"O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão
muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos
fazem antes de ler a palavra. Até mesmo historicamente, os seres
humanos primeiro mudaram o mundo, depois revelaram o mundo e a seguir
escreveram as palavras."
E mais...
"A escola não alfabetiza, ela dá continuidade a um processo de
alfabetização já em pleno desenvolvimento."
Paulo Freire
A língua é organizada pelas atividades dialógicas dos
falantes/ouvintes e escritores/leitores, de maneira dinâmica, de
acordo com as intenções ideológicas de cada comunidade sociocultural
produzida historicamente pela humanidade. É pela linguagem que os
homens interagem, têm acesso à informação, expressam e defendem pontos
de vista, partilham e constroem visões de mundo, produzem
discurso/cultura. O domínio da linguagem é condição necessária para
que o aluno tenha oportunidade de participar ativamente da vida em
sociedade.
Cabe ao ensino da língua materna aprofundar, nos momentos iniciais da
escolarização, apropriar-se do sistema linguístico e compreender o seu
funcionamento e, na sequência, desenvolver a competência de estruturar
textos adequados às exigências do gênero, do propósito e da situação
ocupada pelo autor nas diferentes situações socioverbais.
A leitura e a escrita foram evoluindo e transformando seus usuários e
seu mundo. Reportar a essas transformações através dos tempos,
significa o esforço de tentar compreender a questão da leitura e
escrita como instrumentos cognitivos, que operam mudanças nas formas
de pensamento humano e alteram substancialmente as formas de
conhecimento na humanidade.
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental a criança precisa adquirir
várias competências para que tenha "permissão" de prosseguir nos
próximos anos. Diante da dificuldade em ensinar a ler e escrever e,
dos números alarmantes de alunos retidos nos primeiros anos de
escolarização, foram feitas várias tentativas para mudar estas
estatísticas.
Em 14 de dezembro de 2010, foi publicada a resolução CNE/CEB nº7,
atualizando a lei 11.274 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Ensino Funda mental de nove anos (Brasil, 2010). Dessa
resolução, destacamos as seguintes questões: todos os alunos precisam
ser plenamente alfabetizados até os oito anos e a escola deve garantir
os meios para que o letramento ocorra até essa idade; não deve haver
reprovação até o terceiro ano desse bloco pedagógico. Os três
primeiros anos do Ensino Fundamental devem ser considerados um bloco
único, constituindo um ciclo sequencial de aprendizagem; a escola deve
assegurar a alfabetização do aluno na idade correta, levando em conta
o ritmo de aprendizagem de cada um; crianças de 6 anos, ou 6 anos
completados até o dia 31 de março do ano da matrícula, devem ser
matriculados no primeiro ano do Ensino Fundamental.
Fonte: portal.mec.gov.br
Para assegurar o progresso contínuo dos alunos no que se refere ao
seu desenvolvimento pleno e à aquisição de aprendizagens
significativas, lançando mão de todos os recursos disponíveis e
criando renovadas oportunidades para evitar que a trajetória escolar
discente seja retardada ou indevidamente interrompida. Para isso os
três anos iniciais do Ensino Fundamental devem garantir a
alfabetização e o letramento.
O processo de ensino-aprendizagem para alfabetização deve ser
organizado de modo que a leitura e escrita sejam desenvolvidas por
intermédio de uma linguagem real, natural, significativa e vivenciada.
A criança precisa sentir a necessidade da linguagem e o seu uso no dia
a dia. Assim, a assimilação do código linguístico não será uma
atividade de mãos e dedos, mas sim uma atividade de pensamento, uma
forma complexa de construção de relações.
Alfabetização e Letramento
A criança percorre, no seu desenvolvimento, dentro do seu ambiente
cultural, o mesmo caminho percorrido pela humanidade na organização de
seu conhecimento: o ser humano partiu do pictórico e construiu uma
simbologia(alfabeto); de maneira similar, a criança inicia a
representação do mundo por meio de gesto ou do desenho e chega ao
símbolo e às regras sistemáticas reconstruindo o código linguístico
utilizado na comunidade. A criança descobre muito cedo a função
simbólica da escrita e percorre um caminho progressivo até que, por
volta dos 6 ou 7 anos, domina uma combinação arbitrária de sinais e
significados.
Basicamente, o conteúdo da alfabetização é ensinar a ler e a escrever.
Ler e escrever, porém, incidem sobre um objeto socialmente
contextualizado – ler o quê?, escrever o quê?
A reflexão sobre os conteúdos pedagógicos deve nos lembrar da
especificidade da escola, que é uma instituição criada para ser um
espaço de socialização do conhecimento. É a partir da relação
escola/conhecimento que precisamos pensar a alfabetização, pois
sabemos que esse conhecimento é um processo a ser construído e que ele
acompanha a criança desde cedo. Nas salas de aula onde a alfabetização
deve dar continuidade a busca de respostas, esse processo deve ser
desenvolvido em sua totalidade, tornando-se um espaço de transmissão e
apropriação de conhecimentos e base para a produção de novos saberes.
Durante milênios não era conhecida uma forma absolutamente precisa de
comunicar ou registrar por escrito as palavras faladas. A escrita é
uma invenção de autoria desconhecida.
Sumérios, egípcios, chineses e outros povos, que começavam a sentir
necessidade de registrar informações e contar fatos, no começo
inventaram sinais para poucas palavras. No geral, eram desenhos
representando seres e objetos do mundo em torno deles.
Então, passaram a existir muitos sinais. Mas, aos poucos, foi-se
tornando necessário escrever mais palavras e era impossível inventar e
decorar sinais para todas elas. Descobriu-se então, que o mesmo sinal
podia ser usado para palavras que tinham significados parecidos.
Então a partir desse feito, a mais ou menos quatro mil anos, foi feita
uma das descobertas, mais importantes da história da escrita: os
sinais podiam também representar o som da fala, e poderíamos usar o
mesmo sinal para palavras que tinham o mesmo som.
A partir daí, tivemos outro avanço: os sinais não precisavam mais ser
usados só para palavras inteiras, mas podiam também ser usados para
pedaços de palavras.
Verdade ou mito criou-se o alfabeto, a partir, da adaptação de um
sistema pré-alfabético às novas necessidades. Essa invenção do
alfabeto acarretou, de imediato, a descoberta daquilo que se
acreditava que ele representava, o fonema.
Durante muito tempo a alfabetização foi entendida como mera
sistematização do "B + A = BA", isto é, como a aquisição de um código
fundado na relação entre fonemas e grafemas. Em uma sociedade
constituída em grande parte por analfabetos e marcada por reduzidas
práticas de leitura e escrita, a simples consciência fonológica que
permitia aos sujeitos associar sons e letras para produzir/interpretar
palavras (ou frases curtas) parecia ser suficiente para diferenciar o
alfabetizado do analfabeto.
O conceito de alfabetização ficou durante décadas atrelado ao sentido
de ensino e aprendizagem da tecnologia da escrita, isto é, a escrita
alfabética e as habilidades de utilizá-la para ler e para escrever.
Nesse ponto de vista, estar alfabetizado era, na leitura, ser capaz de
transformar os sinais gráficos em sons e na escrita, ser capaz de
transformar os sons da fala em sinais gráficos ( capacidade de
decodificação e codificação). A alfabetização deve ser vista de
maneira mais ampla e complexa, como um sistema de implementação da
linguagem.
Diferentemente do reconhecimento de frases descontextualizadas como
"Ivo viu a uva", a alfabetização não implica apenas decifrar um
código. Para alfabetizar, a criança deve ser levada a participar da
linguagem escrita. Para isso, é necessário um diagnóstico prévio que
aponte qual é a relação do sujeito com o texto. Assim, podem-se
definir estratégias e exercícios que façam o aluno ler e escrever.
Se, no início da década de 80, os estudos acerca da psicogênese da
língua escrita trouxeram aos educadores o entendimento de que a
alfabetização, longe de ser a apropriação de um código, envolve um
complexo processo de elaboração de hipóteses sobre a representação
linguística; os anos que se seguiram, com a emergência dos estudos
sobre o letramento, foram igualmente férteis na compreensão da
dimensão sociocultural da língua escrita e de seu aprendizado.
Passou a ocupar lugar central a discussão sobre a psicogênese da
aquisição da escrita, uma abordagem de grande impacto conceitual no
campo da alfabetização, sistematizada por Emília Ferreiro e Ana
Teberosky (1985) e vários outros teóricos e pesquisadores.
Tais mudanças conceituais, reverteram a ênfase anterior no método de
ensino para o processo de aprendizagem da criança que se alfabetiza e
para suas concepções progressivas sobre a escrita, entendida como um
sistema de representação.
Além disso, passou-se a valorizar o diagnóstico dos conhecimentos
prévios dos alunos e a análise de seus erros como indicadores
construtivos de seus processos cognitivos e hipóteses de aprendizagem.
Outra implicação fundamental passou a ser o deslocamento da ênfase
anterior na alfabetização para uma valorização do ambiente
alfabetizador e do conceito mais amplo de letramento – letramento
definido como a progressiva inserção da criança em práticas sociais e
materiais reais que envolvem a escrita e a leitura.
Com o tempo, a superação do analfabetismo em massa e a crescente
complexidade de nossas sociedades fazem surgir maiores e mais variadas
práticas de uso da língua escrita. Tão fortes são os apelos que o
mundo letrado exerce sobre as pessoas que já não lhes basta a
capacidade de desenhar letras ou decifrar o código da leitura.
Seguindo a mesma trajetória dos países desenvolvidos, o final do
século XX impôs a praticamente todos os povos a exigência da língua
escrita não mais como meta de conhecimento desejável, mas como
verdadeira condição para a sobrevivência e a conquista da cidadania.
Foi no contexto das grandes transformações culturais, sociais,
políticas, econômicas e tecnológicas que o termo "letramento" surgiu ,
ampliando o sentido do que tradicionalmente se conhecia por
alfabetização (Soares, 2003).
A necessidade de se começar a falar em letramento, surgiu da tomada de
consciência que se deu, principalmente entre os linguistas, de que
havia alguma coisa além da alfabetização, que era mais ampla, e até
determinante desta.
Enquanto a alfabetização – na maioria das vezes - ocupa-se da
aquisição da escrita por um indivíduo, ou por um grupo de indivíduos
mas sempre trabalhando com o âmbito individual, o letramento focaliza
os aspectos sócio – históricos da aquisição de um sistema escrito por
uma sociedade.
Letrar é mais que alfabetizar, é ensinar a ler e escrever dentro de um
contexto onde a escrita e a leitura tenham sentido e façam parte da
vida do aluno. Já não basta aprender a ler e escrever, é necessário
mais que isso para ir além da alfabetização funcional (denominação
dada às pessoas que foram alfabetizadas, mas não sabem fazer uso da
leitura e da escrita).
É preciso lembrar que escrita, alfabetização e letramento estão
ligados entre si. Enquanto os sistemas de escrita são um produto
cultural, a alfabetização e o letramento são processos de aquisição de
um sistema escrito, então, poderíamos dizer que a relação entre eles é
de "produto e processo".
O letramento tem por objetivo investigar não somente quem é
alfabetizado, mas também quem não é alfabetizado, e, nesse sentido,
desliga-se de verificar o individual e centraliza-se no social. Ele
compreende tanto a apropriação das técnicas para a alfabetização
quanto esse aspecto de convívio e hábito de utilização da leitura e da
escrita.
Para Magda Soares alfabetismo é outro termo para designar letramento.
O conceito de alfabetização para ela é restrito, refere-se apenas ao
aprender/ensinar a ler e escrever. Já Emília Ferreiro coloca que não
precisa usar outro termo (no caso letramento) para designar algo que
já deveria estar dentro do processo de alfabetização.
Alfabetização: é um processo dentro do letramento e, segundo Magda
Soares, é a ação de ensinar/aprender a ler e a escrever.
Precisávamos ver consolidado na escola um processo de ensino
aprendizagem que possibilitasse aos alunos, de fato, o desenvolvimento
de suas competências linguísticas: ouvir, falar, ler e escrever já que
o objetivo do trabalho de língua nos anos iniciais é promover a
cidadania favorecendo condições para que as crianças se constituam
agentes de transformação social.
Esse objetivo está associado ao conceito de letramento. Segundo Magda Soares
"Letramento é abrir as portas e janelas do mundo por meio da leitura,
da
oralidade e ser capaz de se relacionar bem nas diversas práticas
sociais. É, sobretudo, um mapa do coração do homem,
um mapa de quem você é,e de tudo que
pode ser."
Mais do que expor a oposição entre os conceitos de "alfabetização" e
"letramento", Soares valoriza o impacto qualitativo que este conjunto
de práticas sociais representa para o sujeito, extrapolando a dimensão
técnica e instrumental do puro domínio do sistema de escrita.
O vocábulo "letramento" surgiu mediante a constatação de muitos
estudiosos "de que não basta apenas o saber ler e escrever, necessário
é saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder às exigências
de leitura e de escrita que a sociedade faz."
Quando um indivíduo se apropria da leitura e escrita dizemos que ele
está alfabetizado, por outro lado, o uso social que ele faz desse
conhecimento chamamos de letramento. Podemos concluir que
alfabetização e letramento estão intrinsicamente ligados, pois a
alfabetização é um processo contínuo e a esse mesmo processo
denominamos letramento. Porém, é possível, por exemplo, termos casos
de pessoas letradas e não alfabetizadas (indivíduos que, mesmo
incapazes de ler e escrever, compreendem os papéis sociais da escrita,
distinguem gêneros ou reconhecem as diferenças entre a língua escrita
e a oralidade) ou de pessoas alfabetizadas e pouco letradas (aqueles
que, mesmo dominando o sistema da escrita, pouco vislumbram suas
possibilidades de uso).
Alfabetização é o processo pelo qual se adquire o domínio de um código
e das habilidades de utilizá-lo para ler e escrever, ou seja: o
domínio da tecnologia – do conjunto de técnicas – para exercer a arte
e ciência da escrita. Ao exercício efetivo e competente da tecnologia
da escrita denomina-se Letramento que implica habilidades várias, tais
como: capacidade de ler ou escrever para atingir diferentes objetivos
(In Ribeiro, 2003, p. 91).
É necessário se organizar, fazendo com que ao longo da escolaridade, o
aluno leia, escreva e fale com eficácia, sabendo assumir a palavra,
produzir textos coerentes, adequados às diversas situações sociais e
aos assuntos tratados. Aprender a ler e a escrever implica não apenas
o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las (ou de
associá-las), mas a possibilidade de usar esse conhecimento em
benefício de formas de expressão e comunicação, possíveis,
reconhecidas, necessárias e legítimas em um determinado contexto
cultural.
A primeira fase da educação básica é o momento ideal para se
privilegiar um processo de ensino aprendizagem voltado para a
investigação interativa, para a criação de um espaço no qual as
crianças realizem atividades investigativas tanto individual quanto
coletivamente. Essa proposta permite o aluno perceber que os objetos
do conhecimento são provisórios e que têm liberdade para refletir,
investigar, tentar, errar e corrigir os "erros". Nessa fase a
oralidade e a escrita não devem ser vistas como em separado, com
estruturas estanques em que as suas modalidades de língua são
colocadas em posições opostas. Deve-se mostrar aos alunos quais as
condições de produção de discurso e qual o gênero apropriado apara
tais condições. O cuidado na exploração textual também deve acontecer,
objetivando analisar contrastes e semelhanças entre os processos de
produção discursiva e as características da organização estrutural dos
diferentes discursos orais e escritos. Produzir discurso significa
dizer alguma coisa à alguém, com uma intenção, de uma determinada
forma, em um determinado contexto histórico e ideológico.
É necessário compreender que a leitura e a escrita são práticas
complementares, fortemente relacionadas, que se modificam mutuamente
no processo de letramento. A escrita transforma a fala e a fala
influencia a escrita. As duas, fala e escrita, sofrem variação não só
na decorrência do gênero discursivo, mas também em função da situação
em que acontece.
Portanto, devemos pensar nas séries iniciais em um trabalho com a
leitura, escrita e oralidade centradas em atividades que visam
situações de uso da reflexão da linguagem, para que os alunos alcancem
uma competência linguísticas que os permitem agir na prática social de
modo cada vez mais ativo, atingindo o domínio pleno da oralidade,
leitura e escrita para que possa agir adequadamente frente as
diferentes situações socioverbais. As crianças não aprendem
espontaneamente, nem por si mesmas. Aprendem reflexivamente, porque
alguém as põe em situação de pensar.
"O letramento abrange o processo de desenvolvimento e o uso dos
sistemas da escrita nas sociedades, ou seja, o desenvolvimento
histórico da escrita refletindo outras mudanças sociais e
tecnológicas, como a alfabetização universal, a democratização do
ensino, o acesso a fontes aparentemente ilimitadas de papel, o
surgimento da internet." (KLEIMAN, 2005).
A leitura e a escrita devem ser concebidas dentro de práticas sociais,
tornando o aluno capaz de participar de sua comunidade de forma
efetiva.
A criança, mesmo não alfabetizada, já pode ser inserida em um processo
de letramento. Pois, ela faz a leitura incidental de rótulos, imagens,
gestos, emoções. O contato com o mundo letrado acontece muito antes
das letras e vai além delas.
O papel da escola é trabalhar a competência comunicativa sem
desvalorizar a cultura do aluno, aquilo que traz de seu meio social.
Mostrar as diferentes formas de falar.
Hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de
escrita é poder se engajar em práticas sociais letradas, respondendo
aos inevitáveis apelos de uma cultura grafocêntrica. Assim, enquanto a
alfabetização se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo, ou
grupo de indivíduos, o letramento focaliza os aspectos
sócio-históricos da aquisição de uma sociedade (Tfouni, 1995, p. 20).
Tendo em vista a independência e a interdependência entre
alfabetização e letramento (processos paralelos , simultâneos ou não ,
mas que indiscutivelmente se complementam), alguns autores contestam a
distinção de ambos os conceitos, defendendo um único e indissociável
processo de aprendizagem (incluindo a compreensão do sistema e sua
possibilidade de uso). Em uma concepção progressista de
"alfabetização" (nascida em oposição às práticas tradicionais, a
partir dos estudos psicogenéticos dos anos 80), o processo de
alfabetização incorpora a experiência do letramento e este não passa
de uma redundância em função de como o ensino da língua escrita já é
concebido.
Outra implicação fundamental passou a ser o deslocamento da ênfase
anterior na alfabetização para uma valorização do ambiente
alfabetizador e do conceito mais amplo de letramento – letramento
definido como a progressiva inserção da criança em práticas sociais e
materiais reais que envolvem a escrita e a leitura.
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual,
por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que
escutam, há uma criança que pensa" (Emília Ferreiro)
A compreensão que hoje temos do fenômeno do letramento presta-se tanto
para banir definitivamente as práticas mecânicas de ensino
instrumental, como para se repensar na especificidade da
alfabetização. Na ambivalência dessa revolução conceitual, encontra-se
o desafio dos educadores em face do ensino da língua escrita: o
alfabetizar letrando.
Por último, ao considerar os princípios do alfabetizar letrando (ou do
Modelo Ideológico de letramento), devemos admitir que o processo de
aquisição da língua escrita está fortemente vinculado a uma nova
condição cognitiva e cultural.
Não significa que todo indivíduo alfabetizado, seja letrado; por outro
lado, um adulto analfabeto pode ser letrado. Parece até uma
controvérsia, mas na realidade existem pessoas que mesmo alfabetizadas
não são capazes de pôr em prática o uso do conhecimento adquirido. Em
contrapartida, mesmo um adulto que não saiba ler e escrever pode fazer
uso da escrita através de um escriba que registra aquilo que ele dita.
A alfabetização com a prática do letramento requer do educador uma
reflexão crítica sobre sua prática educativa, para isso mudanças de
paradigmas e aquisição de novos aprendizados se fazem necessárias.
Se, no início da década de 80, os estudos acerca da psicogênese da
língua escrita trouxeram aos educadores o entendimento de que a
alfabetização, longe de ser a apropriação de um código, envolve um
complexo processo de elaboração de hipóteses sobre a representação
lingüística; os anos que se seguiram, com a emergência dos estudos
sobre o letramento, foram igualmente férteis na compreensão da
dimensão sociocultural da língua escrita e de seu aprendizado.
Passou a ocupar lugar central a discussão sobre a psicogênese da
aquisição da escrita, uma abordagem de grande impacto conceitual no
campo da alfabetização, sistematizada por Emília Ferreiro e Ana
Teberosky (1985) e vários outros teóricos e pesquisadores.
Ao falar da psicogênese, fala-se da origem, da gênese da escrita no
processo individual de cada criança. Essa construção ocorre a partir
de hipóteses construídas nas interações que ela tem com a leitura e
com a escrita, mediadas por outros sujeitos – adultos ou crianças com
quem convivem.
A psicogênese não é método, e sim uma teoria que explica o processo de
aprendizagem da língua escrita. Nesse contexto, defendemos a
integração de várias práticas pedagógicas. Mas o importante é que se
leve em conta, além do código específico da escrita, a cultura e o
ambiente letrados em que a criança se encontra antes e durante a
alfabetização. (TEBEROSKY, 2005)
Tais mudanças conceituais, reverteram a ênfase anterior no método de
ensino para o processo de aprendizagem da criança que se alfabetiza e
para suas concepções progressivas sobre a escrita, entendida como um
sistema de representação.
Além disso, passou-se a valorizar o diagnóstico dos conhecimentos
prévios dos alunos e a análise de seus erros como indicadores
construtivos de seus processos cognitivos e hipóteses de aprendizagem.
As teorias desenvolvidas por Emilia Ferreiro e seus colaboradores
deixam de fundamentar-se em concepções mecanicistas sobre o processo
de alfabetização, para seguir os pressupostos
construtivistas/interacionistas de Vygotsky e Piaget.
Do ato de ensinar, o processo desloca-se para o ato de aprender por
meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando,
que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que
recebe e absorve o que lhe é "ensinado".
Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreiro,
os conceitos de prontidão,
imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido
isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores.
Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos, são importantes,
mas, vinculados ao contexto da realidade sócio-cultural dos alunos.
O problema que tanto atormenta os professores, são os dos diferentes
níveis em que normalmente os alunos se encontram e vão se
desenvolvendo durante o processo de alfabetização. De acordo com
Teberosky (1991) investigações recentes demonstraram que a
aprendizagem da escrita não é uma tarefa simples para a criança, já
que requer um processo complexo de construção, em que suas ideias nem
sempre coincidem com as dos adultos.
Existem investigações que mencionam que o nosso sistema alfabético de
escrita é natural e que a única dificuldade existente, consiste em
aprender as regras de correspondência entre fonema e grafema, e,
partindo dessa suposição, para aprender a ler e a escrever é
necessário ressaltar fundamentalmente o aspecto sonoro.
Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicar as
diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Emília
Ferreiro e Ana Teberosky (1999) destacaram, dentre todas as hipóteses
de construção externadas pelas crianças, quatro hipóteses
fundamentais para compreensão de como as crianças adquirem a
linguagem escrita. São elas:
1) Nível Pré-silábico - caracterizada pela fase icônica, onde a
crianças acredita que escrever é desenhar o objeto. Não se busca
correspondência com o som; as hipóteses das crianças são estabelecidas
em torno do tipo e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse
nível: diferenciar entre desenho e escrita; utilizar no mínimo duas ou
três letras para poder escrever palavras; reproduzir os traços da
escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou
cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas
hipóteses de escrita; perceber que é preciso variar os caracteres para
obter palavras diferentes Aparecem tentativas da criança de
correspondência entre a escrita e o objeto referido (realismo
nominal), associando, por exemplo, o nome de uma pessoa a idade que
ela tem, portanto os números de letras deverão está de acordo com
esses critérios. Outras características principais dessa fase são: os
diferentes estilos de escrita das crianças na fase inicial da escrita;
as problemáticas quanto à orientação espacial da escrita; ora a
escrita é representada por letras, ora por desenhos, ou com ambos, há
grande dificuldade em estabelecer diferença entre as atividades de
escrever e desenhar; a quantidade mínima de caracteres exigidos e a
variedade desses caracteres.
2) Nível Silábico - pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:
Silábico - É o início da fonetização da escrita, ou seja, a
criança escreve relacionando as
unidades da escrita às unidades da fala. Ela descobre que a escrita
representa os sons da fala e passa a escrever uma letra para cada
sílaba, controlando a quantidade necessária de sílabas para cada
palavras. Algumas crianças podem apresentar uma escrita silábica sem
valor sonoro, pois observam a quantidade, mas não a qualidade das
letras. Por exemplo, pode escrever RAFI, para borboleta, que apresenta
quatro sílabas ou PTA para camelo, que tem três sílabas. Quando
aprendem o valor convencional das letras do alfabeto, as crianças
utilizam para cada sílaba, uma letra (vogal ou consoante) com valor
convencional, ou seja, descobre que o importante não é apenas a
quantidade, mas também a qualidade das letras. a criança compreende
que as diferenças na representação escrita está relacionada com o
"som" das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma
forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma
aleatória, usando apenas consoantes, ora apenas vogais, ora letras
inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das
palavras.
Silábico- Alfabético - essa fase é de transição entre a hipótese
silábica e a hipótese alfabética, a
criança abandona a primeira hipótese e descobre que necessita analisar
outras possibilidades de escrita, uma vez que ela vai além da sílaba
pelo conflito entre a hipótese silábica e a quantidade mínima de
letras, além do conflito entre as formas gráficas que o meio lhe impõe
e a leitura dessas formas com base na hipótese silábica. Convivem as
formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e
a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
• Alfabética - É a etapa final da evolução, pois a criança ao chegar
nessa hipótese compreendeu que cada um dos caracteres da escrita
corresponde a valores sonoros menores que a sílaba e realiza
sistematicamente, uma análise sonora dos fonemas das palavras que
necessita escrever. As dificuldades a partir dessa hipótese não serão
mais conceituais e sim ortográficas, pois a criança ficará exposta às
dificuldades próprias do sistema ortográfico da língua materna. A
criança agora entende que:
a sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode ser separada
em unidades menores
a identificação do som não é garantia da identificação da letra, o que
pode gerar as famosas dificuldades ortográficas
a escrita supõe a necessidade da análise fonética das palavras.
Algumas crianças chegam à escola com a compreensão do princípio
alfabético. Outras pensam que o número de letras de uma palavra é
igual ao número de sílabas de uma palavra, enquanto outras, sequer
entenderam que as letras escritas têm relação com os sons das
palavras. Devemos lembrar sempre que as crianças não chegam à escola
com o mesmo nível de compreensão do que seja ler e escrever.
Como bem demonstram as investigações de Ferreiro e Teberosky, assim
como em outros âmbitos, no âmbito da língua escrita, a criança é um
sujeito ativo que se depara com a realidade, construindo
conhecimentos, criando teorias e hipóteses, comparando-as entre si e
modificando-as.
Essas hipóteses são, portanto, construídas pelos aprendizes da
escrita, em uma sociedade letrada, a partir das reflexões que eles
fazem a partir da utilização da fala, de conhecimentos prévios e de
novas informações fornecidas pelo meio, possibilitando assimilações e
generalizações. Nesse processo, as crianças testam suas hipóteses e as
reformulam quando percebem que essas não são suficientemente eficazes
para explicar o novo objeto com o qual se deparam.
A importância da Consciência Fonológica no processo de Alfabetização
Podemos definir a consciência fonológica como uma habilidade de
manipular a estrutura sonora das palavras desde a substituição de um
determinado som até a segmentação deste em unidades menores. O
processo de alfabetização implica em analisar as palavras em seus
componentes (letras e formas) e utilizar, para a codificação e
decodificação, regras de correspondência entre letras e sons. Já o
processamento fonológico refere-se às operações de processamento de
informação baseada na fala, ou seja, na estrutura fonológica da
linguagem oral.
Um dos aspectos fundamentais do aprendizado da leitura e da escrita é
a compreensão de que a língua é constituída de sons. Existe uma
relação muito estreita entre os aspectos fonológicos e o aprendizado
da leitura e da escrita. É, pois, muito importante desenvolver na
criança a consciência fonológica, isto é, desenvolver a capacidade de
refletir sobre a dimensão sonora da língua. É relevante esclarecer que
não trata-se simplesmente de trabalhar com o método fônico, mas em um
trabalho com os aspectos sonoros do sistema alfabético de escrita.
A criança, desde muito cedo, tem a capacidade de ouvir e emitir uma
infinidade de sons. Quando começa a falar, ela passa a fazer parte de
um mundo em que as interações são mediadas predominantemente pela
linguagem oral.
À medida que se relaciona com os sujeitos de sua cultura e com os sons
que eles emitem, ela seleciona alguns sons, restringindo esse
repertório àquilo que permitirá o compartilhamento de significados com
esses sujeitos. Dessa forma, os balbucios se tornam palavras que são
compreendidas quando associadas aos objetos presentes.
Nesse processo de construção de significados, a consciência do som que
a criança tinha anteriormente vai se perdendo, à medida que ela se
prende mais ao conteúdo da fala do que aos sons que emite ou ouve.
A dificuldade em tornar a consciência fonológica das nossas crianças
"ativa", parte de um erro comum entre nós adultos. Quando estamos
dialogando, prestamos atenção apenas nas ideias, e não nos sons que
emitimos. O mesmo acontece quando ouvimos: prestamos atenção apenas
nos significados dos discursos, não nos sons de nossa fala, e isso já
tornou-se um hábito.
Canções, poemas, parlendas, trava-línguas, cantigas de roda,
quadrinhas, adivinhações, jogos e outras brincadeiras com a língua
contribuem para tornar observável sua sonoridade, o que é muito
importante na fase inicial de aprendizagem da leitura e da escrita.
Além de constituírem situações lúdicas, são recursos para o
desenvolvimento da consciência fonológica, pois apresentam rimas,
aliterações, possibilidades de trabalhar a segmentação das palavras e
de organizá-las numa sequência com sentido e significado.
Na convivência constante com textos como esses, as crianças se
apropriam da dimensão sonora da escrita e percebem, cada vez mais, a
relação entre o que falamos e o que escrevemos, entre a quantidade e a
qualidade das letras necessárias à escrita, reconhecem o valor
posicional das letras nas palavras. Assim, desenvolvem a consciência
fonológica e se aproximam do sistema convencional ortográfico, com
suas regularidades e irregularidades.
Crianças com dificuldades em consciência fonológica geralmente
apresentam atraso na aquisição da leitura e escrita, e procedimentos
para desenvolver a consciência fonológica podem ajudar as crianças com
dificuldades na escrita a superá-los. O desempenho das crianças na
fase pré-escolar em determinadas tarefas de consciência fonológica é
fator determinante de seu sucesso ou fracasso na aquisição e
desenvolvimento da lecto-escrita.
É comum vermos crianças de 4 ou 5 anos brincando com nomes dos colegas
em jogos de rimas como: "Gabriel cara de pastel, Fabiana cara de
banana". Mesmo sem saber que isto é uma rima, a brincadeira espontânea
das crianças atesta sua capacidade de consciência fonológica.
Na verdade, o desenvolvimento da consciência fonológica parece estar
relacionado ao próprio desenvolvimento simbólico da criança, no
sentido dela vir a atentar para o aspecto sonoro das palavras
(significante) em detrimento do seu aspecto semântico (significado).
Devemos ter clareza que, o conhecimento prévio da criança facilita a
aprendizagem da leitura e o aprimoramento da consciência fonológica.
Na medida em que a alfabetização vai se aprimorando a consciência
fonológica também se lapida e caminham juntas auxiliando a criança no
aperfeiçoamento de suas funções cognitivas, refletindo-se assim em
todo o processo de construção do aprendizado.
Referências bibliográficas:
COLELLO, S. M. G. & SILVA, N. "Letramento: do processo de exclusão
social aos vícios da prática pedagógica" In VIDETUR, n. 21.
Porto/Portugal: Mandruvá, 2003, pp. 21 – 34 (ww.hottopos.com).
FEEREIRO, E. Cultura escrita e educação. Porto Alegre, Artes Médicas, 2001.
KLEIMAN, A. B. (org.) Os significados do letramento: uma nova
perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, Mercado das
Letras, 1995.
___________ LEITE, S. A. S. (org.) Alfabetização e letramento –
contribuições para as práticas pedagógicas. Campinas, Komedi/Arte
Escrita, 2001.
RIBEIRO, V. M. (org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, 2003.
SOARES, M. B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte,
Autêntica, 1998.
TFOUNI, L.V. Letramento e alfabetização. São Paulo, Cortez,1995.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
1º Seminário do Projeto 3º Ciclo - Sujeitos & Práticas
A equipe da Gerência de Educação Básica e Inclusão/Gerência de
Coordenação da Política Pedagógica e de Formação, da Secretaria
Municipal de Educação de Belo Horizonte, realizará, no dia 03 de
agosto de 2012, o 1º Seminário do Projeto 3º Ciclo - Sujeitos &
Práticas.
Esse Seminário tem como objetivo principal promover a formação dos
profissionais da educação, da Rede Municipal de Educação de Belo
Horizonte, por intermédio do debate aberto sobre temáticas
relacionadas à educação e formação humana nas diversas disciplinas que
compõem o currículo escolar do ensino fundamental.
Serão oferecidas palestras e sessões de minicursos que abordarão temas
relacionados às novas ferramentas e perspectivas de trabalho
pedagógico, além de debater os espaços e os tempos de realização dos
trabalhos nas escolas. Desse modo, espera-se oferecer subsídios e
fundamentações teóricas não somente para o desenvolvimento das ações
propostas no Projeto 3° Ciclo – Sujeitos & Práticas, como também para
outras ações desenvolvidas no interior das próprias escolas.
Segue a programação do evento. Informamos que as inscrições
continuarão abertas até o fim do mês de julho. Para os profissionais
de outras instituições, deve-se enviar os dados (nome completo,
instituição de origem, palestra de interesse, minicurso de interesse,
período de participação - somente um turno ou todo o dia) para o
email: ensinofundamental@pbh.gov.br.
Maiores informações, gentileza entrar em contato através dos telefones
3277-8854 ou 3277-8643.
Coordenação da Política Pedagógica e de Formação, da Secretaria
Municipal de Educação de Belo Horizonte, realizará, no dia 03 de
agosto de 2012, o 1º Seminário do Projeto 3º Ciclo - Sujeitos &
Práticas.
Esse Seminário tem como objetivo principal promover a formação dos
profissionais da educação, da Rede Municipal de Educação de Belo
Horizonte, por intermédio do debate aberto sobre temáticas
relacionadas à educação e formação humana nas diversas disciplinas que
compõem o currículo escolar do ensino fundamental.
Serão oferecidas palestras e sessões de minicursos que abordarão temas
relacionados às novas ferramentas e perspectivas de trabalho
pedagógico, além de debater os espaços e os tempos de realização dos
trabalhos nas escolas. Desse modo, espera-se oferecer subsídios e
fundamentações teóricas não somente para o desenvolvimento das ações
propostas no Projeto 3° Ciclo – Sujeitos & Práticas, como também para
outras ações desenvolvidas no interior das próprias escolas.
Segue a programação do evento. Informamos que as inscrições
continuarão abertas até o fim do mês de julho. Para os profissionais
de outras instituições, deve-se enviar os dados (nome completo,
instituição de origem, palestra de interesse, minicurso de interesse,
período de participação - somente um turno ou todo o dia) para o
email: ensinofundamental@pbh.gov.br.
Maiores informações, gentileza entrar em contato através dos telefones
3277-8854 ou 3277-8643.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Fórum do Blog
Silvania Aparecida Ferreira - RA= 11012826
COMENTÁRIO PARA O FÓRUM DO BLOG, SOBRE A DOCÊNCIA E SALA DE AULA.
" O professor deve buscar sempre estar interagindo com seus alunos na sala de aula, seja presencial ou à distância;proporcionando-lhes o conhecimento necessário para a formação educacional.
Segundo Marco Silva:
"... o professor é formulador de problemas, provocador de situações, arquiteto de percursos, mobilizador das inteligências múltiplas e coletivas na experiência do conhecimento.Ele disponibiliza domínios do conhecimento para que os alunos possam construir seus mapas e conduzir suas explorações, individualmente e em cooperação, na sala de aula presencial e/ ou à distância.Ele disponibiliza estados potenciais do conhecimento de modo que o aluno experimenta a criação do conhecimento quando participa, interfere, modifica. Por sua vez, o aluno deixa o lugar da recepção passiva de onde ouve, olha, copia e presta contas, para se envolver com a proposição do professor."
músicas infantis
Ola Amigos segue algumas atividades e musicas infantis, Abraços, da
aluna Monica Santos Silva RA 11012420
ATIVIDADE COM MÚSICA!
As cantigas fazem parte da nossa infância e é nosso dever como
educadores preservá-las, incentivando nossas crianças a cantá-las,
brincarem com elas. Elas não devem servir apenas para alfabetizar, as
cantigas devem fazer parte do cotidiano da sala de aula. E por isso,
por ser um texto memorizado, é que elas podem servir como textos
auxiliares para alfabetização.
O lúdico deve estar presente nesta fase da criança, a alfabetização
deve ser vista, como algo prazeroso por ela, e não com exercícios
cansativos e repetitivos de cópias e sem significado para a criança.
No decorrer do processos de alfabetização os erros vão sendo
corrigidos, mas no início o mais importante é a criança ter o prazer
em aprender a ler e a escrever.
Música: Meu Pintinho Amarelinho
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão.
Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.
Ele bate as asas
Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião.
Música: A Janelinha
A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Se o sol está aparecendo.
Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou
Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.
Música: O Jipe
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
Consertamos com chiclete.
Música: Sapo Cururu
Sapo Cururu
Na beira do rio
Quando o sapo grita, ó maninha!
É que esta com frio.
A mulher do sapo
É que está lá dentro
Fazendo rendinha, ó maninha!
Pro seu casamento.
Música: Barata
Eu vi uma barata
Na careca do vovô
Assim que ela me viu
Bateu asas e voou
Seu Joaquim, quirim quim
Da perna torta ta ta ta
Dançando conga, ga ga
Com a Maricota, ta ta.
Música: Borboletinha
Borboletinha
Tá na cozinha
Fazendo chocolate
Para a madrinha
Poti, poti
Perna de pau
Olho de vidro
E nariz de pica-pau
Pau-pau.
Música: Cachorrinho está latindo.
Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal
Cala a boca cachorrinho
Deixa o meu benzinho em paz
Crio lê lê
Criô lê lê lá lá
Criô lê lê
Não sou eu quem caio lá.
Música: Motorista
Motorista, motorista
Olha a pista
Olha a pista
Não é de salsicha
Não é de salsicha
Não é não
Não é não
Motorista, motorista
Olha o poste
Olha o poste
Não é de borracha
Não é de borracha
Não é não
Não é não.
Música: Casinha
Fui morar numa casinha-nha
Infestada-da de cupim-pim-pim
Saiu de lá- lá- lá
Uma lagartixa-xa
Olhou pra mim
Olhou pra mim
Olhou pra mim
E fez assim:
Smack... Smack....
Música: Meu Pintinho Amarelinho
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão.
Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.
Ele bate as asas
Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião.
Musica : As Abelhas Musicalização
A abelha mestra
e as abelhinhas
Tão todas prontinhas
Para ir para festa
Num zune-que-zune
Lá vão para o Jardim
Brincar com a cravina
Valsar com o jasmim
Da rosa para o cravo
Do cravo para a rosa
Da rosa para o cravo
E de volta para a rosa
Venham ver como dão mel ( 4 vezes )
As abelhas do céu.
Musica – Vogal
Hoje a tia me ensinou, lá na escola
Umas letrinhas, que eu gostei de aprender
Elas são tão engraçadinhas
Tem um nome que é demais
São as vogais, são as vogais
E com essas letrinhas bonitinhas
A tia vai me ensinar a escrever
Tudo fica mais facinho, você vai ver
Com as vogais é gostoso aprender
Com a letra "a", aprendo rapidinho
Com a letra "e", é que eu fico espertinho
Com a letra "i", inteligente vou ficar
Com a letra "o", ouça o que eu vou falar
Com a letra "u", uma vez mais eu vou dizer
Com as vogais, fica fácil aprender
Musica - Vogais
A A A minha abelhinha (2x)
Quem te pos as mãos sabendo que és minha? ( 2x)
E E E minha escovinha (2x)
Ai que bom seria se tu fosse minha(2x)
I I I O índio já chegou ( 2x)
Correndo pro bosque e se mandou (2x)
O O O Óculus da vovó (2x)
Todo quebradinho de uma perna só ( 2x)
U U U Seu urubu ( 2x)
Vive só brincando com seu peru (2x)
A dona aranha subiu pela parede,
Veio a chuva forte e a derrubou,
Já passou a chuva o sol já vem surgindo
E a dona aranha na parede vai subindo
Ela é teimosa e desobediente
Sobe, sobe, sobe e nunca esta contente
Na minha fazenda tem um boi, tem um boi
E esse boi se chama Barnarbé, Barnarbé,
Sabe que ele esta apaixonado
pela minha linda vaca Salomé,Salomé.
A canoa virou, por deixar ela virar,
Foi por causa da Morena que não soube remar ,
Se eu fosse um peixinho que soubesse nadar
eu tirava a Morena do fundo do mar.
1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos, 10 no pequeno bote,
Iam navegando pelo rio a baixo
quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
quase, quase virou mas não virou.
Alecrim, alecrim dourado,
que nasceu no campo sem ser semeado,
Foi meu amor, que me disse assim ,
que a flor do campo ,e o alecrim.
Era uma casa muito engraçada
não tinha teto,Não tinha nada,
Ninguém podia dormir na rede,
porque na casa não tinha parede,
ninguém podia fazer pipi,
porque pinico não tinha ali,
mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero.
aluna Monica Santos Silva RA 11012420
ATIVIDADE COM MÚSICA!
As cantigas fazem parte da nossa infância e é nosso dever como
educadores preservá-las, incentivando nossas crianças a cantá-las,
brincarem com elas. Elas não devem servir apenas para alfabetizar, as
cantigas devem fazer parte do cotidiano da sala de aula. E por isso,
por ser um texto memorizado, é que elas podem servir como textos
auxiliares para alfabetização.
O lúdico deve estar presente nesta fase da criança, a alfabetização
deve ser vista, como algo prazeroso por ela, e não com exercícios
cansativos e repetitivos de cópias e sem significado para a criança.
No decorrer do processos de alfabetização os erros vão sendo
corrigidos, mas no início o mais importante é a criança ter o prazer
em aprender a ler e a escrever.
Música: Meu Pintinho Amarelinho
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão.
Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.
Ele bate as asas
Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião.
Música: A Janelinha
A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Se o sol está aparecendo.
Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou
Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.
Música: O Jipe
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
Consertamos com chiclete.
Música: Sapo Cururu
Sapo Cururu
Na beira do rio
Quando o sapo grita, ó maninha!
É que esta com frio.
A mulher do sapo
É que está lá dentro
Fazendo rendinha, ó maninha!
Pro seu casamento.
Música: Barata
Eu vi uma barata
Na careca do vovô
Assim que ela me viu
Bateu asas e voou
Seu Joaquim, quirim quim
Da perna torta ta ta ta
Dançando conga, ga ga
Com a Maricota, ta ta.
Música: Borboletinha
Borboletinha
Tá na cozinha
Fazendo chocolate
Para a madrinha
Poti, poti
Perna de pau
Olho de vidro
E nariz de pica-pau
Pau-pau.
Música: Cachorrinho está latindo.
Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal
Cala a boca cachorrinho
Deixa o meu benzinho em paz
Crio lê lê
Criô lê lê lá lá
Criô lê lê
Não sou eu quem caio lá.
Música: Motorista
Motorista, motorista
Olha a pista
Olha a pista
Não é de salsicha
Não é de salsicha
Não é não
Não é não
Motorista, motorista
Olha o poste
Olha o poste
Não é de borracha
Não é de borracha
Não é não
Não é não.
Música: Casinha
Fui morar numa casinha-nha
Infestada-da de cupim-pim-pim
Saiu de lá- lá- lá
Uma lagartixa-xa
Olhou pra mim
Olhou pra mim
Olhou pra mim
E fez assim:
Smack... Smack....
Música: Meu Pintinho Amarelinho
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão.
Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.
Ele bate as asas
Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião.
Musica : As Abelhas Musicalização
A abelha mestra
e as abelhinhas
Tão todas prontinhas
Para ir para festa
Num zune-que-zune
Lá vão para o Jardim
Brincar com a cravina
Valsar com o jasmim
Da rosa para o cravo
Do cravo para a rosa
Da rosa para o cravo
E de volta para a rosa
Venham ver como dão mel ( 4 vezes )
As abelhas do céu.
Musica – Vogal
Hoje a tia me ensinou, lá na escola
Umas letrinhas, que eu gostei de aprender
Elas são tão engraçadinhas
Tem um nome que é demais
São as vogais, são as vogais
E com essas letrinhas bonitinhas
A tia vai me ensinar a escrever
Tudo fica mais facinho, você vai ver
Com as vogais é gostoso aprender
Com a letra "a", aprendo rapidinho
Com a letra "e", é que eu fico espertinho
Com a letra "i", inteligente vou ficar
Com a letra "o", ouça o que eu vou falar
Com a letra "u", uma vez mais eu vou dizer
Com as vogais, fica fácil aprender
Musica - Vogais
A A A minha abelhinha (2x)
Quem te pos as mãos sabendo que és minha? ( 2x)
E E E minha escovinha (2x)
Ai que bom seria se tu fosse minha(2x)
I I I O índio já chegou ( 2x)
Correndo pro bosque e se mandou (2x)
O O O Óculus da vovó (2x)
Todo quebradinho de uma perna só ( 2x)
U U U Seu urubu ( 2x)
Vive só brincando com seu peru (2x)
A dona aranha subiu pela parede,
Veio a chuva forte e a derrubou,
Já passou a chuva o sol já vem surgindo
E a dona aranha na parede vai subindo
Ela é teimosa e desobediente
Sobe, sobe, sobe e nunca esta contente
Na minha fazenda tem um boi, tem um boi
E esse boi se chama Barnarbé, Barnarbé,
Sabe que ele esta apaixonado
pela minha linda vaca Salomé,Salomé.
A canoa virou, por deixar ela virar,
Foi por causa da Morena que não soube remar ,
Se eu fosse um peixinho que soubesse nadar
eu tirava a Morena do fundo do mar.
1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos, 10 no pequeno bote,
Iam navegando pelo rio a baixo
quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
quase, quase virou mas não virou.
Alecrim, alecrim dourado,
que nasceu no campo sem ser semeado,
Foi meu amor, que me disse assim ,
que a flor do campo ,e o alecrim.
Era uma casa muito engraçada
não tinha teto,Não tinha nada,
Ninguém podia dormir na rede,
porque na casa não tinha parede,
ninguém podia fazer pipi,
porque pinico não tinha ali,
mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero.
COMENTÁRIO SOBRE CURSO DE NEUROCIÊNCIAS
Comentário da aluna Silvania Aparecida Ferreira, RA= 11012826
Gostaria de fazer um comentário sobre o curso de Neurociências conduzido pela professora Riviane. Antes enviei um trecho do curso e agora somente um pequeno comentário.
COMENTÁRIO SOBRE O CURSO DE EXTENSÃO "RELAÇÃO ENTRE NEUROCIÊNCIAS E EDUCAÇÃO: NOVOS OLHARES" CONDUZIDO PELA PROFESSORA RIVIANE BRAVO.
Um curso que foi conduzido com muita precisão pela professora Riviane. Nos proporcionou um conhecimento mais profundo sobre a Neurociência. Descobertas feitas hoje, sobre o cérebro nos faz avançar cada vez mais na área da educação e assim podemos usar metodologias mais acertadas para o ensino aprendizagem. A neurociência nos faz desejar ir adiante para aprender sempre o novo que nos é oferecido; nos faz descobrir o que acontece no momento da aprendizagem e que deve ser levado em conta bons estímulos, comportamentos que queremos que se consolidam. A neurociência veio para mostrar que podemos muito mais que pensamos; e podemos pensar que o caminho só está iniciando.
Parabéns, Kerlston!
Segue email enviado de aluno Kerlston:
Boa noite Queridos!
Nesta sexta-feira, 06 de julho, estarei cumprindo mais uma etapa,
superando mais alguns desafios e confirmando a vitoria em mais uma
conquista.
Obrigado pela confiança e apoio, mesmo indiretos e talvez sem que
soubessem o tanto que me inspiraram e acreditaram em mim. Foi tempo de
superação, de avaliação e escolhas, algumas não fáceis, mas aí estamos
e assim seguiremos. Obrigado e fazendo-se presentes estarei honrado!
O convite é para a solenidade de formatura no Clube dos Oficiais da
PM, e neste mesmo dia, às 14h, serei homenageado na Assembléia
Legislativa de Minas Gerais pelos trabalhos realizados com o PROERD em
Belo Horizonte. Vejam que para me sentir mais realizado só com a
presença de vocês!!! Abração e Muito Obrigado Amigos!!!
Abraço e Com Deus!
Kerlston
Querido Kerlston,
Parabéns pela vitória. Sabemos que foi conquistada pelo seu grande
esforço. Outras virão... Temos certeza disso e vibraremos juntos
novamente.
Equipe Ceped
Boa noite Queridos!
Nesta sexta-feira, 06 de julho, estarei cumprindo mais uma etapa,
superando mais alguns desafios e confirmando a vitoria em mais uma
conquista.
Obrigado pela confiança e apoio, mesmo indiretos e talvez sem que
soubessem o tanto que me inspiraram e acreditaram em mim. Foi tempo de
superação, de avaliação e escolhas, algumas não fáceis, mas aí estamos
e assim seguiremos. Obrigado e fazendo-se presentes estarei honrado!
O convite é para a solenidade de formatura no Clube dos Oficiais da
PM, e neste mesmo dia, às 14h, serei homenageado na Assembléia
Legislativa de Minas Gerais pelos trabalhos realizados com o PROERD em
Belo Horizonte. Vejam que para me sentir mais realizado só com a
presença de vocês!!! Abração e Muito Obrigado Amigos!!!
Abraço e Com Deus!
Kerlston
Querido Kerlston,
Parabéns pela vitória. Sabemos que foi conquistada pelo seu grande
esforço. Outras virão... Temos certeza disso e vibraremos juntos
novamente.
Equipe Ceped
Escola Integrada divulga também
COMUNIDADE VIVA: EU SOU DAQUI
"Uma cidade é construída por diferentes tipos de homens;
pessoas iguais não podem fazê-la existir."
Aristóteles, Política
APRESENTAÇÃO
O II Festival Escola Integrada de Minicurtas-BH é uma realização da
Secretaria de Educação de Belo Horizonte/Programa Escola Integrada que
visa promover a criação audiovisual por alunos do ensino fundamental
das escolas da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte,
participantes do Programa Escola Integrada.
Os alunos, junto aos agentes culturais e bolsistas, discutirão sobre
o tema "Comunidade Viva: eu sou daqui" e produzirão vídeos de
aproximadamente um minuto; os vídeos poderão participar de mostras
realizadas em espaços diversos: virtual, escolar, cultural, entre
outros.
O II FEIMC-BH quer revelar e estimular novos talentos do audiovisual
ao incentivar o protagonismo infanto-juvenil, possibilitando a
vivência do processo democrático, mediante a participação dos
estudantes nas atividades da escola e da comunidade em que vivem,
utilizando as ferramentas midiáticas de forma consciente e produtiva.
OBJETIVOS
Potencializar o protagonismo infanto-juvenil na produção audiovisual;
Promover o uso pedagógico de mídias, facilmente manipuladas pelos
jovens: celulares, câmeras digitais, Mp4 entre outras;
Revelar e estimular novos talentos muitas vezes desconhecidos pela
falta de oportunidade;
Discutir práticas de produção audiovisual no ambiente educacional;
Promover o intercâmbio entre escolas e comunidades através das mídias
produzidas pelos alunos do Programa Escola Integrada.
PÚBLICO-ALVO
O II FEIMC-BH destina-se a alunos do ensino fundamental das escolas da
Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte, participantes do Programa
Escola Integrada.
DESENVOLVIMENTO
Produção dos filmes;
Inscrições;
Mostra dos filmes inscritos e selecionados;
Classificação dos 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria, pelo júri técnico;
Votação popular;
Divulgação do resultado;
Mostra dos filmes classificados pelo júri técnico e popular.
INSCRIÇÃO
O período de inscrição será de 10 a 14 de setembro de 2012.
Para a inscrição, os participantes deverão enviar um envelope contendo:
o formulário de inscrição, devidamente preenchido e assinado pelo
professor comunitário e pelo agente cultural ou bolsista responsável
(anexo I e disponível também nos seguintes endereços:
http://tiny.cc/integrada e http://educom-arte.tk);
uma cópia do filme com duração de aproximadamente 1 min. em CD de dados.
Para:
Programa Escola Integrada/Educomunicação e Arte
rua Carangola 288 – salas 418 e 420 – Santo Antônio, Belo Horizonte/MG
Só serão aceitas as inscrições entregues e protocoladas no local acima citado.
As escolas poderão inscrever um filme em cada categoria (animação,
documentário ou ficção), mas serão classificadas em apenas uma
categoria.
Só serão aceitas as inscrições de minicurtas produzidos por alunos do
Programa Escola Integrada da Rede Municipal de Ensino de Belo
Horizonte.
Não será cobrada taxa de inscrição.
CATEGORIAS
Os filmes deverão ser produzidos e inscritos por categoria conforme
descrito abaixo:
Animação – filme produzido, utilizando-se as seguintes técnicas:
stop-motion, flash, quadro a quadro e técnica mista.
Documentário – filme produzido, utilizando-se a realidade como base
para reflexão de um determinado tema. Não se caracteriza
predominantemente como noticioso, didático ou publicitário.
Ficção – filme produzido a partir da criatividade, podendo ter como
pano de fundo a realidade ou não.
SELEÇÃO
O II FEIMC-BH 2012 terá duas etapas seletivas:
Seleção e classificação do júri técnico:
Essa etapa constará da seleção dos filmes que será feita por uma
comissão, nomeada pela coordenação do evento, denominada júri técnico,
constituído por especialistas na área que serão responsáveis por uma
das categoria: animação, documentário ou ficção. Serão considerados
os seguintes aspectos: roteiro, criatividade, trilha original,
fotografia, figurino e atuação.
Os filmes inscritos, serão analisados e classificados (1º, 2º, 3º
lugar, por categoria).
Votação popular:
Além da seleção feita pelo júri técnico, os filmes também passarão por
uma avaliação popular através de votação feita pela internet.
Os filmes selecionados serão publicados, por categoria, on-line no
endereço: http://educom-arte.tk/ para a votação popular no período de
24 de setembro a 19 de outubro de 2012.
Cada internauta poderá votar somente em um filme por categoria.
CULMINÂNCIA DO PROJETO
Mostra dos filmes classificados pelo júri técnico e popular na
internet, nas escolas, nos centros culturais, entre outros.
ORIENTAÇÕES
A inscrição dos filmes supõe a aceitação das seguintes bases:
1. Poderão ser inscritas, entre 10 a 14 de setembro de 2012, obras
audiovisuais com duração de 45'' a 1'30.
2. O número de participantes, por filme, deverá ser de até no máximo 25 alunos.
3. Os vídeos deverão ser produzidos por câmeras de celulares, câmeras
fotográficas digitais, Mp-4-5.
4. Os vídeos podem ou não ser editados. Caso sejam utilizadas imagens
de outras mídias deve-se citar os créditos.
5. O resultado dos vídeos classificados será veiculado no site:
http://educom-arte.tk
6. Os vídeos serão veiculados pelo site da Equipe Educomunicação e
Arte, na página do Festival.
7. O FEIMC – Festival Escola Integrada de Minicurtas é promovido pela
Secretaria Municipal de Educação/Programa Escola Integrada.
Os vídeos classificados não poderão, em hipótese alguma, veicular
logomarcas, imagens , textos e conteúdo geral que sugira promoção
política como também em qualquer material de divulgação e exibição dos
mesmos.
8 – Todos os filmes inscritos receberão certificados.
9 - O trabalho inscrito e selecionado está automaticamente autorizado
a ser exibido como parte integrante da programação do evento para o
qual foi selecionado, assim como o seu institucional;
10 - A SMED/PBH não se responsabiliza por questões relativas ao
direito autoral, direitos de uso de voz, imagem, trilha sonora ou
locação no conteúdo dos trabalhos inscritos;
11 - Os participantes cedem, automaticamente, à Secretaria Municipal
de Educação de BH, os direitos de transmissão de extratos dos vídeos
selecionados para divulgação da programação do evento;
12 - As datas e horários, das diversas sessões, dos filmes
participantes, serão decididas a partir de critérios definidos
exclusivamente pela coordenação do evento;
13 - As cópias dos filmes em CD, enviadas para seleção, serão
arquivadas e passarão a fazer parte do acervo do PEI/SMED/PBH e não
serão utilizadas para fins comerciais;
14 – A coordenação do evento poderá retirar da programação, a qualquer
momento, o filme que não cumprir as normas deste regulamento ou que
falsear as mesmas;
15 – Os casos omissos, nesse regulamento, serão solucionados pela
coordenação do evento;
16 – Os procedimentos de inscrição para seleção dos filmes vinculam o
participante à plena aceitação deste regulamento.
17 - Não será permitido material obsceno, difamatório, com ameaças,
pornográfico, racista ou etnicamente ofensivo, que encoraje condutas
que possam ser consideradas ofensivas bem como promoção política
partidária.
INSTRUÇÕES
- Preencha completamente a ficha de inscrição anexa;
-Envie uma cópia da produção em CD de dados - Não será aceita cópia em DVD;
-A ficha de inscrição e o CD da produção deverão ser enviados para
SMED - Secretaria Municipal de Educação, à rua Carangola, 288, 4º
andar, sala 418/420, conforme cronograma.
CRONOGRAMA
Lançamento: 13 de junho
Fórum de Educação Integral 14h - auditório 8º andar SMED
Produção 14/06 a 24/08
Escolas Inscrições 27 a 31 de agosto
SMED Votação 11 a 21 de setembro Internet
Divulgação e mostra dos vídeos classificados entre 15 e 19 de outubro
(a definir)
"Uma cidade é construída por diferentes tipos de homens;
pessoas iguais não podem fazê-la existir."
Aristóteles, Política
APRESENTAÇÃO
O II Festival Escola Integrada de Minicurtas-BH é uma realização da
Secretaria de Educação de Belo Horizonte/Programa Escola Integrada que
visa promover a criação audiovisual por alunos do ensino fundamental
das escolas da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte,
participantes do Programa Escola Integrada.
Os alunos, junto aos agentes culturais e bolsistas, discutirão sobre
o tema "Comunidade Viva: eu sou daqui" e produzirão vídeos de
aproximadamente um minuto; os vídeos poderão participar de mostras
realizadas em espaços diversos: virtual, escolar, cultural, entre
outros.
O II FEIMC-BH quer revelar e estimular novos talentos do audiovisual
ao incentivar o protagonismo infanto-juvenil, possibilitando a
vivência do processo democrático, mediante a participação dos
estudantes nas atividades da escola e da comunidade em que vivem,
utilizando as ferramentas midiáticas de forma consciente e produtiva.
OBJETIVOS
Potencializar o protagonismo infanto-juvenil na produção audiovisual;
Promover o uso pedagógico de mídias, facilmente manipuladas pelos
jovens: celulares, câmeras digitais, Mp4 entre outras;
Revelar e estimular novos talentos muitas vezes desconhecidos pela
falta de oportunidade;
Discutir práticas de produção audiovisual no ambiente educacional;
Promover o intercâmbio entre escolas e comunidades através das mídias
produzidas pelos alunos do Programa Escola Integrada.
PÚBLICO-ALVO
O II FEIMC-BH destina-se a alunos do ensino fundamental das escolas da
Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte, participantes do Programa
Escola Integrada.
DESENVOLVIMENTO
Produção dos filmes;
Inscrições;
Mostra dos filmes inscritos e selecionados;
Classificação dos 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria, pelo júri técnico;
Votação popular;
Divulgação do resultado;
Mostra dos filmes classificados pelo júri técnico e popular.
INSCRIÇÃO
O período de inscrição será de 10 a 14 de setembro de 2012.
Para a inscrição, os participantes deverão enviar um envelope contendo:
o formulário de inscrição, devidamente preenchido e assinado pelo
professor comunitário e pelo agente cultural ou bolsista responsável
(anexo I e disponível também nos seguintes endereços:
http://tiny.cc/integrada e http://educom-arte.tk);
uma cópia do filme com duração de aproximadamente 1 min. em CD de dados.
Para:
Programa Escola Integrada/Educomunicação e Arte
rua Carangola 288 – salas 418 e 420 – Santo Antônio, Belo Horizonte/MG
Só serão aceitas as inscrições entregues e protocoladas no local acima citado.
As escolas poderão inscrever um filme em cada categoria (animação,
documentário ou ficção), mas serão classificadas em apenas uma
categoria.
Só serão aceitas as inscrições de minicurtas produzidos por alunos do
Programa Escola Integrada da Rede Municipal de Ensino de Belo
Horizonte.
Não será cobrada taxa de inscrição.
CATEGORIAS
Os filmes deverão ser produzidos e inscritos por categoria conforme
descrito abaixo:
Animação – filme produzido, utilizando-se as seguintes técnicas:
stop-motion, flash, quadro a quadro e técnica mista.
Documentário – filme produzido, utilizando-se a realidade como base
para reflexão de um determinado tema. Não se caracteriza
predominantemente como noticioso, didático ou publicitário.
Ficção – filme produzido a partir da criatividade, podendo ter como
pano de fundo a realidade ou não.
SELEÇÃO
O II FEIMC-BH 2012 terá duas etapas seletivas:
Seleção e classificação do júri técnico:
Essa etapa constará da seleção dos filmes que será feita por uma
comissão, nomeada pela coordenação do evento, denominada júri técnico,
constituído por especialistas na área que serão responsáveis por uma
das categoria: animação, documentário ou ficção. Serão considerados
os seguintes aspectos: roteiro, criatividade, trilha original,
fotografia, figurino e atuação.
Os filmes inscritos, serão analisados e classificados (1º, 2º, 3º
lugar, por categoria).
Votação popular:
Além da seleção feita pelo júri técnico, os filmes também passarão por
uma avaliação popular através de votação feita pela internet.
Os filmes selecionados serão publicados, por categoria, on-line no
endereço: http://educom-arte.tk/ para a votação popular no período de
24 de setembro a 19 de outubro de 2012.
Cada internauta poderá votar somente em um filme por categoria.
CULMINÂNCIA DO PROJETO
Mostra dos filmes classificados pelo júri técnico e popular na
internet, nas escolas, nos centros culturais, entre outros.
ORIENTAÇÕES
A inscrição dos filmes supõe a aceitação das seguintes bases:
1. Poderão ser inscritas, entre 10 a 14 de setembro de 2012, obras
audiovisuais com duração de 45'' a 1'30.
2. O número de participantes, por filme, deverá ser de até no máximo 25 alunos.
3. Os vídeos deverão ser produzidos por câmeras de celulares, câmeras
fotográficas digitais, Mp-4-5.
4. Os vídeos podem ou não ser editados. Caso sejam utilizadas imagens
de outras mídias deve-se citar os créditos.
5. O resultado dos vídeos classificados será veiculado no site:
http://educom-arte.tk
6. Os vídeos serão veiculados pelo site da Equipe Educomunicação e
Arte, na página do Festival.
7. O FEIMC – Festival Escola Integrada de Minicurtas é promovido pela
Secretaria Municipal de Educação/Programa Escola Integrada.
Os vídeos classificados não poderão, em hipótese alguma, veicular
logomarcas, imagens , textos e conteúdo geral que sugira promoção
política como também em qualquer material de divulgação e exibição dos
mesmos.
8 – Todos os filmes inscritos receberão certificados.
9 - O trabalho inscrito e selecionado está automaticamente autorizado
a ser exibido como parte integrante da programação do evento para o
qual foi selecionado, assim como o seu institucional;
10 - A SMED/PBH não se responsabiliza por questões relativas ao
direito autoral, direitos de uso de voz, imagem, trilha sonora ou
locação no conteúdo dos trabalhos inscritos;
11 - Os participantes cedem, automaticamente, à Secretaria Municipal
de Educação de BH, os direitos de transmissão de extratos dos vídeos
selecionados para divulgação da programação do evento;
12 - As datas e horários, das diversas sessões, dos filmes
participantes, serão decididas a partir de critérios definidos
exclusivamente pela coordenação do evento;
13 - As cópias dos filmes em CD, enviadas para seleção, serão
arquivadas e passarão a fazer parte do acervo do PEI/SMED/PBH e não
serão utilizadas para fins comerciais;
14 – A coordenação do evento poderá retirar da programação, a qualquer
momento, o filme que não cumprir as normas deste regulamento ou que
falsear as mesmas;
15 – Os casos omissos, nesse regulamento, serão solucionados pela
coordenação do evento;
16 – Os procedimentos de inscrição para seleção dos filmes vinculam o
participante à plena aceitação deste regulamento.
17 - Não será permitido material obsceno, difamatório, com ameaças,
pornográfico, racista ou etnicamente ofensivo, que encoraje condutas
que possam ser consideradas ofensivas bem como promoção política
partidária.
INSTRUÇÕES
- Preencha completamente a ficha de inscrição anexa;
-Envie uma cópia da produção em CD de dados - Não será aceita cópia em DVD;
-A ficha de inscrição e o CD da produção deverão ser enviados para
SMED - Secretaria Municipal de Educação, à rua Carangola, 288, 4º
andar, sala 418/420, conforme cronograma.
CRONOGRAMA
Lançamento: 13 de junho
Fórum de Educação Integral 14h - auditório 8º andar SMED
Produção 14/06 a 24/08
Escolas Inscrições 27 a 31 de agosto
SMED Votação 11 a 21 de setembro Internet
Divulgação e mostra dos vídeos classificados entre 15 e 19 de outubro
(a definir)
Escola Integrada divulga
III SEMINARIO INTERNACIONAL TEIAS DE CIDADANIA:
A CULTURA POPULAR TECE CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO INTEGRAL
APRESENTAÇÃO
O Seminario Internacional TEIAS DE CIDADANIA nasce com o objetivo de
ser espaço de diálogo e troca de experiências entre aqueles que, em
espaços, tempos, ofícios, propostas diversas, vão, coletivamente,
construindo uma educação integral, direito de todos, conquista de uma
cidadania plena.
Em 2010 aconteceu o ll Seminario Internacional Teias de Cidadania que
teve como tema a democracia, como direito e condição de uma educação
integral, procurando, assim, ampliar o campo de reflexões sobre o
vínculo entre sujeitos de direito, participação democrática e formação
humana.
Em 2012, trazemos o tema da CULTURA POPULAR como eixo das discussões
do III Seminário. Não há como pensar a educação desvinculada da
cultura, não há como desconsiderar que alunos e professores são
sujeitos socioculturais, com uma experiência educativa muito mais
ampla que a escolar.
O Seminário acontecerá entre os dia 31/07 e 03/08 e durante o
Seminário procuraremos, por meio de debates, relatos e vivências,
estabelecer reflexões que articulem a cidade com a escola, a educação
com a cultura, os sujeitos com suas expressões culturais.
Nos dias 01 e 03 de agosto, teremos, nos auditórios da UFMG, as Mesas
de Diálogo e as Rodas de Conversa, com convidados nacionais e
internacionais conversando sobre temáticas diversas, relacionadas a
educação, cultura, territórios e redes educativas. E, nesses dias,
começaremos as atividades com apresentações culturais, expressões da
cultura popular brasileira.
No dia 02 de agosto, o Teias de Cidadania vai ocupar as praças de Belo
Horizonte, com diversas oficinas, possibiltando, aos participantes,
experências artísticas, culturais e de intervenção urbana.
O Seminário é organizado pelo grupo TEIA (Territórios, Educação
Integral e cidadaniA), da FAE/UFMG e está organizado de modo a que
cada participante possa escolher um percurso formativo, com a escolha
de atividades no período da manhã e da tarde ou somente em um dos
períodos.
As inscrições podem ser feitas pelo site do TEIA (www.fae.ufmg.br/teia)
A programação detalhada do Seminário será disponibilizada em breve no
site do TEIA.
Qualquer dúvida e informação enviar email para: teiasdecidadania.ufmg@gamil.com
PROGRAMAÇÃO
31/07 – UFMG
NOITE: ABERTURA
19:00h - MESA DE DIÁLOGO: A CULTURA POPULAR TECE CAMNHOS PARA UMA
EDUCAÇÃO INTEGRAL
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO
MIGUEL ARROYO
CLAUDIUS CECCON
01/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h – RODAS DE CONVERSA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
NOITE:
18:30h – MANIFESTAÇÃO CULTURAL
19:00h - PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INTEGRAL
02/08 – PRAÇAS DE BELO HORIZONTE
MANHÃ E TARDE
8:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS
13:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS
03/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h - RODAS DE CONVERSA
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
17:30h - - MANIFESTAÇÃO CULTURAL E ENCERRAMENTO
ALGUMAS OFICINAS JÁ CONFIRMADAS
1) IMAGINÁRIO COLETIVO: UM OLHAR SOBRE OS ESPAÇOS DE BH – JORGE QUINTÃO
Através de exercícios, dinâmicas e vivências, a oficina procura trazer
a técnica fotográfica como forma de resgatar o contato direto com as
sensações e emoções, recuperando os sentimentos suprimidos e reavendo
a humanidade perdida, através da visitação de lugares comuns da cidade
de Belo Horizonte e o compartilhamento de vivências.
2) ATELIÊ ABERTO: ALÉM DO JARDIM – ROSVITA KOLB
Esta oficina é um convite-passeio pela praça. É um convite-passeio com
a arte, com o meio ambiente, com você. Queremos nos divertir com
tecidos, barbantes e fios coloridos. As árvores, arbustos, e estátuas
vão ser os nossos companheiros de passeio. Através do fio amarado,
tricotado, trançado, enlaçado que vamos dar forma e sentido para os
nossos sonhos e desejos.
3) INTERVENÇÃO SONORA EM ESPAÇOS PÚBLICOS – MARCO SCARASSATTI
Ao considerar a escuta e a construção poética de espaços sonoros, como
tendências do pensar e das práticas musicais atuais, seja pelo viés da
paisagem sonora, ou pela criação de instalações e esculturas em que o
som dialoga com a idéia plástica, deve-se pensar na relação dessas
práticas com a educação musical, tangenciando uma pedagogia do sonoro,
o que proporcionaria uma apreensão do universo criativo presente nas
práticas musicais atuais. Dessa forma, essa oficina propõe a
intervenção sonora em um espaço público, como forma de apreensão e
utilização desse espaço como prática poético-musical.
4) OFICINA DE MÍDIA IMPRESSA – WARLEY BOMBI
A oficina consiste na criação coletiva de peças gráficas que tem como
referencia jornais tabloide, fazines e cartazes. Durante a oficina os
participantes irão analisar "formas" e "conteúdos" de matérias
publicadas nos jornais impressos mais populares. Em seguida, farão um
exercício de observação na praça e em seu entorno para elaborar
maneiras criativas de noticiar os fatos. Serão levados em consideração
os aspectos éticos e estéticos na montagem das peças. Os interessados
em participar da oficina deverão gostar de produção coletiva, colagem,
ilustração, leitura e escrita de texto.
5) REGISTRAR O SENSÍVEL – CERÂMICA EXPRESSIVA – GERMANA ARTHUZO
Através da argila-matéria primitiva ancestral, registrar o sensível do
espaço publico através da diversidade de texturas encontradas,
percebidas e captadas no cotidiano da cidade . Em pequenos pedaços
de argilas serão feitos registros através de palavras e desenhos
expressos livremente em conjunto com as texturas captadas no espaço
vivenciado por cada um. Ao final as peças dos participantes serão
expostas e todos poderão apreciar a diversidade produzida. Queimaremos
em forno de Cerâmica as peças produzidas que comporão um grande CACHO
contendo o registro sensível do grupo.
6) DA BRINCADEIRA À ARTE – GRUPO ATRÁS DO PANO – MYRIAM NACIF E PAULO THIELMANN
A oficina de arte-educação "Da Brincadeira à Arte" oferecida pelo
Atrás do Pano é uma extensão de sua prática lúdica junto ao público
infanto-juvenil, no que se refere à interação com este público e ao
processo de criação de personagens e roteiros para seus espetáculos.
Integrando as diversas linguagens artísticas presentes em seus
trabalhos teatrais como a música , o jogo teatral e as artes
plásticas, os ministrantes pretendem mostrar aos participantes como a
criação está relacionada ao despojamento lúdico e à espontaneidade
das brincadeiras. Partindo da brincadeira e do jogo é que se dá o
processo criativo necessário para a construção e utilização do
teatro, no palco ou na sala de aula. A partir deste contato com o jogo
espontâneo, o aluno deverá entender o significado da arte na educação.
7) CONSTRUINDO COM JORNAL – CARLA GROSSI
Nesta oficina vamos trabalhar com jornal amassado e ou modelado para
construir um boneco usando uma estrutura de arame e ferro. Elaborando
formas, volumes e proporções com a intenção de criar figuras tri
dimensionais reciclando jornal.
8) TEATRO NA PRAÇA – PAULINHO POLIKA
A oficina ensinará a confeccionar bonecos de Pantins, uma técnica do
teatro de bonecos. São bonecos de papel ou madeira colocados em uma
vara e podem ser utilizados também no teatro de sombras. Ainda serão
feitos exercícios de manipulação desses e outros bonecos.
9) PERCUSSÃO – DANIELA
A oficina tem como objetivo principal oferecer, através da percussão,
uma "vivência" musical, abordando alguns ritmos da Cultura Popular
como o Maracatu, a Ciranda, o Ijexá e o Congado. Através de exercícios
e práticas coletivas, será também abordada a técnica de cada
instrumento, além das tradicionais cantigas de domínio público que
compõem, juntamente com a percussão e a dança, o universo musical
destas manifestações.
CONVIDADOS PARA AS MESAS DE DIÁLOGO E RODAS DE CONVERSA
CONFIRMADOS
WILLIAN MORENO (COLOMBIA)
NELSON GARIVIA (COLOMBIA)
CARLOS CALVO ( CHILE)
SILVIA LOPEZ DE MATURAMA (CHILE)
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO (CAMPINAS)
LADISLAU DOWBOR (SÃO PAULO)
MARIA EUGENIA MILET (SALVADOR)
LYDIA HORTELIO (SALVADOR)
BIA GOULART (SÃO PAULO)
ADRIANA FRIEDMANN (SÃO PAULO)
JOSÉ MARCIO BARROS (BELO HORIZONTE)
JUAREZ MELGAÇO (BELO HORIZONTE)
LEVINDO DINIZ CARVALHO (BELO HORIZONTE)
LUCIA HELENA ALVAREZ LEITE (BELO HORIZONTE)
A CONFIRMAR
GUILLERMO RIOS (ARGENTINA)
MIGUEL ARROYO ( BELO HORIZONTE)
CLAUDIUS CECCON (RIO DE JANEIRO)
GIL AMÂNCIO (BELO HORIZONTE)
TIÃO ROCHA (CURVELO)
A CULTURA POPULAR TECE CAMINHOS PARA A EDUCAÇÃO INTEGRAL
APRESENTAÇÃO
O Seminario Internacional TEIAS DE CIDADANIA nasce com o objetivo de
ser espaço de diálogo e troca de experiências entre aqueles que, em
espaços, tempos, ofícios, propostas diversas, vão, coletivamente,
construindo uma educação integral, direito de todos, conquista de uma
cidadania plena.
Em 2010 aconteceu o ll Seminario Internacional Teias de Cidadania que
teve como tema a democracia, como direito e condição de uma educação
integral, procurando, assim, ampliar o campo de reflexões sobre o
vínculo entre sujeitos de direito, participação democrática e formação
humana.
Em 2012, trazemos o tema da CULTURA POPULAR como eixo das discussões
do III Seminário. Não há como pensar a educação desvinculada da
cultura, não há como desconsiderar que alunos e professores são
sujeitos socioculturais, com uma experiência educativa muito mais
ampla que a escolar.
O Seminário acontecerá entre os dia 31/07 e 03/08 e durante o
Seminário procuraremos, por meio de debates, relatos e vivências,
estabelecer reflexões que articulem a cidade com a escola, a educação
com a cultura, os sujeitos com suas expressões culturais.
Nos dias 01 e 03 de agosto, teremos, nos auditórios da UFMG, as Mesas
de Diálogo e as Rodas de Conversa, com convidados nacionais e
internacionais conversando sobre temáticas diversas, relacionadas a
educação, cultura, territórios e redes educativas. E, nesses dias,
começaremos as atividades com apresentações culturais, expressões da
cultura popular brasileira.
No dia 02 de agosto, o Teias de Cidadania vai ocupar as praças de Belo
Horizonte, com diversas oficinas, possibiltando, aos participantes,
experências artísticas, culturais e de intervenção urbana.
O Seminário é organizado pelo grupo TEIA (Territórios, Educação
Integral e cidadaniA), da FAE/UFMG e está organizado de modo a que
cada participante possa escolher um percurso formativo, com a escolha
de atividades no período da manhã e da tarde ou somente em um dos
períodos.
As inscrições podem ser feitas pelo site do TEIA (www.fae.ufmg.br/teia)
A programação detalhada do Seminário será disponibilizada em breve no
site do TEIA.
Qualquer dúvida e informação enviar email para: teiasdecidadania.ufmg@gamil.com
PROGRAMAÇÃO
31/07 – UFMG
NOITE: ABERTURA
19:00h - MESA DE DIÁLOGO: A CULTURA POPULAR TECE CAMNHOS PARA UMA
EDUCAÇÃO INTEGRAL
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO
MIGUEL ARROYO
CLAUDIUS CECCON
01/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h – RODAS DE CONVERSA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
NOITE:
18:30h – MANIFESTAÇÃO CULTURAL
19:00h - PESQUISAS EM EDUCAÇÃO INTEGRAL
02/08 – PRAÇAS DE BELO HORIZONTE
MANHÃ E TARDE
8:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS
13:30h - OFICINAS E INTERVENÇÕES URBANAS
03/08 – UFMG
MANHÃ:
8:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
9:00h - MESAS DE DIÁLOGO
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E OS SABERES DA EXPERIÊNCIA
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E AS REDES LOCAIS
A EDUCAÇÃO INTEGRAL E A PRESENÇA DE NOVOS EDUCADORES
TARDE:
13:30h - MANIFESTAÇÃO CULTURAL
14:00h - RODAS DE CONVERSA
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E INFANCIA(S)
CULTURA(S), PARTICIPAÇÃO E JUVENTUDE(S)
A CIDADE COMO TERRITÓRIO EDUCATIVO
17:30h - - MANIFESTAÇÃO CULTURAL E ENCERRAMENTO
ALGUMAS OFICINAS JÁ CONFIRMADAS
1) IMAGINÁRIO COLETIVO: UM OLHAR SOBRE OS ESPAÇOS DE BH – JORGE QUINTÃO
Através de exercícios, dinâmicas e vivências, a oficina procura trazer
a técnica fotográfica como forma de resgatar o contato direto com as
sensações e emoções, recuperando os sentimentos suprimidos e reavendo
a humanidade perdida, através da visitação de lugares comuns da cidade
de Belo Horizonte e o compartilhamento de vivências.
2) ATELIÊ ABERTO: ALÉM DO JARDIM – ROSVITA KOLB
Esta oficina é um convite-passeio pela praça. É um convite-passeio com
a arte, com o meio ambiente, com você. Queremos nos divertir com
tecidos, barbantes e fios coloridos. As árvores, arbustos, e estátuas
vão ser os nossos companheiros de passeio. Através do fio amarado,
tricotado, trançado, enlaçado que vamos dar forma e sentido para os
nossos sonhos e desejos.
3) INTERVENÇÃO SONORA EM ESPAÇOS PÚBLICOS – MARCO SCARASSATTI
Ao considerar a escuta e a construção poética de espaços sonoros, como
tendências do pensar e das práticas musicais atuais, seja pelo viés da
paisagem sonora, ou pela criação de instalações e esculturas em que o
som dialoga com a idéia plástica, deve-se pensar na relação dessas
práticas com a educação musical, tangenciando uma pedagogia do sonoro,
o que proporcionaria uma apreensão do universo criativo presente nas
práticas musicais atuais. Dessa forma, essa oficina propõe a
intervenção sonora em um espaço público, como forma de apreensão e
utilização desse espaço como prática poético-musical.
4) OFICINA DE MÍDIA IMPRESSA – WARLEY BOMBI
A oficina consiste na criação coletiva de peças gráficas que tem como
referencia jornais tabloide, fazines e cartazes. Durante a oficina os
participantes irão analisar "formas" e "conteúdos" de matérias
publicadas nos jornais impressos mais populares. Em seguida, farão um
exercício de observação na praça e em seu entorno para elaborar
maneiras criativas de noticiar os fatos. Serão levados em consideração
os aspectos éticos e estéticos na montagem das peças. Os interessados
em participar da oficina deverão gostar de produção coletiva, colagem,
ilustração, leitura e escrita de texto.
5) REGISTRAR O SENSÍVEL – CERÂMICA EXPRESSIVA – GERMANA ARTHUZO
Através da argila-matéria primitiva ancestral, registrar o sensível do
espaço publico através da diversidade de texturas encontradas,
percebidas e captadas no cotidiano da cidade . Em pequenos pedaços
de argilas serão feitos registros através de palavras e desenhos
expressos livremente em conjunto com as texturas captadas no espaço
vivenciado por cada um. Ao final as peças dos participantes serão
expostas e todos poderão apreciar a diversidade produzida. Queimaremos
em forno de Cerâmica as peças produzidas que comporão um grande CACHO
contendo o registro sensível do grupo.
6) DA BRINCADEIRA À ARTE – GRUPO ATRÁS DO PANO – MYRIAM NACIF E PAULO THIELMANN
A oficina de arte-educação "Da Brincadeira à Arte" oferecida pelo
Atrás do Pano é uma extensão de sua prática lúdica junto ao público
infanto-juvenil, no que se refere à interação com este público e ao
processo de criação de personagens e roteiros para seus espetáculos.
Integrando as diversas linguagens artísticas presentes em seus
trabalhos teatrais como a música , o jogo teatral e as artes
plásticas, os ministrantes pretendem mostrar aos participantes como a
criação está relacionada ao despojamento lúdico e à espontaneidade
das brincadeiras. Partindo da brincadeira e do jogo é que se dá o
processo criativo necessário para a construção e utilização do
teatro, no palco ou na sala de aula. A partir deste contato com o jogo
espontâneo, o aluno deverá entender o significado da arte na educação.
7) CONSTRUINDO COM JORNAL – CARLA GROSSI
Nesta oficina vamos trabalhar com jornal amassado e ou modelado para
construir um boneco usando uma estrutura de arame e ferro. Elaborando
formas, volumes e proporções com a intenção de criar figuras tri
dimensionais reciclando jornal.
8) TEATRO NA PRAÇA – PAULINHO POLIKA
A oficina ensinará a confeccionar bonecos de Pantins, uma técnica do
teatro de bonecos. São bonecos de papel ou madeira colocados em uma
vara e podem ser utilizados também no teatro de sombras. Ainda serão
feitos exercícios de manipulação desses e outros bonecos.
9) PERCUSSÃO – DANIELA
A oficina tem como objetivo principal oferecer, através da percussão,
uma "vivência" musical, abordando alguns ritmos da Cultura Popular
como o Maracatu, a Ciranda, o Ijexá e o Congado. Através de exercícios
e práticas coletivas, será também abordada a técnica de cada
instrumento, além das tradicionais cantigas de domínio público que
compõem, juntamente com a percussão e a dança, o universo musical
destas manifestações.
CONVIDADOS PARA AS MESAS DE DIÁLOGO E RODAS DE CONVERSA
CONFIRMADOS
WILLIAN MORENO (COLOMBIA)
NELSON GARIVIA (COLOMBIA)
CARLOS CALVO ( CHILE)
SILVIA LOPEZ DE MATURAMA (CHILE)
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO (CAMPINAS)
LADISLAU DOWBOR (SÃO PAULO)
MARIA EUGENIA MILET (SALVADOR)
LYDIA HORTELIO (SALVADOR)
BIA GOULART (SÃO PAULO)
ADRIANA FRIEDMANN (SÃO PAULO)
JOSÉ MARCIO BARROS (BELO HORIZONTE)
JUAREZ MELGAÇO (BELO HORIZONTE)
LEVINDO DINIZ CARVALHO (BELO HORIZONTE)
LUCIA HELENA ALVAREZ LEITE (BELO HORIZONTE)
A CONFIRMAR
GUILLERMO RIOS (ARGENTINA)
MIGUEL ARROYO ( BELO HORIZONTE)
CLAUDIUS CECCON (RIO DE JANEIRO)
GIL AMÂNCIO (BELO HORIZONTE)
TIÃO ROCHA (CURVELO)
Contribuição da aluna Cíntia Ferreira Araújo
Durante o período de realização do Estágio Supervisionado, tive a
oportunidade de perceber a importância do planejamento escolar.
Faz-se necessário planejar como deverá ser ministrada as aulas para
os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a
brincadeiras, precisam obter um conteúdo consistente para auxiliar no
processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá
adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo
educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes,
o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal
aprender faz parte de um processo.
oportunidade de perceber a importância do planejamento escolar.
Faz-se necessário planejar como deverá ser ministrada as aulas para
os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a
brincadeiras, precisam obter um conteúdo consistente para auxiliar no
processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá
adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo
educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes,
o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal
aprender faz parte de um processo.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
REVISTA TRAVESSURA
COMENTÁRIO DA ALUNA Gislainy Cássia Marinho
A Revista Travessura, essa revista está a venda somente em sete lagoas/mg, mas tem o endereço no blog http://revistatravessura.blogspot.com.br/2012/06/areias-contaminadas-em-parquinhos.html
A revista traz muitas informações e dicas que nos ajudam a cuidar de nossas crianças. vale a pena entrar no blog da Revista Travessura todo mês.
Vou enviar um email para a revista para que publiquem o blog do CEPED da Newton Paiva.
Segue uma notícia publicada pela Revista Travessura, achei muito importante para divulgarmos no blog do ceped.
Areias contaminadas em parquinhos

Alguns alunos de BH passaram mal depois de brincarem nos parquinhos das respectivas instituições e concluiu-se que os problemas de saúde das crianças (alergia, infecção e até contaminação visual por bactérias) vinham da contaminação da areia presente neste lugares.
Segundo o químico entrevistado pelo jornal Estado de Minas, não basta apenas lavar a areia com cloro, como algumas unidades fazem, uma vez por mês. “É necessária uma composição mais complexa e atóxica, claro, com ovicida, larvicida e fungicida. Após a descontaminação a areia fica segura por cerca de seis meses”.
Areia contaminada pode trazer riscos graves à saúde das crianças. São pombos, gatos e outros animais que podem contribuir para essa contaminação por causa das fezes.
Imagina como deve estar a areia dos parquinhos que não estão em um espaço privado? Que fique o alerta aos pais.Fonte: Estado de Minas
A revista traz muitas informações e dicas que nos ajudam a cuidar de nossas crianças. vale a pena entrar no blog da Revista Travessura todo mês.
Vou enviar um email para a revista para que publiquem o blog do CEPED da Newton Paiva.
Segue uma notícia publicada pela Revista Travessura, achei muito importante para divulgarmos no blog do ceped.
Areias contaminadas em parquinhos

Alguns alunos de BH passaram mal depois de brincarem nos parquinhos das respectivas instituições e concluiu-se que os problemas de saúde das crianças (alergia, infecção e até contaminação visual por bactérias) vinham da contaminação da areia presente neste lugares.
Segundo o químico entrevistado pelo jornal Estado de Minas, não basta apenas lavar a areia com cloro, como algumas unidades fazem, uma vez por mês. “É necessária uma composição mais complexa e atóxica, claro, com ovicida, larvicida e fungicida. Após a descontaminação a areia fica segura por cerca de seis meses”.
Areia contaminada pode trazer riscos graves à saúde das crianças. São pombos, gatos e outros animais que podem contribuir para essa contaminação por causa das fezes.
Imagina como deve estar a areia dos parquinhos que não estão em um espaço privado? Que fique o alerta aos pais.Fonte: Estado de Minas
Meu estágio (SEM IDENTIFICAÇÃO)
MEU ESTÁGIO
"para mim, é impossível existir sem sonho. A vida na sua totalidade me ensinou como grande lição que é impossível assumi-la sem risco". Paulo Freire
Baseada na citação de Paulo Freire, conclui que a vida realmente tem que ser regrada de sonhos, desafios e inovações. Acabo por concluir meu estágio supervisionado que me fez vivenciar o dia a dia escolar de uma instituição de educação infantil, oportunidade essa que mesmo em período curto, mudou minha concepção de educação. A escola escolhida para meu estagio, é uma instituição de tradição extensa, são quase quatro décadas, servindo a população da região oeste da capital. Escola mantida por uma instituição religiosa tem como objetivo principal a formação do sujeito ativo, detentor de sua própria história. Gostaria de descrever o perfil de duas educadoras para servir de base de comparação da metodologia de cada uma. Educadora do maternal I deixou-me decepcionada com sua falta de interesse em proporcionar aos seus alunos momentos de interação, recreação com objetivos, o cotidiano dessa turma se resume basicamente em alimentação. Já a educadora do maternal III, conduz sua turma brilhantemente, dedica seu tempo em sala de aula com objetivo, utilizando metodologias inovadoras que encantam os alunos. Essas diferenças entre as educadoras são naturais na instituição, afinal a coordenação não mantém um controle sobre as atividades em sala. Plano de aula não é uma exigência da escola, o tema a ser trabalhado trimestralmente em sala de aula é repassado pela coordenação e a professora trabalha quando e como desejar no trimestre corrente. É uma metodologia da coordenação sem objetivos finais.
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CDL
Postagem da aluna
Monica Santos Silva , RA 11012420
Venho comunicar a toda rede as oportunidades que a CDL oferece , já
fiz um curso de secretáriado e fui chamada para trabalhar assim que
terminei o curso é muito interessante, pois o CDL tem muitos cursos
gratuitos e em varis areas e depois encaminha para empresas que
solicitam pessoal.
segue o endereço: local Centro de Convenções da CDL/BH, Av. João
Pinheiro 495 Bairro Funcionarios ou melhor entre e site e veja as
oportunidades e cursos. www.cdlbh.com.br -
www.twiter.com.br/cdlbh -
www.facebook.com.br/cdlbh
entre e se divirta com os cursos nas ferias.
Abraços monica
Monica Santos Silva , RA 11012420
Venho comunicar a toda rede as oportunidades que a CDL oferece , já
fiz um curso de secretáriado e fui chamada para trabalhar assim que
terminei o curso é muito interessante, pois o CDL tem muitos cursos
gratuitos e em varis areas e depois encaminha para empresas que
solicitam pessoal.
segue o endereço: local Centro de Convenções da CDL/BH, Av. João
Pinheiro 495 Bairro Funcionarios ou melhor entre e site e veja as
oportunidades e cursos. www.cdlbh.com.br -
www.twiter.com.br/cdlbh -
www.facebook.com.br/cdlbh
entre e se divirta com os cursos nas ferias.
Abraços monica
Contribuição da aluna Patricia Kelly Bernardes França
Contribuição da aluna: PATRICIA KELLY BERNARDES FRANÇA, RA 11013329.
http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/livro-ou-brinquedo-690612.shtml
>> Educação Infantil
> Creche - 0 a 3 anos
> Linguagem oral e comunicação
É livro ou brinquedo?
Um suporte que mistura um pouco de cada um desses elementos pode ajudar a formar leitores desde que selecionados e trabalhado com critério
No Centro Educacional Anísio Teixeira, a diversidade é garantida. As crianças têm acesso a livros-brinquedos e também a edições tradicionais
No acervo, também estão disponíveis livros-brinquedos: do tipo pop-up (com imagens em dobradura que saltam das páginas), com texturas, sons e abas que, quando abertas, revelam novidades. Embora muita gente ainda tenha dúvidas sobre esse suporte e torça o nariz para os recursos que dividem espaço com ilustrações e textos, a equipe do Ceat aposta nele. Assim como as edições tradicionais, eles t ambém são livros - e proporcionam interações diferentes.
O bom livro-brinquedo contribui para que o leitor viva uma experiência literária sem deixar de ser uma diversão relacionada ao brincar, que também é uma forma de interagir com o mundo. E vale registrar que a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) reconhece a categoria como legítima a ponto de, desde 1997, destinar um espaço para essas publicações no Prêmio FNLIJ, concedido anualmente.
É claro que para ser considerado livro o material precisa reunir algumas características básicas e ser usado como tal. Por exemplo: as informações precisam estar dispostas em páginas de forma que o leitor possa folheá-las, observar seu conteúdo e seguir a narrativa.
Recursos devem ajudar a contar a história
Nem tudo o que está disponível no mercado é interessante e tem qualidade. Trabalhar com afinco na escolha do qu e fará parte do rol de leitura da turma requer analisar os títulos um a um. É sua responsabilidade escolher bons materiais, elaborados com cuidado estético e com textos bem escritos (confira na próxima página algumas sugestões).
Além disso, é preciso avaliar se os mecanismos disponíveis ajudam a construir o enredo. Uma das características mais importantes da literatura é o mistério, a fantasia, o não dito -, o que o leitor está por descobrir. "Os artifícios do livro devem contribuir para isso. Se o texto, as imagens e outros recursos deixam tudo explícito, perde-se a graça", explica Ninfa Parreiras, mestre em Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Letra Falante, grupo de leitura e de pesquisa de literatura infantil e juvenil, em São Paulo.
Há livros-brinquedos que se aproximam mais de brinquedos devido ao formato e aos artifícios disponíveis, deixando a história em segundo plano. Is so pode parecer interessante para estimular os sentidos e entreter as crianças, mas não as aproxima da leitura.
No mais, o formato precisa ser levado em conta. "Exemplares muito grandes ou pesados demais dificultam a manipulação pela criançada", conta Ninfa. Porém, mesmo que intervenções do tipo pop-up pareçam delicadas para mãozinhas desajeitadas, os pequenos não devem ser privados de mexer nelas - para evitar páginas rasgadas, por exemplo. Um dos objetivos do trabalho com o livro-brinquedo é justamente despertar a vontade de entrar em contato com ele.
Como leitor experiente, você deve servir de modelo: mostre a forma adequada de manuseio, virando as páginas e mexendo no papel com cuidado, enquanto explica em voz alta o que está fazendo. Ainda assim, danos vão ocorrer - às vezes será possível repará-los, outras não e tudo bem. Tenha consciência de que isso faz parte do processo de aproximação da turma com o universo da leitura.
"Para que possam manusear o livro, me aproximo de cada uma das crianças e pergunto se querem tocá-lo. Depois da leitura em roda, organizo momentos para que todas tenham a oportunidade de folhear e explorar os títulos sozinhas", fala Elisa, do Ceat. Assim, os pequenos têm oportunidade de fazer descobertas com tempo e autonomia e seguem construindo sua trajetória como leitores
COMENTÁRIO DO CURSO DE NEUROCIÊNCIAS CONDUZIDO PELA PROFESSORA RIVIANE
Comentário da aluna Silvania Aparecida Ferreira, RA= 11012826 sobre o curso de extensão "Relação entre Neurociências e Educação: Novos olhares" dado pela professora Riviane Bravo.
Gostaria de deixar um pequeno trecho do que foi Curso de Extensão "Relação entre Neurociências e Educação: Novos olhare" conduzido pela professora Riviane Bravo.
Bartoszeck (2009) afirma que o professor utiliza rotineiramente estratégias pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem de sua disciplina. O autor faz referência a algumas dessas estratégias, com base em estudos de Rutson & Larkin, estabelecendo uma relação entre os princípios da neurociência sobre como o cérebro aprende e as estratégias que podem ser criadas no ambiente de sala de aula, especificando-as:
* Aprendizagem e memória e emoções ficam interligadas quando ativadas pelo processo de aprendizagem. A aprendizagem sendo atividade social, alunos precisam de oportunidades para discutir tópicos. Ambiente tranquilo encoraja o estudante a expor seus sentimentos e idéias.
* O cérebro se modifica aos poucos fisiológica e estruturalmente como resultado da experiência. Aulas práticas/exercícios físicos com envolvimento ativo dos participantes fazem associações entre experiências prévias com o entendimento atual.
* O cérebro mostra períodos ótimos para (períodos sensíveis) para certos tipos de aprendizagem, que não se esgotam mesmo na idade adulta. Ajuste de expectativas e padrões de desempenho às características etárias específicas dos alunos, uso de unidades temáticas integradoras."
* O cérebro mostra plasticidade neuronal (sinaptogênese), mas maior densidade sináptica não prevê maior capacidade generalizada de aprender. Os estudantes precisam sentir-se "detentores" das atividades e temas que são relevantes para suas vidas. Atividades pré-selecionadas com possibilidade de escolha das tarefas aumentam a responsabilidade do aluno no seu aprendizado.
* O cérebro responde, devido a herança primitiva, às gravuras, imagens e símbolos. Propiciar ocasiôes para alunos expressarem conhecimento através das artes visuais, música e dramatizações.
Postagem para o blog
Contribuição da
aluna PATRÍCIA KELLY BERNARDES FRANÇA, meu RA11013329.
http://www.promenino.org.br/Default.aspx?TabId=77&ConteudoId=852825ce-c725-4f73-9648-bd843031aec0
aluna PATRÍCIA KELLY BERNARDES FRANÇA, meu RA11013329.
http://www.promenino.org.br/Default.aspx?TabId=77&ConteudoId=852825ce-c725-4f73-9648-bd843031aec0
Pró Menino03/07/2012
Estudo mostra como jovens infratores avaliam a escola
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Agência FAPESP – Apesar de o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegurar o direito ao acesso amplo e irrestrito à educação por todos os jovens, incluindo os em conflito com a lei, as escolas públicas brasileiras têm dificuldade em incluir e integrar os adolescentes que cometeram atos infracionais, possibilitando que eles permaneçam na instituição.
Um estudo realizado por Aline Fávaro Dias no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com Bolsa da FAPESP, identificou alguns dos fatores que facilitam ou dificultam a permanência na escola de jovens infratores.
O trabalho ganhou o Prêmio Crefal de Melhores Teses sobre Educação de Pessoas Jovens e Adultas, edição 2011, concedido pelo Centro de Cooperação Regional para a Educação de Adultos na América Latina e no Caribe (Crefal) – um organismo internacional de cooperação na área de educação, apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O estudo também resultou em um capítulo de um livro organizado por Dias e publicado no fim de maio. No estudo, Dias, que é graduada em psicologia, realizou entrevistas e acompanhou seis adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em regime de liberdade assistida pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, com o intuito de compreender o significado que eles atribuem às suas vivências escolares.
Dias constatou que, em geral, os adolescentes – que apresentam baixa escolaridade e histórico de repetência, expulsão e evasão escolar – veem a escola de uma forma ambígua.
De um lado, apesar de a escola ser avaliada por eles como um espaço onde são estigmatizados, excluídos e rotulados, por outro lado, a instituição também é vista por esses jovens como um ambiente de socialização, onde podem fazer amizades, paquerar e namorar. Já o conteúdo escolar é considerado como desinteressante e algo secundário.
"Eles invertem a função da escola. O aprendizado, que é considerado primordial para a escola, carece de sentido para eles por não conseguirem ver uma aplicação prática no dia a dia do conteúdo que aprendem, e a sociabilidade passa a ser o aspecto mais importante", disse Dias à Agência FAPESP.
Segundo a psicóloga, além da falta de vínculo do conteúdo escolar com a realidade, outros fatores que contribuem para essa percepção invertida dos jovens infratores sobre a escola são o próprio envolvimento desses adolescentes em atos infracionais, que faz com que se distanciem da instituição, além da baixa escolaridade dos pais e a dificuldade da instituição escolar em lidar com eles.
"De modo geral, as instituições de ensino possuem pouca informação sobre o ECA e sobre quais são as medidas socioeducativas previstas para um jovem que cometeu um ato infracional", disse.
Em função dessa carência de informação, as escolas tendem a excluir e a rotular esses jovens – que podem possuir maior dificuldade de aprendizagem e de relacionamento com os colegas – como perigosos ou a responsabilizá-los por tudo o que acontece de ruim na instituição, como atos de vandalismo.
"A escola acaba vendo esses jovens como problemáticos e que talvez se não estivessem ali seria melhor. É muito comum a prática de expulsão e transferência compulsória desses adolescentes, passando o problema de uma escola para a outra e não resolvendo, de fato, a situação deles", disse Dias.
Segundo ela, a maioria dos jovens em conflito com a lei tem dificuldade de encontrar vagas nas escolas, fazendo com que desistam de estudar ainda no ensino fundamental. "Eles reconhecem que a escola e o estudo são importantes, mas mesmo reconhecendo isso não conseguem permanecer na instituição", afirmou.
Contribuições da pesquisa
Na opinião da professora Elenice Maria Cammarosano Onofre, da UFSCar, que orientou o estudo, uma das principais contribuições do trabalho realizado por Dias é ajudar a diminuir a escassez de estudos sobre a relação com a escola de jovens em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto – um benefício concedido apenas a autores de atos infracionais contra o patrimônio, como roubo, furto e envolvimento com o tráfico de drogas.
Apesar de já existir no Brasil uma série de estudos sobre jovens infratores cumprindo medida socioeducativa em regime fechado por atos infracionais contra pessoas, como homicídio, ainda há poucos trabalhos sobre adolescentes que cometeram atos infracionais cumprindo pena em regime aberto.
"O estudo de Dias permite avaliar como o jovem infrator é – ou não – acolhido pela instituição escolar e o quanto os professores estão preparados para receber esses adolescentes em conflito com a lei", disse Onofre.
Alguns dos resultados do estudo foram publicados em um livro, lançado no fim de maio, pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, onde Dias realizou o estudo.
Olhares compartilhados: uma história sobre as medidas socioeducativas em meio aberto no município de São Carlos
Organizadores: Aline Fávaro Dias e outros
Páginas: 211
Lançamento: 2012
Um estudo realizado por Aline Fávaro Dias no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com Bolsa da FAPESP, identificou alguns dos fatores que facilitam ou dificultam a permanência na escola de jovens infratores.
O trabalho ganhou o Prêmio Crefal de Melhores Teses sobre Educação de Pessoas Jovens e Adultas, edição 2011, concedido pelo Centro de Cooperação Regional para a Educação de Adultos na América Latina e no Caribe (Crefal) – um organismo internacional de cooperação na área de educação, apoiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O estudo também resultou em um capítulo de um livro organizado por Dias e publicado no fim de maio. No estudo, Dias, que é graduada em psicologia, realizou entrevistas e acompanhou seis adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em regime de liberdade assistida pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, com o intuito de compreender o significado que eles atribuem às suas vivências escolares.
Dias constatou que, em geral, os adolescentes – que apresentam baixa escolaridade e histórico de repetência, expulsão e evasão escolar – veem a escola de uma forma ambígua.
De um lado, apesar de a escola ser avaliada por eles como um espaço onde são estigmatizados, excluídos e rotulados, por outro lado, a instituição também é vista por esses jovens como um ambiente de socialização, onde podem fazer amizades, paquerar e namorar. Já o conteúdo escolar é considerado como desinteressante e algo secundário.
"Eles invertem a função da escola. O aprendizado, que é considerado primordial para a escola, carece de sentido para eles por não conseguirem ver uma aplicação prática no dia a dia do conteúdo que aprendem, e a sociabilidade passa a ser o aspecto mais importante", disse Dias à Agência FAPESP.
Segundo a psicóloga, além da falta de vínculo do conteúdo escolar com a realidade, outros fatores que contribuem para essa percepção invertida dos jovens infratores sobre a escola são o próprio envolvimento desses adolescentes em atos infracionais, que faz com que se distanciem da instituição, além da baixa escolaridade dos pais e a dificuldade da instituição escolar em lidar com eles.
"De modo geral, as instituições de ensino possuem pouca informação sobre o ECA e sobre quais são as medidas socioeducativas previstas para um jovem que cometeu um ato infracional", disse.
Em função dessa carência de informação, as escolas tendem a excluir e a rotular esses jovens – que podem possuir maior dificuldade de aprendizagem e de relacionamento com os colegas – como perigosos ou a responsabilizá-los por tudo o que acontece de ruim na instituição, como atos de vandalismo.
"A escola acaba vendo esses jovens como problemáticos e que talvez se não estivessem ali seria melhor. É muito comum a prática de expulsão e transferência compulsória desses adolescentes, passando o problema de uma escola para a outra e não resolvendo, de fato, a situação deles", disse Dias.
Segundo ela, a maioria dos jovens em conflito com a lei tem dificuldade de encontrar vagas nas escolas, fazendo com que desistam de estudar ainda no ensino fundamental. "Eles reconhecem que a escola e o estudo são importantes, mas mesmo reconhecendo isso não conseguem permanecer na instituição", afirmou.
Contribuições da pesquisa
Na opinião da professora Elenice Maria Cammarosano Onofre, da UFSCar, que orientou o estudo, uma das principais contribuições do trabalho realizado por Dias é ajudar a diminuir a escassez de estudos sobre a relação com a escola de jovens em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto – um benefício concedido apenas a autores de atos infracionais contra o patrimônio, como roubo, furto e envolvimento com o tráfico de drogas.
Apesar de já existir no Brasil uma série de estudos sobre jovens infratores cumprindo medida socioeducativa em regime fechado por atos infracionais contra pessoas, como homicídio, ainda há poucos trabalhos sobre adolescentes que cometeram atos infracionais cumprindo pena em regime aberto.
"O estudo de Dias permite avaliar como o jovem infrator é – ou não – acolhido pela instituição escolar e o quanto os professores estão preparados para receber esses adolescentes em conflito com a lei", disse Onofre.
Alguns dos resultados do estudo foram publicados em um livro, lançado no fim de maio, pelo Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de São Carlos, onde Dias realizou o estudo.
Olhares compartilhados: uma história sobre as medidas socioeducativas em meio aberto no município de São Carlos
Organizadores: Aline Fávaro Dias e outros
Páginas: 211
Lançamento: 2012
PARA O BLOG DO CEPED
Olá pessoal, neste site há vários eventos da área da educação que acontecerão ainda neste ano. Vale a pena conferirmos. Temos várias opções de cursos que nos ajudarão em nosso crescimento.abraços a todas(os).
Silvania Aparecida Ferreira RA= 11012826
Lista de Eventos:
02/07/2012 a 06/07/2012
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Curso de Gestão de Bibliotecas Digitais.- Rio de Janeiro
|
Mais informações: Clique aqui |
02/07/2012 a 06/07/2012
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Segunda Semana do Patrimônio Histórico e Cultural Militar
|
Mais informações: Clique aqui |
09/07/2012 a 11/07/2012
|
II Encontro sobre o Ensino de Preservação: Biblioteconomia, Documentação e Preservação de Acervos de Memória - Rio de Janeiro - RJ
|
Mais informações: Clique aqui |
15/07/2012 a 21/07/2012
|
*O Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, DocumentaçãoCiência da Informação e Gestão da Informação (ENEBD) - Belo Horizonte - MG
|
Mais informações: Clique aqui |
16/07/2012 a 20/07/2012
|
Unicamp realiza 18º Congresso de Leitura e Escrita do Brasil - Unicamp – Campinas-SP
|
Mais informações: Clique aqui |
13/08/2012 a 15/08/2012
|
I Simpósio Nacional de Crítica, Genética e Arquivologia – Teresina – PI
|
Mais informações: Clique aqui |
27/08/2012 a 29/08/2012
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3º Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria - Gramado-RS
|
Mais informações: Clique aqui |
03/09/2012 a 07/09/2012
|
Tema central: Esportes na Idade Mídia - diversão, informação e educação Fortaleza-CE
|
Mais informações: Clique aqui |
16/09/2012 a 21/09/2012
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XVII Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias - Gramado - RS
|
Mais informações: Clique aqui |
17/09/2012 a 18/09/2012
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I Encontro Nacional de Catalogadores - Rio de Janeiro
|
Mais informações: Clique aqui |
17/09/2012 a 18/09/2012
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meu estágio - postagem incorreta
favor não anexar arquivos word, excel, ou pdf. Apenas JPG imagem.
MARCINEI HELENA DA CRUZ - RA 11012526
Prezada Juliana, segue um pequeno relato sobre uma situação vivenciada em meu estágio.
Abraços.
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Participação no blog tema :Sala de aula
Durante o período de realização do Estágio Supervisionado, tive a oportunidade de perceber a importância do planejamento escolar.
Faz se necessário planejar como deverá ser ministrada as aulas para os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a brincadeiras, precisam obter um contéudo consistente para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes, o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal aprender faz parte de um processo.
Aluna: Cíntia Ferreira Araújo
RA: 11012391
Faz se necessário planejar como deverá ser ministrada as aulas para os alunos no cotidiano escolar. Até mesmo atividades relacionadas a brincadeiras, precisam obter um contéudo consistente para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, afinal através delas a criança poderá adquirir habilidades, conhecimentos, noções dentre outros. O processo educacional deve existir como um todo e não ser entendido por partes, o educador deve valorizar e perceber em dom de cada aluno, afinal aprender faz parte de um processo.
Aluna: Cíntia Ferreira Araújo
RA: 11012391
Postagem Blog postagem incorreta.
Denise,
O arquivo do word não aparece para nós.
Bom dia!
O arquivo do word não aparece para nós.
Bom dia!
Fiz uma postagem no blog mas não consigo acha-la. Vocês poderiam postar novamente por favor?
Att. Denise Schettini
11020258
Relato de experiência da aluna Juliana de Deus Chagas
A oportunidade de realizar o estágio curricular foi muito importante.
Com o estágio, temos a oportunidade de vivenciar os conceitos e
teorias aprendidos em sala de aula na prática, oportunidade de
observar pontos positivos, que seguiremos depois em nossa prática e
também os pontos negativos, os quais não adotaremos em nosso dia a
dia.
Tive oportunidade de estagiar numa escola tradicional, que existe há
muito tempo. A escola é boa Ela se preocupa com a formação do caráter
de seus alunos e desenvolve vários projetos nesta área. Ela está
preocupada com o aluno no todo e não somente com o pedagógico. Ela
preocupa-se com a formação da personalidade global do aluno, o que
demonstra a seriedade da escola e o seu compromisso com o crescimento
pessoal e educacional de seus alunos.
A escola convidou-me para ser monitora da Educação Infantil por ter
gostado do meu trabalho como estagiária. Eu logo aceitei porque tenho
certeza que com ética e profissionalismo, o sucesso é garantido.
Este estágio foi de grande aprendizagem e valia para mim. Com ele
aprendi demais. Aprendi que ensinar requer esforço, dedicação, amor,
paciência e persistência. Aprendi que aprendemos todos os dias, junto
com os alunos. Aprendi que educar vale a pena e que estou no caminho
certo!
Com o estágio, temos a oportunidade de vivenciar os conceitos e
teorias aprendidos em sala de aula na prática, oportunidade de
observar pontos positivos, que seguiremos depois em nossa prática e
também os pontos negativos, os quais não adotaremos em nosso dia a
dia.
Tive oportunidade de estagiar numa escola tradicional, que existe há
muito tempo. A escola é boa Ela se preocupa com a formação do caráter
de seus alunos e desenvolve vários projetos nesta área. Ela está
preocupada com o aluno no todo e não somente com o pedagógico. Ela
preocupa-se com a formação da personalidade global do aluno, o que
demonstra a seriedade da escola e o seu compromisso com o crescimento
pessoal e educacional de seus alunos.
A escola convidou-me para ser monitora da Educação Infantil por ter
gostado do meu trabalho como estagiária. Eu logo aceitei porque tenho
certeza que com ética e profissionalismo, o sucesso é garantido.
Este estágio foi de grande aprendizagem e valia para mim. Com ele
aprendi demais. Aprendi que ensinar requer esforço, dedicação, amor,
paciência e persistência. Aprendi que aprendemos todos os dias, junto
com os alunos. Aprendi que educar vale a pena e que estou no caminho
certo!
Comentário da aluna Ana Cristina Medeiros
A educação na sala de aula é prática educativa não só de crianças como
de adolescentes e adultos.
O ensino não deve se aprisionar somente á sala de aula mas na
exploração de outros espaços que contribuam de forma
eficaz o processo de ensino aprendizagem do ser humano, de forma geral.
Pode-se aplicar práticas educativas dentro e fora de sala de aula.
Dentro do planejamento de aula, o professor verificará o
que será mais adequado de acordo com o resultado que deseja alcançar.
De forma geral, a sala de aula é o primeiro passo para construirmos
conhecimento e trocarmos idéias além de socializarmos
criamos laços afetivos e deixamos este espaço do jeito que somos, cada
um com suas características.
Beijos,
Ana Cristina Medeiros
de adolescentes e adultos.
O ensino não deve se aprisionar somente á sala de aula mas na
exploração de outros espaços que contribuam de forma
eficaz o processo de ensino aprendizagem do ser humano, de forma geral.
Pode-se aplicar práticas educativas dentro e fora de sala de aula.
Dentro do planejamento de aula, o professor verificará o
que será mais adequado de acordo com o resultado que deseja alcançar.
De forma geral, a sala de aula é o primeiro passo para construirmos
conhecimento e trocarmos idéias além de socializarmos
criamos laços afetivos e deixamos este espaço do jeito que somos, cada
um com suas características.
Beijos,
Ana Cristina Medeiros
Relato de experiência da aluna Gislainy Cássia Marinho
Gostaria de comunicar no Ceped, a minha contratação que ocorreu
durante o meu estágio curricular supervisionado em gestão e docência
nos anos iniciais do ensino fundamental.
A direção de uma renomada escola convidou-me para trabalhar como
monitora das turmas da educação infantil, auxiliando especificamente a
professora regente do maternal III, uma turma de 15 crianças com idade
de 3 anos, sendo que nessa turma dois alunos são mais do que
especiais. Logo nos primeiros dias me apaixonei por todas as
crianças, a professora já me conhecia desde o início do estágio, pois
visitava as turmas da educação infantil todos os dias na hora do meu
intervalo. Com isso, ganhei admiração por parte da professora regente
do maternal III que eu considero uma profissional nota 10.
No dia que ocorreu a reunião da primeira etapa com os pais, estavam
presentes a coordenadora e a diretora, para a minha surpresa também
fui convidada para participar e ali foi anunciado a minha participação
junto a escola e o trabalho junto com o maternal III.
Fiquei muito feliz em poder fazer parte da equipe e somar com o pouco
do que eu venho aprendendo durantes os estágios e com aprendizado das
disciplinas no decorrer do curso de pedagogia.
Desde o início do meu estágio nessa escola, procurei agir com ética em
todas as minhas ações contribuindo com a direção, professores,
recebendo os alunos e os pais com atenção e dedicação, esse foi o
resultado de um trabalho feito com muito amor.
Todos as pessoas que atuam na escola e até os pais me deram os
parabéns, estou muito feliz e com certeza esse envolvimento com as
ações que são desenvolvidas na escola, principalmente com as crianças
e para as crianças já estão enriquecendo muito meu aprendizado como
futura docente.
Um abraço, Gislainy Cássia Marinho.
durante o meu estágio curricular supervisionado em gestão e docência
nos anos iniciais do ensino fundamental.
A direção de uma renomada escola convidou-me para trabalhar como
monitora das turmas da educação infantil, auxiliando especificamente a
professora regente do maternal III, uma turma de 15 crianças com idade
de 3 anos, sendo que nessa turma dois alunos são mais do que
especiais. Logo nos primeiros dias me apaixonei por todas as
crianças, a professora já me conhecia desde o início do estágio, pois
visitava as turmas da educação infantil todos os dias na hora do meu
intervalo. Com isso, ganhei admiração por parte da professora regente
do maternal III que eu considero uma profissional nota 10.
No dia que ocorreu a reunião da primeira etapa com os pais, estavam
presentes a coordenadora e a diretora, para a minha surpresa também
fui convidada para participar e ali foi anunciado a minha participação
junto a escola e o trabalho junto com o maternal III.
Fiquei muito feliz em poder fazer parte da equipe e somar com o pouco
do que eu venho aprendendo durantes os estágios e com aprendizado das
disciplinas no decorrer do curso de pedagogia.
Desde o início do meu estágio nessa escola, procurei agir com ética em
todas as minhas ações contribuindo com a direção, professores,
recebendo os alunos e os pais com atenção e dedicação, esse foi o
resultado de um trabalho feito com muito amor.
Todos as pessoas que atuam na escola e até os pais me deram os
parabéns, estou muito feliz e com certeza esse envolvimento com as
ações que são desenvolvidas na escola, principalmente com as crianças
e para as crianças já estão enriquecendo muito meu aprendizado como
futura docente.
Um abraço, Gislainy Cássia Marinho.
Sugestão da aluna Marcinei Helena Da Cruz
► Cartilha para pais com 49 dicas para ajudar seu filho a ler e a
escrever: http://abr.io/cartilha-alfabetizacao (visualização)
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Comentários para o blog
Comentário da aluna Isaura RA 11111714 - Pedagogia EaD
1º Comentário - Isaura RA 11111714
Muitas vezes a professora faz um planejamento que não leva em consideração o espaço onde será realizada a atividade e, ao executá-la é que a docente percebe que em um outro local obteria mais sucesso, pois há a necessidade de levar em consideração o tempo e o espaço e principalmente o planejamento das atividades do dia-a-dia escolar.
2º Comentário - Pedro Novelli da Sciello
Na prática em sala de aula, com o decorrer das atividades executadas a professora vai conhecendo o aluno, pois a criança se expressa constantemente nessa sala de aula, seja ao realizar uma atividade de registro ou até mesmo durante as brincadeiras livres quando se mostra ao assumir os papéis do cotidiano, e são nesses momentos que o professor como bom observador tem um conhecimento constante do aluno.
3º Comentário - Freire
A constante busca de conhecimentos deve estar presente no cotidiano dos profissionais da educação devido a necessidade de adequação ao ensino, uma vez que no mesmo ocorre muitas mudanças e o professor precisa estar preparado para lidar com os diferentes tipos de alunos que recebe e os diferentes profissionais no qual convive diariamente.
4º Comentário - Nívea Braga
Sabe-se da importância em considerar o conhecimento de mundo do aluno. O professor desempenha melhor o seu papel utilizando esse aprendizado do discente para planejar melhor as suas aulas e trabalhar sobre ele desenvolvendo assim um ser pensante que é esse próprio aluno.
--
Isaura
Rubem alves - postagem de GIULIANA
· Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."
(Rubem Alves)
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."
(Rubem Alves)
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