quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A RELEVÂNCIA DO PROGRAMA ESCOLA INTEGRADA NA ÓTICA DA TROCA DE CONHECIMENTOS ACADÊMICOS E POPULARES

O Programa Escola Integrada (PEI) foi criado em 2006, no qual o objetivo é aprimorar os conhecimentos dos alunos do ensino fundamental em diversas áreas do saber. A PEI tem o apoio e contribuição de distintas instituições, tais como as instituições de ensino superior e dentre outros.

O PEI oferece oportunidade aos alunos universitários ministrarem oficinas referentes à sua área de formação. Essa oportunidade favorece aos bolsistas do programa o desenvolvimento de habilidades técnicas e éticas para a construção de um novo paradigma da educação pautada na troca de conhecimentos dos professores e alunos.

Vale destacar que a escola é uma unidade impactante dentro de um contexto maior, sendo assim, o discente percebe a importância de proporcionar de forma recíproca ações reflexivas e críticas dentro da escola, promovendo mudanças e/ou ampliações da visão de mundo.

Portanto, entendo que não apenas como uma futura Engenheira Ambiental, mas sim como uma cidadã a necessidade de aproveitar o espaço em que atuo não apenas para ser agente de mudanças, mas sim um palco de atuação prática de novos valores, promover de forma mútua os pensamentos críticos, conscientes e atuantes na sociedade, a fim de mudar a realidade atual para uma melhor. Além disso, construir as habilidades e capacidades inerentes ao meu curso.

As fotos a seguir são da oficina de Meio Ambiente no dia 29 de setembro 2012 na feira de cultura da Escola Municipal Edith Pimenta da Veiga. Essa oficina faz parte do projeto meio ambiente que desenvolvo na escola. Os planejamentos são feitos a partir das orientações pedagógicas do CEPED.



Fernanda A. P. dos Santos - Bolsista do Programa Escola Integrada
Discente Curso Engenharia Ambiental do CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Parlendas Animadas

Descrição "Neste vídeo infantil apresentamos parlendas animadas do
folclore brasileiro, um vídeo educativo e divertido para crianças.
Aqui apresentamos as seguintes parlendas: Corre Cutia; Um, dois,
feijão com arroz; A galinha do vizinho; Lá em cima do piano
e outras parlendas infantis do nosso folclore. Parlendas recitadas,
uma ótima "música infantil"."

http://www.youtube.com/watch?v=lYDBBimX0Es

Neste vídeo infantil apresentamos parlendas animadas do folclore
brasileiro, um vídeo educativo e divertido para crianças.
Aqui apresentamos as seguintes parlendas: Corre Cutia; Um, dois,
feijão com arroz; A galinha do vizinho; Lá em cima do piano
e outras parlendas infantis do nosso folclore. Parlendas recitadas,
uma ótima "música infantil".

Sugestão de Jerusa Lisboa Ferreira Vale - Aluna de Pedagogia - dez./2012

DICAS PARA ENFRENTAR O CALOR COM CRIANÇAS DE 1 A 5 ANOS

O verão está chegando e com ele o sol que torna nossos dias cada vez
mais quentes. Por isso, quero ressaltar algumas dicas de atividades e
brincadeiras refrescantes que permitam que as crianças enfrentem este
tempo com mais tranquilidade e frescor.

1- Professor, se as crianças não tiverem acesso a bebedouros nos
momentos de pátio, carregue consigo uma ou duas garrafas de água para
os pátios e jogue água em suas bocas, sem o contato direto da garrafa
com os lábios. Além de ser uma brincadeira divertida, mantêm as
crianças constantemente hidratadas.

2- Oriente as famílias a passarem protetor solar em seus filhos.

3- Leve as crianças para os pátios sem blusas e sapatos e leve
borrifadores para fazer chuvinha de água de vez em quando, refrescando
e umedecendo o ambiente.

4- Marque um banho de mangueira ou de bonecas. Solicite que as
crianças venham com roupa de banho. Aproveite este momento para
realizar brincadeiras de faz de conta ou de exploração com água
(representar as ações necessárias para dar banho em um bebê;
transvazar água de um pote para o outro etc).

5- Faça receitas leves e refrescantes com a meninada: chup-chup de
frutas, gelatina, salada de frutas, picolé, sucos naturais.

Estas foram algumas dicas, mas com imaginação e criatividade muitas
outras podem surgir, tornando a rotina em dias quentes mais prazerosa,
rica e significativa para a criançada.

Sugestão de Sheilla Fátima - Aluna de Pedagogia - dez./2012

A Biblioteca Central da UFMG, no campus Pampulha, recebe a exposição
"A Nostalgia do Encanto Perdido" na quinta-feira, dia 08 de novembro,
às 19 horas. A exposição fica aberta à visitas até o dia 07 de
dezembro, nos dias úteis, das 7h30 às 22h. O curador da exposição é o
professor Paulo da Terra Caldeira, da Escola de Ciência da Informação.

"A Nostalgia do Encanto Perdido"

A mostra é composta por pinturas da artista Eliana Martins, cujas
telas apresentam características inerentes aos trabalhos dos pintores
denominados naifs, palavra de origem francesa que significa ingênuo,
espontâneo.

Em 2011, Eliana Martins ganhou o Prêmio Incentivo na 10ª Bienal Naïfs.
Também participou, em 2010 e em 2011, de exposições do Dia
Internacional da Mulher, Women's Day, na Tap Gallery, em Sydney
(Austrália).



Local: Biblioteca Central da UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
Telefone: 31 3409-4612
Data: 08/11 até 07/12
Horário: 07h30
Preço: Entrada franca

Sugestão de Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Hora de fazer Arte: livre para criar
Diversificar os ambientes e variar ainda mais os materiais é um
ingrediente básico para deixar fluir a arte dos pequenos, que, nesse
modelo de trabalho, também podem optar entre mais de uma atividade

Escorregador de tintas

A imagem tradicional de uma atividade de Arte em que as crianças
sentam por alguns minutos na cadeira, com uma folha na mesa e um
pincel na mão, está longe de corresponder às experiências que Ana
Carolina Thomé Pires desenvolve com a turma da creche. No trabalho com
o Grupo 2 da EMEI Fernando Piva, em São Caetano do Sul, na região
metropolitana de São Paulo, ela incita a turma de 2 e 3 anos a criar
livremente e também explorar diferentes materiais.

A inspiração vem da arte-educadora e artista plástica dinamarquesa
Anna Marie Holm. Suas ideias estão no livro Baby-Art - Os Primeiros
Passos com a Arte (94 págs., Ed. MAM, tel. 11/5085-1300, edição
esgotada) e também foram apresentadas em um workshop realizado em São
Paulo no ano passado. "Já fazia algumas atividades desse tipo com a
turma, mas depois de conhecê-la minha criatividade se expandiu", conta
Ana Carolina.

Desde que passou pela formação, a professora também teve o cuidado de
registrar tudo em fotos. E são as imagens captadas por ela que você
pode conferir nas páginas seguintes, acompanhadas por informações
sobre os materiais utilizados e a organização adotada para cada uma
das propostas. Para entrar no clima, as crianças precisam aceitar o
convite para se sujar. Por isso, é indicado começar por trabalhos
menos ousados até chegar às grandes produções.



Varal de roupas
Materiais Barbantes, pregadores, roupas
velhas, pincéis e potinhos com tintas
de várias cores.
Organização Estenda um varal na altura
das crianças. Disponibilize os potinhos de
tintas para que possam fazer a troca de cores
com autonomia. Deixe, também, que
prendam as roupas velhas como preferirem
nos barbantes e as pintem livremente.
Uma sugestão para os primeiros momentos é forrar o chão com folhas A4
sem se preocupar com a simetria. Todos são convidados a desenhar, mas
podem decidir brincar com a fita adesiva usada para colar o papel, por
exemplo. E, nesse caso, tudo bem. Conforme a necessidade, mais folhas
vão sendo espalhadas em mesas, paredes, portas e janelas,
transformando a sala em uma grande tela. "Os pequenos se espantam
quando o espaço para desenhar vai crescendo", conta Ana Carolina. Em
uma atividade com esse mote, uma criança desenhou vários traços
paralelos. Outras duas perguntaram o que ela estava fazendo. A
resposta foi simples e clara: "Está chovendo!" Imediatamente, todas
buscaram seu giz e se puseram a fazer chover também.

A apresentação de mais de uma opção de atividade é outro princípio
essencial dessa linha de trabalho que deve ser previsto no
planejamento. Com base nas propostas, os pequenos têm liberdade para
decidir como vão participar. Por isso, quando Ana Carolina teve a
ideia de transformar o escorregador em uma palheta de tintas, ofereceu
uma alternativa aos que não queriam se sujar tanto. Em um espaço
próximo, montou um tapete de cartolinas e quem preferisse poderia
pintá- lo usando pincéis.
Fontehttp://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/hora-fazer-arte-livre-criar-710950.shtml

Sugestão de Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal
Esse tipo de violência tem sido cada vez mais noticiado e precisa de
educadores atentos para evitarem consequências desastrosas.
Andréia Barros (novaescola@atleitor.com.br), de João Pessoa (PB)
Entre os tantos desafios já existentes na rotina escolar, está posto
mais um. O bullying escolar - termo sem tradução exata para o
português - tem sido cada vez mais reportado. É um tipo de agressão
que pode ser física ou psicológica, ocorre repetidamente e
intencionalmente e ridiculariza, humilha e intimida suas vítimas.
"Ninguém sabe como agir", sentencia a promotora Soraya Escorel, que
compõe a comissão organizadora do I Seminário Paraibano sobre Bullying
Escolar, que reuniu educadores, profissionais da Justiça e
representantes de governos nos dias 28 e 29 de março, em João Pessoa,
na Paraíba. "As escolas geralmente se omitem. Os pais não sabem lidar
corretamente. As vítimas e as testemunhas se calam. O grande desafio é
convocar todos para trabalhar no incentivo a uma cultura de paz e
respeito às diferenças individuais", complementa.

A partir dos casos graves, o assunto começou a ganhar espaço em
estudos desenvolvidos por pedagogos e psicólogos que lidam com
Educação. Para Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de Minas
Gerais, a imprensa também ajudou a dar visibilidade à importância de
se combater o bullying e, por consequência, a criminalidade. "Não se
tratam aqui de pequenas brincadeiras próprias da infância, mas de
casos de violência, em muitos casos de forma velada. Essas agressões
morais ou até físicas podem causar danos psicológicos para a criança e
o adolescente facilitando posteriormente a entrada dos mesmos no mundo
do crime", avalia o especialista no assunto. Ele concorda que o
bullying estimula a delinquência e induz a outras formas de violência
explícita.

Seminário - Organizado pela Promotoria de Justiça da Infância e da
Adolescência da Paraíba, em parceria com os governos municipal e
estadual e apoio do Colégio Motiva, o evento teve como objetivo, além
de debater o assunto, orientar profissionais da Educação e do
Judiciário sobre como lidar com esse problema. A Promotoria de Justiça
elaborou um requerimento para acrescentar os casos de bullying ao
Disque 100, número nacional criado para denunciar crimes contra a
criança e o adolescente. O documento será enviado para o Ministério da
Justiça e à Secretaria Especial de Direitos Humanos.

Durante o encontro também foi lançada uma publicação a ser distribuída
para as escolas paraibanas, com o objetivo de evidenciar a importância
de um trabalho educativo em todos os cenários em que o bullying possa
estar presente - na escola, no ambiente de trabalho ou mesmo entre
vizinhos. Nesse manual, são apresentados os sintomas mais comuns de
vítima desse tipo de agressão, algumas pistas de como identificar os
agressores, conselhos para pais e professores sobre como prevenir esse
tipo de situação e mostram-se, ainda, quais as consequências para os
envolvidos.

Em parceria com a Universidade Maurício de Nassau, a organização do
evento registrou as palestras e as discussões - o material se
transformará num vídeo-documentário educativo que será exibido nas
escolas da Paraíba, da Bahia e de Pernambuco.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/bullying-preciso-levar-serio-431385.shtml

Sugestão de Gasparina de Fatima dos Reis - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Durante o mês de novembro e dezembro, os personagens da Disney,
Mickey, Minnie e Pluto estarão no Shopping Del Rey fazendo parte da
decoração de natal do lugar, além de apresentarem um teatro de
marionetes, dentro da Biblioteca do Mickey. Além disso, quem
comparecer ao local, poderá tirar fotos com os personagens, além de
pegar autógrafos com eles.

Confira as datas:

- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.

Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma
grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em
histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del
Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões
temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá
shows de marionetes em diversos horários.

Sugestão de Suellen Mirella - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Estou encaminhando um folheto sobre o Projeto Valores de Minas, passei
um dia lá no Valores. São Jovens carentes de Morros e Favelas de Belo
Horizonte e região metropolitana. São rebeldes mesmo, mas que se
transformam no PALCO É LINDO!!!!! Vale a pena ver no período da manhã
estudam na rede pública e a tarde vão para o Valores onde almoçam e
fazem atividades de circo, teatro, balé, danças diversas e muitos
mais. Além de uma estrutura fantástica para alunos com salas equipadas
e professores excelentes e acompanhamento psicológico diário.

Sugestão da Aline Kelly - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Brincar na Educação infantil


Ao brincar a criança descobre coisas novas, inventa, aprende e
desenvolve inúmeras habilidades. Além de estimular a criatividade,
autonomia, linguagem, socialização e curiosidade, as brincadeiras
instigam o pensamento, concentração e raciocínio.
Brincando, a criança a aprende a respeitar as diferenças e amiguinhos.
Sem contar que as brincadeiras educativas são um excelente momento
para estreitar ainda mais os laços de confiança e amor entre os pais e
os pequeninos.
Hoje, preparamos algumas dicas de brincadeiras educativas que podem
ser desenvolvidas em com nossos alunos
Que bicho eu sou?
• Através dessa brincadeira, as crianças aprendem e compartilham as
características de vários animais.
Desenhe ou escreva o nome de vários bichos, um em cada folha de
sulfite. Agora cole um bicho nas costas de cada criança sem que elas
vejam qual. Cada participante precisa adivinhar que animal tem nas
costas, para isso ele deve fazer perguntas sobre as características do
bicho aos demais coleguinhas. As respostas deverão ser SIM ou NÃO. O
último a descobrir que bicho é, deixa a brincadeira redistribui os
bichos nas costas dos colegas. A brincadeira continua até restar
apenas um vencedor.
Bingo do nome
• Nessa brincadeira, os pequeninos se familiarizam com as letras do
alfabeto e aprendem quais delas compõem seu nome.
Escreva em uma cartolina todas as letras do alfabeto, corte-as e
coloque em uma caixa. Entregue uma folha de papel a cada participante
e peça que ele escreva seu nome. A cada letra sorteada da caixa, os
participantes devem marcar na folha com o nome. Ganha quem marcar
todas as letras primeiras.
Corrida de três pés
• Esta atividade desenvolve o equilíbrio, coordenação motora e senso
de competição.
Divida as crianças em duplas. Cada participante tem sua perna direita
amarrada à perna esquerda de seu colega. Os dois terão de correr
determinado percurso com as pernas atreladas. Ganha quem cruzar a
linha de chegada primeira.
Caras e caretas
• Através desta brincadeira a criança aprende a identificar
determinados sentimentos através da expressão corporal e facial.
Coloque todas as crianças frente à um espelho. Faça algumas expressões
e peça para te imitarem. Depois de cada expressão diga o que ela
significa. Agora, peça que cada um faça uma careta diferente, os
outros coleguinhas devem adivinhar o que aquela expressão significa. O
dono da careta deve indicar se a resposta está certa ou não.
Agacha-agacha
• Nesta brincadeira, a criança corre, agacha e levanta, aperfeiçoando
assim, os seus movimentos.
Em um espaço amplo, reúna as crianças e eleja o pegador. Ele deverá
correr atrás dos outros coleguinhas, que para não serem apanhados
devem se agachar. Quando um participante é pego, o pegador para sua
função a ele. Nesta brincadeira não há vencedor, ela só acaba quando
as crianças se cansam.
Fonte: http://educandoebrincando.blogspot.com.br/

"Através das brincadeiras são desenvolvidas a fluência e codificação,
vocabulário, decodificação auditiva, associação visual, memória
auditiva, compreensão, conhecimento da localização das partes do
corpo, motricidade, organização do corpo no espaço, equilíbrio e
ritmo, lateralidade e sentido de direção, reações rápidas e destrezas,
respostas antecipatórias, orientação no tempo, conhecimento do   meio
e aceitação social."

       (Adriana Duarte- Psicóloga)

Sugestão de Gasparina de Fatima dos Reis - Aluna de Pedagogia - dez./2012

O Seminário Estadual de Educação nas Prisões termina com novas
perspectivas para 2013: o lançamento do Plano Estadual de Educação nas
Prisões, melhorias na rede física e de pessoal nos presídios e
cooperação técnica entre entidades foram algumas das metas definidas
no seminário, primeiro do gênero em Minas Gerais. Leia mais:
http://goo.gl/FOTRs. Foto: Grupo de teatro Vida Nova, da Penitenciária
José Maria Alckimin.

https://www.facebook.com/educacaominas

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Membros do sistema de Justiça discutem ações em prol da Educação Infantil em SP

O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil realiza na
sexta-feira (30/11) um encontro para debater estratégias, inclusive
jurídicas, de combate às violações do direito à educação infantil na
cidade de São Paulo. A atividade será fechada ao público e contará com
especialistas em educação e representantes de organizações da
sociedade civil, Ministério Público do Estado de São Paulo, Defensoria
Pública, advogados e especialistas em Educação.

A "Oficina de Trabalho Interinstitucional: Bases para a proposição de
um plano de expansão da educação infantil de qualidade no município de
São Paulo" tem como objetivo trazer contribuições destes profissionais
para a construção de parâmetros para a expansão do ensino infantil na
capital paulista, que sejam construídos em diálogo dessas instituições
com a sociedade civil e com os poderes públicos Executivo, Legislativo
e Judiciário.

O último dado divulgado pela Secretaria Municipal de Educação aponta
para uma lista de 145 mil crianças em espera por uma vaga em creches
da rede municipal. Além do número oficial, há uma estimativa de que a
demanda por vagas neste segmento chegue a 250 mil, dado o desestímulo
ao cadastramento. Apesar disso, não há previsão orçamentária
específica, nem um plano público de expansão e qualificação da
política de educação infantil para enfrentar esse problema.

De acordo com o movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil,
tem sido grande o número de conquistas judiciais para efetivação do
direito à educação infantil, sobretudo a conquista do direito à
matrícula, mas ainda é preciso "impulsionar a atuação dos diferentes
atores do Sistema de Justiça a reivindicar não somente a ampliação do
número de vagas em creches, mas a realização do pleno direito à
educação infantil em suas dimensões de acesso e qualidade", afirmam os
organizadores da oficina.

A articulação

O movimento Diálogo Justiça para a Educação Infantil foi criado em
2012 - a partir de uma articulação entre a Ação Educativa, o
escritório de advocacia Rubens Naves, Santos Jr e Hesketh, a
Defensoria Pública e o Ministério Público do Estado de São Paulo -,
com objetivo de trocar visões e estratégias sobre a maciça violação do
direito à educação e discutir quais contribuições advogados,
promotores e defensores podem dar para a efetivação desse direito.


Fonte: http://www.acaoeducativa.org.br/index.php/educacao/51-acao-na-justica/10004584-membros-do-sistema-de-justica-discutem-acoes-em-prol-da-educacao-infantil-em-sp

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

SUGESTÃO de GASPARINA - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Durante o mês de novembro e dezembro, os personagens da Disney, Mickey, Minnie e Pluto estarão no Shopping Del Rey fazendo parte da decoração de natal do lugar, além de apresentarem um teatro de marionetes, dentro da Biblioteca do Mickey. Além disso, quem comparecer ao local, poderá tirar fotos com os personagens, além de pegar autógrafos com eles.

Confira as datas:

- 11 de novembro, 8 e 9 de dezembro - 12h às 15h30.
- 12, 13 e 14 de novembro/ 06, 07, 10, 20 e 21 de dezembro - 16h30 às 20 horas.

Inédita em Belo Horizonte, a decoração Disney trará à região uma grande árvore de Natal decorada com personagens imortalizados em histórias e filmes dos estúdios Disney. Nos corredores do Shopping Del Rey, os clientes poderão conferir várias guirlandas e festões temáticos. A Biblioteca do Mickey irá compor o ambiente, que terá shows de marionetes em diversos horários.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Sugestão de Thas Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Gostaria de compartilhar com vocês esta página do Facebook tem muitas
músicas infantis em inglês, seja para as professoras ensinarem os
pequenos ou aprenderem para cantarem para eles.
Todas elas possuem legenda ou letra na descrição.
Foram escolhidas com muito cuidado e carinho pela administradora do
site, que ensina inglês para crianças na educação infantil como
segundo idioma, de forma bem lúdica:
https://www.facebook.com/pages/M%C3%BAsicas-infantis-para-aprender-ingl%C3%AAs-Nursery-rhymes/332213366876901
Espero que gostem!

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Ações afirmativas e políticas públicas de inclusão social
Por: JOÃO DO NASCIMENTO
Karl Marx, historiador alemão (1818 – 1883), um dos teóricos do
socialismo científico, afirmou durante sua vida "a sociedade
capitalista é antes de tudo uma sociedade de classes" e a "história do
homem é a própria luta de classes". Sendo assim, o conflito social
interclasses gera a apropria dos bens e oportunidades sociais por
alguns segmentos; é a partir da análise do pensamento de Marx dos
propósitos capitalistas que vigoram no Brasil a mais de 400 anos que
se insere a exploração do povo afro-descendente como mera ferramenta
de utilidade material, força de trabalho e bem comercializável; sem o
devido reconhecimento do desmantelamento de centenas de milhares de
etnias que compunham o território o continente africano e que
dispersaram por todo o mundo ocidental na constituição do capitalismo
em suas múltiplas contradições sociais.
Para tentar superar as mazelas sociais e promover a inclusão e a
justiça, a partir dos anos 1990, o Brasil tem sido alvo em potencial
dos programas de ações afirmativas que visam reconhecer e corrigir
situações de direitos negados socialmente ao longo da história.
As ações afirmativas vêm sofrendo críticas por uma pequena parcela da
sociedade brasileira (a elite), que ha muito tempo vem acumulando
riquezas e oportunidades. O que o negro e os outros segmentos
excluídos da participação e usufruto dos bens, riquezas e
oportunidades, querem, é o direito à cidadania, a cultura, educação,
trabalho digno e participação das políticas públicas de caráter
social. Os programas de ações afirmativas são na verdade políticas de
correção de desigualdades sociais e formas de efetivação de direitos.
Portanto, defender as ações afirmativas é de fato se posicionar contra
o mito da democracia racial e a exclusão social existente no Brasil.
É preciso agir a partir da raiz do problema para erradicar a situação
de exclusão social. O programa de cotas para negros e afrodescendentes
é uma das ações afirmativas de caráter radical, pois mexe com
privilégios estabelecidos por determinados segmentos da sociedade
brasileira.
"Ações afirmativas são medidas especiais e temporárias, tomadas pelo
Estado e/ou pela iniciativa privada, espontânea ou compulsoriamente,
com o objetivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas,
garantindo a igualdade de oportunidade e tratamento, bem como
compensar perdas provocadas pela discriminação e marginalização, por
motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros". (Ministério
da Justiça, 1996, GTI População Negra).
As políticas afirmativas visam reconhecer as diversidades entre a
população negra e não-negra, no sentido de direcionar os esforços para
minimizar e gradativamente diminuir as distâncias socioeconômicas que
permeiam a vida social brasileira.
É necessário neste contexto, o entendimento de conceitos que podem
contribuir para o êxito das ações afirmativas e a inclusão social. As
ações afirmativas são formas de políticas públicas que objetivam
transcender as ações do Estado na promoção do bem-estar e da cidadania
para garantir igualdade de oportunidades e tratamento entre as pessoas
e a mobilização dos setores culturais com intenção de ampliar as ações
de inclusão social.
Diferenciar inclusão social de exclusividade e privilégios sociais. A
inclusão social é busca da afirmação de direitos que há muito tempo
vem sendo negados; enquanto exclusividade é marca registrada de um
grupo ou segmento social que tem amplo acesso aos bens, riquezas e
oportunidades produzidas em termos sociais visto que uma ou outra
parcela muito grande da população tem restrições ou são barradas por
completo da participação sócio-cultural e o exercício da dignidade e
da cidadania. É isso que caracteriza a exclusividade.
Diante de tudo que foi dito podemos notar que a população
afro-brasileira, esta com a auto-estima defasada, devido à longevidade
da exploração e da marginalidade social desde os tempos da
administração colonial portuguesa no Brasil.
As relações sociais no período colonial limitavam ao branco de valores
europeus, todo o privilégio, direito e mordomias político-sociais em
detrimento ou prejuízo do negro e o índio que eram vistos como feras a
ser domadas pela religião e enfraquecidos pelo trabalho exaustivo já
que eram também res vocale (coisa que fala) e a escravidão era a
justificativa para a salvação dessas etnias. Ao contrário do índio, o
negro era mais odiado e perseguido pelo sistema colonial, pois o
africano foi trazido para o Brasil exclusivamente para o trabalho
escravo e a desagregação de sua existência enquanto ser humano. Para a
afirmação e manutenção do regime escravista foi criada uma política de
desumanização de todas as maneiras o negro, empreendia ações que o
qualificava de ser movente, igualando-o a animais para evitar dessa
forma a criação de um vínculo de convívio familiar, desarticulando
suas crenças como pagãs, desqualificando seus bens simbólicos e outras
formas de manifestações culturais fundamentais a identificação e a
constituição como humanos.
No processo de marginalização do negro, talvez o aspecto mais
importante seja a tentativa de retirar dele o direito ao saber para
fragilizar e dominar sua sociabilidade contemporânea, que se expressa
na relação saber e fazer, mas a preocupação não é o saber pelo simples
fato que este traduz a discussão crítica, a independência do pensar e
a conspiração da ordem; então a preocupação é com o fazer cotidiano
das relações de trabalho desqualificadas, ou seja, o fazer o que não
precisa pensar (trabalho mecânico e repetitivo), o fazer trabalho
pesado e de menor prestigio social assim, o interessante para aqueles
que não querem justiça social para o negro e outros excluídos; é o
fazer do trabalho uma relação constante de dominação e sonegação de
direito e oportunidades.
Nesse contexto, as ações afirmativas surgem para tratar com igualdade
pessoas diferentes, pois, o regime escravista proporcionou uma visão
negativa do negro, desqualificando-o enquanto pessoa e diante disso,
conseqüentemente não necessitaria de educação e direitos tendo em
vista a utilidade e a coisificação criadas em torno dele. Dessa forma,
o afrodescendente não se torna ator social e sujeito da história;
restando-lhe a mera condição de objeto da história.
Portanto, se faz necessárias discussões em torno da problemática do
racismo às "avessas" e do acesso à educação através de vias de
mobilização nacional em favor das reformas e do fortalecimento da
democracia e conseqüentemente da cidadania.
É de fundamental importância que se compreenda que os programas de
ações afirmativas não como mecanismo fim e sim, como políticas
públicas ou privadas que servem de meios direcionados na redução das
desigualdades sociais.

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Professores Apaixonados
Por: GABRIEL PERISSÉ
Professores e professoras apaixonados acordam cedo e dormem tarde,
movidos pela idéia fixa que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem
a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes
que, de múltitplas formas, debilitam as inteligências.
As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério
igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar
contexto a todos os textos. Não há pretextso que justifiquem, para os
professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso
nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!
Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio
comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do
conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e
estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de
sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver
sem paixão, ensinar sem paixão.
Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado
com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as
suas férias, catando no calendário os próximos feriados.
Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, dos
desrespietos, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na
profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu
protesto é continuar amando apaixonadamente.
Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui
no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no
quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações
antigas e novas substituam a lúcida esperança.
Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com
nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de
palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração
subordinada, e nada mais.
Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo,
somar os esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem
analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados
tesouros.
Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma
explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele
mesmo, professor, não esperava explicar. A paixão é inexplicável, bem
sei. Mas é também indisfarçável.

Sugestão de Thais Helena - ALuna de Pedagogia - dez./2012

Brincar e cantar
De: BLOG ARTE DE CONTAR E ENCANTAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Brincar é um momento sagrado. É através das brincadeiras que as
crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo
que está ao seu redor. Elas manipulam e exploram os objetos,
comunicam-se com outras crianças e adultos, desenvolvem suas múltiplas
linguagens, organizam seus pensamentos, descobrem regras, tomam
decisões. Isso é ser criança, isso é ser feliz.
E tudo isso prepara as crianças para o futuro, onde terão que
enfrentar desafios semelhantes às brincadeiras. Basta analisar as
regras de qualquer brincadeira e compará-las com o mundo aqui fora.
http://www.youtube.com/watch?v=h9DDiQLAVW0
Letra Roda Roda Roda (Caranguejo peixe é):
Palma palma palma
Pé pé pé
Roda roda roda
Caranguejo peixe é
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Caraguejo só é peixe
na enchente da maré
Ora palma palma palma
Ora pé pé pé
Ora roda roda roda
Caranguejo peixe é

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

A música e a sua importância na educação infantil!
Por: CÁSSIO TOLEDO
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de
modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio,
proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a
concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em
questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.
Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que
analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em
comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem
como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas,
obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um
determinado conteúdo de matemática.
Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a
música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e
geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.
A valorização do contato da criança com a música já era existente há
tempos, Platão dizia que "a música é um instrumento educacional mais
potente do que qualquer outro".
Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão,
visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de
raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando
inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias
voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja
através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde
a educação infantil.
Fonte: Site Brasil Escola

Sugestões de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Introdução à Poética Plástico-Visual de Jorge dos Anjos
Data: de 03.12.2012 até 31.03.2013 - Somente 2ª e 4ª, início às 19h00min.
Local: Centro Cultural UFMG - Av. Santos Dumont, 174 - Centro - Belo
Horizonte - MG
Ministrado por Ricardo Aleixo. Módulos I e II.
http://www.centrocultural.ufmg.br
Telefone: 31 3409-8290// 31 3409-8291
Entrada Franca
O Natal na Poesia Brasileira (Entrada Franca)
Data: de 03.12.2012 até 31.12.2012
Local: Centro Cultural Zilah Spósito (CCZS)
Endereço: Rua Carnaúba, 286 - Norte
Telefone: 31 3277-5498
E-mail: cczs@pbh.gov.br
Mostra de poemas de vários escritores brasileiros que têm "o Natal"
como temática.
Funcionamento: 2ª a sábado das 8h às 13h.
para mim

Seminário internacional debate desafios do trabalho docente
Fonte: Site da FAE
Estão abertas as inscrições para o seminário A investigação em
trabalho, profissão e condição docente – desafios teóricos e
metodológicos, que a Faculdade de Educação realiza de 5 a 7 de
dezembro.
A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site
http://www.fae.ufmg.br/gestrado. Será emitido certificado de
participação.
A atividade, que integra as comemorações pelos dez anos do Grupo de
Estudos em Política Educacional e Trabalho Docente (Gestrado), reunirá
em Belo Horizonte conferencistas de centros de pesquisa da França –
Romuald Norman e Jean-Louis Derouet – e da Argentina – Emilio Tenti
Fanfani, Alejandra Birgin e Myriam Feldfeber –, além de pesquisadores
da temática no Brasil.
Entre os temas em discussão estão a autonomia escolar e a
responsabilização docente nas políticas educacionais; as condições de
trabalho e saúde docente; os novos sujeitos da docência e as demandas
de formação; o lugar dos docentes nas políticas educacionais.
Mais informações pelo telefone (31) 3409-6372 ou acesse o folder em
http://www.fae.ufmg.br/gestrado/files/Folder10anos_versao4.pdf
Abong promove 1º Fórum Brasileiro de Redes, Organizações e Ativistas
de Defesa de Direitos
Fontes: ONGBRASIL E INCLUSIVE.ORG
Evento acontecerá durante a Feira ONG Brasil, em 7/12, em São Paulo, SP.
Entre 6 e 8 de dezembro, a cidade de São Paulo receberá a 4ª edição da
Feira ONG Brasil, evento sem fins lucrativos composto por exposições
em estandes e um congresso internacional. A Abong participará com a
realização de diferentes atividades, dentre elas o 1º Fórum Brasileiro
de Redes, Organizações e Ativistas de Defesa de Direitos, em 7/12. Na
ocasião, serão debatidos temas relacionados à democratização do Estado
e da sociedade no Brasil, cooperação internacional e desafios para a
construção de alternativas ao atual modelo desenvolvimento.
A Feira ONG Brasil acontece no Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho,
com a participação de diferentes setores da sociedade, tais como as
organizações que atuam em defesa de direitos, institutos e fundações
empresariais. São 15 mil m² de exposição e mais de 196 palestras no
Congresso internacional.
O 1º Fórum Brasileiro de Redes, Organizações e Ativistas de Defesa de
Direitos tem por principal objetivo ampliar a visibilidade sobre o
trabalho realizado pelas organizações que atuam em defesa de direitos,
e sobre a articulação política entre os diversos tipos de entidades,
no Brasil e no mundo. O objetivo do Fórum é reunir representantes da
sociedade civil e também governamentais, brasileiros e internacionais,
para compartilhar perspectivas e desafios, além de construir
estratégias comuns de atuação.
A programação se divide em três painéis. O primeiro deles – O papel
das organizações da sociedade civil na construção de uma cidadania
planetária – será das 9h30 às 11h, e contará com a participação de
Fátima Mello, da FASE: solidariedade e educação; do prof. Habib Ayeb,
da Universidade Paris 06 e Paris 10, e de Alaa Talbi, do Fórum
Tunisiano de Direitos Econômicos e Sociais. A proposta é fazer um
balanço dos eventos internacionais Rio+20 e Cúpula dos Povos, além de
refletir sobre a participação da sociedade civil nos processos de
governança global.
Em seguida, das 11h30 às 13h, acontece o Painel 2 – A democracia que
temos e a democracia que queremos – que será dedicado aos temas da
participação social e da reforma política. A mesa será composta por
Anna Luiza Salles Souto, do Instituto Pólis; Pedro Pontual, da
Secretaria Geral da Presidência da República; e Rivane Arantes, da SOS
Corpo, que falará sobre a "Reforma do Sistema Político Brasileiro:
construindo uma nova cultura política brasileira".
Anna Luiza apresentará a pesquisa "Novas lentes sobre a participação:
utopias, agendas e desafios", publicada pelo Instituto Pólis e
disponível aqui. Já Pedro Pontual compartilhará a perspectiva
governamental sobre a participação social no Brasil.
O Fórum se encerra com o Painel 3 – Os desafios das organizações e
movimentos sociais brasileiros na construção de alternativas ao atual
modelo desenvolvimento – que acontecerá das 14h às 15h30. André Lima
Sousa, da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, fará a
exposição "Os mega eventos e o direito da cidade: participação e
controle social na preparação da Copa e das Olimpíadas". Em seguida,
Chico Menezes, do Ibase, traz o tema da "erradicação da pobreza como
direito de cidadania: o papel da sociedade civil organizada", assim
como Patrícia Vieira da Costa, da Secretaria Extraordinária para
Superação da Extrema Pobreza/MDS. Ela abordará "A erradicação da
pobreza como direito de cidadania: o papel do Estado brasileiro". O
objetivo específico do painel é debater propostas de políticas de
combate à pobreza e compartilhar experiências que contribuam para a
construção de concepções alternativas de desenvolvimento, centradas
nas necessidades humanas, que garantam a reprodução da natureza,
evitem o desperdício e não esgotem os bens de que precisamos para bem
viver.
Além da realização do Fórum, a Abong participará de diferentes
atividades durante a Feira ONG Brasil. Em 6/12, em parceria com
Secretaria Geral da Presidência da República e outras entidades,
promove um seminário Por um Novo Marco Regulatório para as
Organizações da Sociedade Civil, das 9h às 17h30 (em breve, será
divulgada a programação completa). Em 7/12, às 16h30, a Abong também
participará do lançamento da pesquisa FASFIL, um suplemento sobre as
Fundações e Associações Privadas Sem Fins Lucrativos no Brasil,
desenvolvido a partir da parceria entre IBGE – Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, o Instituto de Pesquisa Econômicas e
Aplicadas – IPEA e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas – GIFE.

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Livro de Mão em Mão
Data: 04.12.2012, 11.12.2012
Local: Centro Cultural Vila Santa Rita (CCVSR) - Rua Ana Rafael dos Santos, 149
Série de oficinas que visa potencializar os recursos do livro, da
leitura e da biblioteca. Vagas limitadas.
Informações Adicionais:
Às 9h30 e 14h30.
Telefone: 31 3277-1519
Entrada Franca

Sugestão de Thais Helena - Aluna de Pedagogia - dez./2012

Oficinas de experimentações cênicas com o Grupo Virundangas
A partir do tema Folclore Urbano, a oficina "Virundangas em 1 minuto",
do Grupo Virundangas (http://virundangasteatro.blogspot.com.br/), vai
trabalhar experimentações cênicas com virudangas (penduricalhos
sonoros), no intuito de elaborar vídeos com duração de um minuto.
Parte da programação do Circuito Palco Aberto, a oficina será
realizada gratuitamente no Sesc Centro Cultural JK no dia 8 de
dezembro, a partir das 10h. Os interessados deverão enviar e-mail com
nome completo e telefone de contato para
centroculturaljk@sescmg.com.br, até o dia 05/12.
O Circuito Palco Aberto, realizado pelo Sesc Minas, vai oferecer
oficinas e espetáculos gratuitos nas unidades Sesc Centro Cultural JK,
Sesc Santa Quitéria e Sesc Tupinambás, de 29 de novembro a 8 de
dezembro. O objetivo do projeto é estimular a formação de público de
artes cênicas, democratizando eventos culturais, além de incentivar
grupos teatrais de Minas Gerais. O projeto visa, ainda, fortalecer o
diálogo e o estreitamento entre companhias e plateias.
Sobre o Circuito palco Aberto: O objetivo do projeto é estimular a
formação de público de artes cênicas, democratizando eventos
culturais, além de incentivar grupos teatrais de Minas Gerais. O
projeto visa, ainda, fortalecer o diálogo e o estreitamento entre
companhias e plateias.
Mais informações em www.sescmg.com.br ou pelo telefone (31) 3279-1500.