE – GRUPO ATRÁS DO PANO – MYRIAM NACIF E PAULO THIELMANN
A oficina de arte-educação "Da Brincadeira à Arte" oferecida pelo
Atrás do Pano é uma extensão de sua prática lúdica junto ao público
infanto-juvenil, no que se refere à interação com este público e ao
processo de criação de personagens e roteiros para seus espetáculos.
Integrando as diversas linguagens artísticas presentes em seus
trabalhos teatrais como a música , o jogo teatral e as artes
plásticas, os ministrantes pretendem mostrar aos participantes como a
criação está relacionada ao despojamento lúdico e à espontaneidade
das brincadeiras. Partindo da brincadeira e do jogo é que se dá o
processo criativo necessário para a construção e utilização do
teatro, no palco ou na sala de aula. A partir deste contato com o jogo
espontâneo, o aluno deverá entender o significado da arte na educação.
7) CONSTRUINDO COM JORNAL – CARLA GROSSI
Nesta oficina vamos trabalhar com jornal amassado e ou modelado para
construir um boneco usando uma estrutura de arame e ferro. Elaborando
formas, volumes e proporções com a intenção de criar figuras tri
dimensionais reciclando jornal.
8) TEATRO NA PRAÇA – PAULINHO POLIKA
A oficina ensinará a confeccionar bonecos de Pantins, uma técnica do
teatro de bonecos. São bonecos de papel ou madeira colocados em uma
vara e podem ser utilizados também no teatro de sombras. Ainda serão
feitos exercícios de manipulação desses e outros bonecos.
9) PERCUSSÃO – DANIELA
A oficina tem como objetivo principal oferecer, através da percussão,
uma "vivência" musical, abordando alguns ritmos da Cultura Popular
como o Maracatu, a Ciranda, o Ijexá e o Congado. Através de exercícios
e práticas coletivas, será também abordada a técnica de cada
instrumento, além das tradicionais cantigas de domínio público que
compõem, juntamente com a percussão e a dança, o universo musical
destas manifestações.

CONVIDADOS PARA AS MESAS DE DIÁLOGO E RODAS DE CONVERSA
CONFIRMADOS
WILLIAN MORENO (COLOMBIA)
NELSON GARIVIA (COLOMBIA)
CARLOS CALVO ( CHILE)
SILVIA LOPEZ DE MATURAMA (CHILE)
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO (CAMPINAS)
LADISLAU DOWBOR (SÃO PAULO)
MARIA EUGENIA MILET (SALVADOR)
LYDIA HORTELIO (SALVADOR)
BIA GOULART (SÃO PAULO)
ADRIANA FRIEDMANN (SÃO PAULO)
JOSÉ MARCIO BARROS (BELO HORIZONTE)
JUAREZ MELGAÇO (BELO HORIZONTE)
LEVINDO DINIZ CARVALHO (BELO HORIZONTE)
LUCIA HELENA ALVAREZ LEITE (BELO HORIZONTE)
A CONFIRMAR
GUILLERMO RIOS (ARGENTINA)
MIGUEL ARROYO ( BELO HORIZONTE)
CLAUDIUS CECCON (RIO DE JANEIRO)
GIL AMÂNCIO (BELO HORIZONTE)
TIÃO ROCHA (CURVELO)

Contribuição da aluna Andreia Santos

Contribuição da aluna Cíntia Ferreira Araújo

Durante o período de realização do Estágio Supervisionado, tive a
oportunidade de perceber a importância do planejamento escolar.
Faz-se necessário planejar como deverá ser ministrada as aulas para
os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a
brincadeiras, precisam obter um conteúdo consistente para auxiliar no
processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá
adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo
educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes,
o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal
aprender faz parte de um processo.

Sugestão da aluna Ana Paula Braga Nery de Lima

http://www.livrariacorrecutia.com.br/pt/?page_id=373

quinta-feira, 5 de julho de 2012

evento


Postagem da aluna Gislainy Cassia Marinho


REVISTA TRAVESSURA

COMENTÁRIO DA ALUNA Gislainy Cássia Marinho
A Revista Travessura, essa revista está a venda somente em sete lagoas/mg, mas tem o endereço no blog http://revistatravessura.blogspot.com.br/2012/06/areias-contaminadas-em-parquinhos.html
A revista traz muitas informações e dicas que nos ajudam a cuidar de nossas crianças. vale a pena entrar no blog da Revista Travessura todo mês.

Vou enviar um email para a revista para que publiquem o blog do CEPED da Newton Paiva.

Segue uma notícia publicada pela Revista Travessura, achei muito importante para divulgarmos no blog do ceped.


 
Areias contaminadas em parquinhos




 
Alguns alunos de BH passaram mal depois de brincarem nos parquinhos das respectivas instituições e concluiu-se que os problemas de saúde das crianças (alergia, infecção e até contaminação visual por bactérias) vinham da contaminação da areia presente neste lugares.

Segundo o químico entrevistado pelo jornal Estado de Minas, não basta apenas lavar a areia com cloro, como algumas unidades fazem, uma vez por mês. “É necessária uma composição mais complexa e atóxica, claro, com ovicida, larvicida e fungicida. Após a descontaminação a areia fica segura por cerca de seis meses”.

Areia contaminada pode trazer riscos graves à saúde das crianças. São pombos, gatos e outros animais que podem contribuir para essa contaminação por causa das fezes.

Imagina como deve estar a areia dos parquinhos que não estão em um espaço privado? Que fique o alerta aos pais.
Fonte: Estado de Minas

Meu estágio (SEM IDENTIFICAÇÃO)

MEU ESTÁGIO (EMAIL SEM IDENTIFICAÇÃO. FAVOR COLOCAR UM COMENTÁRIO COM NOME)
"para mim, é impossível existir sem sonho. A vida na sua totalidade me ensinou como grande lição que é impossível assumi-la sem risco". Paulo Freire
Baseada na citação de Paulo Freire, conclui que a vida realmente tem que ser regrada de sonhos, desafios e inovações. Acabo por concluir meu estágio supervisionado que me fez vivenciar o dia a dia escolar de uma instituição de educação infantil, oportunidade essa que mesmo em período curto, mudou minha concepção de educação.  A escola escolhida para meu estagio, é uma instituição de tradição extensa, são quase quatro décadas, servindo a população da região oeste da capital. Escola mantida por uma instituição religiosa tem como objetivo principal a formação do sujeito ativo, detentor de sua própria história.  Gostaria de descrever o perfil de duas educadoras para servir de base de comparação da metodologia de cada uma. Educadora do maternal I deixou-me decepcionada com sua falta de interesse em proporcionar aos seus alunos momentos de interação, recreação com objetivos, o cotidiano dessa turma se resume basicamente em alimentação. Já a educadora do maternal III, conduz sua turma brilhantemente, dedica seu tempo em sala de aula com objetivo, utilizando metodologias inovadoras que encantam os alunos. Essas diferenças entre as educadoras são naturais na instituição, afinal a coordenação não mantém um controle sobre as atividades em sala. Plano de aula não é uma exigência da escola, o tema a ser trabalhado trimestralmente em sala de aula é repassado pela coordenação e a professora trabalha quando e como desejar no trimestre corrente. É  uma metodologia da coordenação sem objetivos finais.    

CDL

Postagem da aluna
Monica Santos Silva , RA 11012420

Venho comunicar a toda rede as oportunidades que a CDL oferece , já
fiz um curso de secretáriado e fui chamada para trabalhar assim que
terminei o curso é muito interessante, pois o CDL tem muitos cursos
gratuitos e em varis areas e depois encaminha para empresas que
solicitam pessoal.
segue o endereço: local Centro de Convenções da CDL/BH, Av. João
Pinheiro 495 Bairro Funcionarios ou melhor entre e site e veja as
oportunidades e cursos. www.cdlbh.com.br -
www.twiter.com.br/cdlbh -
www.facebook.com.br/cdlbh
entre e se divirta com os cursos nas ferias.
Abraços monica

Contribuição da aluna Patricia Kelly Bernardes França


Contribuição da aluna: PATRICIA KELLY BERNARDES FRANÇA, RA 11013329.

http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/livro-ou-brinquedo-690612.shtml


>> Educação Infantil

> Creche - 0 a 3 anos

> Linguagem oral e comunicação

É livro ou brinquedo?

Um suporte que mistura um pouco de cada um desses elementos pode ajudar a formar leitores desde que selecionados e trabalhado com critério


No Centro Educacional Anísio Teixeira, a diversidade é garantida. As crianças têm acesso a livros-brinquedos e também a edições tradicionais. Foto: Tânia Rêgo
No Centro Educacional Anísio Teixeira, a diversidade é garantida. As crianças têm acesso a livros-brinquedos e também a edições tradicionais
Nos momentos dedicados à leitura, tanto em sala quanto na biblioteca da Educação Infantil do Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat), no Rio de Janeiro, as crianças têm acesso a vários livros: com muito ou pouco texto, somente ilustrados, literários e informativos, entre outros. O trabalho com o material é levado a sério pelos educadores. "O contato com as estantes e a chance de escolher um entre diversos títulos e folheá-los faz parte do desenvolvimento do comportamento leitor dos pequenos", diz Elisa Creuza de Jesus, educadora da creche.

No acervo, também estão disponíveis livros-brinquedos: do tipo pop-up (com imagens em dobradura que saltam das páginas), com texturas, sons e abas que, quando abertas, revelam novidades. Embora muita gente ainda tenha dúvidas sobre esse suporte e torça o nariz para os recursos que dividem espaço com ilustrações e textos, a equipe do Ceat aposta nele. Assim como as edições tradicionais, eles t ambém são livros - e proporcionam interações diferentes.

O bom livro-brinquedo contribui para que o leitor viva uma experiência literária sem deixar de ser uma diversão relacionada ao brincar, que também é uma forma de interagir com o mundo. E vale registrar que a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) reconhece a categoria como legítima a ponto de, desde 1997, destinar um espaço para essas publicações no Prêmio FNLIJ, concedido anualmente.

É claro que para ser considerado livro o material precisa reunir algumas características básicas e ser usado como tal. Por exemplo: as informações precisam estar dispostas em páginas de forma que o leitor possa folheá-las, observar seu conteúdo e seguir a narrativa.

Recursos devem ajudar a contar a história

Nem tudo o que está disponível no mercado é interessante e tem qualidade. Trabalhar com afinco na escolha do qu e fará parte do rol de leitura da turma requer analisar os títulos um a um. É sua responsabilidade escolher bons materiais, elaborados com cuidado estético e com textos bem escritos (confira na próxima página algumas sugestões).

Além disso, é preciso avaliar se os mecanismos disponíveis ajudam a construir o enredo. Uma das características mais importantes da literatura é o mistério, a fantasia, o não dito -, o que o leitor está por descobrir. "Os artifícios do livro devem contribuir para isso. Se o texto, as imagens e outros recursos deixam tudo explícito, perde-se a graça", explica Ninfa Parreiras, mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Letra Falante, grupo de leitura e de pesquisa de literatura infantil e juvenil, em São Paulo.

Há livros-brinquedos que se aproximam mais de brinquedos devido ao formato e aos artifícios disponíveis, deixando a história em segundo plano. Is so pode parecer interessante para estimular os sentidos e entreter as crianças, mas não as aproxima da leitura.

No mais, o formato precisa ser levado em conta. "Exemplares muito grandes ou pesados demais dificultam a manipulação pela criançada", conta Ninfa. Porém, mesmo que intervenções do tipo pop-up pareçam delicadas para mãozinhas desajeitadas, os pequenos não devem ser privados de mexer nelas - para evitar páginas rasgadas, por exemplo. Um dos objetivos do trabalho com o livro-brinquedo é justamente despertar a vontade de entrar em contato com ele.

Como leitor experiente, você deve servir de modelo: mostre a forma adequada de manuseio, virando as páginas e mexendo no papel com cuidado, enquanto explica em voz alta o que está fazendo. Ainda assim, danos vão ocorrer - às vezes será possível repará-los, outras não e tudo bem. Tenha consciência de que isso faz parte do processo de aproximação da turma com o universo da leitura.

"Para que possam manusear o livro, me aproximo de cada uma das crianças e pergunto se querem tocá-lo. Depois da leitura em roda, organizo momentos para que todas tenham a oportunidade de folhear e explorar os títulos sozinhas", fala Elisa, do Ceat. Assim, os pequenos têm oportunidade de fazer descobertas com tempo e autonomia e seguem construindo sua trajetória como leitores

COMENTÁRIO DO CURSO DE NEUROCIÊNCIAS CONDUZIDO PELA PROFESSORA RIVIANE

Comentário da aluna Silvania Aparecida Ferreira, RA= 11012826 sobre o curso de extensão "Relação entre Neurociências e Educação: Novos olhares" dado pela professora Riviane Bravo.

Gostaria de deixar um pequeno trecho do que foi  Curso de Extensão "Relação entre Neurociências e Educação: Novos olhare" conduzido pela professora Riviane Bravo.
Bartoszeck (2009) afirma que o professor utiliza rotineiramente estratégias pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem de sua disciplina. O autor faz referência a algumas dessas estratégias, com base em estudos de Rutson & Larkin, estabelecendo uma relação entre os princípios da neurociência sobre como o cérebro aprende e as estratégias que podem ser criadas no ambiente de sala de aula, especificando-as:
* Aprendizagem e memória e emoções ficam interligadas  quando ativadas pelo processo de aprendizagem. A aprendizagem sendo atividade social, alunos precisam de oportunidades para discutir tópicos. Ambiente tranquilo encoraja o estudante a expor seus sentimentos e idéias.
* O cérebro se modifica aos poucos fisiológica e estruturalmente como resultado da experiência. Aulas práticas/exercícios físicos com envolvimento ativo dos participantes fazem associações entre experiências prévias com o entendimento atual.
* O cérebro mostra períodos ótimos para (períodos sensíveis) para certos tipos de aprendizagem, que não se esgotam mesmo na idade adulta. Ajuste de expectativas e padrões de desempenho às características etárias específicas dos alunos, uso de unidades temáticas integradoras."   
* O cérebro mostra plasticidade neuronal (sinaptogênese), mas maior densidade sináptica não prevê maior capacidade generalizada de aprender. Os estudantes precisam sentir-se "detentores" das atividades e temas que são relevantes para suas vidas. Atividades pré-selecionadas com possibilidade de escolha das tarefas aumentam a responsabilidade  do aluno no seu aprendizado.
* O cérebro responde, devido a herança primitiva, às gravuras, imagens e símbolos. Propiciar ocasiôes para alunos expressarem conhecimento através das artes visuais, música e dramatizações.

Postagem para o blog

Contribuição da

aluna PATRÍCIA KELLY BERNARDES FRANÇA, meu RA11013329.

http://www.promenino.org.br/Default.aspx?TabId=77&ConteudoId=852825ce-c725-4f73-9648-bd843031aec0

Pró Menino03/07/2012

Estudo mostra como jovens infratores avaliam a escola

0 comentaram
Agência FAPESP – Apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegurar o direito ao acesso amplo e irrestrito à educação por todos os jovens, incluindo os em conflito com a lei, as escolas públicas brasileiras têm dificuldade em incluir e integrar os adolescentes que cometeram atos infracionais, possibilitando que eles permaneçam na instituição.
Um estudo realizado por Aline Fávaro Dias no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com Bolsa da FAPESP, identificou alguns dos fatores que facilitam ou dificultam a permanência na escola de jovens infratores.
O trabalho ganhou o Prêmio Crefal de Melhores Teses sobre Educação de Pessoas Jovens e Adultas, edição 2011, concedido pelo Centro de Cooperação Regional para a Educação de Adultos na América Latina e no Caribe (Crefal) – um organismo internacional de cooperação na área de educação, apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O estudo também resultou em um capítulo de um livro organizado por Dias e publicado no fim de maio. No estudo, Dias, que é graduada em psicologia, realizou entrevistas e acompanhou seis adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em regime de liberdade assistida pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, com o intuito de compreender o significado que eles atribuem às suas vivências escolares.
Dias constatou que, em geral, os adolescentes – que apresentam baixa escolaridade e histórico de repetência, expulsão e evasão escolar – veem a escola de uma forma ambígua.
De um lado, apesar de a escola ser avaliada por eles como um espaço onde são estigmatizados, excluídos e rotulados, por outro lado, a instituição também é vista por esses jovens como um ambiente de socialização, onde podem fazer amizades, paquerar e namorar. Já o conteúdo escolar é considerado como desinteressante e algo secundário.
"Eles invertem a função da escola. O aprendizado, que é considerado primordial para a escola, carece de sentido para eles por não conseguirem ver uma aplicação prática no dia a dia do conteúdo que aprendem, e a sociabilidade passa a ser o aspecto mais importante", disse Dias à Agência FAPESP.
Segundo a psicóloga, além da falta de vínculo do conteúdo escolar com a realidade, outros fatores que contribuem para essa percepção invertida dos jovens infratores sobre a escola são o próprio envolvimento desses adolescentes em atos infracionais, que faz com que se distanciem da instituição, além da baixa escolaridade dos pais e a dificuldade da instituição escolar em lidar com eles.
"De modo geral, as instituições de ensino possuem pouca informação sobre o ECA e sobre quais são as medidas socioeducativas previstas para um jovem que cometeu um ato infracional", disse.
Em função dessa carência de informação, as escolas tendem a excluir e a rotular esses jovens – que podem possuir maior dificuldade de aprendizagem e de relacionamento com os colegas – como perigosos ou a responsabilizá-los por tudo o que acontece de ruim na instituição, como atos de vandalismo.
"A escola acaba vendo esses jovens como problemáticos e que talvez se não estivessem ali seria melhor. É muito comum a prática de expulsão e transferência compulsória desses adolescentes, passando o problema de uma escola para a outra e não resolvendo, de fato, a situação deles", disse Dias.
Segundo ela, a maioria dos jovens em conflito com a lei tem dificuldade de encontrar vagas nas escolas, fazendo com que desistam de estudar ainda no ensino fundamental. "Eles reconhecem que a escola e o estudo são importantes, mas mesmo reconhecendo isso não conseguem permanecer na instituição", afirmou.
Contribuições da pesquisa
Na opinião da professora Elenice Maria Cammarosano Onofre, da UFSCar, que orientou o estudo, uma das principais contribuições do trabalho realizado por Dias é ajudar a diminuir a escassez de estudos sobre a relação com a escola de jovens em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto – um benefício concedido apenas a autores de atos infracionais contra o patrimônio, como roubo, furto e envolvimento com o tráfico de drogas.
Apesar de já existir no Brasil uma série de estudos sobre jovens infratores cumprindo medida socioeducativa em regime fechado por atos infracionais contra pessoas, como homicídio, ainda há poucos trabalhos sobre adolescentes que cometeram atos infracionais cumprindo pena em regime aberto.
"O estudo de Dias permite avaliar como o jovem infrator é – ou não – acolhido pela instituição escolar e o quanto os professores estão preparados para receber esses adolescentes em conflito com a lei", disse Onofre.
Alguns dos resultados do estudo foram publicados em um livro, lançado no fim de maio, pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, onde Dias realizou o estudo.
Olhares compartilhados: uma história sobre as medidas socioeducativas em meio aberto no município de São Carlos
Organizadores: Aline Fávaro Dias e outros
Páginas: 211
Lançamento: 2012

PARA O BLOG DO CEPED


Olá pessoal, neste site há vários eventos da área da educação que acontecerão ainda neste ano. Vale a pena conferirmos. Temos várias opções de cursos que nos ajudarão em nosso crescimento.abraços a todas(os).
Silvania Aparecida Ferreira RA= 11012826  
Lista de Eventos:

02/07/2012 a 06/07/2012
Curso de Gestão de Bibliotecas Digitais.- Rio de Janeiro

Mais informações: Clique aqui

02/07/2012 a 06/07/2012
Segunda Semana do Patrimônio Histórico e Cultural Militar

Mais informações: Clique aqui

09/07/2012 a 11/07/2012
II Encontro sobre o Ensino de Preservação: Biblioteconomia, Documentação e Preservação de Acervos de Memória - Rio de Janeiro - RJ

Mais informações: Clique aqui

15/07/2012 a 21/07/2012
*O Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, DocumentaçãoCiência da Informação e Gestão da Informação (ENEBD) - Belo Horizonte - MG

Mais informações: Clique aqui

16/07/2012 a 20/07/2012
Unicamp realiza 18º Congresso de Leitura e Escrita do Brasil - Unicamp – Campinas-SP

Mais informações: Clique aqui

13/08/2012 a 15/08/2012
I Simpósio Nacional de Crítica, Genética e Arquivologia – Teresina – PI

Mais informações: Clique aqui

27/08/2012 a 29/08/2012
3º Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria - Gramado-RS

Mais informações: Clique aqui

03/09/2012 a 07/09/2012
Tema central: Esportes na Idade Mídia - diversão, informação e educação Fortaleza-CE

Mais informações: Clique aqui

16/09/2012 a 21/09/2012
XVII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias - Gramado - RS

Mais informações: Clique aqui

17/09/2012 a 18/09/2012
I Encontro Nacional de Catalogadores - Rio de Janeiro

Mais informações: Clique aqui

17/09/2012 a 18/09/2012

meu estágio - postagem incorreta

favor não anexar arquivos word, excel, ou pdf. Apenas JPG imagem.




MARCINEI HELENA DA CRUZ - RA 11012526




Prezada Juliana, segue um pequeno relato sobre uma situação vivenciada em meu estágio.
Abraços.

Participação no blog tema :Sala de aula

Durante o período de realização do Estágio Supervisionado, tive a oportunidade de perceber a importância do planejamento escolar.
Faz se necessário  planejar como deverá ser ministrada as aulas para os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a brincadeiras, precisam obter um contéudo consistente para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes, o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal  aprender faz parte de um processo.
Aluna: Cíntia Ferreira Araújo
RA: 11012391

Postagem Blog postagem incorreta.

Denise,
O arquivo do word não aparece para nós.

Bom dia!
Fiz uma postagem no blog mas não consigo acha-la. Vocês poderiam postar novamente por favor?
Att. Denise Schettini
11020258

Relato de experiência da aluna Juliana de Deus Chagas

A oportunidade de realizar o estágio curricular foi muito importante.
Com o estágio, temos a oportunidade de vivenciar os conceitos e
teorias aprendidos em sala de aula na prática, oportunidade de
observar pontos positivos, que seguiremos depois em nossa prática e
também os pontos negativos, os quais não adotaremos em nosso dia a
dia.
Tive oportunidade de estagiar numa escola tradicional, que existe há
muito tempo. A escola é boa Ela se preocupa com a formação do caráter
de seus alunos e desenvolve vários projetos nesta área. Ela está
preocupada com o aluno no todo e não somente com o pedagógico. Ela
preocupa-se com a formação da personalidade global do aluno, o que
demonstra a seriedade da escola e o seu compromisso com o crescimento
pessoal e educacional de seus alunos.
A escola convidou-me para ser monitora da Educação Infantil por ter
gostado do meu trabalho como estagiária. Eu logo aceitei porque tenho
certeza que com ética e profissionalismo, o sucesso é garantido.
Este estágio foi de grande aprendizagem e valia para mim. Com ele
aprendi demais. Aprendi que ensinar requer esforço, dedicação, amor,
paciência e persistência. Aprendi que aprendemos todos os dias, junto
com os alunos. Aprendi que educar vale a pena e que estou no caminho
certo!

Comentário da aluna Ana Cristina Medeiros

A educação na sala de aula é prática educativa não só de crianças como
de adolescentes e adultos.
O ensino não deve se aprisionar somente á sala de aula mas na
exploração de outros espaços que contribuam de forma
eficaz o processo de ensino aprendizagem do ser humano, de forma geral.
Pode-se aplicar práticas educativas dentro e fora de sala de aula.
Dentro do planejamento de aula, o professor verificará o
que será mais adequado de acordo com o resultado que deseja alcançar.
De forma geral, a sala de aula é o primeiro passo para construirmos
conhecimento e trocarmos idéias além de socializarmos
criamos laços afetivos e deixamos este espaço do jeito que somos, cada
um com suas características.

Beijos,
Ana Cristina Medeiros

Relato de experiência da aluna Gislainy Cássia Marinho

Gostaria de comunicar no Ceped, a minha contratação que ocorreu
durante o meu estágio curricular supervisionado em gestão e docência
nos anos iniciais do ensino fundamental.

A direção de uma renomada escola convidou-me para trabalhar como
monitora das turmas da educação infantil, auxiliando especificamente a
professora regente do maternal III, uma turma de 15 crianças com idade
de 3 anos, sendo que nessa turma dois alunos são mais do que
especiais. Logo nos primeiros dias me apaixonei por todas as
crianças, a professora já me conhecia desde o início do estágio, pois
visitava as turmas da educação infantil todos os dias na hora do meu
intervalo. Com isso, ganhei admiração por parte da professora regente
do maternal III que eu considero uma profissional nota 10.
No dia que ocorreu a reunião da primeira etapa com os pais, estavam
presentes a coordenadora e a diretora, para a minha surpresa também
fui convidada para participar e ali foi anunciado a minha participação
junto a escola e o trabalho junto com o maternal III.


Fiquei muito feliz em poder fazer parte da equipe e somar com o pouco
do que eu venho aprendendo durantes os estágios e com aprendizado das
disciplinas no decorrer do curso de pedagogia.
Desde o início do meu estágio nessa escola, procurei agir com ética em
todas as minhas ações contribuindo com a direção, professores,
recebendo os alunos e os pais com atenção e dedicação, esse foi o
resultado de um trabalho feito com muito amor.
Todos as pessoas que atuam na escola e até os pais me deram os
parabéns, estou muito feliz e com certeza esse envolvimento com as
ações que são desenvolvidas na escola, principalmente com as crianças
e para as crianças já estão enriquecendo muito meu aprendizado como
futura docente.


Um abraço, Gislainy Cássia Marinho.

Sugestão da aluna Marcinei Helena Da Cruz

► Cartilha para pais com 49 dicas para ajudar seu filho a ler e a
escrever: http://abr.io/cartilha-alfabetizacao (visualização)

► Para download gratuito da cartilha: http://abr.io/download-alfabetizacao

► Principais dúvidas dos professores sobre alfabetização:
http://abr.io/respostas-alfabetizacao

Nada de televisão o dia todo! Para ajudar pais que não sabem como
ocupar seus filhos nas férias, vamos compartilhar uma dica por dia
durante julho. A de hoje é visitar um museu! Gostou? Compartilhe com
os amigos! :)

Confira uma lista com as 20 atrações mais educativas do Brasil:
http://abr.io/lista-museu

Leia também 10 passos para tornar uma visita ao museu mais divertida:
http://abr.io/visita-museu

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Comentários para o blog


Comentário da aluna Isaura RA 11111714 - Pedagogia EaD

1º Comentário - Isaura RA 11111714

Muitas vezes a professora faz um planejamento que não leva em consideração o espaço onde será realizada a atividade e, ao executá-la é que a docente percebe que em um outro local obteria mais sucesso, pois há a necessidade de levar em consideração o tempo e o espaço e principalmente o planejamento das atividades do dia-a-dia escolar.

2º Comentário -  Pedro Novelli da Sciello

Na prática em sala de aula, com o decorrer das atividades executadas a professora vai conhecendo o aluno, pois a criança se expressa constantemente nessa sala de aula, seja ao realizar uma atividade de registro ou até mesmo durante as brincadeiras livres quando se mostra ao assumir os papéis do cotidiano, e são nesses momentos que o professor como bom observador tem um conhecimento constante do aluno.

3º Comentário - Freire

A constante busca de conhecimentos deve estar presente no cotidiano dos profissionais da educação devido a necessidade de adequação ao ensino, uma vez que no mesmo ocorre muitas mudanças e o professor precisa estar preparado para lidar com os diferentes tipos de alunos que recebe e os diferentes profissionais no qual convive diariamente.

4º Comentário - Nívea Braga

Sabe-se da importância em considerar o conhecimento de mundo do aluno. O professor desempenha melhor o seu papel utilizando esse aprendizado do discente para planejar melhor as suas aulas e trabalhar sobre ele desenvolvendo assim um ser pensante que é esse próprio aluno.


--
Isaura
Foto