DICAS PARA ENFRENTAR O CALOR COM CRIANÇAS DE 1 A 5 ANOS
O verão está chegando e com ele o sol que torna nossos dias cada vez
mais quentes. Por isso, quero ressaltar algumas dicas de atividades e
brincadeiras refrescantes que permitam que as crianças enfrentem este
tempo com mais tranquilidade e frescor.
1- Professor, se as crianças não tiverem acesso a bebedouros nos
momentos de pátio, carregue consigo uma ou duas garrafas de água para
os pátios e jogue água em suas bocas, sem o contato direto da garrafa
com os lábios. Além de ser uma brincadeira divertida, mantêm as
crianças constantemente hidratadas.
2- Oriente as famílias a passarem protetor solar em seus filhos.
3- Leve as crianças para os pátios sem blusas e sapatos e leve
borrifadores para fazer chuvinha de água de vez em quando, refrescando
e umedecendo o ambiente.
4- Marque um banho de mangueira ou de bonecas. Solicite que as
crianças venham com roupa de banho. Aproveite este momento para
realizar brincadeiras de faz de conta ou de exploração com água
(representar as ações necessárias para dar banho em um bebê;
transvazar água de um pote para o outro etc).
5- Faça receitas leves e refrescantes com a meninada: chup-chup de
frutas, gelatina, salada de frutas, picolé, sucos naturais.
Estas foram algumas dicas, mas com imaginação e criatividade muitas
outras podem surgir, tornando a rotina em dias quentes mais prazerosa,
rica e significativa para a criançada.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Sugestão de Sheilla Fátima - Aluna de Pedagogia - dez./2012
A Biblioteca Central da UFMG, no campus Pampulha, recebe a exposição
"A Nostalgia do Encanto Perdido" na quinta-feira, dia 08 de novembro,
às 19 horas. A exposição fica aberta à visitas até o dia 07 de
dezembro, nos dias úteis, das 7h30 às 22h. O curador da exposição é o
professor Paulo da Terra Caldeira, da Escola de Ciência da Informação.
"A Nostalgia do Encanto Perdido"
A mostra é composta por pinturas da artista Eliana Martins, cujas
telas apresentam características inerentes aos trabalhos dos pintores
denominados naifs, palavra de origem francesa que significa ingênuo,
espontâneo.
Em 2011, Eliana Martins ganhou o Prêmio Incentivo na 10ª Bienal Naïfs.
Também participou, em 2010 e em 2011, de exposições do Dia
Internacional da Mulher, Women's Day, na Tap Gallery, em Sydney
(Austrália).
Local: Biblioteca Central da UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
Telefone: 31 3409-4612
Data: 08/11 até 07/12
Horário: 07h30
Preço: Entrada franca
"A Nostalgia do Encanto Perdido" na quinta-feira, dia 08 de novembro,
às 19 horas. A exposição fica aberta à visitas até o dia 07 de
dezembro, nos dias úteis, das 7h30 às 22h. O curador da exposição é o
professor Paulo da Terra Caldeira, da Escola de Ciência da Informação.
"A Nostalgia do Encanto Perdido"
A mostra é composta por pinturas da artista Eliana Martins, cujas
telas apresentam características inerentes aos trabalhos dos pintores
denominados naifs, palavra de origem francesa que significa ingênuo,
espontâneo.
Em 2011, Eliana Martins ganhou o Prêmio Incentivo na 10ª Bienal Naïfs.
Também participou, em 2010 e em 2011, de exposições do Dia
Internacional da Mulher, Women's Day, na Tap Gallery, em Sydney
(Austrália).
Local: Biblioteca Central da UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
Telefone: 31 3409-4612
Data: 08/11 até 07/12
Horário: 07h30
Preço: Entrada franca
Sugestão de Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Hora de fazer Arte: livre para criar
Diversificar os ambientes e variar ainda mais os materiais é um
ingrediente básico para deixar fluir a arte dos pequenos, que, nesse
modelo de trabalho, também podem optar entre mais de uma atividade
Escorregador de tintas
A imagem tradicional de uma atividade de Arte em que as crianças
sentam por alguns minutos na cadeira, com uma folha na mesa e um
pincel na mão, está longe de corresponder às experiências que Ana
Carolina Thomé Pires desenvolve com a turma da creche. No trabalho com
o Grupo 2 da EMEI Fernando Piva, em São Caetano do Sul, na região
metropolitana de São Paulo, ela incita a turma de 2 e 3 anos a criar
livremente e também explorar diferentes materiais.
A inspiração vem da arte-educadora e artista plástica dinamarquesa
Anna Marie Holm. Suas ideias estão no livro Baby-Art - Os Primeiros
Passos com a Arte (94 págs., Ed. MAM, tel. 11/5085-1300, edição
esgotada) e também foram apresentadas em um workshop realizado em São
Paulo no ano passado. "Já fazia algumas atividades desse tipo com a
turma, mas depois de conhecê-la minha criatividade se expandiu", conta
Ana Carolina.
Desde que passou pela formação, a professora também teve o cuidado de
registrar tudo em fotos. E são as imagens captadas por ela que você
pode conferir nas páginas seguintes, acompanhadas por informações
sobre os materiais utilizados e a organização adotada para cada uma
das propostas. Para entrar no clima, as crianças precisam aceitar o
convite para se sujar. Por isso, é indicado começar por trabalhos
menos ousados até chegar às grandes produções.
Varal de roupas
Materiais Barbantes, pregadores, roupas
velhas, pincéis e potinhos com tintas
de várias cores.
Organização Estenda um varal na altura
das crianças. Disponibilize os potinhos de
tintas para que possam fazer a troca de cores
com autonomia. Deixe, também, que
prendam as roupas velhas como preferirem
nos barbantes e as pintem livremente.
Uma sugestão para os primeiros momentos é forrar o chão com folhas A4
sem se preocupar com a simetria. Todos são convidados a desenhar, mas
podem decidir brincar com a fita adesiva usada para colar o papel, por
exemplo. E, nesse caso, tudo bem. Conforme a necessidade, mais folhas
vão sendo espalhadas em mesas, paredes, portas e janelas,
transformando a sala em uma grande tela. "Os pequenos se espantam
quando o espaço para desenhar vai crescendo", conta Ana Carolina. Em
uma atividade com esse mote, uma criança desenhou vários traços
paralelos. Outras duas perguntaram o que ela estava fazendo. A
resposta foi simples e clara: "Está chovendo!" Imediatamente, todas
buscaram seu giz e se puseram a fazer chover também.
A apresentação de mais de uma opção de atividade é outro princípio
essencial dessa linha de trabalho que deve ser previsto no
planejamento. Com base nas propostas, os pequenos têm liberdade para
decidir como vão participar. Por isso, quando Ana Carolina teve a
ideia de transformar o escorregador em uma palheta de tintas, ofereceu
uma alternativa aos que não queriam se sujar tanto. Em um espaço
próximo, montou um tapete de cartolinas e quem preferisse poderia
pintá- lo usando pincéis.
Fontehttp://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/hora-fazer-arte-livre-criar-710950.shtml
Diversificar os ambientes e variar ainda mais os materiais é um
ingrediente básico para deixar fluir a arte dos pequenos, que, nesse
modelo de trabalho, também podem optar entre mais de uma atividade
Escorregador de tintas
A imagem tradicional de uma atividade de Arte em que as crianças
sentam por alguns minutos na cadeira, com uma folha na mesa e um
pincel na mão, está longe de corresponder às experiências que Ana
Carolina Thomé Pires desenvolve com a turma da creche. No trabalho com
o Grupo 2 da EMEI Fernando Piva, em São Caetano do Sul, na região
metropolitana de São Paulo, ela incita a turma de 2 e 3 anos a criar
livremente e também explorar diferentes materiais.
A inspiração vem da arte-educadora e artista plástica dinamarquesa
Anna Marie Holm. Suas ideias estão no livro Baby-Art - Os Primeiros
Passos com a Arte (94 págs., Ed. MAM, tel. 11/5085-1300, edição
esgotada) e também foram apresentadas em um workshop realizado em São
Paulo no ano passado. "Já fazia algumas atividades desse tipo com a
turma, mas depois de conhecê-la minha criatividade se expandiu", conta
Ana Carolina.
Desde que passou pela formação, a professora também teve o cuidado de
registrar tudo em fotos. E são as imagens captadas por ela que você
pode conferir nas páginas seguintes, acompanhadas por informações
sobre os materiais utilizados e a organização adotada para cada uma
das propostas. Para entrar no clima, as crianças precisam aceitar o
convite para se sujar. Por isso, é indicado começar por trabalhos
menos ousados até chegar às grandes produções.
Varal de roupas
Materiais Barbantes, pregadores, roupas
velhas, pincéis e potinhos com tintas
de várias cores.
Organização Estenda um varal na altura
das crianças. Disponibilize os potinhos de
tintas para que possam fazer a troca de cores
com autonomia. Deixe, também, que
prendam as roupas velhas como preferirem
nos barbantes e as pintem livremente.
Uma sugestão para os primeiros momentos é forrar o chão com folhas A4
sem se preocupar com a simetria. Todos são convidados a desenhar, mas
podem decidir brincar com a fita adesiva usada para colar o papel, por
exemplo. E, nesse caso, tudo bem. Conforme a necessidade, mais folhas
vão sendo espalhadas em mesas, paredes, portas e janelas,
transformando a sala em uma grande tela. "Os pequenos se espantam
quando o espaço para desenhar vai crescendo", conta Ana Carolina. Em
uma atividade com esse mote, uma criança desenhou vários traços
paralelos. Outras duas perguntaram o que ela estava fazendo. A
resposta foi simples e clara: "Está chovendo!" Imediatamente, todas
buscaram seu giz e se puseram a fazer chover também.
A apresentação de mais de uma opção de atividade é outro princípio
essencial dessa linha de trabalho que deve ser previsto no
planejamento. Com base nas propostas, os pequenos têm liberdade para
decidir como vão participar. Por isso, quando Ana Carolina teve a
ideia de transformar o escorregador em uma palheta de tintas, ofereceu
uma alternativa aos que não queriam se sujar tanto. Em um espaço
próximo, montou um tapete de cartolinas e quem preferisse poderia
pintá- lo usando pincéis.
Fontehttp://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/hora-fazer-arte-livre-criar-710950.shtml
Sugestão de Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal
Esse tipo de violência tem sido cada vez mais noticiado e precisa de
educadores atentos para evitarem consequências desastrosas.
Andréia Barros (novaescola@atleitor.com.br), de João Pessoa (PB)
Entre os tantos desafios já existentes na rotina escolar, está posto
mais um. O bullying escolar - termo sem tradução exata para o
português - tem sido cada vez mais reportado. É um tipo de agressão
que pode ser física ou psicológica, ocorre repetidamente e
intencionalmente e ridiculariza, humilha e intimida suas vítimas.
"Ninguém sabe como agir", sentencia a promotora Soraya Escorel, que
compõe a comissão organizadora do I Seminário Paraibano sobre Bullying
Escolar, que reuniu educadores, profissionais da Justiça e
representantes de governos nos dias 28 e 29 de março, em João Pessoa,
na Paraíba. "As escolas geralmente se omitem. Os pais não sabem lidar
corretamente. As vítimas e as testemunhas se calam. O grande desafio é
convocar todos para trabalhar no incentivo a uma cultura de paz e
respeito às diferenças individuais", complementa.
A partir dos casos graves, o assunto começou a ganhar espaço em
estudos desenvolvidos por pedagogos e psicólogos que lidam com
Educação. Para Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de Minas
Gerais, a imprensa também ajudou a dar visibilidade à importância de
se combater o bullying e, por consequência, a criminalidade. "Não se
tratam aqui de pequenas brincadeiras próprias da infância, mas de
casos de violência, em muitos casos de forma velada. Essas agressões
morais ou até físicas podem causar danos psicológicos para a criança e
o adolescente facilitando posteriormente a entrada dos mesmos no mundo
do crime", avalia o especialista no assunto. Ele concorda que o
bullying estimula a delinquência e induz a outras formas de violência
explícita.
Seminário - Organizado pela Promotoria de Justiça da Infância e da
Adolescência da Paraíba, em parceria com os governos municipal e
estadual e apoio do Colégio Motiva, o evento teve como objetivo, além
de debater o assunto, orientar profissionais da Educação e do
Judiciário sobre como lidar com esse problema. A Promotoria de Justiça
elaborou um requerimento para acrescentar os casos de bullying ao
Disque 100, número nacional criado para denunciar crimes contra a
criança e o adolescente. O documento será enviado para o Ministério da
Justiça e à Secretaria Especial de Direitos Humanos.
Durante o encontro também foi lançada uma publicação a ser distribuída
para as escolas paraibanas, com o objetivo de evidenciar a importância
de um trabalho educativo em todos os cenários em que o bullying possa
estar presente - na escola, no ambiente de trabalho ou mesmo entre
vizinhos. Nesse manual, são apresentados os sintomas mais comuns de
vítima desse tipo de agressão, algumas pistas de como identificar os
agressores, conselhos para pais e professores sobre como prevenir esse
tipo de situação e mostram-se, ainda, quais as consequências para os
envolvidos.
Em parceria com a Universidade Maurício de Nassau, a organização do
evento registrou as palestras e as discussões - o material se
transformará num vídeo-documentário educativo que será exibido nas
escolas da Paraíba, da Bahia e de Pernambuco.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-preciso-levar-serio-431385.shtml
Esse tipo de violência tem sido cada vez mais noticiado e precisa de
educadores atentos para evitarem consequências desastrosas.
Andréia Barros (novaescola@atleitor.com.br), de João Pessoa (PB)
Entre os tantos desafios já existentes na rotina escolar, está posto
mais um. O bullying escolar - termo sem tradução exata para o
português - tem sido cada vez mais reportado. É um tipo de agressão
que pode ser física ou psicológica, ocorre repetidamente e
intencionalmente e ridiculariza, humilha e intimida suas vítimas.
"Ninguém sabe como agir", sentencia a promotora Soraya Escorel, que
compõe a comissão organizadora do I Seminário Paraibano sobre Bullying
Escolar, que reuniu educadores, profissionais da Justiça e
representantes de governos nos dias 28 e 29 de março, em João Pessoa,
na Paraíba. "As escolas geralmente se omitem. Os pais não sabem lidar
corretamente. As vítimas e as testemunhas se calam. O grande desafio é
convocar todos para trabalhar no incentivo a uma cultura de paz e
respeito às diferenças individuais", complementa.
A partir dos casos graves, o assunto começou a ganhar espaço em
estudos desenvolvidos por pedagogos e psicólogos que lidam com
Educação. Para Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de Minas
Gerais, a imprensa também ajudou a dar visibilidade à importância de
se combater o bullying e, por consequência, a criminalidade. "Não se
tratam aqui de pequenas brincadeiras próprias da infância, mas de
casos de violência, em muitos casos de forma velada. Essas agressões
morais ou até físicas podem causar danos psicológicos para a criança e
o adolescente facilitando posteriormente a entrada dos mesmos no mundo
do crime", avalia o especialista no assunto. Ele concorda que o
bullying estimula a delinquência e induz a outras formas de violência
explícita.
Seminário - Organizado pela Promotoria de Justiça da Infância e da
Adolescência da Paraíba, em parceria com os governos municipal e
estadual e apoio do Colégio Motiva, o evento teve como objetivo, além
de debater o assunto, orientar profissionais da Educação e do
Judiciário sobre como lidar com esse problema. A Promotoria de Justiça
elaborou um requerimento para acrescentar os casos de bullying ao
Disque 100, número nacional criado para denunciar crimes contra a
criança e o adolescente. O documento será enviado para o Ministério da
Justiça e à Secretaria Especial de Direitos Humanos.
Durante o encontro também foi lançada uma publicação a ser distribuída
para as escolas paraibanas, com o objetivo de evidenciar a importância
de um trabalho educativo em todos os cenários em que o bullying possa
estar presente - na escola, no ambiente de trabalho ou mesmo entre
vizinhos. Nesse manual, são apresentados os sintomas mais comuns de
vítima desse tipo de agressão, algumas pistas de como identificar os
agressores, conselhos para pais e professores sobre como prevenir esse
tipo de situação e mostram-se, ainda, quais as consequências para os
envolvidos.
Em parceria com a Universidade Maurício de Nassau, a organização do
evento registrou as palestras e as discussões - o material se
transformará num vídeo-documentário educativo que será exibido nas
escolas da Paraíba, da Bahia e de Pernambuco.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-preciso-levar-serio-431385.shtml
Sugestão de Gasparina de Fatima dos Reis - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Durante o mês de novembro e dezembro, os personagens da Disney,
Mickey, Minnie e Pluto estarão no Shopping Del Rey fazendo parte da
decoração de natal do lugar, além de apresentarem um teatro de
marionetes, dentro da Biblioteca do Mickey. Além disso, quem
comparecer ao local, poderá tirar fotos com os personagens, além de
pegar autógrafos com eles.
Confira as datas:
- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.
Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma
grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em
histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del
Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões
temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá
shows de marionetes em diversos horários.
Mickey, Minnie e Pluto estarão no Shopping Del Rey fazendo parte da
decoração de natal do lugar, além de apresentarem um teatro de
marionetes, dentro da Biblioteca do Mickey. Além disso, quem
comparecer ao local, poderá tirar fotos com os personagens, além de
pegar autógrafos com eles.
Confira as datas:
- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.
Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma
grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em
histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del
Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões
temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá
shows de marionetes em diversos horários.
Sugestão de Suellen Mirella - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Estou encaminhando um folheto sobre o Projeto Valores de Minas, passei
um dia lá no Valores. São Jovens carentes de Morros e Favelas de Belo
Horizonte e região metropolitana. São rebeldes mesmo, mas que se
transformam no PALCO É LINDO!!!!! Vale a pena ver no período da manhã
estudam na rede pública e a tarde vão para o Valores onde almoçam e
fazem atividades de circo, teatro, balé, danças diversas e muitos
mais. Além de uma estrutura fantástica para alunos com salas equipadas
e professores excelentes e acompanhamento psicológico diário.
um dia lá no Valores. São Jovens carentes de Morros e Favelas de Belo
Horizonte e região metropolitana. São rebeldes mesmo, mas que se
transformam no PALCO É LINDO!!!!! Vale a pena ver no período da manhã
estudam na rede pública e a tarde vão para o Valores onde almoçam e
fazem atividades de circo, teatro, balé, danças diversas e muitos
mais. Além de uma estrutura fantástica para alunos com salas equipadas
e professores excelentes e acompanhamento psicológico diário.
Sugestão da Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Brincar na Educação infantil
Ao brincar a criança descobre coisas novas, inventa, aprende e
desenvolve inúmeras habilidades. Além de estimular a criatividade,
autonomia, linguagem, socialização e curiosidade, as brincadeiras
instigam o pensamento, concentração e raciocínio.
Brincando, a criança a aprende a respeitar as diferenças e amiguinhos.
Sem contar que as brincadeiras educativas são um excelente momento
para estreitar ainda mais os laços de confiança e amor entre os pais e
os pequeninos.
Hoje, preparamos algumas dicas de brincadeiras educativas que podem
ser desenvolvidas em com nossos alunos
Que bicho eu sou?
• Através dessa brincadeira, as crianças aprendem e compartilham as
características de vários animais.
Desenhe ou escreva o nome de vários bichos, um em cada folha de
sulfite. Agora cole um bicho nas costas de cada criança sem que elas
vejam qual. Cada participante precisa adivinhar que animal tem nas
costas, para isso ele deve fazer perguntas sobre as características do
bicho aos demais coleguinhas. As respostas deverão ser SIM ou NÃO. O
último a descobrir que bicho é, deixa a brincadeira redistribui os
bichos nas costas dos colegas. A brincadeira continua até restar
apenas um vencedor.
Bingo do nome
• Nessa brincadeira, os pequeninos se familiarizam com as letras do
alfabeto e aprendem quais delas compõem seu nome.
Escreva em uma cartolina todas as letras do alfabeto, corte-as e
coloque em uma caixa. Entregue uma folha de papel a cada participante
e peça que ele escreva seu nome. A cada letra sorteada da caixa, os
participantes devem marcar na folha com o nome. Ganha quem marcar
todas as letras primeiras.
Corrida de três pés
• Esta atividade desenvolve o equilíbrio, coordenação motora e senso
de competição.
Divida as crianças em duplas. Cada participante tem sua perna direita
amarrada à perna esquerda de seu colega. Os dois terão de correr
determinado percurso com as pernas atreladas. Ganha quem cruzar a
linha de chegada primeira.
Caras e caretas
• Através desta brincadeira a criança aprende a identificar
determinados sentimentos através da expressão corporal e facial.
Coloque todas as crianças frente à um espelho. Faça algumas expressões
e peça para te imitarem. Depois de cada expressão diga o que ela
significa. Agora, peça que cada um faça uma careta diferente, os
outros coleguinhas devem adivinhar o que aquela expressão significa. O
dono da careta deve indicar se a resposta está certa ou não.
Agacha-agacha
• Nesta brincadeira, a criança corre, agacha e levanta, aperfeiçoando
assim, os seus movimentos.
Em um espaço amplo, reúna as crianças e eleja o pegador. Ele deverá
correr atrás dos outros coleguinhas, que para não serem apanhados
devem se agachar. Quando um participante é pego, o pegador para sua
função a ele. Nesta brincadeira não há vencedor, ela só acaba quando
as crianças se cansam.
Fonte: http://educandoebrincando.blogspot.com.br/
"Através das brincadeiras são desenvolvidas a fluência e codificação,
vocabulário, decodificação auditiva, associação visual, memória
auditiva, compreensão, conhecimento da localização das partes do
corpo, motricidade, organização do corpo no espaço, equilíbrio e
ritmo, lateralidade e sentido de direção, reações rápidas e destrezas,
respostas antecipatórias, orientação no tempo, conhecimento do meio
e aceitação social."
(Adriana Duarte- Psicóloga)
Ao brincar a criança descobre coisas novas, inventa, aprende e
desenvolve inúmeras habilidades. Além de estimular a criatividade,
autonomia, linguagem, socialização e curiosidade, as brincadeiras
instigam o pensamento, concentração e raciocínio.
Brincando, a criança a aprende a respeitar as diferenças e amiguinhos.
Sem contar que as brincadeiras educativas são um excelente momento
para estreitar ainda mais os laços de confiança e amor entre os pais e
os pequeninos.
Hoje, preparamos algumas dicas de brincadeiras educativas que podem
ser desenvolvidas em com nossos alunos
Que bicho eu sou?
• Através dessa brincadeira, as crianças aprendem e compartilham as
características de vários animais.
Desenhe ou escreva o nome de vários bichos, um em cada folha de
sulfite. Agora cole um bicho nas costas de cada criança sem que elas
vejam qual. Cada participante precisa adivinhar que animal tem nas
costas, para isso ele deve fazer perguntas sobre as características do
bicho aos demais coleguinhas. As respostas deverão ser SIM ou NÃO. O
último a descobrir que bicho é, deixa a brincadeira redistribui os
bichos nas costas dos colegas. A brincadeira continua até restar
apenas um vencedor.
Bingo do nome
• Nessa brincadeira, os pequeninos se familiarizam com as letras do
alfabeto e aprendem quais delas compõem seu nome.
Escreva em uma cartolina todas as letras do alfabeto, corte-as e
coloque em uma caixa. Entregue uma folha de papel a cada participante
e peça que ele escreva seu nome. A cada letra sorteada da caixa, os
participantes devem marcar na folha com o nome. Ganha quem marcar
todas as letras primeiras.
Corrida de três pés
• Esta atividade desenvolve o equilíbrio, coordenação motora e senso
de competição.
Divida as crianças em duplas. Cada participante tem sua perna direita
amarrada à perna esquerda de seu colega. Os dois terão de correr
determinado percurso com as pernas atreladas. Ganha quem cruzar a
linha de chegada primeira.
Caras e caretas
• Através desta brincadeira a criança aprende a identificar
determinados sentimentos através da expressão corporal e facial.
Coloque todas as crianças frente à um espelho. Faça algumas expressões
e peça para te imitarem. Depois de cada expressão diga o que ela
significa. Agora, peça que cada um faça uma careta diferente, os
outros coleguinhas devem adivinhar o que aquela expressão significa. O
dono da careta deve indicar se a resposta está certa ou não.
Agacha-agacha
• Nesta brincadeira, a criança corre, agacha e levanta, aperfeiçoando
assim, os seus movimentos.
Em um espaço amplo, reúna as crianças e eleja o pegador. Ele deverá
correr atrás dos outros coleguinhas, que para não serem apanhados
devem se agachar. Quando um participante é pego, o pegador para sua
função a ele. Nesta brincadeira não há vencedor, ela só acaba quando
as crianças se cansam.
Fonte: http://educandoebrincando.blogspot.com.br/
"Através das brincadeiras são desenvolvidas a fluência e codificação,
vocabulário, decodificação auditiva, associação visual, memória
auditiva, compreensão, conhecimento da localização das partes do
corpo, motricidade, organização do corpo no espaço, equilíbrio e
ritmo, lateralidade e sentido de direção, reações rápidas e destrezas,
respostas antecipatórias, orientação no tempo, conhecimento do meio
e aceitação social."
(Adriana Duarte- Psicóloga)
Sugestão de Gasparina de Fatima dos Reis - Aluna de Pedagogia - dez./2012
O Seminário Estadual de Educação nas Prisões termina com novas
perspectivas para 2013: o lançamento do Plano Estadual de Educação nas
Prisões, melhorias na rede física e de pessoal nos presídios e
cooperação técnica entre entidades foram algumas das metas definidas
no seminário, primeiro do gênero em Minas Gerais. Leia mais:
http://goo.gl/FOTRs. Foto: Grupo de teatro Vida Nova, da Penitenciária
José Maria Alckimin.
https://www.facebook.com/educacaominas
perspectivas para 2013: o lançamento do Plano Estadual de Educação nas
Prisões, melhorias na rede física e de pessoal nos presídios e
cooperação técnica entre entidades foram algumas das metas definidas
no seminário, primeiro do gênero em Minas Gerais. Leia mais:
http://goo.gl/FOTRs. Foto: Grupo de teatro Vida Nova, da Penitenciária
José Maria Alckimin.
https://www.facebook.com/educacaominas
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Membros do sistema de Justiça discutem ações em prol da Educação Infantil em SP
O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil realiza na
sexta-feira (30/11) um encontro para debater estratégias, inclusive
jurídicas, de combate às violações do direito à educação infantil na
cidade de São Paulo. A atividade será fechada ao público e contará com
especialistas em educação e representantes de organizações da
sociedade civil, Ministério Público do Estado de São Paulo, Defensoria
Pública, advogados e especialistas em Educação.
A "Oficina de Trabalho Interinstitucional: Bases para a proposição de
um plano de expansão da educação infantil de qualidade no município de
São Paulo" tem como objetivo trazer contribuições destes profissionais
para a construção de parâmetros para a expansão do ensino infantil na
capital paulista, que sejam construídos em diálogo dessas instituições
com a sociedade civil e com os poderes públicos Executivo, Legislativo
e Judiciário.
O último dado divulgado pela Secretaria Municipal de Educação aponta
para uma lista de 145 mil crianças em espera por uma vaga em creches
da rede municipal. Além do número oficial, há uma estimativa de que a
demanda por vagas neste segmento chegue a 250 mil, dado o desestímulo
ao cadastramento. Apesar disso, não há previsão orçamentária
específica, nem um plano público de expansão e qualificação da
política de educação infantil para enfrentar esse problema.
De acordo com o movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil,
tem sido grande o número de conquistas judiciais para efetivação do
direito à educação infantil, sobretudo a conquista do direito à
matrícula, mas ainda é preciso "impulsionar a atuação dos diferentes
atores do Sistema de Justiça a reivindicar não somente a ampliação do
número de vagas em creches, mas a realização do pleno direito à
educação infantil em suas dimensões de acesso e qualidade", afirmam os
organizadores da oficina.
A articulação
O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil foi criado em
2012 - a partir de uma articulação entre a Ação Educativa, o
escritório de advocacia Rubens Naves, Santos Jr e Hesketh, a
Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado de São Paulo -,
com objetivo de trocar visões e estratégias sobre a maciça violação do
direito à educação e discutir quais contribuições advogados,
promotores e defensores podem dar para a efetivação desse direito.
Fonte: http://www.acaoeducativa.org.br/index.php/educacao/51-acao-na-justica/10004584-membros-do-sistema-de-justica-discutem-acoes-em-prol-da-educacao-infantil-em-sp
O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil realiza na
sexta-feira (30/11) um encontro para debater estratégias, inclusive
jurídicas, de combate às violações do direito à educação infantil na
cidade de São Paulo. A atividade será fechada ao público e contará com
especialistas em educação e representantes de organizações da
sociedade civil, Ministério Público do Estado de São Paulo, Defensoria
Pública, advogados e especialistas em Educação.
A "Oficina de Trabalho Interinstitucional: Bases para a proposição de
um plano de expansão da educação infantil de qualidade no município de
São Paulo" tem como objetivo trazer contribuições destes profissionais
para a construção de parâmetros para a expansão do ensino infantil na
capital paulista, que sejam construídos em diálogo dessas instituições
com a sociedade civil e com os poderes públicos Executivo, Legislativo
e Judiciário.
O último dado divulgado pela Secretaria Municipal de Educação aponta
para uma lista de 145 mil crianças em espera por uma vaga em creches
da rede municipal. Além do número oficial, há uma estimativa de que a
demanda por vagas neste segmento chegue a 250 mil, dado o desestímulo
ao cadastramento. Apesar disso, não há previsão orçamentária
específica, nem um plano público de expansão e qualificação da
política de educação infantil para enfrentar esse problema.
De acordo com o movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil,
tem sido grande o número de conquistas judiciais para efetivação do
direito à educação infantil, sobretudo a conquista do direito à
matrícula, mas ainda é preciso "impulsionar a atuação dos diferentes
atores do Sistema de Justiça a reivindicar não somente a ampliação do
número de vagas em creches, mas a realização do pleno direito à
educação infantil em suas dimensões de acesso e qualidade", afirmam os
organizadores da oficina.
A articulação
O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil foi criado em
2012 - a partir de uma articulação entre a Ação Educativa, o
escritório de advocacia Rubens Naves, Santos Jr e Hesketh, a
Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado de São Paulo -,
com objetivo de trocar visões e estratégias sobre a maciça violação do
direito à educação e discutir quais contribuições advogados,
promotores e defensores podem dar para a efetivação desse direito.
Fonte: http://www.acaoeducativa.org.br/index.php/educacao/51-acao-na-justica/10004584-membros-do-sistema-de-justica-discutem-acoes-em-prol-da-educacao-infantil-em-sp
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
SUGESTÃO de GASPARINA - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Durante o mês de novembro e dezembro, os personagens da Disney, Mickey, Minnie e Pluto estarão no Shopping Del Rey fazendo parte da decoração de natal do lugar, além de apresentarem um teatro de marionetes, dentro da Biblioteca do Mickey. Além disso, quem comparecer ao local, poderá tirar fotos com os personagens, além de pegar autógrafos com eles.
Confira as datas:
- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.
Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá shows de marionetes em diversos horários.
Confira as datas:
- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.
Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá shows de marionetes em diversos horários.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Sugestão de Thas Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Gostaria de compartilhar com vocês esta página do Facebook tem muitas
músicas infantis em inglês, seja para as professoras ensinarem os
pequenos ou aprenderem para cantarem para eles.
Todas elas possuem legenda ou letra na descrição.
Foram escolhidas com muito cuidado e carinho pela administradora do
site, que ensina inglês para crianças na educação infantil como
segundo idioma, de forma bem lúdica:
https://www.facebook.com/pages/M%C3%BAsicas-infantis-para-aprender-ingl%C3%AAs-Nursery-rhymes/332213366876901
Espero que gostem!
músicas infantis em inglês, seja para as professoras ensinarem os
pequenos ou aprenderem para cantarem para eles.
Todas elas possuem legenda ou letra na descrição.
Foram escolhidas com muito cuidado e carinho pela administradora do
site, que ensina inglês para crianças na educação infantil como
segundo idioma, de forma bem lúdica:
https://www.facebook.com/pages/M%C3%BAsicas-infantis-para-aprender-ingl%C3%AAs-Nursery-rhymes/332213366876901
Espero que gostem!
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Ações afirmativas e políticas públicas de inclusão social
Por: JOÃO DO NASCIMENTO
Karl Marx, historiador alemão (1818 – 1883), um dos teóricos do
socialismo científico, afirmou durante sua vida "a sociedade
capitalista é antes de tudo uma sociedade de classes" e a "história do
homem é a própria luta de classes". Sendo assim, o conflito social
interclasses gera a apropria dos bens e oportunidades sociais por
alguns segmentos; é a partir da análise do pensamento de Marx dos
propósitos capitalistas que vigoram no Brasil a mais de 400 anos que
se insere a exploração do povo afro-descendente como mera ferramenta
de utilidade material, força de trabalho e bem comercializável; sem o
devido reconhecimento do desmantelamento de centenas de milhares de
etnias que compunham o território o continente africano e que
dispersaram por todo o mundo ocidental na constituição do capitalismo
em suas múltiplas contradições sociais.
Para tentar superar as mazelas sociais e promover a inclusão e a
justiça, a partir dos anos 1990, o Brasil tem sido alvo em potencial
dos programas de ações afirmativas que visam reconhecer e corrigir
situações de direitos negados socialmente ao longo da história.
As ações afirmativas vêm sofrendo críticas por uma pequena parcela da
sociedade brasileira (a elite), que ha muito tempo vem acumulando
riquezas e oportunidades. O que o negro e os outros segmentos
excluídos da participação e usufruto dos bens, riquezas e
oportunidades, querem, é o direito à cidadania, a cultura, educação,
trabalho digno e participação das políticas públicas de caráter
social. Os programas de ações afirmativas são na verdade políticas de
correção de desigualdades sociais e formas de efetivação de direitos.
Portanto, defender as ações afirmativas é de fato se posicionar contra
o mito da democracia racial e a exclusão social existente no Brasil.
É preciso agir a partir da raiz do problema para erradicar a situação
de exclusão social. O programa de cotas para negros e afrodescendentes
é uma das ações afirmativas de caráter radical, pois mexe com
privilégios estabelecidos por determinados segmentos da sociedade
brasileira.
"Ações afirmativas são medidas especiais e temporárias, tomadas pelo
Estado e/ou pela iniciativa privada, espontânea ou compulsoriamente,
com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas,
garantindo a igualdade de oportunidade e tratamento, bem como
compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, por
motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros". (Ministério
da Justiça, 1996, GTI População Negra).
As políticas afirmativas visam reconhecer as diversidades entre a
população negra e não-negra, no sentido de direcionar os esforços para
minimizar e gradativamente diminuir as distâncias socioeconômicas que
permeiam a vida social brasileira.
É necessário neste contexto, o entendimento de conceitos que podem
contribuir para o êxito das ações afirmativas e a inclusão social. As
ações afirmativas são formas de políticas públicas que objetivam
transcender as ações do Estado na promoção do bem-estar e da cidadania
para garantir igualdade de oportunidades e tratamento entre as pessoas
e a mobilização dos setores culturais com intenção de ampliar as ações
de inclusão social.
Diferenciar inclusão social de exclusividade e privilégios sociais. A
inclusão social é busca da afirmação de direitos que há muito tempo
vem sendo negados; enquanto exclusividade é marca registrada de um
grupo ou segmento social que tem amplo acesso aos bens, riquezas e
oportunidades produzidas em termos sociais visto que uma ou outra
parcela muito grande da população tem restrições ou são barradas por
completo da participação sócio-cultural e o exercício da dignidade e
da cidadania. É isso que caracteriza a exclusividade.
Diante de tudo que foi dito podemos notar que a população
afro-brasileira, esta com a auto-estima defasada, devido à longevidade
da exploração e da marginalidade social desde os tempos da
administração colonial portuguesa no Brasil.
As relações sociais no período colonial limitavam ao branco de valores
europeus, todo o privilégio, direito e mordomias político-sociais em
detrimento ou prejuízo do negro e o índio que eram vistos como feras a
ser domadas pela religião e enfraquecidos pelo trabalho exaustivo já
que eram também res vocale (coisa que fala) e a escravidão era a
justificativa para a salvação dessas etnias. Ao contrário do índio, o
negro era mais odiado e perseguido pelo sistema colonial, pois o
africano foi trazido para o Brasil exclusivamente para o trabalho
escravo e a desagregação de sua existência enquanto ser humano. Para a
afirmação e manutenção do regime escravista foi criada uma política de
desumanização de todas as maneiras o negro, empreendia ações que o
qualificava de ser movente, igualando-o a animais para evitar dessa
forma a criação de um vínculo de convívio familiar, desarticulando
suas crenças como pagãs, desqualificando seus bens simbólicos e outras
formas de manifestações culturais fundamentais a identificação e a
constituição como humanos.
No processo de marginalização do negro, talvez o aspecto mais
importante seja a tentativa de retirar dele o direito ao saber para
fragilizar e dominar sua sociabilidade contemporânea, que se expressa
na relação saber e fazer, mas a preocupação não é o saber pelo simples
fato que este traduz a discussão crítica, a independência do pensar e
a conspiração da ordem; então a preocupação é com o fazer cotidiano
das relações de trabalho desqualificadas, ou seja, o fazer o que não
precisa pensar (trabalho mecânico e repetitivo), o fazer trabalho
pesado e de menor prestigio social assim, o interessante para aqueles
que não querem justiça social para o negro e outros excluídos; é o
fazer do trabalho uma relação constante de dominação e sonegação de
direito e oportunidades.
Nesse contexto, as ações afirmativas surgem para tratar com igualdade
pessoas diferentes, pois, o regime escravista proporcionou uma visão
negativa do negro, desqualificando-o enquanto pessoa e diante disso,
conseqüentemente não necessitaria de educação e direitos tendo em
vista a utilidade e a coisificação criadas em torno dele. Dessa forma,
o afrodescendente não se torna ator social e sujeito da história;
restando-lhe a mera condição de objeto da história.
Portanto, se faz necessárias discussões em torno da problemática do
racismo às "avessas" e do acesso à educação através de vias de
mobilização nacional em favor das reformas e do fortalecimento da
democracia e conseqüentemente da cidadania.
É de fundamental importância que se compreenda que os programas de
ações afirmativas não como mecanismo fim e sim, como políticas
públicas ou privadas que servem de meios direcionados na redução das
desigualdades sociais.
Por: JOÃO DO NASCIMENTO
Karl Marx, historiador alemão (1818 – 1883), um dos teóricos do
socialismo científico, afirmou durante sua vida "a sociedade
capitalista é antes de tudo uma sociedade de classes" e a "história do
homem é a própria luta de classes". Sendo assim, o conflito social
interclasses gera a apropria dos bens e oportunidades sociais por
alguns segmentos; é a partir da análise do pensamento de Marx dos
propósitos capitalistas que vigoram no Brasil a mais de 400 anos que
se insere a exploração do povo afro-descendente como mera ferramenta
de utilidade material, força de trabalho e bem comercializável; sem o
devido reconhecimento do desmantelamento de centenas de milhares de
etnias que compunham o território o continente africano e que
dispersaram por todo o mundo ocidental na constituição do capitalismo
em suas múltiplas contradições sociais.
Para tentar superar as mazelas sociais e promover a inclusão e a
justiça, a partir dos anos 1990, o Brasil tem sido alvo em potencial
dos programas de ações afirmativas que visam reconhecer e corrigir
situações de direitos negados socialmente ao longo da história.
As ações afirmativas vêm sofrendo críticas por uma pequena parcela da
sociedade brasileira (a elite), que ha muito tempo vem acumulando
riquezas e oportunidades. O que o negro e os outros segmentos
excluídos da participação e usufruto dos bens, riquezas e
oportunidades, querem, é o direito à cidadania, a cultura, educação,
trabalho digno e participação das políticas públicas de caráter
social. Os programas de ações afirmativas são na verdade políticas de
correção de desigualdades sociais e formas de efetivação de direitos.
Portanto, defender as ações afirmativas é de fato se posicionar contra
o mito da democracia racial e a exclusão social existente no Brasil.
É preciso agir a partir da raiz do problema para erradicar a situação
de exclusão social. O programa de cotas para negros e afrodescendentes
é uma das ações afirmativas de caráter radical, pois mexe com
privilégios estabelecidos por determinados segmentos da sociedade
brasileira.
"Ações afirmativas são medidas especiais e temporárias, tomadas pelo
Estado e/ou pela iniciativa privada, espontânea ou compulsoriamente,
com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas,
garantindo a igualdade de oportunidade e tratamento, bem como
compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, por
motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros". (Ministério
da Justiça, 1996, GTI População Negra).
As políticas afirmativas visam reconhecer as diversidades entre a
população negra e não-negra, no sentido de direcionar os esforços para
minimizar e gradativamente diminuir as distâncias socioeconômicas que
permeiam a vida social brasileira.
É necessário neste contexto, o entendimento de conceitos que podem
contribuir para o êxito das ações afirmativas e a inclusão social. As
ações afirmativas são formas de políticas públicas que objetivam
transcender as ações do Estado na promoção do bem-estar e da cidadania
para garantir igualdade de oportunidades e tratamento entre as pessoas
e a mobilização dos setores culturais com intenção de ampliar as ações
de inclusão social.
Diferenciar inclusão social de exclusividade e privilégios sociais. A
inclusão social é busca da afirmação de direitos que há muito tempo
vem sendo negados; enquanto exclusividade é marca registrada de um
grupo ou segmento social que tem amplo acesso aos bens, riquezas e
oportunidades produzidas em termos sociais visto que uma ou outra
parcela muito grande da população tem restrições ou são barradas por
completo da participação sócio-cultural e o exercício da dignidade e
da cidadania. É isso que caracteriza a exclusividade.
Diante de tudo que foi dito podemos notar que a população
afro-brasileira, esta com a auto-estima defasada, devido à longevidade
da exploração e da marginalidade social desde os tempos da
administração colonial portuguesa no Brasil.
As relações sociais no período colonial limitavam ao branco de valores
europeus, todo o privilégio, direito e mordomias político-sociais em
detrimento ou prejuízo do negro e o índio que eram vistos como feras a
ser domadas pela religião e enfraquecidos pelo trabalho exaustivo já
que eram também res vocale (coisa que fala) e a escravidão era a
justificativa para a salvação dessas etnias. Ao contrário do índio, o
negro era mais odiado e perseguido pelo sistema colonial, pois o
africano foi trazido para o Brasil exclusivamente para o trabalho
escravo e a desagregação de sua existência enquanto ser humano. Para a
afirmação e manutenção do regime escravista foi criada uma política de
desumanização de todas as maneiras o negro, empreendia ações que o
qualificava de ser movente, igualando-o a animais para evitar dessa
forma a criação de um vínculo de convívio familiar, desarticulando
suas crenças como pagãs, desqualificando seus bens simbólicos e outras
formas de manifestações culturais fundamentais a identificação e a
constituição como humanos.
No processo de marginalização do negro, talvez o aspecto mais
importante seja a tentativa de retirar dele o direito ao saber para
fragilizar e dominar sua sociabilidade contemporânea, que se expressa
na relação saber e fazer, mas a preocupação não é o saber pelo simples
fato que este traduz a discussão crítica, a independência do pensar e
a conspiração da ordem; então a preocupação é com o fazer cotidiano
das relações de trabalho desqualificadas, ou seja, o fazer o que não
precisa pensar (trabalho mecânico e repetitivo), o fazer trabalho
pesado e de menor prestigio social assim, o interessante para aqueles
que não querem justiça social para o negro e outros excluídos; é o
fazer do trabalho uma relação constante de dominação e sonegação de
direito e oportunidades.
Nesse contexto, as ações afirmativas surgem para tratar com igualdade
pessoas diferentes, pois, o regime escravista proporcionou uma visão
negativa do negro, desqualificando-o enquanto pessoa e diante disso,
conseqüentemente não necessitaria de educação e direitos tendo em
vista a utilidade e a coisificação criadas em torno dele. Dessa forma,
o afrodescendente não se torna ator social e sujeito da história;
restando-lhe a mera condição de objeto da história.
Portanto, se faz necessárias discussões em torno da problemática do
racismo às "avessas" e do acesso à educação através de vias de
mobilização nacional em favor das reformas e do fortalecimento da
democracia e conseqüentemente da cidadania.
É de fundamental importância que se compreenda que os programas de
ações afirmativas não como mecanismo fim e sim, como políticas
públicas ou privadas que servem de meios direcionados na redução das
desigualdades sociais.
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Professores Apaixonados
Por: GABRIEL PERISSÉ
Professores e professoras apaixonados acordam cedo e dormem tarde,
movidos pela idéia fixa que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem
a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes
que, de múltitplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério
igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar
contexto a todos os textos. Não há pretextso que justifiquem, para os
professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso
nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio
comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do
conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e
estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de
sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver
sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado
com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as
suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, dos
desrespietos, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na
profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu
protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui
no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no
quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações
antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com
nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de
palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração
subordinada, e nada mais.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo,
somar os esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem
analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados
tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma
explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele
mesmo, professor, não esperava explicar. A paixão é inexplicável, bem
sei. Mas é também indisfarçável.
Por: GABRIEL PERISSÉ
Professores e professoras apaixonados acordam cedo e dormem tarde,
movidos pela idéia fixa que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem
a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes
que, de múltitplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério
igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar
contexto a todos os textos. Não há pretextso que justifiquem, para os
professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso
nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio
comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do
conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e
estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de
sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver
sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado
com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as
suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, dos
desrespietos, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na
profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu
protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui
no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no
quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações
antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com
nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de
palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração
subordinada, e nada mais.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo,
somar os esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem
analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados
tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma
explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele
mesmo, professor, não esperava explicar. A paixão é inexplicável, bem
sei. Mas é também indisfarçável.
Sugestão de Thais Helena - ALuna de Pedagogia - dez./2012
Brincar e cantar
De: BLOG ARTE DE CONTAR E ENCANTAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Brincar é um momento sagrado. É através das brincadeiras que as
crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo
que está ao seu redor. Elas manipulam e exploram os objetos,
comunicam-se com outras crianças e adultos, desenvolvem suas múltiplas
linguagens, organizam seus pensamentos, descobrem regras, tomam
decisões. Isso é ser criança, isso é ser feliz.
E tudo isso prepara as crianças para o futuro, onde terão que
enfrentar desafios semelhantes às brincadeiras. Basta analisar as
regras de qualquer brincadeira e compará-las com o mundo aqui fora.
http://www.youtube.com/watch?v=h9DDiQLAVW0
Letra Roda Roda Roda (Caranguejo peixe é):
Palma palma palma
Pé pé pé
Roda roda roda
Caranguejo peixe é
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Caraguejo só é peixe
na enchente da maré
Ora palma palma palma
Ora pé pé pé
Ora roda roda roda
Caranguejo peixe é
De: BLOG ARTE DE CONTAR E ENCANTAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Brincar é um momento sagrado. É através das brincadeiras que as
crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo
que está ao seu redor. Elas manipulam e exploram os objetos,
comunicam-se com outras crianças e adultos, desenvolvem suas múltiplas
linguagens, organizam seus pensamentos, descobrem regras, tomam
decisões. Isso é ser criança, isso é ser feliz.
E tudo isso prepara as crianças para o futuro, onde terão que
enfrentar desafios semelhantes às brincadeiras. Basta analisar as
regras de qualquer brincadeira e compará-las com o mundo aqui fora.
http://www.youtube.com/watch?v=h9DDiQLAVW0
Letra Roda Roda Roda (Caranguejo peixe é):
Palma palma palma
Pé pé pé
Roda roda roda
Caranguejo peixe é
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Caraguejo só é peixe
na enchente da maré
Ora palma palma palma
Ora pé pé pé
Ora roda roda roda
Caranguejo peixe é
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
A música e a sua importância na educação infantil!
Por: CÁSSIO TOLEDO
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de
modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio,
proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a
concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em
questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.
Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que
analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em
comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem
como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas,
obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um
determinado conteúdo de matemática.
Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a
música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e
geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.
A valorização do contato da criança com a música já era existente há
tempos, Platão dizia que "a música é um instrumento educacional mais
potente do que qualquer outro".
Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão,
visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de
raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando
inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias
voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja
através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde
a educação infantil.
Fonte: Site Brasil Escola
Por: CÁSSIO TOLEDO
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de
modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio,
proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a
concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em
questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.
Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que
analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em
comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem
como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas,
obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um
determinado conteúdo de matemática.
Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a
música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e
geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.
A valorização do contato da criança com a música já era existente há
tempos, Platão dizia que "a música é um instrumento educacional mais
potente do que qualquer outro".
Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão,
visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de
raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando
inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias
voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja
através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde
a educação infantil.
Fonte: Site Brasil Escola
Sugestões de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Introdução à Poética Plástico-Visual de Jorge dos Anjos
Seminário internacional debate desafios do trabalho docente
Data: de 03.12.2012 até 31.03.2013 - Somente 2ª e 4ª, início às 19h00min.
Local: Centro Cultural UFMG - Av. Santos Dumont, 174 - Centro - Belo
Horizonte - MG
Ministrado por Ricardo Aleixo. Módulos I e II.
http://www.centrocultural.ufmg.br
Telefone: 31 3409-8290// 31 3409-8291
Entrada Franca
Local: Centro Cultural UFMG - Av. Santos Dumont, 174 - Centro - Belo
Horizonte - MG
Ministrado por Ricardo Aleixo. Módulos I e II.
http://www.centrocultural.ufmg.br
Telefone: 31 3409-8290// 31 3409-8291
Entrada Franca
O Natal na Poesia Brasileira (Entrada Franca)
Data: de 03.12.2012 até 31.12.2012
Local: Centro Cultural Zilah Spósito (CCZS)
Endereço: Rua Carnaúba, 286 - Norte
Telefone: 31 3277-5498
E-mail: cczs@pbh.gov.br
Mostra de poemas de vários escritores brasileiros que têm "o Natal"
como temática.
Local: Centro Cultural Zilah Spósito (CCZS)
Endereço: Rua Carnaúba, 286 - Norte
Telefone: 31 3277-5498
E-mail: cczs@pbh.gov.br
Mostra de poemas de vários escritores brasileiros que têm "o Natal"
como temática.
Funcionamento: 2ª a sábado das 8h às 13h.
para mim
Seminário internacional debate desafios do trabalho docente
Fonte: Site da FAE
Estão abertas as inscrições para o seminário A investigação em
trabalho, profissão e condição docente – desafios teóricos e
metodológicos, que a Faculdade de Educação realiza de 5 a 7 de
dezembro.
trabalho, profissão e condição docente – desafios teóricos e
metodológicos, que a Faculdade de Educação realiza de 5 a 7 de
dezembro.
A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site
http://www.fae.ufmg.br/gestrado. Será emitido certificado de
participação.
http://www.fae.ufmg.br/gestrado. Será emitido certificado de
participação.
A atividade, que integra as comemorações pelos dez anos do Grupo de
Estudos em Política Educacional e Trabalho Docente (Gestrado), reunirá
em Belo Horizonte conferencistas de centros de pesquisa da França –
Romuald Norman e Jean-Louis Derouet – e da Argentina – Emilio Tenti
Fanfani, Alejandra Birgin e Myriam Feldfeber –, além de pesquisadores
da temática no Brasil.
Estudos em Política Educacional e Trabalho Docente (Gestrado), reunirá
em Belo Horizonte conferencistas de centros de pesquisa da França –
Romuald Norman e Jean-Louis Derouet – e da Argentina – Emilio Tenti
Fanfani, Alejandra Birgin e Myriam Feldfeber –, além de pesquisadores
da temática no Brasil.
Entre os temas em discussão estão a autonomia escolar e a
responsabilização docente nas políticas educacionais; as condições de
trabalho e saúde docente; os novos sujeitos da docência e as demandas
de formação; o lugar dos docentes nas políticas educacionais.
responsabilização docente nas políticas educacionais; as condições de
trabalho e saúde docente; os novos sujeitos da docência e as demandas
de formação; o lugar dos docentes nas políticas educacionais.
Mais informações pelo telefone (31) 3409-6372 ou acesse o folder em
http://www.fae.ufmg.br/gestrado/files/Folder10anos_versao4.pdf
http://www.fae.ufmg.br/gestrado/files/Folder10anos_versao4.pdf
Abong promove 1º Fórum Brasileiro de Redes, Organizações e Ativistas
de Defesa de Direitos
de Defesa de Direitos
Fontes: ONGBRASIL E INCLUSIVE.ORG
Evento acontecerá durante a Feira ONG Brasil, em 7/12, em São Paulo, SP.
Entre 6 e 8 de dezembro, a cidade de São Paulo receberá a 4ª edição da
Feira ONG Brasil, evento sem fins lucrativos composto por exposições
em estandes e um congresso internacional. A Abong participará com a
realização de diferentes atividades, dentre elas o 1º Fórum Brasileiro
de Redes, Organizações e Ativistas de Defesa de Direitos, em 7/12. Na
ocasião, serão debatidos temas relacionados à democratização do Estado
e da sociedade no Brasil, cooperação internacional e desafios para a
construção de alternativas ao atual modelo desenvolvimento.
Feira ONG Brasil, evento sem fins lucrativos composto por exposições
em estandes e um congresso internacional. A Abong participará com a
realização de diferentes atividades, dentre elas o 1º Fórum Brasileiro
de Redes, Organizações e Ativistas de Defesa de Direitos, em 7/12. Na
ocasião, serão debatidos temas relacionados à democratização do Estado
e da sociedade no Brasil, cooperação internacional e desafios para a
construção de alternativas ao atual modelo desenvolvimento.
Confira a programação completa em
http://www.abong.org.br/final/download/programaforum.pdf
http://www.abong.org.br/final/download/programaforum.pdf
A Feira ONG Brasil acontece no Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho,
com a participação de diferentes setores da sociedade, tais como as
organizações que atuam em defesa de direitos, institutos e fundações
empresariais. São 15 mil m² de exposição e mais de 196 palestras no
Congresso internacional.
com a participação de diferentes setores da sociedade, tais como as
organizações que atuam em defesa de direitos, institutos e fundações
empresariais. São 15 mil m² de exposição e mais de 196 palestras no
Congresso internacional.
O 1º Fórum Brasileiro de Redes, Organizações e Ativistas de Defesa de
Direitos tem por principal objetivo ampliar a visibilidade sobre o
trabalho realizado pelas organizações que atuam em defesa de direitos,
e sobre a articulação política entre os diversos tipos de entidades,
no Brasil e no mundo. O objetivo do Fórum é reunir representantes da
sociedade civil e também governamentais, brasileiros e internacionais,
para compartilhar perspectivas e desafios, além de construir
estratégias comuns de atuação.
Direitos tem por principal objetivo ampliar a visibilidade sobre o
trabalho realizado pelas organizações que atuam em defesa de direitos,
e sobre a articulação política entre os diversos tipos de entidades,
no Brasil e no mundo. O objetivo do Fórum é reunir representantes da
sociedade civil e também governamentais, brasileiros e internacionais,
para compartilhar perspectivas e desafios, além de construir
estratégias comuns de atuação.
A programação se divide em três painéis. O primeiro deles – O papel
das organizações da sociedade civil na construção de uma cidadania
planetária – será das 9h30 às 11h, e contará com a participação de
Fátima Mello, da FASE: solidariedade e educação; do prof. Habib Ayeb,
da Universidade Paris 06 e Paris 10, e de Alaa Talbi, do Fórum
Tunisiano de Direitos Econômicos e Sociais. A proposta é fazer um
balanço dos eventos internacionais Rio+20 e Cúpula dos Povos, além de
refletir sobre a participação da sociedade civil nos processos de
governança global.
das organizações da sociedade civil na construção de uma cidadania
planetária – será das 9h30 às 11h, e contará com a participação de
Fátima Mello, da FASE: solidariedade e educação; do prof. Habib Ayeb,
da Universidade Paris 06 e Paris 10, e de Alaa Talbi, do Fórum
Tunisiano de Direitos Econômicos e Sociais. A proposta é fazer um
balanço dos eventos internacionais Rio+20 e Cúpula dos Povos, além de
refletir sobre a participação da sociedade civil nos processos de
governança global.
Em seguida, das 11h30 às 13h, acontece o Painel 2 – A democracia que
temos e a democracia que queremos – que será dedicado aos temas da
participação social e da reforma política. A mesa será composta por
Anna Luiza Salles Souto, do Instituto Pólis; Pedro Pontual, da
Secretaria Geral da Presidência da República; e Rivane Arantes, da SOS
Corpo, que falará sobre a "Reforma do Sistema Político Brasileiro:
construindo uma nova cultura política brasileira".
temos e a democracia que queremos – que será dedicado aos temas da
participação social e da reforma política. A mesa será composta por
Anna Luiza Salles Souto, do Instituto Pólis; Pedro Pontual, da
Secretaria Geral da Presidência da República; e Rivane Arantes, da SOS
Corpo, que falará sobre a "Reforma do Sistema Político Brasileiro:
construindo uma nova cultura política brasileira".
Anna Luiza apresentará a pesquisa "Novas lentes sobre a participação:
utopias, agendas e desafios", publicada pelo Instituto Pólis e
disponível aqui. Já Pedro Pontual compartilhará a perspectiva
governamental sobre a participação social no Brasil.
utopias, agendas e desafios", publicada pelo Instituto Pólis e
disponível aqui. Já Pedro Pontual compartilhará a perspectiva
governamental sobre a participação social no Brasil.
O Fórum se encerra com o Painel 3 – Os desafios das organizações e
movimentos sociais brasileiros na construção de alternativas ao atual
modelo desenvolvimento – que acontecerá das 14h às 15h30. André Lima
Sousa, da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, fará a
exposição "Os mega eventos e o direito da cidade: participação e
controle social na preparação da Copa e das Olimpíadas". Em seguida,
Chico Menezes, do Ibase, traz o tema da "erradicação da pobreza como
direito de cidadania: o papel da sociedade civil organizada", assim
como Patrícia Vieira da Costa, da Secretaria Extraordinária para
Superação da Extrema Pobreza/MDS. Ela abordará "A erradicação da
pobreza como direito de cidadania: o papel do Estado brasileiro". O
objetivo específico do painel é debater propostas de políticas de
combate à pobreza e compartilhar experiências que contribuam para a
construção de concepções alternativas de desenvolvimento, centradas
nas necessidades humanas, que garantam a reprodução da natureza,
evitem o desperdício e não esgotem os bens de que precisamos para bem
viver.
movimentos sociais brasileiros na construção de alternativas ao atual
modelo desenvolvimento – que acontecerá das 14h às 15h30. André Lima
Sousa, da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, fará a
exposição "Os mega eventos e o direito da cidade: participação e
controle social na preparação da Copa e das Olimpíadas". Em seguida,
Chico Menezes, do Ibase, traz o tema da "erradicação da pobreza como
direito de cidadania: o papel da sociedade civil organizada", assim
como Patrícia Vieira da Costa, da Secretaria Extraordinária para
Superação da Extrema Pobreza/MDS. Ela abordará "A erradicação da
pobreza como direito de cidadania: o papel do Estado brasileiro". O
objetivo específico do painel é debater propostas de políticas de
combate à pobreza e compartilhar experiências que contribuam para a
construção de concepções alternativas de desenvolvimento, centradas
nas necessidades humanas, que garantam a reprodução da natureza,
evitem o desperdício e não esgotem os bens de que precisamos para bem
viver.
Além da realização do Fórum, a Abong participará de diferentes
atividades durante a Feira ONG Brasil. Em 6/12, em parceria com
Secretaria Geral da Presidência da República e outras entidades,
promove um seminário Por um Novo Marco Regulatório para as
Organizações da Sociedade Civil, das 9h às 17h30 (em breve, será
divulgada a programação completa). Em 7/12, às 16h30, a Abong também
participará do lançamento da pesquisa FASFIL, um suplemento sobre as
Fundações e Associações Privadas Sem Fins Lucrativos no Brasil,
desenvolvido a partir da parceria entre IBGE – Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, o Instituto de Pesquisa Econômicas e
Aplicadas – IPEA e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas – GIFE.
atividades durante a Feira ONG Brasil. Em 6/12, em parceria com
Secretaria Geral da Presidência da República e outras entidades,
promove um seminário Por um Novo Marco Regulatório para as
Organizações da Sociedade Civil, das 9h às 17h30 (em breve, será
divulgada a programação completa). Em 7/12, às 16h30, a Abong também
participará do lançamento da pesquisa FASFIL, um suplemento sobre as
Fundações e Associações Privadas Sem Fins Lucrativos no Brasil,
desenvolvido a partir da parceria entre IBGE – Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, o Instituto de Pesquisa Econômicas e
Aplicadas – IPEA e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas – GIFE.
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Livro de Mão em Mão
Data: 04.12.2012, 11.12.2012
Local: Centro Cultural Vila Santa Rita (CCVSR) - Rua Ana Rafael dos Santos, 149
Série de oficinas que visa potencializar os recursos do livro, da
leitura e da biblioteca. Vagas limitadas.
Informações Adicionais:
Às 9h30 e 14h30.
Telefone: 31 3277-1519
Entrada Franca
Data: 04.12.2012, 11.12.2012
Local: Centro Cultural Vila Santa Rita (CCVSR) - Rua Ana Rafael dos Santos, 149
Série de oficinas que visa potencializar os recursos do livro, da
leitura e da biblioteca. Vagas limitadas.
Informações Adicionais:
Às 9h30 e 14h30.
Telefone: 31 3277-1519
Entrada Franca
Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012
Oficinas de experimentações cênicas com o Grupo Virundangas
A partir do tema Folclore Urbano, a oficina "Virundangas em 1 minuto",
do Grupo Virundangas (http://virundangasteatro.blogspot.com.br/), vai
trabalhar experimentações cênicas com virudangas (penduricalhos
sonoros), no intuito de elaborar vídeos com duração de um minuto.
Parte da programação do Circuito Palco Aberto, a oficina será
realizada gratuitamente no Sesc Centro Cultural JK no dia 8 de
dezembro, a partir das 10h. Os interessados deverão enviar e-mail com
nome completo e telefone de contato para
centroculturaljk@sescmg.com.br, até o dia 05/12.
O Circuito Palco Aberto, realizado pelo Sesc Minas, vai oferecer
oficinas e espetáculos gratuitos nas unidades Sesc Centro Cultural JK,
Sesc Santa Quitéria e Sesc Tupinambás, de 29 de novembro a 8 de
dezembro. O objetivo do projeto é estimular a formação de público de
artes cênicas, democratizando eventos culturais, além de incentivar
grupos teatrais de Minas Gerais. O projeto visa, ainda, fortalecer o
diálogo e o estreitamento entre companhias e plateias.
Sobre o Circuito palco Aberto: O objetivo do projeto é estimular a
formação de público de artes cênicas, democratizando eventos
culturais, além de incentivar grupos teatrais de Minas Gerais. O
projeto visa, ainda, fortalecer o diálogo e o estreitamento entre
companhias e plateias.
Mais informações em www.sescmg.com.br ou pelo telefone (31) 3279-1500.
A partir do tema Folclore Urbano, a oficina "Virundangas em 1 minuto",
do Grupo Virundangas (http://virundangasteatro.blogspot.com.br/), vai
trabalhar experimentações cênicas com virudangas (penduricalhos
sonoros), no intuito de elaborar vídeos com duração de um minuto.
Parte da programação do Circuito Palco Aberto, a oficina será
realizada gratuitamente no Sesc Centro Cultural JK no dia 8 de
dezembro, a partir das 10h. Os interessados deverão enviar e-mail com
nome completo e telefone de contato para
centroculturaljk@sescmg.com.br, até o dia 05/12.
O Circuito Palco Aberto, realizado pelo Sesc Minas, vai oferecer
oficinas e espetáculos gratuitos nas unidades Sesc Centro Cultural JK,
Sesc Santa Quitéria e Sesc Tupinambás, de 29 de novembro a 8 de
dezembro. O objetivo do projeto é estimular a formação de público de
artes cênicas, democratizando eventos culturais, além de incentivar
grupos teatrais de Minas Gerais. O projeto visa, ainda, fortalecer o
diálogo e o estreitamento entre companhias e plateias.
Sobre o Circuito palco Aberto: O objetivo do projeto é estimular a
formação de público de artes cênicas, democratizando eventos
culturais, além de incentivar grupos teatrais de Minas Gerais. O
projeto visa, ainda, fortalecer o diálogo e o estreitamento entre
companhias e plateias.
Mais informações em www.sescmg.com.br ou pelo telefone (31) 3279-1500.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Sugestão de Debora Carla Pereira Faria - Aluna de Pedagogia - nov./2012
Fiquei encantada com o quadro do programa Fantástico da TV Globo que
ilustra o que muito já discutimos em sala de aula. O nome do quadro é:
Pais Nota 10!. Ele conta histórias de pais que fazem a lição de casa
mesmo trabalhando muito, pegando ônibus, estressados com o dia a dia.
São depoimentos emocionantes mostrando ser possível participar
ativamente da vida escolar dos filhos. Pra quem ainda não teve a
oportunidade de ver, assistam, vale a pena! Abraço!
Débora Faria - Pedagogia
Fantástico - "Pais nota 10" se mobilizam para transformar a - Globo TV
globotv.globo.com/rede.../fantastico/v/pais-nota-10.../2224684/
ilustra o que muito já discutimos em sala de aula. O nome do quadro é:
Pais Nota 10!. Ele conta histórias de pais que fazem a lição de casa
mesmo trabalhando muito, pegando ônibus, estressados com o dia a dia.
São depoimentos emocionantes mostrando ser possível participar
ativamente da vida escolar dos filhos. Pra quem ainda não teve a
oportunidade de ver, assistam, vale a pena! Abraço!
Débora Faria - Pedagogia
Fantástico - "Pais nota 10" se mobilizam para transformar a - Globo TV
globotv.globo.com/rede.../fantastico/v/pais-nota-10.../2224684/
Atenção! Cursos de Extensão
Atenção: curso no Centro Infanto-Juvenil Crescer Sorrindo
Rua Peperi, n. 975
Bairro Nova Granada
Horário: 8h às 12h
Tema: A Prática da Alfabetização e o letramento na Educação Infantil
Vagas : 12
O aluno interessado deverá enviar um e-mail para ceped@newtonpaiva.br
até quarta-feira, dia 21/11/2012, apresentando seu nome e período
afirmando que tem interesse em participar do evento.
Horas complementares: 6 horas
Oficina no CEPED
Local: Campus Carlos Luz, n. 800, sala 310
Tema: Prática de jogos na área da alfabetização
Data: 27/11/2012
Horário: 14 às 17h
Total de horas: 5 horas.
FORMAÇÃO NA UMEI TIMBIRAS
INCLUSÃO SOCIAL
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
FORMAÇÃO NA ESCOLA INCLUSÃO SOCIAL
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
FORMAÇÃO NA ESCOLA FRANCISCO AZEVEDO
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
Atenciosamente,
Eliane Monken (Lili)
Coordenadora do Ceped
Cel: 91221381
elianemonken2006@hotmail.com e lili.prof@newtonpaiva.br
Rua Peperi, n. 975
Bairro Nova Granada
Horário: 8h às 12h
Tema: A Prática da Alfabetização e o letramento na Educação Infantil
Vagas : 12
O aluno interessado deverá enviar um e-mail para ceped@newtonpaiva.br
até quarta-feira, dia 21/11/2012, apresentando seu nome e período
afirmando que tem interesse em participar do evento.
Horas complementares: 6 horas
Oficina no CEPED
Local: Campus Carlos Luz, n. 800, sala 310
Tema: Prática de jogos na área da alfabetização
Data: 27/11/2012
Horário: 14 às 17h
Total de horas: 5 horas.
FORMAÇÃO NA UMEI TIMBIRAS
INCLUSÃO SOCIAL
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
FORMAÇÃO NA ESCOLA INCLUSÃO SOCIAL
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
FORMAÇÃO NA ESCOLA FRANCISCO AZEVEDO
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO
PALESTRANTE : ELIANE MONKEN
HORÁRIO: 18 ÀS 21 H
Total de vagas- 4
Faça sua inscrição enviando um e-mail para o CEPED confirmando sua presença.
Atenciosamente,
Eliane Monken (Lili)
Coordenadora do Ceped
Cel: 91221381
elianemonken2006@hotmail.com e lili.prof@newtonpaiva.br
Sugestão de Ana Paula de Casto Procópio - Aluna do Curso de Pedagogia- nov. 2012
Gostaria de dividir com a turma uma reportagem que li na Revista Nova
Escola, sobre a Família e a Escola.
A escola da família
Aproximar os pais do trabalho pedagógico é um dever dos gestores.
Conheça aqui 13 ações para essa parceria dar resultado
Gustavo Heidrich (novaescola@atleitor.com.br)
Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se
articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do
processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas
educacionais. Porém nem sempre esse princípio é considerado quando se
forma o vínculo entre diretores, professores e coordenadores
pedagógicos e a família dos alunos (assista ao vídeo em que pais dão
suas opiniões sobre o relacionamento deles com a escola).
O relacionamento chega a ser ambíguo. Muitos gestores e docentes,
embora no discurso reclamem da falta de participação dos pais na vida
escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a isso o baixo
desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando algum
membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou
questiona alguma rotina da escola. Alguns diretores percebem essa
atitude inclusive como uma intromissão e uma tentativa de comprometer
a autoridade deles. Já a maioria dos pais, por sua vez, não participa
mesmo. Alguns por não conhecer seus direitos. Outros porque não sabem
como. E ainda há os que até tentaram, mas se isolaram, pois nas poucas
experiências de aproximação não foram bem acolhidos e se retraíram.
No Brasil, o acesso em larga escala ao ensino se intensificou nos anos
1990, com a inclusão de mais de 90% das crianças em idade escolar no
sistema. Para as famílias antes segregadas do direito à Educação, o
fato de haver vagas, merenda e uniforme representou uma enorme
conquista. "Muitos pais veem a escola como um benefício e não um
direito e confundem qualidade com a possibilidade de uso da
infraestrutura e dos equipamentos públicos. Isso de nada adianta se a
criança não aprender", afirma Maria do Carmo Brant de Carvalho,
coordenadora geral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação,
Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em São Paulo.
A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a
obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como
conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a
família acompanhe a vida escolar dos filhos. "Os educadores precisam
deixar de lado o medo de perder a autoridade e aprender a trabalhar de
forma colaborativa", afirma Heloisa Szymanski, do Departamento de
Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (assista à entrevista completa com Heloisa em vídeo)
Um estudo realizado pelo Convênio Andrés Bello - acordo internacional
que reúne 12 países das Américas - chamado A Eficácia Escolar
Ibero-Americana, de 2006, estimou que o "efeito família" é responsável
por 70% do sucesso escolar. "O envolvimento dos adultos com a Educação
dá às crianças um suporte emocional e afetivo que se reflete no
desempenho", afirma Maria Amália de Almeida, do Observatório
Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
Mas o que significa uma parceria saudável entre essas duas
instituições? Os pais devem ajudar no ensino dos conteúdos e os
professores no dos bons modos? Claro que não. A colaboração que se
espera é de outra ordem. "O papel do pai e da mãe é estimular o
comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que
eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio
Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA
(leia sobre o que a família pode fazer para ajudar na Educação dos
filhos no quadro abaixo). Para isso, é preciso orientar os pais e
subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de
aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos
desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se
efetivar.
Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro -
da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém,
se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao
perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes
que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser
chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem
julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo
baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão",
acredita Márcia Gallo, diretora da EME Professora Alcina Dantas
Feijão, em São Caetano do Sul, SP, e autora do livro A Parceria
Presente: A Relação Família-Escola numa Escola de Periferia de São
Paulo.
Visando ajudar você a dar os passos necessários para cumprir o dever
legal e social de ter um relacionamento de qualidade com as famílias,
NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista com 13 ações, que vão
desde o acolhimento no começo do ano letivo até as atividades de
integração social. Dê sua opinião sobre o assunto no final desta
página, em "comentários". A consultora Márcia Gallo responderá suas
dúvidas.
Os deveres da família
Até o século 19, a separação de tarefas entre escola e família era
clara: a primeira cuidava daquilo que à época se chamava "instrução",
que na prática era a transmissão de conteúdos, e a segunda se dedicava
à "Educação", o que significava o ensinamento de valores, hábitos e
atitudes. "A Era Moderna deixa nebulosa essa divisão do trabalho
educacional. Reconhecida como um valor de ascensão social para as
classes surgidas com a urbanização, a Educação passa a ser objeto de
atenção das famílias e as expectativas em relação à escola se
ampliam", diz Maria Amália de Almeida, da UFMG. Na prática, a escola
passou a ser reconhecida como um espaço de aprendizagem dos conteúdos
e de valores para a formação da criança. Assim, as fronteiras se
tornaram confusas. As responsabilidades da escola já foram detalhadas
na reportagem ao lado. Mas, o que se pode esperar das famílias, além
de que elas garantam o ingresso e a permanência das crianças em sala
de aula? Quando se sentem integradas, elas passam a participar com
entusiasmo das reuniões e se tornam parceiras no desafio de melhorar o
desempenho dos filhos. Com o intuito de indicar caminhos para a
participação mais efetiva das famílias, o projeto Educar para Crescer,
iniciativa da Editora Abril e da Universidade Anhembi Morumbi, vai
lançar a partir de 26 agosto o Guia da Educação em Família, que será
encartado em diversas publicações da editora. Esse material, assim
como o folheto Acompanhem a Vida Escolar dos Seus Filhos, do
Ministério da Educação, traz orientações simples sobre como os pais
podem trabalhar com a escola. Entre as dicas, estão:
- Ler para as crianças ou pedir para que elas leiam para eles.
- Conversar sempre com os filhos sobre assuntos da escola.
- Acompanhar as lições de casa e mostrar interesse pelos conteúdos estudados.
- Verificar se o material escolar está completo e em ordem.
- Zelar pelo cumprimento das regras da escola.
- Participar das reuniões sempre que convocados.
- Conversar com os professores.
Acolhimento
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
1. Apresentar a escola e os funcionários à família
Uma maneira de recepcionar e integrar
Convidar os pais para conhecer as instalações e, principalmente, a
equipe pedagógica e os funcionários é fundamental para que eles se
apropriem do espaço e se sintam à vontade para fazer parte dele. Esse
momento pode acontecer antes ou após a matrícula e serve para que os
gestores exponham o funcionamento e a rotina da escola e informem
sobre as atividades extraclasse. Explique a finalidade de cada
ambiente e a função dos profissionais que ali trabalham,
apresentando-os pelo nome. Aproveite para compartilhar as regras de
funcionamento previstas no Regimento Escolar. Ao comunicá-las aos
pais, abre-se um canal de diálogo sobre os direitos e deveres de cada
um. Se possível, faça com que os professores conheçam os familiares
antes do início das aulas.
2. Fazer uma entrevista com os pais e os alunos
Conhecendo para quem se trabalha
As matérias-primas de qualquer relação humana são o interesse, a
compreensão e o respeito. Para que a escola tenha uma parceria efetiva
com as famílias e direcione as ações que favoreçam a aprendizagem, ela
precisa saber quem é o seu público. O ato da matrícula é o momento
ideal para a primeira entrevista. Aborde assuntos como a história de
vida da criança e a experiência escolar anterior. Conversas
individuais com pai e mãe ao longo do ano ajudam a identificar as
habilidades dos alunos que possam ajudar professores e coordenadores a
traçar as melhores estratégias de ensino. "O princípio do educador é
acreditar no ser humano. Toda criança tem um potencial e a colaboração
com as famílias é um atalho para descobrir uma forma eficaz de cada
aluno avançar", afirma a psicopedagoga Valéria Dias Gomes, do Centro
Universitário do Triângulo, campus Uberlândia, a 550 quilômetros de
Belo Horizonte.
3. Assegurar a participação no projeto político pedagógico
Hora de expor o currículo e os projetos
No documento mais importante da escola, já devem estar previsas as
possíveis contribuições das famílias. Exemplos: pais, mães e avós
podem ser convidados para falar durante o desenvolvimento de
atividades sobre profissões e brincadeiras de infância. Dessa forma, a
escola valoriza os conhecimentos da comunidade e fortalece o vínculo
com ela. No projeto político pedagógico, podem estar listadas outras
ações institucionais, como campeonatos entre pais, oficinas em que a
família constrói brinquedos, rodas em que os pais contam histórias ou
escutam as lidas pelos alunos e os eventos de finalização dos projetos
desenvolvidos pelas turmas com a presença dos pais.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Reunião de pais
Foto: Leo Drumond
Foto: Leo Drumond
4. Ter uma pauta focada no processo de ensino
Eficaz para informar sobre a aprendizagem
"A reunião para falar mal dos estudantes e compartilhar somente
problemas não serve para nada. Os encontros devem mostrar as intenções
educativas da escola e a evolução da aprendizagem e discutir
estratégias conjuntas para melhorá-la", acredita Pedro de Carvalho da
Silva, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, em Portugal.
Durante a pesquisa As Escolas e as Famílias em Portugal - Realidade e
Perspectivas, com famílias consideradas ausentes da Educação dos
filhos, o professor verificou que o principal motivo da
não-participação era a pauta das reuniões: "Elas eram chamadas para
ouvir comentários negativos sobre os filhos ou sobre a maneira de
educar em casa". Na EE Leopoldo Miranda, em Belo Horizonte, o foco dos
encontros é sempre a aprendizagem. E isso desde a primeira reunião, em
que os pais dos 1,4 mil alunos ocupam o pátio da escola. No evento, a
diretora, Lilianne Marino (foto), entrega o calendário e as regras da
escola e apresenta o projeto político pedagógico. Ela faz um balanço
do ano anterior e informa sobre as metas, organizadas em uma planilha
e classificadas por cores: em verde estão as que foram atingidas e em
vermelho aquelas em que a escola precisa melhorar. Nas outras
reuniões, os pais são convidados para ver produções dos filhos e
recebem um relatório sobre os avanços na aprendizagem.
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
5. Marcar encontros em horários adequados para os pais
Respeito aos que trabalham fora
Uma medida simples e bastante eficiente para garantir uma reunião com
um quórum significativo é marcá-la em data e hora que permitam aos
pais comparecer. Todos sabem que homens e mulheres enfrentam duplas
jornadas, dividindo o dia entre os afazeres de casa e os
profissionais. Não adianta agendar a reunião para as 15 horas de uma
quarta-feira porque a sala ficará vazia. O ideal é fazer uma enquete
com as famílias para saber quais são os horários mais adequados à
maioria. Informe com antecedência o dia do encontro, assim como a
pauta, o tempo de duração e os momentos previstos para as falas de
pais, gestores e professores.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Comunicação
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
6. Dar visibilidade à produção dos alunos
Procedimentos para valorizar a aprendizagem
Ao compartilhar com a comunidade o que as crianças fazem em sala de
aula, os gestores mostram o que importa no processo. É possível expor
as produções dos alunos nos diferentes espaços da escola e da
comunidade durante o ano, de modo que todas as turmas tenham a
possibilidade de mostrar o que aprenderam. Assim, os alunos saberão
respeitar as atividades realizadas pelos colegas e os pais terão a
oportunidade de acompanhar a produção dos filhos. Port-fólios,
cadernos, avaliações e trabalhos coletivos e individuais são os
registros materiais que documentam os avanços da garotada. Eles devem
estar sempre em ordem, apresentáveis e disponíveis para os pais.
7. Informar a comunidade sobre o andamento da escola
Demonstração de respeito e transparência
Ferramentas tradicionais, como murais, bilhetes, diário dos alunos e
demais comunicados impressos, são instrumentos que servem para
informar sobre o funcionamento da escola, prestar contas, convocar
reuniões e compartilhar os projetos em andamento. Na era da
informática, as escolas com computador e acesso à internet podem ter
outros canais de comunicação que facilitem a interação. A criação do
site da escola com espaço para comentários dos visitantes, de listas
de discussão, fóruns e blogs é um exemplo. Os resultados de avaliações
como a Prova Brasil e as feitas por sistemas estaduais e municipais,
pela importância que têm para o diagnóstico da escola e o planejamento
de ações futuras, não devem ser comunicados por escrito. Eles merecem
ações mais formais de divulgação. Para eles, convoque uma reunião
específica com pais, funcionários e equipe pedagógica da escola para
discutir os dados.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Organizações de pais
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
8. Constituir a Associação de Pais e Mestres (APM)
Uma forte aliada para fazer uma boa escola
As APMs são organizações da sociedade civil que dão apoio às questões
financeiras em prol das necessidades pedagógicas e administrativas.
Enquanto os conselhos têm uma função basicamente consultiva, as APMs
constituem, pela sua natureza jurídica, os braços executores. Elas
podem receber recursos públicos vindos de programas oficiais - como o
Programa Dinheiro Direto na Escola, do governo federal, e outros
específicos das redes às quais pertencem - e têm a possibilidade de
arrecadar contribuições da comunidade. Além dos pais, elas serão mais
representativas se contarem com a presença de professores que ainda
estão na ativa e aposentados, alunos e ex-alunos que ainda mantenham
vínculo com a instituição e moradores e empresários da comunidade. A
participação deve ser aberta a todos os interessados. Contudo nada
impede que um convite pessoal seja feito para aqueles que acompanham
mais de perto a vida da escola. Algumas redes estaduais e municipais
têm normas que regulamentam a formação das APMs. Procure se informar
sobre o estatuto da sua região na Secretaria de Educação e procure os
materiais distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação
(MEC).
Foto: Tamires Kopp
Foto: Tamires Kopp
9. Incentivar a participação no conselho escolar
O fórum ideal para definir rumos
É no conselho escolar que são debatidas a aplicação dos recursos
financeiros, a compra de materiais pedagógicos e as estratégias
adequadas para a superação dos mais variados problemas relacionados
com o dia a dia da instituição. Quando ele é bem estruturado, ajuda o
gestor a definir a personalidade da escola. Os conselheiros passam a
ser verdadeiros parceiros na tomada de decisões para a melhoria da
qualidade do ensino, tornando a gestão mais democrática. Algumas redes
têm normas que regulamentam a formação dos conselhos. O MEC também
disponibiliza material para a implantação nas escolas. O conselho da
EMEF Jean Piaget, em Porto Alegre, é muito ativo graças à integração
entre gestores e famílias. "Desde o início, chamamos para participar
pais e professores que tinham uma forte ligação com a escola e a
comunidade. Como estavam sempre presentes, já sabiam das necessidades
e estavam dispostos a colaborar por um objetivo comum", conta a
vice-diretora, Sabrina Garcez. Em uma das reuniões, os gestores
mostraram o quanto a evasão prejudicava a avaliação e a imagem da
escola. Os membros do conselho decidiram conversar com as famílias.
Foi assim que Mário Virgulino e Nilza Satim (em pé na foto)
conseguiram que Everton Gabriel Araujo, neto de Maria Lurdes Macedo,
retornasse às aulas. "Em dois anos, reduzimos em 95% a evasão e o
nosso projeto se tornou modelo para a cidade", afirma Paulo Alécio
Muhl, diretor da Jean Piaget.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Convívio social
Ilustração: Sattu
Ilustrações: Sattu
10. Disponibilizar os espaços par a realização de eventos
Um local público para uso da comunidade
A escola pode abrir a quadra, o pátio e até as salas de aula para pais
e vizinhos e oferecer atividades esportivas, culturais e sociais
quando esses ambientes não estiverem sendo utilizados pelos alunos.
Para que essa iniciativa dê certo, é preciso que a gestão estabeleça
normas claras e organize os horários adequados para garantir a
segurança dos usuários e do patrimônio, além da utilização compatível
com os objetivos da escola. Essa ação tem sido transformada em
políticas públicas por algumas redes, que a incentivam e dão subsído
para que ela aconteça, na medida em que atende a uma necessidade do
público por um lugar organizado para o lazer. A comunidade, por sua
vez, passa a respeitar o espaço que utiliza.
Ilustração: Sattu
11. Criar uma Escola de Pais com palestras e debates
Informações que ajudam a educar
"Sempre que possível, a escola deve ser uma referência para as
famílias, ajudando-as a compreender melhor os filhos e a realidade.
Ela pode levantar o debate sobre as questões sociais e culturais mais
presentes no cotidiano da comunidade", acredita Maria do Carmo Brant,
do Cenpec. Encontros com especialistas em saúde, nutrição,
aprendizagem, higiene e debates sobre violência e psicologia infantil
são assuntos que interessam a todos. Além disso, é uma forma de, por
meio da informação e da análise, favorecer a transformação do entorno.
12. Visitar as famílias dos alunos em casa
Ampliação do olhar sobre a comunidade
Sair da escola para conhecer o bairro, a residência e os pais dos
estudantes pode ser uma experiência e tanto para gestores e docentes.
Com essa prática, eventuais problemas de comportamento ou dificuldade
em sala de aula têm mais chances de ser compreendidos e resolvidos. Em
Taboão da Serra, município da Grande São Paulo, o Programa de
Interação Família e Escola, no qual professores e diretores visitam a
casa dos alunos, transformou a realidade do município e da Educação
local, melhorando a aprendizagem e reduzindo a evasão. Para que uma
iniciativa assim dê certo, é preciso organizar um calendário e
verificar quais membros da equipe estão dispostos a participar, assim
como as famílias que aceitam receber os educadores.
Foto: Armando Legal
Foto: Armando Legal
13. Promover festas e comemorações
Forma descontraída de estreitar o vínculo
Assim como as atividades esportivas e culturais, as festas não devem
ser as únicas oportunidades para contar com a presença de pais e mães
na escola. Contudo, elas são ótimas chances para criar uma relação
mais próxima e conversar sobre os filhos. As famílias mais presentes
até assumem a organização de eventos e outras iniciativas propostas
pela escola. Na EMEF Jesus de Nazaré, em Açailândia, a 600 quilômetros
de São Luís, pais como José Silva dos Santos estão sempre presentes
para ajudar no dia a dia da escola. Em eventos como a tradicional
Festa Junina, ele aproveita para pendurar bandeirinha com o professor
de Educação Física, Ezau Souza, e conversar sobre o desempenho do
filho. "A presença deles nas comemorações é só parte do que acontece
durante o ano todo", diz a diretora, Marta Gomes. A política de portas
abertas da gestora deixa os pais à vontade para que frequentem a
escola não somente nas reuniões, mas sempre que precisam tirar dúvidas
e se informar sobre os filhos. "Deixo claro que não há ninguém melhor
do que eles para cobrar o bom desempenho dos professores e da equipe
gestora." Porém alguns cuidados são necessários ao planejar as
comemorações: as festas não podem desrespeitar a liberdade religiosa
das famílias nem ter participação obrigatória.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Escola, sobre a Família e a Escola.
A escola da família
Aproximar os pais do trabalho pedagógico é um dever dos gestores.
Conheça aqui 13 ações para essa parceria dar resultado
Gustavo Heidrich (novaescola@atleitor.com.br)
Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto
da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se
articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do
processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas
educacionais. Porém nem sempre esse princípio é considerado quando se
forma o vínculo entre diretores, professores e coordenadores
pedagógicos e a família dos alunos (assista ao vídeo em que pais dão
suas opiniões sobre o relacionamento deles com a escola).
O relacionamento chega a ser ambíguo. Muitos gestores e docentes,
embora no discurso reclamem da falta de participação dos pais na vida
escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a isso o baixo
desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando algum
membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou
questiona alguma rotina da escola. Alguns diretores percebem essa
atitude inclusive como uma intromissão e uma tentativa de comprometer
a autoridade deles. Já a maioria dos pais, por sua vez, não participa
mesmo. Alguns por não conhecer seus direitos. Outros porque não sabem
como. E ainda há os que até tentaram, mas se isolaram, pois nas poucas
experiências de aproximação não foram bem acolhidos e se retraíram.
No Brasil, o acesso em larga escala ao ensino se intensificou nos anos
1990, com a inclusão de mais de 90% das crianças em idade escolar no
sistema. Para as famílias antes segregadas do direito à Educação, o
fato de haver vagas, merenda e uniforme representou uma enorme
conquista. "Muitos pais veem a escola como um benefício e não um
direito e confundem qualidade com a possibilidade de uso da
infraestrutura e dos equipamentos públicos. Isso de nada adianta se a
criança não aprender", afirma Maria do Carmo Brant de Carvalho,
coordenadora geral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação,
Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em São Paulo.
A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a
obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como
conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a
família acompanhe a vida escolar dos filhos. "Os educadores precisam
deixar de lado o medo de perder a autoridade e aprender a trabalhar de
forma colaborativa", afirma Heloisa Szymanski, do Departamento de
Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (assista à entrevista completa com Heloisa em vídeo)
Um estudo realizado pelo Convênio Andrés Bello - acordo internacional
que reúne 12 países das Américas - chamado A Eficácia Escolar
Ibero-Americana, de 2006, estimou que o "efeito família" é responsável
por 70% do sucesso escolar. "O envolvimento dos adultos com a Educação
dá às crianças um suporte emocional e afetivo que se reflete no
desempenho", afirma Maria Amália de Almeida, do Observatório
Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
Mas o que significa uma parceria saudável entre essas duas
instituições? Os pais devem ajudar no ensino dos conteúdos e os
professores no dos bons modos? Claro que não. A colaboração que se
espera é de outra ordem. "O papel do pai e da mãe é estimular o
comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que
eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio
Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA
(leia sobre o que a família pode fazer para ajudar na Educação dos
filhos no quadro abaixo). Para isso, é preciso orientar os pais e
subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de
aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos
desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se
efetivar.
Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro -
da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém,
se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao
perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes
que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser
chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem
julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo
baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão",
acredita Márcia Gallo, diretora da EME Professora Alcina Dantas
Feijão, em São Caetano do Sul, SP, e autora do livro A Parceria
Presente: A Relação Família-Escola numa Escola de Periferia de São
Paulo.
Visando ajudar você a dar os passos necessários para cumprir o dever
legal e social de ter um relacionamento de qualidade com as famílias,
NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista com 13 ações, que vão
desde o acolhimento no começo do ano letivo até as atividades de
integração social. Dê sua opinião sobre o assunto no final desta
página, em "comentários". A consultora Márcia Gallo responderá suas
dúvidas.
Os deveres da família
Até o século 19, a separação de tarefas entre escola e família era
clara: a primeira cuidava daquilo que à época se chamava "instrução",
que na prática era a transmissão de conteúdos, e a segunda se dedicava
à "Educação", o que significava o ensinamento de valores, hábitos e
atitudes. "A Era Moderna deixa nebulosa essa divisão do trabalho
educacional. Reconhecida como um valor de ascensão social para as
classes surgidas com a urbanização, a Educação passa a ser objeto de
atenção das famílias e as expectativas em relação à escola se
ampliam", diz Maria Amália de Almeida, da UFMG. Na prática, a escola
passou a ser reconhecida como um espaço de aprendizagem dos conteúdos
e de valores para a formação da criança. Assim, as fronteiras se
tornaram confusas. As responsabilidades da escola já foram detalhadas
na reportagem ao lado. Mas, o que se pode esperar das famílias, além
de que elas garantam o ingresso e a permanência das crianças em sala
de aula? Quando se sentem integradas, elas passam a participar com
entusiasmo das reuniões e se tornam parceiras no desafio de melhorar o
desempenho dos filhos. Com o intuito de indicar caminhos para a
participação mais efetiva das famílias, o projeto Educar para Crescer,
iniciativa da Editora Abril e da Universidade Anhembi Morumbi, vai
lançar a partir de 26 agosto o Guia da Educação em Família, que será
encartado em diversas publicações da editora. Esse material, assim
como o folheto Acompanhem a Vida Escolar dos Seus Filhos, do
Ministério da Educação, traz orientações simples sobre como os pais
podem trabalhar com a escola. Entre as dicas, estão:
- Ler para as crianças ou pedir para que elas leiam para eles.
- Conversar sempre com os filhos sobre assuntos da escola.
- Acompanhar as lições de casa e mostrar interesse pelos conteúdos estudados.
- Verificar se o material escolar está completo e em ordem.
- Zelar pelo cumprimento das regras da escola.
- Participar das reuniões sempre que convocados.
- Conversar com os professores.
Acolhimento
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
1. Apresentar a escola e os funcionários à família
Uma maneira de recepcionar e integrar
Convidar os pais para conhecer as instalações e, principalmente, a
equipe pedagógica e os funcionários é fundamental para que eles se
apropriem do espaço e se sintam à vontade para fazer parte dele. Esse
momento pode acontecer antes ou após a matrícula e serve para que os
gestores exponham o funcionamento e a rotina da escola e informem
sobre as atividades extraclasse. Explique a finalidade de cada
ambiente e a função dos profissionais que ali trabalham,
apresentando-os pelo nome. Aproveite para compartilhar as regras de
funcionamento previstas no Regimento Escolar. Ao comunicá-las aos
pais, abre-se um canal de diálogo sobre os direitos e deveres de cada
um. Se possível, faça com que os professores conheçam os familiares
antes do início das aulas.
2. Fazer uma entrevista com os pais e os alunos
Conhecendo para quem se trabalha
As matérias-primas de qualquer relação humana são o interesse, a
compreensão e o respeito. Para que a escola tenha uma parceria efetiva
com as famílias e direcione as ações que favoreçam a aprendizagem, ela
precisa saber quem é o seu público. O ato da matrícula é o momento
ideal para a primeira entrevista. Aborde assuntos como a história de
vida da criança e a experiência escolar anterior. Conversas
individuais com pai e mãe ao longo do ano ajudam a identificar as
habilidades dos alunos que possam ajudar professores e coordenadores a
traçar as melhores estratégias de ensino. "O princípio do educador é
acreditar no ser humano. Toda criança tem um potencial e a colaboração
com as famílias é um atalho para descobrir uma forma eficaz de cada
aluno avançar", afirma a psicopedagoga Valéria Dias Gomes, do Centro
Universitário do Triângulo, campus Uberlândia, a 550 quilômetros de
Belo Horizonte.
3. Assegurar a participação no projeto político pedagógico
Hora de expor o currículo e os projetos
No documento mais importante da escola, já devem estar previsas as
possíveis contribuições das famílias. Exemplos: pais, mães e avós
podem ser convidados para falar durante o desenvolvimento de
atividades sobre profissões e brincadeiras de infância. Dessa forma, a
escola valoriza os conhecimentos da comunidade e fortalece o vínculo
com ela. No projeto político pedagógico, podem estar listadas outras
ações institucionais, como campeonatos entre pais, oficinas em que a
família constrói brinquedos, rodas em que os pais contam histórias ou
escutam as lidas pelos alunos e os eventos de finalização dos projetos
desenvolvidos pelas turmas com a presença dos pais.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Reunião de pais
Foto: Leo Drumond
Foto: Leo Drumond
4. Ter uma pauta focada no processo de ensino
Eficaz para informar sobre a aprendizagem
"A reunião para falar mal dos estudantes e compartilhar somente
problemas não serve para nada. Os encontros devem mostrar as intenções
educativas da escola e a evolução da aprendizagem e discutir
estratégias conjuntas para melhorá-la", acredita Pedro de Carvalho da
Silva, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, em Portugal.
Durante a pesquisa As Escolas e as Famílias em Portugal - Realidade e
Perspectivas, com famílias consideradas ausentes da Educação dos
filhos, o professor verificou que o principal motivo da
não-participação era a pauta das reuniões: "Elas eram chamadas para
ouvir comentários negativos sobre os filhos ou sobre a maneira de
educar em casa". Na EE Leopoldo Miranda, em Belo Horizonte, o foco dos
encontros é sempre a aprendizagem. E isso desde a primeira reunião, em
que os pais dos 1,4 mil alunos ocupam o pátio da escola. No evento, a
diretora, Lilianne Marino (foto), entrega o calendário e as regras da
escola e apresenta o projeto político pedagógico. Ela faz um balanço
do ano anterior e informa sobre as metas, organizadas em uma planilha
e classificadas por cores: em verde estão as que foram atingidas e em
vermelho aquelas em que a escola precisa melhorar. Nas outras
reuniões, os pais são convidados para ver produções dos filhos e
recebem um relatório sobre os avanços na aprendizagem.
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
5. Marcar encontros em horários adequados para os pais
Respeito aos que trabalham fora
Uma medida simples e bastante eficiente para garantir uma reunião com
um quórum significativo é marcá-la em data e hora que permitam aos
pais comparecer. Todos sabem que homens e mulheres enfrentam duplas
jornadas, dividindo o dia entre os afazeres de casa e os
profissionais. Não adianta agendar a reunião para as 15 horas de uma
quarta-feira porque a sala ficará vazia. O ideal é fazer uma enquete
com as famílias para saber quais são os horários mais adequados à
maioria. Informe com antecedência o dia do encontro, assim como a
pauta, o tempo de duração e os momentos previstos para as falas de
pais, gestores e professores.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Comunicação
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
6. Dar visibilidade à produção dos alunos
Procedimentos para valorizar a aprendizagem
Ao compartilhar com a comunidade o que as crianças fazem em sala de
aula, os gestores mostram o que importa no processo. É possível expor
as produções dos alunos nos diferentes espaços da escola e da
comunidade durante o ano, de modo que todas as turmas tenham a
possibilidade de mostrar o que aprenderam. Assim, os alunos saberão
respeitar as atividades realizadas pelos colegas e os pais terão a
oportunidade de acompanhar a produção dos filhos. Port-fólios,
cadernos, avaliações e trabalhos coletivos e individuais são os
registros materiais que documentam os avanços da garotada. Eles devem
estar sempre em ordem, apresentáveis e disponíveis para os pais.
7. Informar a comunidade sobre o andamento da escola
Demonstração de respeito e transparência
Ferramentas tradicionais, como murais, bilhetes, diário dos alunos e
demais comunicados impressos, são instrumentos que servem para
informar sobre o funcionamento da escola, prestar contas, convocar
reuniões e compartilhar os projetos em andamento. Na era da
informática, as escolas com computador e acesso à internet podem ter
outros canais de comunicação que facilitem a interação. A criação do
site da escola com espaço para comentários dos visitantes, de listas
de discussão, fóruns e blogs é um exemplo. Os resultados de avaliações
como a Prova Brasil e as feitas por sistemas estaduais e municipais,
pela importância que têm para o diagnóstico da escola e o planejamento
de ações futuras, não devem ser comunicados por escrito. Eles merecem
ações mais formais de divulgação. Para eles, convoque uma reunião
específica com pais, funcionários e equipe pedagógica da escola para
discutir os dados.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Organizações de pais
Ilustração: Sattu
Ilustração: Sattu
8. Constituir a Associação de Pais e Mestres (APM)
Uma forte aliada para fazer uma boa escola
As APMs são organizações da sociedade civil que dão apoio às questões
financeiras em prol das necessidades pedagógicas e administrativas.
Enquanto os conselhos têm uma função basicamente consultiva, as APMs
constituem, pela sua natureza jurídica, os braços executores. Elas
podem receber recursos públicos vindos de programas oficiais - como o
Programa Dinheiro Direto na Escola, do governo federal, e outros
específicos das redes às quais pertencem - e têm a possibilidade de
arrecadar contribuições da comunidade. Além dos pais, elas serão mais
representativas se contarem com a presença de professores que ainda
estão na ativa e aposentados, alunos e ex-alunos que ainda mantenham
vínculo com a instituição e moradores e empresários da comunidade. A
participação deve ser aberta a todos os interessados. Contudo nada
impede que um convite pessoal seja feito para aqueles que acompanham
mais de perto a vida da escola. Algumas redes estaduais e municipais
têm normas que regulamentam a formação das APMs. Procure se informar
sobre o estatuto da sua região na Secretaria de Educação e procure os
materiais distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação
(MEC).
Foto: Tamires Kopp
Foto: Tamires Kopp
9. Incentivar a participação no conselho escolar
O fórum ideal para definir rumos
É no conselho escolar que são debatidas a aplicação dos recursos
financeiros, a compra de materiais pedagógicos e as estratégias
adequadas para a superação dos mais variados problemas relacionados
com o dia a dia da instituição. Quando ele é bem estruturado, ajuda o
gestor a definir a personalidade da escola. Os conselheiros passam a
ser verdadeiros parceiros na tomada de decisões para a melhoria da
qualidade do ensino, tornando a gestão mais democrática. Algumas redes
têm normas que regulamentam a formação dos conselhos. O MEC também
disponibiliza material para a implantação nas escolas. O conselho da
EMEF Jean Piaget, em Porto Alegre, é muito ativo graças à integração
entre gestores e famílias. "Desde o início, chamamos para participar
pais e professores que tinham uma forte ligação com a escola e a
comunidade. Como estavam sempre presentes, já sabiam das necessidades
e estavam dispostos a colaborar por um objetivo comum", conta a
vice-diretora, Sabrina Garcez. Em uma das reuniões, os gestores
mostraram o quanto a evasão prejudicava a avaliação e a imagem da
escola. Os membros do conselho decidiram conversar com as famílias.
Foi assim que Mário Virgulino e Nilza Satim (em pé na foto)
conseguiram que Everton Gabriel Araujo, neto de Maria Lurdes Macedo,
retornasse às aulas. "Em dois anos, reduzimos em 95% a evasão e o
nosso projeto se tornou modelo para a cidade", afirma Paulo Alécio
Muhl, diretor da Jean Piaget.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
Convívio social
Ilustração: Sattu
Ilustrações: Sattu
10. Disponibilizar os espaços par a realização de eventos
Um local público para uso da comunidade
A escola pode abrir a quadra, o pátio e até as salas de aula para pais
e vizinhos e oferecer atividades esportivas, culturais e sociais
quando esses ambientes não estiverem sendo utilizados pelos alunos.
Para que essa iniciativa dê certo, é preciso que a gestão estabeleça
normas claras e organize os horários adequados para garantir a
segurança dos usuários e do patrimônio, além da utilização compatível
com os objetivos da escola. Essa ação tem sido transformada em
políticas públicas por algumas redes, que a incentivam e dão subsído
para que ela aconteça, na medida em que atende a uma necessidade do
público por um lugar organizado para o lazer. A comunidade, por sua
vez, passa a respeitar o espaço que utiliza.
Ilustração: Sattu
11. Criar uma Escola de Pais com palestras e debates
Informações que ajudam a educar
"Sempre que possível, a escola deve ser uma referência para as
famílias, ajudando-as a compreender melhor os filhos e a realidade.
Ela pode levantar o debate sobre as questões sociais e culturais mais
presentes no cotidiano da comunidade", acredita Maria do Carmo Brant,
do Cenpec. Encontros com especialistas em saúde, nutrição,
aprendizagem, higiene e debates sobre violência e psicologia infantil
são assuntos que interessam a todos. Além disso, é uma forma de, por
meio da informação e da análise, favorecer a transformação do entorno.
12. Visitar as famílias dos alunos em casa
Ampliação do olhar sobre a comunidade
Sair da escola para conhecer o bairro, a residência e os pais dos
estudantes pode ser uma experiência e tanto para gestores e docentes.
Com essa prática, eventuais problemas de comportamento ou dificuldade
em sala de aula têm mais chances de ser compreendidos e resolvidos. Em
Taboão da Serra, município da Grande São Paulo, o Programa de
Interação Família e Escola, no qual professores e diretores visitam a
casa dos alunos, transformou a realidade do município e da Educação
local, melhorando a aprendizagem e reduzindo a evasão. Para que uma
iniciativa assim dê certo, é preciso organizar um calendário e
verificar quais membros da equipe estão dispostos a participar, assim
como as famílias que aceitam receber os educadores.
Foto: Armando Legal
Foto: Armando Legal
13. Promover festas e comemorações
Forma descontraída de estreitar o vínculo
Assim como as atividades esportivas e culturais, as festas não devem
ser as únicas oportunidades para contar com a presença de pais e mães
na escola. Contudo, elas são ótimas chances para criar uma relação
mais próxima e conversar sobre os filhos. As famílias mais presentes
até assumem a organização de eventos e outras iniciativas propostas
pela escola. Na EMEF Jesus de Nazaré, em Açailândia, a 600 quilômetros
de São Luís, pais como José Silva dos Santos estão sempre presentes
para ajudar no dia a dia da escola. Em eventos como a tradicional
Festa Junina, ele aproveita para pendurar bandeirinha com o professor
de Educação Física, Ezau Souza, e conversar sobre o desempenho do
filho. "A presença deles nas comemorações é só parte do que acontece
durante o ano todo", diz a diretora, Marta Gomes. A política de portas
abertas da gestora deixa os pais à vontade para que frequentem a
escola não somente nas reuniões, mas sempre que precisam tirar dúvidas
e se informar sobre os filhos. "Deixo claro que não há ninguém melhor
do que eles para cobrar o bom desempenho dos professores e da equipe
gestora." Porém alguns cuidados são necessários ao planejar as
comemorações: as festas não podem desrespeitar a liberdade religiosa
das famílias nem ter participação obrigatória.
Assista a dois vídeos sobre a relação da família com a escola. Um
deles mostra opiniões de pais e mães sobre o relacionamento deles com
a escola. O outro traz entrevista sobre o tema com Heloisa Zymanski,
professora de Psicologia da Educação da PUC-SP
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Sugestão de Viviane Muniz - Aluna de Pedagogia - nov./2012
Dia 14 de novembro é o dia nacional da alfabetização. Instituído em
1966, o dia escolhido homenageia a data da criação do Ministério da
Educação e Cultura, em 1930.
Sabemos que a alfabetização é um processo contínuo e que há vários
tipos de alfabetização (e vários analfabetismos…) em diferentes
sistemas de comunicação. No entanto, hoje é um dia para lembrarmos com
mais atenção desse processo fundamental para o desenvolvimento crítico
pleno de cada cidadão, e refletirmos sobre a importância passar essa
habilidade adiante.
Fonte: http://variedadesma01.blogspot.com.br/2012/11/14-de-novembro-dia-nacional-da.html
1966, o dia escolhido homenageia a data da criação do Ministério da
Educação e Cultura, em 1930.
Sabemos que a alfabetização é um processo contínuo e que há vários
tipos de alfabetização (e vários analfabetismos…) em diferentes
sistemas de comunicação. No entanto, hoje é um dia para lembrarmos com
mais atenção desse processo fundamental para o desenvolvimento crítico
pleno de cada cidadão, e refletirmos sobre a importância passar essa
habilidade adiante.
Fonte: http://variedadesma01.blogspot.com.br/2012/11/14-de-novembro-dia-nacional-da.html
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Sugestão de Juliana de Deus Chagas - Aluna de Pedagogia - nov./ 2012
Caro(a) colega,
Com satisfação, convidamos para os debates de novembro do Debate-papo
na Educação 2012, encerrando a programação deste ano. Os debates
acontecem na SMED desde 2009, sempre com temas que constituem ricas
oportunidades de reflexão sobre as leituras necessárias a uma melhor
compreensão do momento atual. Confira e participe!
No dia 12 de novembro (segunda-feira), das 15 às 17 horas, na
SMED/PBH, o tema do Fórum de Ensino de Leitura é Fan fiction, leitura
e releituras na escola. Nossas convidadas para o debate são: Isabella
Santos Mundim, Mestre e Doutora em Estudos Literários pela UFMG,
graduada em Direito e Letras; e Ângela Leite, Doutora em Linguística
Textual pela UFMG, professora da Rede Municipal de Educação de Belo
Horizonte e integrante da equipe do Projeto de Intervenção Pedagógica
- Língua Portuguesa (3º ciclo) da GEBAS/SMED. Isabella apresentará um
recorte de sua pesquisa de doutorado, Poética do desdobramento: do
amor na TV e do romance segundo os fãs, destacando a fan fiction,
instigante gênero textual em que os fãs criam suas próprias narrativas
ficcionais, tomando como ponto de partida textos conhecidos e em
variados suportes como seriados de TV, filmes, livros, histórias em
quadrinhos, dentre outros. A partir dessas questões e de sua
experiência com o 3º ciclo, Ângela proporá uma reflexão sobre
possíveis diálogos entre a fan fiction e produções literárias de
jovens estudantes, no contexto escolar.
No dia 26 de novembro (segunda-feira), das 15 às 17 horas, na
SMED/PBH, no Videodebate, debateremos uma vez mais a importante
temática etnicorracial, a partir da exibição de dois vídeos do
Programa A COR DA CULTURA, ambos do Canal Futura: NOTA 10, filmado na
Escola Municipal Marlene Pereira Rancante, e LIVROS ANIMADOS. O
primeiro apresenta o trabalho da professora Elzelina Dóris, em Belo
Horizonte, que produziu o próprio material didático, a fim de suprir a
carência de materiais que incluam o negro sem preconceito e com
leituras adequadas. No segundo vídeo, Vanessa Pascale se une a um
grupo de crianças para mergulhar no mundo dos livros infantis. Juntos
eles conhecem diferentes histórias e seus autores, por meio de
animações e brincadeiras. Os livros que ilustram os episódios são
relacionados à mitologia africana, às manifestações da cultura
afro-brasileira e ao cotidiano do negro no Brasil.
Detalhes sobre os debates: ENTRADA FRANCA; EMISSÃO DE CERTIFICADO; NÃO
É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO PRÉVIA.
FÓRUM DE ENSINO DE LEITURA: parceria com a Associação Cultural Teia de Textos
VIDEODEBATE: parceria com o Núcleo de Relações Étnico-Raciais e de Gênero/SMED
Para mais informações, entre em contato com a coordenação do Programa
de Bibliotecas/SMED:programadebibliotecas@pbh.gov.br.
Agradecemos-lhe a colaboração, ficando na expectativa de sua presença.
Cordialmente,
Carolina Teixeira de Paula - Leila Cristina Barros
Coordenação do Programa de Bibliotecas
Secretaria Municipal de Educação
Com satisfação, convidamos para os debates de novembro do Debate-papo
na Educação 2012, encerrando a programação deste ano. Os debates
acontecem na SMED desde 2009, sempre com temas que constituem ricas
oportunidades de reflexão sobre as leituras necessárias a uma melhor
compreensão do momento atual. Confira e participe!
No dia 12 de novembro (segunda-feira), das 15 às 17 horas, na
SMED/PBH, o tema do Fórum de Ensino de Leitura é Fan fiction, leitura
e releituras na escola. Nossas convidadas para o debate são: Isabella
Santos Mundim, Mestre e Doutora em Estudos Literários pela UFMG,
graduada em Direito e Letras; e Ângela Leite, Doutora em Linguística
Textual pela UFMG, professora da Rede Municipal de Educação de Belo
Horizonte e integrante da equipe do Projeto de Intervenção Pedagógica
- Língua Portuguesa (3º ciclo) da GEBAS/SMED. Isabella apresentará um
recorte de sua pesquisa de doutorado, Poética do desdobramento: do
amor na TV e do romance segundo os fãs, destacando a fan fiction,
instigante gênero textual em que os fãs criam suas próprias narrativas
ficcionais, tomando como ponto de partida textos conhecidos e em
variados suportes como seriados de TV, filmes, livros, histórias em
quadrinhos, dentre outros. A partir dessas questões e de sua
experiência com o 3º ciclo, Ângela proporá uma reflexão sobre
possíveis diálogos entre a fan fiction e produções literárias de
jovens estudantes, no contexto escolar.
No dia 26 de novembro (segunda-feira), das 15 às 17 horas, na
SMED/PBH, no Videodebate, debateremos uma vez mais a importante
temática etnicorracial, a partir da exibição de dois vídeos do
Programa A COR DA CULTURA, ambos do Canal Futura: NOTA 10, filmado na
Escola Municipal Marlene Pereira Rancante, e LIVROS ANIMADOS. O
primeiro apresenta o trabalho da professora Elzelina Dóris, em Belo
Horizonte, que produziu o próprio material didático, a fim de suprir a
carência de materiais que incluam o negro sem preconceito e com
leituras adequadas. No segundo vídeo, Vanessa Pascale se une a um
grupo de crianças para mergulhar no mundo dos livros infantis. Juntos
eles conhecem diferentes histórias e seus autores, por meio de
animações e brincadeiras. Os livros que ilustram os episódios são
relacionados à mitologia africana, às manifestações da cultura
afro-brasileira e ao cotidiano do negro no Brasil.
Detalhes sobre os debates: ENTRADA FRANCA; EMISSÃO DE CERTIFICADO; NÃO
É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO PRÉVIA.
FÓRUM DE ENSINO DE LEITURA: parceria com a Associação Cultural Teia de Textos
VIDEODEBATE: parceria com o Núcleo de Relações Étnico-Raciais e de Gênero/SMED
Para mais informações, entre em contato com a coordenação do Programa
de Bibliotecas/SMED:programadebibliotecas@pbh.gov.br.
Agradecemos-lhe a colaboração, ficando na expectativa de sua presença.
Cordialmente,
Carolina Teixeira de Paula - Leila Cristina Barros
Coordenação do Programa de Bibliotecas
Secretaria Municipal de Educação
Atenção! Cursos de Extensão
Prezados alunos
Fiquem atentos aos cursos que serão oferecidos pela extensão para o
curso de Pedagogia. Além de serem ótimos para sua formação
profissional serão computados para horas complementares.
Dia 17 de novembro de 2012
ü A Filosofia da Educação na Formação e na Prática do Educador
ü Ética Valores e Cidadania: Uma visão atualizada
ü O currículo na educação infantil -
Entrem no site e façam a inscrição. Participem!
Fiquem atentos aos cursos que serão oferecidos pela extensão para o
curso de Pedagogia. Além de serem ótimos para sua formação
profissional serão computados para horas complementares.
Dia 17 de novembro de 2012
ü A Filosofia da Educação na Formação e na Prática do Educador
ü Ética Valores e Cidadania: Uma visão atualizada
ü O currículo na educação infantil -
Entrem no site e façam a inscrição. Participem!
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
MOSTRA DE ATIVIDADES REALIZADAS NO CURSO DE PEDAGOGIA E CEPED 2012
Caros Alunos,
Você já participou de alguma ação pedagógica do CEPED do curso de pedagogia?
Então venha logo, Vejam as novidades!
Sugestão de Veridiana Santiago - Aluna de Pedagogia - nov./ /2012
Sessão de cinema - As aventuras de Azul e Asmar
Azul e Asmar cresceram juntos como irmãos. Um louro de olhos azuis,
outro moreno de olhos pretos. São separados abruptamente quando
jovens.Já adultos, eles se reencontram, mas dessa vez como rivais na
busca pela fada, que os leva a atravessar o reino encantado do
Maghreb, repleto de perigos e aventuras. Esse é o enredo do filme que
será exibido na Sessão de Cinema do Sesc Centro Cultural JK.
Informações
Localização: Sesc Centro Cultural JK (Rua Caetés,603- esquina com a
Rua São Paulo- Centro)
Horário: Domingo, 11 de novembro, às 10 horas
Entrada gratuita
Azul e Asmar cresceram juntos como irmãos. Um louro de olhos azuis,
outro moreno de olhos pretos. São separados abruptamente quando
jovens.Já adultos, eles se reencontram, mas dessa vez como rivais na
busca pela fada, que os leva a atravessar o reino encantado do
Maghreb, repleto de perigos e aventuras. Esse é o enredo do filme que
será exibido na Sessão de Cinema do Sesc Centro Cultural JK.
Informações
Localização: Sesc Centro Cultural JK (Rua Caetés,603- esquina com a
Rua São Paulo- Centro)
Horário: Domingo, 11 de novembro, às 10 horas
Entrada gratuita
Sugestão de Andreia Aparecida Santos - Aluna Pedagogia - nov. 2012
Em novembro, Ceale Debate discute consciência fonológica
Palestra será proferida por Magda Soares e professoras do Núcleo de
Alfabetização e Letramento de Lagoa Santa
No mês de novembro, o Ceale Debate discutirá o desenvolvimento da
criança na descoberta do princípio alfabético e a aprendizagem inicial
da escrita ortográfica. O evento contará com a participação da
professora Emérita da UFMG Magda Soares e das professoras do Núcleo de
Alfabetização e Letramento do município de Lagoa Santa. O debate será
realizado no dia 13 de novembro, terça-feira, às 19h30, no auditório
Neidson Rodrigues da Faculdade de Educação da UFMG.
Na apresentação, intitulada "Alfabetização na educação infantil: como
promover o desenvolvimento da consciência fonológica?", as
palestrantes irão discutir os diferentes níveis de consciência
fonológica e defender a importância de fazer as crianças prestarem
atenção nos sons das palavras. "Para a criança aprender a ler e a
escrever, o primeiro passo é ela entender que a língua é som. Ela
precisa focar a atenção no som, desviando a atenção do conteúdo. E o
momento certo de se fazer isso é na educação infantil", defende Magda
Soares. A partir de relatos de práticas pedagógicas desenvolvidas por
professores de educação infantil e dos primeiros anos do Ensino
Fundamental para o ensino da língua escrita, as palestrantes mostrarão
que atividades envolvendo rimas e aliterações são uma boa alternativa
para levar os alunos a focalizarem os sons da língua.
Quem quiser acompanhar o evento de casa, poderá assistir à transmissão
ao vivo pela Rádio FaE e pelo Twitcam, além de ligar no auditório para
fazer perguntas na hora do debate. (Telefone: 31 3409-5318). Para
acompanhar a palestra pela Rádio FaE, acesse www.radio.fae.ufmg.br e
siga as instruções na lateral direita da página. Para assistir via
Twitcam, acesse twitter.com/audiovisualfae.
O Ceale Debate é um evento gratuito e não é necessário se inscrever
para participar
Palestra será proferida por Magda Soares e professoras do Núcleo de
Alfabetização e Letramento de Lagoa Santa
No mês de novembro, o Ceale Debate discutirá o desenvolvimento da
criança na descoberta do princípio alfabético e a aprendizagem inicial
da escrita ortográfica. O evento contará com a participação da
professora Emérita da UFMG Magda Soares e das professoras do Núcleo de
Alfabetização e Letramento do município de Lagoa Santa. O debate será
realizado no dia 13 de novembro, terça-feira, às 19h30, no auditório
Neidson Rodrigues da Faculdade de Educação da UFMG.
Na apresentação, intitulada "Alfabetização na educação infantil: como
promover o desenvolvimento da consciência fonológica?", as
palestrantes irão discutir os diferentes níveis de consciência
fonológica e defender a importância de fazer as crianças prestarem
atenção nos sons das palavras. "Para a criança aprender a ler e a
escrever, o primeiro passo é ela entender que a língua é som. Ela
precisa focar a atenção no som, desviando a atenção do conteúdo. E o
momento certo de se fazer isso é na educação infantil", defende Magda
Soares. A partir de relatos de práticas pedagógicas desenvolvidas por
professores de educação infantil e dos primeiros anos do Ensino
Fundamental para o ensino da língua escrita, as palestrantes mostrarão
que atividades envolvendo rimas e aliterações são uma boa alternativa
para levar os alunos a focalizarem os sons da língua.
Quem quiser acompanhar o evento de casa, poderá assistir à transmissão
ao vivo pela Rádio FaE e pelo Twitcam, além de ligar no auditório para
fazer perguntas na hora do debate. (Telefone: 31 3409-5318). Para
acompanhar a palestra pela Rádio FaE, acesse www.radio.fae.ufmg.br e
siga as instruções na lateral direita da página. Para assistir via
Twitcam, acesse twitter.com/audiovisualfae.
O Ceale Debate é um evento gratuito e não é necessário se inscrever
para participar
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Sugestão de Isabela Santos de Menezes - Aluna de Pedagogia - nov/ 2012
Matemática brincando!
A brincadeira de hoje dá para fazer dentro de casa, com o que você tem
aí e de quebra ainda ensina matemática!Matemática do ovo!
O que vamos precisar:
• 1 caixa de 12 ovos
• 2 dados
• massinha de várias cores
Pegue a caixa de ovos e marque com números de 2 a 12. Reúna as
crianças e defina que cor de massinha será cada jogador. Para começar
o jogo e definir a ordem, faça com os dados: quem tirar o maior número
será o primeiro. Cada jogador deve lançar o par de dados e somar o
resultado. Por exemplo: um deles caiu no número 6 e o outro no 1.
Resultado: sete. Então, a criança deve colocar um pedaço da sua
massinha no número 7 da caixa de ovos. E assim por diante, com todos
os jogadores. O critério para definir o vencedor varia. Pode ser quem
tiver pelo menos uma bolinha de massa de modelar em todos os números
ou quem, no final de dez rodadas, tiver o maior número de bolinhas no
número 10. E você também pode criar sua própria regra, use a
criatividade!
Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=335008229919731&set=a.117123968374826.29853.100359086717981&type=1&permPage=1
A brincadeira de hoje dá para fazer dentro de casa, com o que você tem
aí e de quebra ainda ensina matemática!Matemática do ovo!
O que vamos precisar:
• 1 caixa de 12 ovos
• 2 dados
• massinha de várias cores
Pegue a caixa de ovos e marque com números de 2 a 12. Reúna as
crianças e defina que cor de massinha será cada jogador. Para começar
o jogo e definir a ordem, faça com os dados: quem tirar o maior número
será o primeiro. Cada jogador deve lançar o par de dados e somar o
resultado. Por exemplo: um deles caiu no número 6 e o outro no 1.
Resultado: sete. Então, a criança deve colocar um pedaço da sua
massinha no número 7 da caixa de ovos. E assim por diante, com todos
os jogadores. O critério para definir o vencedor varia. Pode ser quem
tiver pelo menos uma bolinha de massa de modelar em todos os números
ou quem, no final de dez rodadas, tiver o maior número de bolinhas no
número 10. E você também pode criar sua própria regra, use a
criatividade!
Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=335008229919731&set=a.117123968374826.29853.100359086717981&type=1&permPage=1
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Entrega do prêmio de melhor aluno do primeiro semestre de 2012
Fotos da entrega de prêmio de melhor aluna do
primeiro semestre de 2012. Este prêmio é por mérito.
A aluna premiada foi Eunice Cezar Jacinto e a entrega do prêmio foi
feita pelo professor Sudário.
primeiro semestre de 2012. Este prêmio é por mérito.
A aluna premiada foi Eunice Cezar Jacinto e a entrega do prêmio foi
feita pelo professor Sudário.
Sugestão de Veridiana Santana - Aluna de Pedagogia - nov. 2012
Neste ano, o Festival Internacional de cinema Infantil chega ao seu
décimo aniversário com uma edição que reúne 100 filmes, oriundos de 24
países. Em BH, essa programação inclui curtas, médias e longas
metragens, brasileiros e estrangeiros, além de mostras especiais.A
programção é eclética e promete agradar a todos os gostos. Os filmes
serão exibidos de 1 a 11 de novembro no Cinemark Pátio Savassi.
O FICI surgiu em 2002, numa mostra de apenas 15 filmes. De lá pra cá,
o festival já movimentou um público de mais de 1,2milhão de
espectadores.
Vambora pro cinema, meninada?
Maiores informações, acesse o site FICI
décimo aniversário com uma edição que reúne 100 filmes, oriundos de 24
países. Em BH, essa programação inclui curtas, médias e longas
metragens, brasileiros e estrangeiros, além de mostras especiais.A
programção é eclética e promete agradar a todos os gostos. Os filmes
serão exibidos de 1 a 11 de novembro no Cinemark Pátio Savassi.
O FICI surgiu em 2002, numa mostra de apenas 15 filmes. De lá pra cá,
o festival já movimentou um público de mais de 1,2milhão de
espectadores.
Vambora pro cinema, meninada?
Maiores informações, acesse o site FICI
Elogio à professora Eliane Monken (Lili)
Professora Lili, gostaria de agradecer por tanta dedicação a Pedagogia
Ead, o tempo está muito corrido e hoje que tive oportunidade de
passear na minha página e observei como está rico o material CEPED,
você e a equipe está dando um show de variedade, ajudas para nós
educandos errar menos. Porfessora Lili melhorei muito em sala de
aula depois de estar na Pedagogia, estou aqui hoje pra agradecer todo
esforço, dedicação. A equipe pode ficar tranquila porque os esforços
tem valido a pena. Muito obrigado por tudo. A Newton foi uma das
minhas melhores escolhas. Um grande Beijo a todos. Luciana Maia
Ead, o tempo está muito corrido e hoje que tive oportunidade de
passear na minha página e observei como está rico o material CEPED,
você e a equipe está dando um show de variedade, ajudas para nós
educandos errar menos. Porfessora Lili melhorei muito em sala de
aula depois de estar na Pedagogia, estou aqui hoje pra agradecer todo
esforço, dedicação. A equipe pode ficar tranquila porque os esforços
tem valido a pena. Muito obrigado por tudo. A Newton foi uma das
minhas melhores escolhas. Um grande Beijo a todos. Luciana Maia
Atenção! Prazo para consolidar atividades complementares
Ju querida,bom final de semana
Informe os alunos no blog que o prazo para entrega das atividades
complementares será de 01/11/2012 a 30/11/2012
Prezados alunos,
O prazo para consolidar as atividades complementares será de
01/11/2012 a 30/11/2012.
Procedimento:
Levar em qualquer Central de Atendimento ao aluno (Campos Buritis,
Silva Lobo, Carlos Luz , n. 800, ou 220, xerox e original dos
documentos para valerem horas para as atividades complementares.
(certificados, declarações e outro comprovante ) de atividades
pedagógicas desenvolvidas.
Fiquem atentos ao prazo.
At
Eliane Monken (Lili)
Coordenadora do Ceped
Cel: 91221381
elianemonken2006@hotmail.com e lili.prof@newtonpaiva.br
Informe os alunos no blog que o prazo para entrega das atividades
complementares será de 01/11/2012 a 30/11/2012
Prezados alunos,
O prazo para consolidar as atividades complementares será de
01/11/2012 a 30/11/2012.
Procedimento:
Levar em qualquer Central de Atendimento ao aluno (Campos Buritis,
Silva Lobo, Carlos Luz , n. 800, ou 220, xerox e original dos
documentos para valerem horas para as atividades complementares.
(certificados, declarações e outro comprovante ) de atividades
pedagógicas desenvolvidas.
Fiquem atentos ao prazo.
At
Eliane Monken (Lili)
Coordenadora do Ceped
Cel: 91221381
elianemonken2006@hotmail.com e lili.prof@newtonpaiva.br
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Sugestão de Andreia Aparecida Santos - Aluna Pedagogia - nov./2012
Brincando e aprendendo
Jogos do Conhecimento são ações educativas baseadas em jogos (Origens e UFMGames). O objetivo é aproximar o público de brincadeiras que fazem parte de diferentes tradições culturais, proporcionando múltiplas experiências e instigando a curiosidade de crianças, jovens e adultos.
Horário:
Todas as quintas-feiras, a partir das 17 horas, o Espaço TIM UFMG do Conhecimento realiza sessões de jogos abertas ao público.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
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