quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sugestão de Ana Paula Nery - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Achei este texto em um BLOG e acho que vale a pena ser lido...



E livro para a alfabetização? Qual você tem?"



Tenho o costume de visitar as prateleiras de livros infantis para ver as novidades, ler os livros que não conheço e observar o contato das crianças com o universo mágico das histórias infantis. Geralmente junto com as crianças, estão as mães sugerindo que os filhos escolham o livro que desejam comprar… A maioria das crianças pequenas, não alfabetizadas, folheiam o livro, olham as capas, escolhem a partir dos personagens já conhecidos ou usam algum outro critério, como possuir canetinhas, quebra-cabeça, pop-ups, etc..
Esta semana aconteceu algo inédito (pelo menos na minha experiência!) cada livro que uma criança (com 4-5 anos aparentemente) escolhia, era desencorajado pela mãe, com frases tipo: "ah não, filha, esse é muito chato!" ou "Esse não! É para criança muito pequena" e, assim, cada um que a criança escolhia, a mãe tinha algo contra para dizer. Só depois fui entender o motivo. A mãe chamou o vendedor e disse: "qual desses ajuda na alfabetização?", o vendedor a conduziu para a seção de livros didáticos e mostrou alguns. Imediatamente a mãe reconheceu um deles e disse, entusiasmada: "Nossa! É esse mesmo! Eu fui alfabetizada por ele. Filha, está decidido! Vamos?!".
O livro escolhido (acreditem!) era a cartilha "Caminho Suave"(1) (que teve sua 1a edição em 1948, de autoria da pedagoga Branca Alves – 1911-2001), quem não se lembra? Assim como a mãe, também fui alfabetizada pela referida cartilha. Qual o problema, então? Poderia ficar horas falando sobre isso que, por sinal, é um dos temas que mais me interessa na Educação, mas, para continuar mantendo a tradição de textos leves e mais objetivos, vou tentar apontar pontos cruciais que me preocupam na escolha da mãe.
Sem entrar, ainda, em teorias de alfabetização e letramento, uma questão que me intriga é a preocupação (muitas vezes desmedida) dos pais de anteciparem o período de alfabetização escolar, "treinando" seus filhos em casa, interrompendo anos fundamentais da infância, em que outras habilidades e competências (muito mais importantes e estruturantes, inclusive para depois aprender a escrever) deveriam estar sendo promovidas… Para quê? Para que antecipar este momento? Será que passa pela cabeça da mãe que se sua filha aprender antes, vai ser mais bem sucedida na vida adulta? Será mais inteligente? Conseguirá melhores posições no mundo do trabalho (daqui a 20 anos…)?
Para começar a falar brevemente sobre as concepções teóricas que estão por trás das cartilhas tradicionais, vamos pensar que nenhuma teoria, a não ser com fins deliberadamente opressores, estigmatizadores, etc, tem um "problema" em si mesma. A questão deve ser sempre contextualizada, quero dizer, precisamos entender o contexto politico-científico, histórico-cultural em que, neste caso, esta cartilha foi criada.
Na época em que ela foi criada, no final dos anos de 1940, no Brasil e no mundo, tinham dois métodos principais de alfabetização: sintéticos e analíticos. Não interessa aprofundar aqui, mas o que deve ser considerado para nossa análise é que os dois foram criados em um momento histórico em que a escrita era entendida simplesmente como representação da fala. Explicando melhor: nos últimos, pelo menos 20 anos de estudos e importantes descobertas da linguística, psicologia, educação(2), a escrita é compreendida como sistema simbólico e a ênfase está voltada para seus usos sociais (para que(m) escrevemos?). Isso significa que o conceito de escrita atual é muito mais amplo do que a simples ideia de representação da fala. Aliás, nem parece correto dizer representação da fala, mas sim representação da língua, que são coisas diferentes. A língua entendida como prática discursiva, que não pode ser vista meramente como aplicação de regras gramaticais ou códigos isolados. Pensar assim é reduzir a imensidão de possibilidades que a nossa língua, seja na modalidade oral ou escrita, pode promover…
Entender a língua como um conjunto de práticas sociais e discursivas que são, efetivamente, usadas para que as pessoas nos ouçam, nos compreendam, nos ajudem, troquem ideias, falem de sentimentos, informações importantes, avise de algo que irá acontecer ou, que simplesmente nos encante, é muito mais do que aprender a juntar letras e palavras descontextualizadas da vida real. Ninguém conversa silabicamente! Não é?
Não basta, portanto, ensinar a ler e escrever, é preciso ensinar a usar a leitura e a escrita na vida real! Isso tudo, acontecendo ao mesmo tempo… Num processo só! Processo que, tecnicamente, tem o nome de alfabetizar letrando ou alfabetizar na perspectiva do letramento.
Mas esse é assunto da escola! É a escola, enquanto instituição social, que deve ter uma clara preocupação em ensinar, sistematicamente, como produzir, da melhor maneira possível, gêneros textuais que são realmente praticados e, mais do isso, que são necessários no nosso dia a dia, como escrever e-mails, bilhetes, textos narrativos, etc..
E os pais? Ah… Os pais têm uma função muito mais divertida, mas igualmente importante e complementar. Se pensarmos que a "leitura" e a oralidade acontecem muito antes da escrita e que, para aprender a escrever corretamente, a escola parte do que as crianças já possuem de repertórios orais e de conhecimento de mundo, fica fácil deduzir o que você, pai ou mãe, pode fazer para ajudar seu filho e a escola, não? Contar histórias, brincar, cantar, conversar, ouvir, ler… Ah! Não só para os filhos, ler para você também! Se ainda não tem, repense seus hábitos de leitura, eles certamente irão se espelhar em você. É só entender que atividades letradas (no conceito de letramento que estamos falando) são, desde um simples folhear de livro, escutar uma história ou um conto infantil, até ensinar seu filho para esperar a vez de falar numa conversa cotidiana ou a responder corretamente uma pergunta que você fez.
Bem, bem resumidamente: respeite a infância do seu filho! Escolha uma escola que você entenda e confie nos professores e na proposta de ensino-aprendizagem. Não antecipe etapas que vão acontecer "naturalmente". Não há só um aspecto do desenvolvimento que deva ser olhado ou investido por vocês, mãe e pai, mas sim vários outros que, a depender da fase, são, inclusive, mais importantes, como o aspecto afetivo-emocional nas crianças pequenas, por exemplo. Aprender a escrever "corretamente" é muito mais do que saber letras e sons e, ademais, não é só assim que nos comunicamos (também pelos gestos e pela fala oral, por exemplo).
A mãe que estava na livraria comprando a cartilha pode nunca ler esse texto. Mas, se eu pudesse, diria para ela trocar a pergunta que fez ao vendedor quando procurava um livro didático, por: "qual livro você acha que pode encantar minha filha de 5 anos?". Ou, se não ela, poderia dizer para o vendedor trocar sua pronta resposta indicativa da "seção de didáticos", por: "Você procura livros para ajudar na alfabetização? É fácil! Todos! Todos aqui podem ajudar na alfabetização… Mas… Vamos ver… Qual desses aqui sua filha se interessou?"
Sabe como você poderia saber? Com olhares atentos e ouvidos dispostos para ouvir o que ela tem para dizer, em seus gestos, em sua fala e, daqui muito pouco tempo, também pela escrita.
_________
(1) Caminho Suave até os anos 1990 ultrapassava um milhão de cópias vendidas, hoje chega a 5.000 exemplares apenas. Ainda assim, a cartilha está entre as obras mais vendidas da Edipro, editora que comprou os direitos de publicação do livro com o compromisso de não modificar sua estrutura e método. "O que poderemos é fazer algumas atualizações pedagógicas e ortográficas", conta a coordenadora da Edipro, Maíra Lot Vieira – as informações são de uma reportagem da Folha de S.Paulo de 2010.
(2) Mais de vinte anos, se considerarmos os primeiros estudos de letramento no Brasil, cujo marco, segundo diversos autores, entre eles Magda Soares, foi um texto datado de 1986, da linguista da USP Mary Aizawa Kato, em sua publicação "No mundo da escrita" de 1986. Momento em que ela "traduziu" o termo letramento com o sentido de literacy (do inglês). Em um dos trechos da obra citada, ela afirma: "Cidadão funcionalmente letrado capaz de fazer uso da linguagem escrita para sua necessidade individual de crescer cognitivamente e para atender às várias demandas de uma sociedade que prestigia esse tipo de linguagem como um dos instrumentos de comunicação" (p.7).



Dicas de sites:


http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/


Sugestão de Ana Paula Nery - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Uma Dica para trabalhos manuais com crianças.

Sugestão de Ana Paula Braga Nery de Lima - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Gênio, 12 anos, autista

O americano Jacob Barnett sempre falou pouco. Aos 2 anos, os médicos disseram que ele tinha autismo e informaram que ele teria muita dificuldade para ler, escrever e até amarrar o sapato. Surpreendentemente, sete anos mais tarde, o menino entrou na universidade e hoje é considerado um dos gênios da física, sendo cotado para vencer o Prêmio Nobel.
Aos 14 anos, o adolescente já teve seus trabalhos em astrofísica analisados pela Universidade de Princeton para uma possível indicação ao Prêmio Nobel e agora estuda para seu mestrado em física quântica.
Jacob teve um programa especial de aprendizagem, fazia horas de terapia para tentar falar. Porém, independentemente do tratamento, já aos 4 anos, a mãe dele notou que ele fazia coisas extraordinárias em casa: desenhava mapas no chão da sala usando cotonetes, recitava o alfabeto de trás para a frente e falava quatro línguas.
Jacob começou a desenvolver teorias de astrofísica aos 9 anos. Aos 11, entrou na universidade e fez pesquisas avançadas em física quântica. Alguns médicos afirmam que o QI do adolescente é superior ao de Albert Einstein.



Sugestão de Ana Paula Nery - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Colegas,

Assinei recentemente um Jornal exclusivo para crianças e estou adorando. A Periodicidade é quinzenal façam uma vvisitinha no site e vejam quanta coisa bacana !!!



Sugestão de Juliana Ornelas - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Curso de Extensão Teias de Cidadania, entre eles: Astronomia, Vídeo, Brincadeiras, Corpo e Movimento e Intervenção Urbana. Os percurso são atividades que acontecem em encontros mensais, aos sábados (com exceção da Astronomia, que é na sexta-feira), com início agora em maio ou junho.

A proposta é voltada para educadores dos diversos programas de Educação Integral da Região Metropolitana - Escola Integrada, Escola Aberta, Mais Educação, entre outros.

A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas. ! O link com detalhamento dos percursos, datas e inscrições é o www.suporteufmg.com.br/teiasdecidadania/ .

Sugestão de Juliana Dias - Aluna de Pedagogia - maio/2013

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'Tecnologia digital não pode substituir pedagogia'
Especialistas apontam para a necessidade de novas práticas de ensino que atendam as exigências da educação do século 21. Há aqueles que apostam nas tecnologias digitais como ferramentas indispensáveis capazes de endereçar essas demandas de ensino-aprendizagem. No entanto, outros estudiosos garantem que, ao mesmo tempo em que a chamada era digital democratiza a informação, ela também pode estar desprovida de objetivos formativos, colocando a informação apenas a serviço do mercado, da publicidade, do consumo. Para o especialista em educação brasileira, José Carlos Libâneo, que irá palestrar amanhã, dia 22/5, na 20ª edição da Educar Educar, antes de propor qualquer adoção tecnológica em sala de aula, é preciso, primeiro, que os professores repensem como ajudar no desenvolvimento das capacidades intelectuais dos estudantes por meio dos conteúdos de suas disciplinas.
Libâneo adianta aqui no Porvir alguns dos debates de sua palestra um tanto provocadora: Adeus Professor, Adeus Professora? Novas Exigências Educacionais e Profissão Docente. "Penso que as características de todo bom professor precisam ser identificadas a partir de sua base pedagógica. Não são as tecnologias digitais que as definem e nem apenas as demandas da escola do futuro", afirma ele, que é pós-doutor em Educação pela Universidad de Valladolid, da Espanha.
Libâneo aponta três características fundamentais para a prática docente: dominar a matéria que ensina, saber como ensinar os conteúdos e identificar as necessidades individuais de cada estudante. Essas condições, afirma, são importantes para atender às novas exigências educacionais, como: formar jovens com capacidade reflexiva, capazes de fundamentar e lidar criticamente com a informação e a produção própria de conteúdo utilizando a palavra, a imagem, o movimento, o hipertexto etc.
No caso da primeira característica, o domínio do conteúdo que o docente leciona é imprescindível para a formação dos alunos. "Para um professor ensinar matemática aos seus alunos, por exemplo, ele precisa, primeiramente, e como condição absoluta, dominar o conteúdo. Nada feito sem saber o conteúdo que ensinará. É sumamente desejável que tenha uma cultura geral, ou melhor, uma cultura interdisciplinar", diz.
Além disso, o educador também precisa saber como ensinar, mais especificamente, como pode ajudar o aluno a entender a lógica mental por trás dos conteúdos da disciplina. "Ele precisa identificar na matéria as capacidades intelectuais (conceitos, ações mentais) mais importantes a serem desenvolvidas e propor atividades e experiências que estimulem, envolvam e melhorem a aprendizagem ativa e a compreensão dos alunos", assegura.
Por fim, é preciso identificar quem é o estudante ao qual leciona, principalmente seus motivos, seus objetivos subjetivos, a relação que ele tem com a matéria trabalhada. "É preciso saber em que contexto sociocultural e institucional 'João' vive, como esse contexto influi na sua aprendizagem e como esse contexto pode ser modificado. Entre essas práticas socioculturais incluem-se o contexto familiar, as foras de organização e funcionamento da escola, mas também o contexto das TICs."
"É necessário aos professores dominar a linguagem informacional, habilidade de articular as aulas com as mídias e multimídias, as lógicas e modos de lidar com o conhecimento das tecnologias."
De acordo com Libâneo, só a partir dessas tarefas, consideradas "básicas", é que as tecnologias digitais podem desempenhar um papel mais assíduo na prática docente. "Como pedagogo, posso afirmar que as TICs  atuam no âmbito psíquico dos estudantes, na sua relação com os objetos de conhecimento, nas formas de percepção, expressão e comunicação com os outros", diz. "São inúmeros os benefícios. Elas ajudam a modificar as formas de aprender dos estudantes, seja definindo novas interações com os conteúdos, colocando os estudantes nas redes sociais, intervindo nas relações na sala de aula, entre outros."
No entanto, ele pondera que é impossível aceitar que a escola trabalhe com o uso  ferramental das tecnologias ou a partir de um currículo fixado apenas nas habilidades dissociadas do seu conteúdo e significado. "Elas [as tecnologias], dessa forma, praticamente não contribuem para o desenvolvimento das capacidades intelectuais e a formação da personalidade dos estudantes. É necessário o domínio da linguagem informacional, habilidade de articular as aulas com as mídias e multimídias, as lógicas e modos de lidar com o conhecimento das tecnologias", diz.
Educar Educador
Considerada a maior feira e congresso educacional da América Latina, neste ano a Educar Educador tem como tema a Educação 3.0: A Escola do Futuro Chegou?. Além de visitar a feira gratuita, que contará com estandes e exposições de produtos e serviços em educação, os participantes também podem assistir as palestras que são pagas e acontecem no congresso.
Onde: Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5Horário: 15h às 19h (confira a programação completa)Valor (palestras): R$ 690 a R$ 1.200 (conforme número de palestras e dias escolhidos)Valor (feira): GratuitoInscrições: até 23/5 pelo site

Sugestão de Cristiane Paola R. Soares - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Forma correta para os Para Casas e Atividades em classe, "Colora os desenhos a seguir" não está correto, veja porque:
Colora os desenhos a seguir

Essa frase está em todas as páginas de um livro didático direcionado à Educação Infantil. Você, caro internauta, sabe qual o problema que ela contém? Veja a explicação:

O verbo colorir é defectivo, ou seja, não deve ser conjugado em todas as pessoas.

No presente do indicativo, tempo caracterizado pela expressão todos os dias..., conjuga-se em todas as pessoas, menos na primeira pessoa do singular (eu). A conjugação do verbo colorir, então, no presente do indicativo, é efetivada da seguinte maneira:

eu -o-

tu colores

ele colore

nós colorimos

vós coloris

eles colorem

O verbo colorir não é conjugado no presente do subjuntivo, tempo caracterizado pela expressão espero que.... Não existe, portanto, espero que eu colora, que tu coloras, que ele colora...

O imperativo afirmativo, modo que indica ordem, pedido, apelo ou conselho, só é conjugado nas pessoas tu e vós:

colore tu

colori vós.

O imperativo negativo, modo que indica ordem, pedido, apelo ou conselho, negativamente, não existe.

Todos os outros tempos têm conjugação regular, como acontece com qualquer outro verbo terminado em ir: colori, coloria, colorirei, coloriria, colorisse...

Têm a mesma conjugação que o verbo colorir os seguintes verbos: abolir, banir, carpir, demolir, delinqüir, extorquir, explodir...

É inadequado, então, o uso do verbo colorir como foi apresentado. Para deixar a frase adequada, deve-se trocar o verbo colorir, por exemplo, pela expressão dar cores ou usar outra expressão equivalente.

Dê cores ao desenho a seguir.

Sugestão de Nívea Márcia Esteves de Freitas - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Debate ao vivo Emília Ferreiro x Telma Weisz, dia 27/05 às 10:30 hs, gratuito.
Para maiores informações acessar o link: http://revistaescola.abril.com.br/
Em anexo envio imagem referente ao evento.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Sugestão de Ana Cristina Medeiros - Aluna de Pedagogia - maio/2013

A sessão do MedCine de maio apresentará o longa-metragem americano Inquietos, com direção de Gus Vans Sant, conhecido por retratar dramas da juventude. A exibição, gratuita e aberta ao público, será na quarta-feira, 29 de maio, às 18h15, na sala Amílcar Vianna da Faculdade de Medicina da UFMG (nº 62, pela nova numeração).
O drama, de 2011, envolve Enoch (Henry Hopper) e Annabel (Mia Wasikowska, atriz de Alice, no país das maravilhas). Ele é um rapaz que perdeu a fé na vida após uma tragédia familiar e tem o costume fúnebre de visitar velórios de desconhecidos. Ela, uma jovem com câncer, que tem um profundo amor pela vida. Quando os dois se conhecem em um funeral, descobrem coisas em comum e trocam experiências: Annabel precisa aprender a lidar com a morte, enquanto Enoch a lidar com a vida. O filme é uma análise sobre a amizade e o amor que surge desta relação.
A sessão será seguida de debate com a pediatra e psicanalista Cristiane de Freitas Cunha, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e coordenadora do eixo "A criança, o adolescente, a violência" do Observatório da Saúde da Criança e do Adolescente

Sugestão de Tatiana Dias - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Como a reunião do conselho de classe contribui com o trabalho do coordenador

16 de May de 2013 às 17:32 | Ensino Fundamental - Maria Inês Miqueleto

Nas reuniões do conselho, discutimos como estão as aprendizagens dos alunos e tomamos decisões a favor do desenvolvimento das crianças
As reuniões de Conselho de classe e série fazem parte do calendário do ano letivo e acontecem ao final de cada bimestre. Na minha escola, essas reuniões são organizadas em datas em que toda a equipe gestora e os professores possam estar presente.
Essa reunião é de suma importância, pois é um momento para discutirmos, coletivamente (professores de cada classe e professores da série/Ano), como estão as aprendizagens dos alunos, a frequência e, principalmente, tomarmos decisões a favor do desenvolvimento de todos.
A diretora levanta, com os professores, as seguintes questões: quantos alunos há na classe, quem são os transferidos, os matriculados recentemente, entre outros assuntos de cunho organizacional. Esse levantamento é garantido pelo trabalho da secretaria da escola que, como dizemos, "cuida da vida escolar dos alunos".
Organizei uma planilha para fazer o levantamento de alguns dados que contribuem para o meu trabalho posterior à reunião e que disponibilizo aqui para vocês.
Os aspectos que considero relevantes são:
- Levantamento de quais áreas do conhecimento cada criança está abaixo das expectativas de aprendizagem.
- Levantamento de quais são as crianças que necessitam, no próximo bimestre, fazer trabalhos de compensação de ausências, pois ultrapassaram o limite de faltas. Geralmente, a falta de assiduidade às aulas interfere no desenvolvimento das aprendizagens. Aliás, a questão das faltas tem sido uma luta constante. Requer um trabalho incansável, tanto com as crianças quanto com a família.
- Levantamento dos alunos que são atendidos pelo professor auxiliar, isto é, precisam de "reforço". Esse levantamento me ajuda com o trabalho de orientação, acompanhamento, avaliação e registros dos Professores Auxiliares.
- Levantamento de alunos que utilizam transporte escolar (zona rural e urbana). Considero esse levantamento importante, pois é uma realidade na escola e precisa ser levado em conta, por exemplo, ao organizar uma reunião de pais.
- Levantamento dos alunos que moram no orfanato. A escola fica próxima a um orfanato e esse levantamento contribui com o conhecimento da realidade da escola.
- Levantamento dos alunos que precisamos chamar os responsáveis para uma conversa, em particular, sobre o desenvolvimento das aprendizagens, as tarefas, entre outros aspectos pedagógicos.
Nessa reunião, também fazemos o acompanhamento e avaliação dos trabalhos dos Professores Auxiliares. Esse mapeamento de cada turma, ao final do bimestre, me proporciona, enquanto coordenadora, conhecer a realidade da escola e dos alunos, planejar ações que levem ao avanço das aprendizagens e direcionar o trabalho para o próximo bimestre.
E vocês coordenadores, que proveito tiram dessas reuniões?

Sugestão de Leila Cristina Marques - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Educação integral

Escolas terão recursos para atendimento a comunidades

Sexta-feira, 17 de maio de 2013 - 18:00
O Ministério da Educação oferece este ano recursos extras para que escolas do programa Mais Educação mantenham seus espaços abertos para a participação das comunidades aos sábados ou aos domingos. A unidade que optar pela ação denominada escola-comunidade deve informar o dia escolhido e os temas que serão tratados nas oficinas.

Existem vagas para oito mil escolas, segundo Leandro Fialho, coordenador de ações educacionais complementares da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC. Ao aderir à escola-comunidade, o gestor deve comunicar ao Ministério da Educação que oficinas serão desenvolvidas, entre quatro áreas – cultura e artes, esporte e lazer, formação educacional complementar, geração de renda e qualificação para o trabalho.

A informação deve ser prestada, explica a consultora do Mais Educação, Carla Maria de Medeiros Borges, durante a adesão ao programa, prazo que termina em 31 deste mês. Os recursos serão transferidos para a escola de acordo com o número de estudantes matriculados: unidades com até 850 alunos recebem R$ 10,8 mil; de 851 a 1.700 alunos, R$ 12,1 mil, e acima de 1.701, R$ 13,4 mil. Esses recursos são para dez meses, o que corresponde ao período letivo.

Ao trazer a família para participar de atividades dentro das escolas, o Ministério da Educação quer aproximar a comunidade desses espaços e aumentar a integração de pais, filhos, educadores, diz Carla Borges. Pais que frequentam a escola, explica a consultora, se sentem donos dos espaços, preservam, cuidam, além de se tornarem mais ativos na educação de crianças e adolescentes.

Dados da diretoria de currículos e educação integral da SEB mostram que, em 2012, das 32 mil escolas públicas do programa Mais Educação, 2.826 participaram da escola-comunidade, ação que substituiu o programa Escola Aberta, criado em 2005. Em 2013, o governo federal quer estender a educação integral a 45 mil estabelecimentos do ensino básico urbano e do campo. Das 45 mil escolas, oito mil podem aderir à escola-comunidade.

Ionice Lorenzoni

Sugestão de Leila Cristina Marques - Aluna de Pedagogia - maio/2013

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Educação especial
Recurso tecnológico atenderá alunos com deficiência auditiva
Segunda-feira, 20 de maio de 2013 - 17:36
Estudantes com deficiência auditiva, na faixa de cinco a 17 anos, matriculados nas redes públicas, terão acesso ao sistema de frequência modulada pessoal (FM) a ser fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esse recurso tecnológico visa melhorar a comunicação e interação de deficientes auditivos com professores, colegas e família, e ajudá-los a desenvolver mais rapidamente as competências sociais e a linguagem oral.

Dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, indicam que 70 mil estudantes apresentam deficiência auditiva e poderão ser atendidos pelo SUS. De acordo com Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de políticas da educação especial da Secadi, para se beneficiar do sistema pessoal FM, a criança ou adolescente precisa ser usuário de aparelho de amplificação sonora individual (Aasi) ou implante coclear (IC).

A decisão de oferecer o recursos tecnológico para estudantes está na Portaria nº 21, do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio deste ano. A execução do projeto é dos ministérios da Educação e da Saúde, em parceria com as redes de educação e saúde de estados e municípios.

Martinha Clarete explica que o sistema pessoal FM é composto de um microfone ligado a um transmissor de frequência modulada portátil, usado pelo professor, que capta sua voz e transmite diretamente ao receptor de FM conectado ao aparelho (Aasi ou IC) do estudante. A transmissão direta permite ao aluno ouvir a fala do professor de forma mais clara, eliminando o efeito de ruído ou reverberação do ambiente escolar, além de suprimir a distância entre o sinal de fala do educador e o aluno.
Pesquisa – Para identificar os benefícios pedagógicos do uso do sistema pessoal FM no contexto escolar, e definir os critérios de indicação, o MEC desenvolveu, em 2012, o projeto uso do sistema de FM na escolarização de estudantes com deficiência auditiva em escolas públicas. A pesquisa envolveu 106 escolas, 202 estudantes e 99 professores do atendimento educacional especializado, nas cinco regiões do país.

Martinha Clarete informa que a pesquisa comprovou a eficácia do sistema FM por usuários de Aasi e IC na promoção de acessibilidade no contexto escolar, ampliando as condições de comunicação e interação entre alunos e professores. Ficou claro que o sistema FM agrega uma melhora na comunicação entre os alunos que o utilizam e os demais colegas, professores e pais. Ao melhorar a interação e comunicação oral, diz Martinha, eles desenvolvem mais rapidamente as competências sociais, resultando em exposição maior à linguagem oral.
Articulação – Para que a tecnologia chegue aos alunos será necessária uma articulação entre as redes de educação pública e o SUS, em estados e municípios. Cabe ao MEC qualificar os professores para identificar os potenciais usuários; será responsabilidade das escolas encaminhar os estudantes aos postos de saúde do município. No posto de saúde, a criança ou jovem será examinado por um médico otorrino, que vai fazer a configuração do aparelho e definir a faixa de frequência individual, para que a voz do professor chegue limpa e o aparelho cumpra sua função.

Martinha Clarete diz que é importante o esforço de todos para que a tecnologia chegue aos estudantes que dela precisam e que seu uso amplie as possibilidades de aprendizado. "Não adianta ter um recurso de alta tecnologia se não soubermos usá-lo adequadamente", explica.

Ionice Lorenzoni

Confira a
Portaria nº 21/2013


Sugestão de Amaly Souza - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Literatura de Cordel e Xilogravura

Divulgação

Data: Dia 25 de maio, sábado, às 10h.

Local: Centro Cultural Padre Eustáquio (CCPE) Rua Jacutinga, 821 – Padre Eustáquio.

Oficina de literatura de cordel e xilogravura coordenada pelo professor Olegário Alfredo, também conhecido como Mestre Gaio.

Público: Jovens e Adultos a partir de 12 anos.




Telefone: 31 3277-8394
Entrada Franca

Sugestão de Aldeny Santos - Aluna de Pedagogia - maio/2013

SESC Palladium recebe mais uma edição dos Concertos para a Juventude.

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais convida o clarinetista Marcus Julius Lander

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais realiza mais uma apresentação dos Concertos para a Juventude, no dia 26 de maio, às 11h, no Grande Teatro do SESC Palladium, sob regência do maestro Marcos Arakaki. O músico Marcus Julius Lander, chefe de naipe de Clarinetes da Filarmônica de Minas Gerais, é o solista do concerto, interpretando a Rapsódia para Clarinete, de Debussy.

Realizados em manhãs de domingo, os Concertos para a Juventude são dedicados à família e apresentam grandes obras do repertório sinfônico e jovens intérpretes de destaque no cenário brasileiro.

Serviço: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Concertos para a juventude

Data: 26/05/2013, domingo, 11h.

Local: Grande Teatro do SESC Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$5 (inteira), R$ 2,50 (meia) Ingressos à venda na bilheteria do SESC Palladium de terça a domingo, das 9h às 21h. Informações: (31) 3279-1500

Sugestão de Waldete Gomes Ferreira - Aluna de Pedagogia - maio/2013

O Sesc está com um projeto de incentivo a leitura. É instalado em um caminhão e oferece gratuitamente empréstimos de livros diversos e está chegando em diversos bairros, como o bairro Nossa Senhora de Fatima.

Sugestão de Érica Ellen Vieira Amormino - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Jogos do Conhecimento


Divulgação
Data: de 30.05.2013 - 17:00 até 30.05.2013
Local: Espaço TIM UFMG do Conhecimento
Jogos do Conhecimento são ações educativas baseadas em jogos (Origens e UFMGames). O objetivo é aproximar o público de brincadeiras que fazem parte de diferentes tradições culturais, proporcionando múltiplas experiências e instigando a curiosidade de crianças, jovens e adultos.

http://www.ufmg.br/espacodoconhecimento
Telefone: 31 3409-8350
Entrada Franca

Sugestão de Luciana Fonseca Araújo - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Era uma Vez
Divulgação
Data: de 25.05.2013 - 10:30 até 25.05.2013
Hora do conto: leitura e narração de histórias da literatura e da tradição oral. Com Adriano Goulart, Ericka Martin, Rodrigo Teixeira e Samuel Medina.
Telefone: 31 3277-8658 / 3277-8651
Entrada Franca

Sugestão de Silvia Sobral Ribeiro - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Indico a leitura de uma revista que possui temas e sugestões excelentes para os pedagogos e futuros pedagogos.
REVISTA PRESENÇA PEDAGOGICA
Sugiro seguir pelo face
https://www.facebook.com/PresencaPedagogica/photos_stream

VALE A PENA

Sugestão de Keite Costa Rocha G. Vasconcelos - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Esse blog possui atividades e projetos interessantes, além de atividades sobre um problema de saúde publica que estamos enfrentando que a dengue.

Sugestão de Silvia Munhoz - Aluna de Pedagogia - maio/2013

sugiro o acesso a esse blog é muito bom vale a pena


O jogo que estimula o raciocínio e a concentração é prática comum entre os professores e alunos da Escola Estadual Dr. Luiz Pinto de Almeida, em Santa Rita do Sapucaí. Os professores utilizam o jogo para ensinar e os alunos para aprender. São atividades como essa e ações focadas na leitura que fizeram com que a escola se destacasse no Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb). No 5º ano do ensino fundamental, em Língua Portuguesa, por exemplo, a escola conquistou a proficiência de 281,23, superando em 63,63 pontos a média do Estado. Já em Matemática, nesse mesmo ano de ensino, a proficiência média da escola foi de 306,53, enquanto a média do Estado foi 237,1.
"O xadrez como ferramenta pedagógica desenvolve muito o raciocínio dos alunos e ajuda no desempenho deles. Todos os nossos professores são treinados para trabalhar o xadrez em sua disciplina. É um trabalho muito diversificado", conta a diretora da escola, Rosemary de Castro Silva Mendes. Questões de provas antigas do Proeb também são utilizadas como material de estudos pelos educadores.

Aulas de xadrez contam com a participação de alunos e professores. Foto: Arquivo Escola
Além de ser destaque nas avaliações externas, a escola também se sobressai em olimpíadas nacionais de Matemática e promove sua própria competição interna. "A nossa olimpíada de matemática é dividida em três fases e ao final sempre premiamos os melhores de cada ano", afirma Rosemary.

A biblioteca é um dos espaços preferidos dos estudantes. Foto; Arquivo Escola
Já em Língua Portuguesa, o foco é no incentivo à leitura. A biblioteca da escola abriga mais de cinco mil livros literários e todos os dias recebe a 'visita' dos alunos. "Todas as turmas têm uma aula, por semana, na biblioteca. Os alunos escolhem um livro para ler, fazem o reconto dele e respondem algumas questões. Sempre que compramos livros novos é uma festa", conclui a diretora.
Município: Santa Rita do Sapucaí/ Superintendência Regional de Ensino de Pouso Alegre

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Sugestão de Erika Ribeiro Jorge - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Planetário do Sesc
O ITAÚ POWER SHOPPING, EM CONTAGEM, RECEBE O PLANETÁRIO DO SESCPERÍODO DE 07/05/2013 a 16/06/2013
partir das 10h00
De 07 de maio a 16 de junho, o Planetário do Sesc ficará disponível para visitação no Itaú Power Shopping, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O projeto tem o objetivo de mostrar de forma lúdica e interativa, que a ciência está presente no nosso dia a dia, além de fomentar a curiosidade e uma reflexão sobre os fenômenos da natureza.
O Planetário possui três espaços: a Cúpula, o Stellarium e as oficinas pedagógicas. A Cúpula é um espaço de simulação, no qual o público pode ver um entardecer até a aparição das primeiras estrelas. Além disso, ele é convidado a participar de uma viagem espacial para conhecer os planetas do sistema solar, as estrelas, a lua, o sol, as galáxias, os cometas e outros objetos pertencentes ao firmamento.
Já no Stellarium, o visitante pode ver a projeção da terra em tempo real, e observar as estrelas, constelações, e muito mais. Tudo através da tela do computador. E as oficinas pedagógicas, que contemplam o tema astronomia, com montagem de paper toys. O objetivo é contribuir para assimilação do conhecimento. O passeio dura cerca de 1h30.
Projeto Planetário
O Projeto Planetário tem a proposta de ser itinerante. Desde 2012, a Mostra já passou pelas unidades Venda Nova e Santa Quitéria, na capital;  Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; em Sete Lagoas, Região Central do estado; e em Governador Valadares, Leste de Minas. Ao todo, já recebeu cerca de 82.900 visitantes.
Evento: Planetário Sesc Minas - Contagem.
Abertura: 07/05/2013.
Local: Itaú Power Shopping (Av. General David Sarnoff, 5160, Cidade Industrial - Contagem/MG).
Visitação: de 08/05/2013 até 16/06/2013.
- Escolas, com agendamento prévio: 2ª a 6ª feira, das 9h ás 17h30.
- Comunidade, sem agendamento prévio: 2ª a 6ª feira, das 17h30 ás 21h; sábados, de 10h ás 21h; domingos, de 14h às 20h.
Agendamento: (31) 2108-4513.
Entrada: Gratuita

Sugestão de Ana Maria Rola Carvalho - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Mensagem de Jacqueline de Lima - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Prezada Lili, gostaria de dar-lhe um retorno acerca das mudanças ocorridas nos cursos EAD,  o que, aliás, eu já deveria ter feito há mais tempo.  Como aluna do curso de Letras, percebi que as ações criadas foram muito positivas e melhoraram, em muito, o nosso processo de ensino e aprendizagem. Até mesmo a postura de alguns professores se modificou  diante das novas propostas. Mesmo com a extinção das aulas presenciais, não me sinto mais abandonada. Na sua gestão sinto segurança e amparo e, mesmo atrás de um computador, não tenho mais a sensação de isolamento  e sim de acolhimento. A coordenação e os professores, no âmbito virtual, agora é real,  pois antes (com raríssimas exceções) pareciam somente  figuras ilustrativas, e só tínhamos certeza de sua existência nos encontros presenciais.  No meu caso, por exemplo,   após sua gestão, não houve nenhuma questão apresentada  por mim que ficasse sem solução.  Quanto à sua atuação,  creio que dispensa maiores comentários, uma vez que você não fala,  age.  Por meio de suas ações  foi possível ver quem você é,  e a que veio. Nunca fui sua aluna, embora gostaria muito de ter sido, mas sou feliz por estar no curso coordenado por você. Agora sim, é prazeroso ser aluna de Letras, pois temos uma coordenação atuante, eficaz,  capacitada, talentosa, habilidosa, empreendedora e, sobretudo, humana, muito humana. Sinto que sua relação com os alunos não é de professora/coordenadora, é mais que isto, é de mãe e filho, porque sua preocupação com nosso crescimento e sucesso é atitude que, até hoje, depois de frequentar duas faculdades anteriores, nunca vi em uma instituição de ensino. Parabéns Lili, que sua luz continue brilhando e se espalhando pela Newton Paiva e alcançando a todos que, através do seu exemplo, serão compelidos a mudar para melhor. Um abraço!
Jacqueline de Lima

Sugestão de Silvia Munhoz - Aluna de Pedagogia - maio/2013

CONCURSO CULTURAL MINHA AULA MODERNA

As aulas estão de volta e cada vez mais é preciso inovar nas ferramentas utilizadas dentro da sala de aula. Sabendo disso, a Editora Moderna preparou um incentivo a mais para os seus seguidores começarem o ano letivo com tudo: o concurso cultural MINHA AULA + MODERNA.

Como participar?
Para participar é fácil.
Basta acessar o hot site do concurso –  www.moderna.com.br/concursocultural – e responder a pergunta "Como a tecnologia pode transformar suas aulas?". As respostas devem ser enviadas até às 23h59 do dia 23 de junho de 2013.
E nós reservamos mais uma surpresa aos participantes.
Uma escola indicada por você também receberá um superpresente da Editora Moderna. Pode ser a escola onde você dá aula, o local onde seu filho estuda, ou uma escola da sua comunidade. Por isso, não se esqueça de realizar o cadastro completo no site e cheque o email cadastrado para confirmação de participação. Para deixar essa disputa mais emocionante, cada participante poderá enviar apenas uma (1) resposta.
O resultado será divulgado no dia 20/8/13, após as 12h no post do concurso no Blog Redes Moderna (www.redes.moderna.com.br), no Twitter @editora_moderna (www.twitter.com/editora_moderna), e na Fan Page da Editora Moderna no Facebook (www.facebook.com/editoramoderna). O regulamento completo do concurso está disponível no hot site.
Premiação
As cinco respostas mais criativas serão premiadas com grandes prêmios:
1° Lugar – Notebook + iPhone  + cesta de livros + Sala de Aula Móvel Digital HP (para a escola)
2° Lugar – Notebook + cesta de livros
3° Lugar – Notebook + cesta de livros
4° Lugar – Notebook + cesta de livros
5° Lugar – Notebook + cesta de livros
Capriche na sua resposta e compartilhe conosco ideias e práticas para a educação do futuro.

Sugestão de Kerlston Bazilio - Aluno de Pedagogia - maio/2013

BH abre mil vagas para dependentes
Cartão permite adesão a 60 entidades em 115 municípios para internação voluntária de usuários

Sandra Kiefer
Publicação: 01/05/2013 00:12 Atualização: 01/05/2013 07:13
Belo Horizonte abriu ontem uma porta de entrada para que dependentes de crack, apoiados por familiares, busquem internação voluntária em comunidades terapêuticas. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Teixeira, assinou ontem o termo de adesão ao cartão Aliança pela Vida, que já está em funcionamento com 60 entidades habilitadas em 115 municípios.

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge, o cartão vai subsidiar a criação de até mil vagas para usuários de crack em entidades credenciadas no estado. A iniciativa do governo de Minas se antecipa à do governo federal, que já lançou edital para a contratação das comunidades terapêuticas, mas na prática, ainda não conseguiu abrir vagas com as entidades de cunho religioso.
Caso desejem receber o atendimento nos moldes da internação individual em BH, com periodicidade de três meses (podendo o trimestre ser renovado por duas vezes), os pacientes devem procurar um dos três centros de Referência em Saúde Mental Álcool e Drogas (Cersam-AD) em BH – nas regiões da Pampulha, Barreiro ou no Centro Mineiro de Toxicomania (CMT). Nessas unidades, além de verificar a disponibilidade de vagas, os usuários de crack serão submetidos a três exames obrigatórios: clínico geral, odontológico e psiquiátrico.
Segundo o secretário Marcelo Teixeira, o momento marca importante avanço na rede de proteção ao dependente químico. "É um processo de consolidação da rede para acolher e tratar pessoas com dependências químicas. Seguramente teremos desafios a serem superados na implantação, mas a questão da parceria entre o poder público e a sociedade civil organizada, como neste caso, é fundamental e conta a favor para chegar mais longe e conquistar novos patamares", afirmou.
Segundo o secretário estadual, Antônio Jorge, até 2015 haverá um aumento de 700% na oferta de vagas na rede psicossocial, com o apoio das comunidades terapêuticas. Ele também destacou a importância de adesão da capital ao programa, que concentra quase um terço da população de Minas. "Fomos além do debate ideológico e assumimos um compromisso com a sociedade. É um avanço extraordinário", completa.
Fonte: Jornal O Estado de Minas

Sugestão de Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Os pesquisadores têm sugerido que existem vários motivos que levam as pessoas a apresentarem diferentes tipos de aprendizagem. Um grupo de teorias sugere que eles proporcionam estimulação sensorial (no caso de uma hiposensibilidade). Devido alguma disfunção central ou periférica, o corpo anseia por estimulação e, assim, a pessoa se envolve nesses comportamentos para estimular o sistema nervoso. Uma das teorias postula que as estereotipias liberam beta-endorfinas no corpo (substâncias endógenas tipo ópio) e proporciona algum tipo de prazer interno.

Outro grupo de teorias sugere que através destes comportamentos a pessoa se acalma (no caso de uma hipersensibilidade). Ou seja, o ambiente é excessivamente estimulador e os sentidos tornam-se sobrecarregados. Para bloquear o excesso de sensações, o indivíduo se envolve nos movimentos repetitivos e desvia sua atenção internamente.

Os pesquisadores também demonstraram que as estereotipias interferem com a atenção e o aprendizado. Interessante notar que tais comportamentos atuam como reforçadores quando são permitidos após o término de uma tarefa.

Existem várias maneiras para reduzir ou eliminar as estereotipias, como o exercício ou proporcionando formas mais socialmente apropriadas de estimulação. Algumas medicações também são usadas para reduzir este comportamento, no entanto ainda não está claro se as drogas atuam diretamente (proporcionando a estimulação sensorial necessária) ou indiretamente (diminuindo os movimentos).
 
veja os sentidos principais e alguns exemplos de estereotipias.
no link abaixo

http://www.maoamigaong.trix.net/estereotipias.htm

Sugestão de Kerlston Bazilio - Aluno de Pedagogia - maio/2013

  • A rede OBID SENAD está com  concurso cultural e inscrições abertas até 10/07/13.
    http://www.obid.senad.gov.br/portais/OBID/index.php
  • Prorrogado até 10/07/2013 - SENAD promove Concurso Nacional de Cartazes, Vídeos, Fotografias, Jingles e Monografias (25/03/2013)

  • A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD, do Ministério da Justiça, com o objetivo de incentivar a participação dos diferentes níveis estudantis em atividades culturais de valorização da vida e estimular a mobilização e o engajamento da sociedade nas atividades relacionadas à prevenção do uso de drogas, promove, anualmente, concursos nacionais sobre o tema.
    O sucesso destes concursos mostra a percepção que a sociedade tem sobre a importância das ações de prevenção do uso de drogas, através de ampla participação de crianças, adolescentes, jovens e adultos.
    Esse ano, a SENAD está promovendo o 14º Concurso Nacional de Cartazes, direcionado a estudantes do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental de 9 anos; o 3º Concurso Nacional de Vídeo, direcionado a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental de 9 anos e Ensino Médio; o 11º Concurso Nacional de Fotografia e o 11º Concurso Nacional de Jingle, ambos dirigidos à população em geral. Este ano os concursos têm como tema "A Educação na Prevenção do Uso de Drogas".
    Em parceria com o Centro de Integração Empresa/Escola – CIEE e a Secretaria dos Direitos Humanos, da Presidência da República, a SENAD está lançando o 12º Concurso de Monografia para Estudantes Universitários, com o tema Drogas e Direitos Humanos.  Não perca tempo nem prazo, os trabalhos deverão ser postados até o dia 10 de julho de 2013.

Sugestão de Keziah Pollyanna Nogueira Ferreira - Aluna de Pedagogia - maio/2013

MEC prepara programa de incentivo para que jovem se torne professor

Governo quer suprir carência de docentes em exatas e biológicas.
Meta é atender 100 mil alunos do ensino médio e 10 mil de graduação.



'É preciso atrair o jovem para a carreira docente', diz Mozart Neves Ramos, coordenador do programa do MEC (Foto: Reprodução/Globo News)
'Maioria dos jovens não quer ser professor', diz
Mozart Neves Ramos, coordenador do programa
do MEC (Foto: Reprodução/Globo News)
O Ministério da Educação prepara um programa de incentivo para que os jovens do ensino médio possam seguir carreira acadêmica na área de ciências ou se tornar professor de educação básica, principalmente nas áreas de matemática, química, física e biologia. Segundo o MEC, o programa terá como meta atender 100 mil estudantes do ensino médio, além de 10 mil de alunos graduação em cursos de licenciatura.
Serão incorporados ao programa os estudantes medalhistas das olimpíadas de matemática e de língua portuguesa, entre outras. Universidades e centros de pesquisa vão oferecer bolsas de incentivo a estudantes do ensino médio e a professores da educação básica, e a professores, pesquisadores e alunos de universidades. Os professores que participarem do programa terão direito a bolsas e poderão ser incluídos em programas de formação e pesquisa.
O programa vai oferecer pós-graduação em universidades federais e particulares para professores de escolas públicas do ensino médio. Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (2) pela "Folha de S. Paulo", o programa vai atrelar o diploma de pós e um aumento no salário ao bom desempenho dos alunos do professor formado. O MEC, no entanto, diz que isso é uma decisão dos estados e municípios, e que não tem gerência na carreira docente de escolas da educação básica.
O coordenador do programa, Mozart Neves Ramos, disse ao G1 que ainda falta definir como será feita esta avaliação do desempenho dos alunos. "O principal objetivo é tornar atrativa a carreira do magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser professor. O país precisa reverter essa situação", diz o coordenador. Veja a entrevista:
O professor terá de melhorar o aluno para ganhar aumento e certificado?
Mozart Neves Ramos: Naturalmente isso cabe aos estados no âmbito de suas autonomias. Será importante que o esforço docente de qualificação e de bons resultados em sala de aula tenha um reconhecimento salarial no Plano de Carreira, mas isso cabe aos Estados, como disse, analisarem. Isto não cabe ao MEC. A ideia é que a certificação leve de fato a uma melhoria de desempenho do professor em sala de aula. É preciso ir além da titulação, é preciso que ela chegue até a sala de aula, e assim espera-se que a própria universidade acompanhe e auxilie esse professor após suas atividades na universidade. Esse esforço tem que ser traduzido na melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem escolar.
Reportagem do 'Jornal Hoje' mostra a carência de professores nas escolas; assista ao lado
Como será medida esta melhora no desempenho dos alunos?
Quanto à avaliação existem instrumentos de aferição, mas vamos discutir melhor com os demais atores sobre isso. Será um processo construído em regime de cooperação. Por exemplo, espera-se, após a certificação, que as aulas do professor possam incorporar novas tecnologias em sala de aula, inclusão de aspectos experimentais que possam ilustrar suas aulas teóricas, ou seja, é possível aferir se suas aulas estão mais motivadores e ricas de novas informações.
Quais ações serão feitas para suprir a carência de professores em exatas e biológicas no ensino médio?
O programa tem como principal objetivo tornar atrativa a carreira do magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser professor. O país precisa reverter essa situação. O Programa assim atuará em três eixos: (1) criação de "clusters" de desenvolvimento de ensino, envolvendo professores e alunos das universidades e das redes estaduais de ensino - Ensino Médio (o foco); (2) desenvolvimento de ações que visem a redução da evasão nos cursos de licenciaturas em química, física, matemática e biologia; (3) certificação pós-graduanda de professores da rede ensino e melhoria no plano de carreira, associado ao seu desempenho em sala de aula.
Como atrair o estudante de ensino médio para a carreira docente?
O MEC, através da Capes, disponibilizará bolsas de estudo, tanto para os alunos das licenciaturas como para aqueles do ensino médio envolvidos com o programa. Os melhores alunos de ensino médio poderão se tornar monitor de sua escola, tal como existe na universidade. Além disso, o MEC está estudando outras formas de incentivo.
A Prova Brasil vai incluir este ano pela primeira vez a disciplina de ciências. Como melhorar o ensino de ciências nas escolas?
Exatamente pela escassez de professores nesta área que se efetiva a importância do programa. É um grande desafio nacional. É preciso levar a parte experimental do ensino de ciências para a sala de aula. Química, por exemplo, é uma ciência experimental. Quando os alunos observam uma reação química ocorrendo na prática têm outra motivação, daquela quando apenas se escreve pelo professor e se copia pelo aluno. Ensinar ciências já nas primeiras séries do ensino fundamental é outro aspecto importante. É preciso integrar a teoria e a prática.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sugestão de Juliana Laborne - Aluna de Pedagogia - maio/2013


Sugestão de Sheilla Fátima - Aluna de Pedagogia - maio/2013


Sugestão de Merling Evangelista - Aluna de Pedagogia - maio/2013


Sugestão de Sara Fabiana Reis Oliveira - Aluna de Pedagogia - maio/2013

Maria Alice Setúbal: "A lição de casa tem um papel importante na construção de rotina e de hábito de estudo pelas crianças"

A conselheira do Educar fala sobre a responsabilidade da escola em relação à lição de casa
A discussão sobre a importância da lição de casa deve levar em consideração as condições de vida de cada criança, que são muito diversas em um País ainda bastante desigual como o Brasil.
No caso dos alunos de escolas públicas – universo no qual o Cenpec vem concentrando sua atuação ao longo dos últimos 25 anos –, em sua maioria pertencentes às camadas mais vulneráveis da população, são muitas as dificuldades enfrentadas pelas crianças na resolução da tarefa de casa.
As adversidades vão desde a inadequação do espaço doméstico, muitas vezes destituído de condições mínimas para o estudo, como a existência de uma mesa ou de iluminação suficiente, até a ausência de um adulto que possa orientá-las nas atividades escolares. É preciso, portanto, que a escola conheça os seus alunos, suas famílias, suas rotinas, evitando assim que a lição de casa seja algo apartado da realidade das crianças e de seus pais.O professor também deve atentar para o objetivo e o grau de complexidade envolvido nas tarefas passadas às crianças, levando em consideração que muitos pais, devido ao baixo nível de escolaridade e capital cultural, não têm como orientar os filhos segundo as exigências escolares (orientações cognitivas, práticas de linguagem e comportamentos que são próprios da escola). . Na medida em que os alunos não podem contar com pessoas da casa que possam ajudá-los a resolver as tarefas segundo as exigências da escola, eles passam a carregar sozinhos um problema que se torna insolúvel, e a tarefa de casa pode se tornar mais uma punição do que uma efetiva contribuição à aprendizagem.
Um outro aspecto a ser considerado é em que medida os alunos poderão contar com a presença de adultos no momento da lição, tendo visto que em muitos lares pais e mães trabalham para o sustento da casa.
Nesse debate, é imprescindível que se reflita também sobre qual o valor da lição de casa. Em que medida ela realmente vai contribuir para o aprimoramento do aprendizado? A lição de casa pode ter papel importante na construção de rotina e de hábito de estudo pelas crianças bem como na capacidade de se organizarem em suas atribuições.
Entretanto, querer instalar uma prática em condições tão adversas como as enfrentadas pelas crianças que vivem em situação de vulnerabilidade é complicado. Nesse contexto, deve-se procurar construir rotinas de estudo no momento em que se está com a criança em sala de aula, na escola.
Às vezes, deposita-se na lição de casa a expectativa de que ela ajude a resolver as dificuldades apresentadas pelas crianças e que os pais as ajudem a saná-las, o que é um equívoco. Ensinar é tarefa da escola.
Por fim, vale destacar que a escola está se repensando em suas funções. Nesse sentido, a lição de casa, como todas as tarefas próprias da organização escolar, também está sendo revista.
Muitas vezes, por desconhecerem as lógicas das configurações familiares e o universo doméstico em que vivem os alunos, os educadores são levados a deduzir, a partir dos comportamentos e do desempenho escolar dos alunos, que as famílias não se importam com os filhos, abandonando-os sem intervir. Os pais, em geral, se interessam sim pela vida escolar dos filhos, dentro de suas possibilidades: assegurando-lhes a matrícula e a presença, buscando as escolas de melhor reputação, conversando sobre o dia a dia escolar. Cabe à escola ultrapassar a lógica dos vínculos convencionais e das situações de urgência, que, via de regra, mantém com as famílias e criar efetivos canais de diálogo com os pais, diálogos fundamentados na escuta e na busca de posições e disposições comuns ou próximas.
Maria Alice Setubal é doutora em psicologia da educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária e da Fundação Tide Setubal.
noticia exibida em 29 de abril de 2013, revista Educar para Crescer.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sugestão de Ana Cristina Medeiros - Aluna de Pedagogia - maio/2013


Vaga de emprego

A Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e Ensino Superior – SECTES, sediada na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves Belo Horizonte-Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/n Bairro Serra Verde - Edifício Gerais, 8º andar. Vem informar a disponibilização de 02 (duas) vagas para profissional recém-formado em Pedagogia para atuar dentro da referida secretaria junto a Superintendência de Inovação Social – SINS. Perfil do candidato (a): • Curso superior completo em Pedagogia (graduação concluída) com interesse na área de Tecnologia por meio da Elaboração e Implantação de Projetos no Estado, com foco em Tecnologia Assistiva; • Seja espontâneo, proativo, desinibido e tenha boa comunicação. • Sexo: masculino / feminino. • Horário: 40 horas semanais – integral. • Localidade do campo de atuação: Cidade Administrativa – Belo Horizonte. • Valor da bolsa: R$1521,30. • Não haverá auxílio transporte. O trabalho tem como publico alvo: superdotados, portadores de necessidades especiais e alunos das APAE's. • Observações: Trata-se de uma bolsa de Gestão em Ciência e Tecnologia vinculada à FAPEMIG, portanto, exige-se dedicação exclusiva e não configura vínculo empregatício. Por isso o candidato não poderá receber outra bolsa de qualquer espécie, nem apresentar vínculo empregatício de qualquer natureza. • TRATA-SE DE VAGA EFETIVA E NÃO DE ESTÁGIO - Contato: Patrícia Gomes Carneiro da Silva • Telefone: 31-3915-4922 • E-mail: patricia.silva@tecnologia.mg.gov.br

Estamos com uma vaga de estágio em aberto na Coordenação de Cursos de Contagem e gostaria de contar com vocês para a indicação de alunos interessados.

Requisitos exigidos: Curso superior em andamento e conhecimento intermediário em Word, Excel e Power Point.

Atividades: Suporte em rotinas administrativas e atendimento ao aluno.

Horário: 16:00 às 22:15

Valor da Bolsa: R$ 512,00 + Vale transporte + Vale Alimentação

Interessados deverão enviar currículos para: amanda.jonas@una.br